Dr. Lúcio Mendes, diz que parar agora é melhor que deixar o vírus circular e ter que parar tudo por mais tempo.

Diversos municípios do Vale Jiquiriçá voltaram a flexibilizar o funcionamento do comércio e, aliado a isso, a comunidade local sente-se tranquila e cresce a mobilidade de suas atividades. É uma ação perigosa se os comerciantes não ajudarem nas orientações- de sermos em mais alguns dias obrigados a parar de vez e entrar em isolamento total. Conforme pressionaram o poder público a flexibilização, devem juntos ajudar e assumir a responsabilidade contra a proliferação do Covid-19.

No entanto, é perceptível diversas autoridades sanitárias contra as novas medidas dos prefeitos, consideradas arriscadas e totalmente versus as orientações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, além de exemplos no mundo onde a doença cresceu de forma assustadora, justamente aonde o Isolamento Social não era a prioridade primária. Além das orientações sanitárias, outras opiniões de autoridades constituídas e da sociedade civil, alertam para as novas decisões como precipitadas.

O Promotor de Justiça da Comarca de Jaguaquara, Dr. Lúcio Meira Mendes – que responde pelos municípios de Jaguaquara, Lafaiete Coutinho, Itiruçu, Lajedo do Tabocal e Itaquara – tem acompanhado de perto as decisões dos municípios através dos Decretos de Orientações, e considera a flexibilização dos municípios para reabertura de comércios precipitadas, não apoiando a flexibilização dos decretos. As declarações foram dadas através de contato com o Blog Itiruçu Online.

– “O Ministério Público neste momento, alinhado ao que orienta o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde, busca todas as formas de fomentar o Isolamento Social como única forma de se tentar conter, ou, no mínimo, restringir a ação do coronavírus. Obviamente, nesta linha de raciocínio, nós somos contrários a qualquer decreto que leve, ao menos nesse momento, a flexibilização de funcionamento de comércios, que por via de consequência, gera de certa forma aglomeração e, sobretudo, mobilidade de pessoas. Esse é o ponto nevrálgico da coisa”, comenta Dr. Lúcio.

As decisões dos prefeitos foram avaliadas no sentido de que ainda não foram diagnosticados positivos casos do covid-19 em cidades do Vale Jiquiriçá. Para o promotor de Justiça, não ter casos positivos e apenas investigados, não significa que os municípios não tenham casos. Dr. Lúcio acredita que o vírus já circula nas cidades.

“Então, os prefeitos obviamente, por outro lado, dispõem de uma certa discricionaridade nesse momento, sobretudo, numa época em que não foram positivados caso do covid-19 na região do Vale Jiquiriçá. O que, como sempre saliento, não quer dizer que não exista, mas que ainda não foi diagnosticado. Sabemos que existe um longo período de encubação atrelado a um período, também não curto de recebimento do resultado, então, isso tudo gera em torno de 20 dias. O que podemos concluir que estamos já com os casos em nossa comunidade, mas que ainda não foram detectados”, frisou.

A pressão dos empresários alertando para um colapso na economia refletiu nos discursos do presidente Jair Bolsonaro, do governador Rui Costa e de uma maioria dos prefeitos. As orientações sanitárias foram divididas entre medidas econômicas: ajudar o sistema a se preparar para salvar vidas com o isolamento social, ou voltar a normalidade de trabalho para salvar a economia?  Para Dr. Lúcio, parar agora e ajudar quebrar a curva de crescimento do vírus, é melhor que ter que parar tudo mais adiante, conforme exemplos citados pelo magistrado em países que tiveram suas decisões rapidamente mudadas por não surtirem efeitos.

– “Desta forma, por outro lado, entendemos toda situação do comércio e dos prejuízos econômicos que esse cerceamento das atividades comerciais gerará, só que isso não está acontecendo apenas em Jaguaquara e região, é em todo estado, em todo país e no mundo. O mundo está caminhando para um colapso financeiro muito grande e os governos terão que intervir para minimizar essa situação. O que que acontece? Gosto de dar dos exemplos clássicos e recentes para ficar claro sobre qual é o argumento utilizado pelo Ministério Público de consistentes em que, neste momento, entendemos que a retração, o isolamento social não faz o mau para o comércio como estão achando, mas sim, um bem. É melhor parar agora de 15 a 30 dias e se controlar essa situação e voltar as atividades razoavelmente normais, do que retardar, o vírus se espalhar e chegarmos a um ponto que teremos que obrigatoriamente parar e, aí, sabe se Deus por quanto tempo. Então, usei dois exemplos clássicos: há 34 dias o prefeito de Milão, na Itália, sustentava em rede nacional enfaticamente ‘Milão não para’, e realmente naquela época eles não pararam , vieram parar só oito dias depois quando a pandemia já tinha fugido ao controle. Olha o resultado, vejam a situação que a Itália chegou. Aí coloco a seguinte pergunta: Milão parou ou não parou? E Parou por quanto tempo?  Ninguém tem dados para responder essa pergunta, pois lá pode ficar parado mais 30, 60 ou 90 dias. Então, vejam que o retardo, por outro lado, a China já está voltando algumas atividades justamente por terem parado antes. Como se não bastasse o caso de Milão, nós temos o caso do próprio Estados Unidos, quando o presidente Trump,  há poucos dias,  fez pronunciamentos na televisão de forma categórica  e enfática, onde dizia  que até a Páscoa Americana – que seria até dia 12 de abril – tudo estaria normalizado e todas as atividades estariam em funcionamento. O que aconteceu? Também retardou as atividades de restrições e hoje ele volta a rede de televisão por todo o mundo dizendo que todos devem manter a quarentena, ao menos até 30 de abril. Ou seja, Nova York e vários outros Estados também estão parados. A conclusão é simples: mais hora ou menos hora, vai ter que se parar,  e tecnicamente e cientificamente, é muito melhor parar agora para conter a contaminação em massa, derrubar a curva de crescimento do vírus para logo tentarmos voltar as atividades normais, ou deixar a pandemia ganhar mais corpo ainda e, depois, já numa fase avançada e sem controle, parar. Essa é a questão. E não sou eu, um mero promotor de Justiça do interior da Bahia que estou concluindo isso, quem afirma são os sanitaristas, os virologistas do mundo inteiro, que dedicaram anos e anos de suas vidas aos estudos sobre pandemias”, comentou-

A posição confusa entre declarações do presidente da República, do governador do estado, provocou o choque entre as demais autoridades brasileiras, que alinhados a isso, decidiram pela flexibilização, não defendida pelo Mistério Público, que não apoia as novas decisões dos Decretos nos municípios.

-“Então, obviamente, o nosso caso, o presidente  da republica, assim como governador do estado, que orienta para aquelas cidades onde não exista nenhum caso detectado, alinharam no sentindo de propagar a volta das atividades e da vida normal, isso vem causando o choque entre eles e alguns prefeitos, inclusive do Vale, que temem pelo grande dano na saúde pública. É fato que não havendo o isolamento social vai haver colapso no Sistema de Saúde. Pessoas que poderiam ser salvas com essas medidas, pois no estudo de hoje comprovou que, no mínimo, já salvou 59 mil pessoas na Europa. Nós não podemos deixar o Sistema de Saúde Brasileiro e Baiano, que já são precários, entrar em colapso, sob pena de nós perdemos muitos cidadãos, parentes e amigos, sobretudo, sem dúvidas, os mais idosos. O posicionamento do Ministério Público é pelo máximo possível de isolamento Social. Nos não apoiamos a flexibilização dos Decretos”, afirmou Dr. Lúcio.

 

“A melhor e única maneira de proteger a vida, os meios de subsistência e as economias é parar o vírus. Sem desculpas, sem arrependimentos”, é o que defende a OMS. No final da história, se precipitadas ou não, as decisões dos Prefeitos, Governadores e do presidente serão lembradas de alguma forma. Até então, as autoridades sanitárias orientam tirar o povo de circulação para parar o avanço do vírus. O isolamento apenas do público de risco não funcionou em nenhum país no mundo.

 

Brasil registra 5.717 casos confirmados de coronavírus e 201 mortes até esta terça-feira,31.  A Bahia registra 217 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), o que representa 3,7% do total de casos notificados. Até o momento, 1393 casos foram descartados e houve dois óbitos, ambos de pessoas residentes em Salvador que apresentavam comorbidades associadas. Este número contabiliza todos os registros de janeiro até as 17 horas desta terça-feira (31). Ao todo, 17 pessoas estão curadas e 42 encontram-se internadas. No Vale Jiquiriçá ainda não foi confirmado caso da doença, embora exista o número crescente de sintomas sendo monitorados e aguardando resultados.


Apesar de geralmente começar com sintomas de gripe, como tosse e febre, o quadro de COVID-19 pode se tornar grave, sendo a falta de ar o maior indicador de que é preciso buscar atendimento médico. Para quem nunca sentiu falta de ar, porém, identificar o sintoma pode ser confuso – e alguns sinais complementares podem ajudar.

Como é a sensação de falta de ar?

Além de ser um sintoma característico e grave de infecção pelo novo coronavírus e de outras doenças, a falta de ar também pode ser causada por fatores como sedentarismo e crises de pânico ou ansiedade. Sendo assim, é preciso conhecer os sinais que este sintoma costuma ou pode manifestar quando causado por doenças respiratórias.

De acordo com informações disponibilizadas pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (o CDC, principal órgão norte-americano de vigilância sanitária) e com o pneumologista Felipe Marques, da rede de hospitais São Camilo, a sensação de falta de ar causada pela infecção no trato respiratório pode incluir:

  1. Sensação de fôlego curto, eventualmente acompanhada de dor para respirar;
  2. Falta de fôlego atípica ao realizar esforços físicos simples e usuais do dia a dia, como subir uma escada;
  3. Pressão ou dor persistente no peito;
  4. Cianose (aparência arroxeada de lábios e pontas dos dedos);
  5. Confusão mental.

Principal sensação


A Bahia registra 217 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), o que representa 3,7% do total de casos notificados. Até o momento, 1393 casos foram descartados e houve dois óbitos, ambos de pessoas residentes em Salvador que apresentavam comorbidades associadas. Este número contabiliza todos os registros de janeiro até as 17 horas desta terça-feira (31). Ao todo, 17 pessoas estão curadas e 42 encontram-se internadas.

Estes números representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais. Dentre os casos confirmados, 54,38% são do sexo masculino e 45,62% do sexo feminino. O coeficiente de incidência por 100.000 habitantes foi maior na faixa de 70 a 79 anos (3,44), indicando o maior risco de adoecer entre os idosos.

Ressaltamos que os números são dinâmicos e na medida em que as investigações clínicas e epidemiológicas avançam, os casos são reavaliados, sendo passíveis de reenquadramento na sua classificação. Outras informações em saude.ba.gov.br/coronavirus.

Para acessar o boletim completo, clique aqui.

 


Terceira maior cidade da Bahia, Vitória da Conquista, no sudoeste, registrou nesta terça-feira (31) seu primeiro caso de coronavírus. A prefeitura municipal através de um boletim em seu site oficial. O diagnóstico foi dado a um homem de 27 anos que estava sob monitoramento. O boletim com os novos dados vai ser liberado em instantes pela Secretaria de Saúde do Município, segundo o comunicado da gestão municipal.


Dezesseis celulares roubados foram recuperados e três bandidos encaminhados para a Delegacia Territorial de Jequié, por equipes da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Central, na segunda-feira (30). Durante rondas na Rua Álvaro Miranda, no bairro de Jequiezinho, as guarnições foram informadas sobre indivíduos que haviam assaltado moradores da localidade. “Devido isolamento as ruas têm ficado mais vazias e muitos criminosos se aproveitam do momento para cometer roubos. Então, intensificamos os patrulhamentos nas cidades”, disse o comandante da unidade, major Fábio Rodrigo de Melo Oliveira.

Também foram apreendidos com o trio uma motocicleta modelo Honda CG 150, 35 pedras de crack, dois tabletes e oito buchas de maconha, além de um aparelho eletrônico. Os materiais e os criminosos foram apresentados na Delegacia Territorial de Jequié. Fonte: Ascom 


Itagibá, Itamaraju, Itororó, Pojuca e Dias d’Ávila entram na lista de municípios que têm o transporte intermunicipal de passageiros suspenso até 5 de abril, como medida para conter a contaminação por coronavírus na população baiana. A determinação, que entra em vigor na quarta-feira (1°), saiu no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta terça-feira (31), atualizando o Decreto 19.586, publicado no dia 27 de março.
A norma suspende a circulação, a saída e a chegada de qualquer transporte intermunicipal rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans nesses municípios. Os ônibus interestaduais também não podem circular na Bahia até o próximo domingo.
Atualmente, 34 cidades estão contempladas com esta medida: Salvador, Feira de Santana, Porto Seguro, Prado, Lauro de Freitas, Simões Filho, Vera Cruz, Itaparica, Itabuna, Ilhéus, Itacaré, Camaçari, Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Guanambi, Vitória da Conquista, Santa Maria da Vitória, Correntina, Entre Rios, Jequié, Brumado, Conceição do Jacuípe, Juazeiro, Teixeira de Freitas, Nova Soure, São Domingos, Canarana, Ipiaú, Itagibá, Itamaraju, Itororó, Pojuca, Dias d’Ávila.

Alimentos são doados para ajudar prefeitura a manter Sopa Solidária e distribuir cestas básicas

 

Diante as dificuldades impostas no enfrentamento ao Covid-19, várias autoridades políticas estão sendo a fonte de busca de alimentos,  onde famílias em vulnerabilidade social procuram socorro. Em cidades interioranas a procura aumenta significativamente.

Procurado diariamente por pessoas carentes do município, o presidente do Legislativo de Itiruçu, vereador Nino Mota, decidiu adquirir alimentos para ajudar o município a distribuir uma sopa solidária, que já iniciou na última semana em Bairros carentes. A sopa será distribuída nos dias  terça e quinta-feira, levada aos Bairros por equipes da Assistência Social.

Ao lado do vice-prefeito Júnior Petrúquio, o presidente da Câmara anunciou a chegada dos alimentos que serão doados a prefeitura.

Segundo o presidente da Câmara, a prefeitura irá distribuir  Cestas Básicas para pessoas em vulnerabilidade social, e garante que  ajudar o município nesse momento é de importância primaria. “Estou acompanhando a situação de nosso município.Teremos  dias difíceis  pela frente e tudo que a gente puder fazer para ajudar será pensando em quem precisa. Precisamos de ajuda. Peço aos amigos que tenham condições e quiserem ajudar, é o momento, até se voluntariando. A Política partidária deixa para depois que todos nós, juntos, vencermos e impedir que o vírus chegue  a nossa Itiruçu. Acredito em nosso povo e farei tudo que estiver ao alcance para ajudá-los. Quem não puder ajudar financeiramente, ajude ficando em casa e fazendo orientações de como devemos agir nesse momento”, disse Nino.


O Senado aprovou hoje (30) projeto que estabelece o pagamento de um auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais, incluindo autônomos, e em contrato intermitente durante três meses. O texto agora vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).  O auxílio de R$ 600, conhecido como “coronavoucher”, tem como objetivo amenizar dificuldades financeiras da população mais carente durante a pandemia da covid-19, doença causada pelo coronavírus, devido ao isolamento social recomendado pelo Ministério da Saúde e pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para evitar a propagação do vírus.

Líderes do Senado concordaram hoje em não fazer alterações que mudassem o mérito do projeto aprovado na semana passada pela Câmara dos Deputados para não adiar o pagamento dos R$ 600. Se sofresse mudanças, teria de ser analisado de novo pelos deputados federais. Inicialmente, o governo federal havia proposto auxílio de R$ 200. No entanto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que votariam o valor de R$ 500. A avaliação do Congresso Nacional era de que R$ 200 seriam insuficientes. Ao longo da sessão, Bolsonaro disse que aceitava subir o benefício para R$ 600.

O projeto foi aprovado hoje no Senado por unanimidade e contou com orientação favorável de todos os partidos.
“Este auxílio servirá exatamente para evitar que milhões de brasileiros caiam na pobreza ou sofram ainda mais com ela, em meio à severa crise econômica que se desenha ? decorrente do isolamento social necessário para evitar as mortes pelo novo coronavírus”, escreveu o relator do projeto, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). A expectativa do senador é que sejam feitos mais de 30 milhões de pagamentos mensais, segundo cálculos da Instituição Fiscal Independente. Segundo o relatório, o impacto fiscal pode chegar a R$ 60 bilhões em 2020.

“Consideramos que tal impacto é plenamente absorvível, exatamente porque é temporário. O auxílio não constitui despesa obrigatória de caráter continuado para fins da Lei de Responsabilidade Fiscal”, justificou Vieira.

Ao longo da sessão, parte dos senadores criticou o fato de o governo ter sugerido auxílio de R$ 200, além das saídas à rua de Bolsonaro enquanto se recomenda o isolamento social para evitar a transmissão do coronavírus. No início da sessão, um manifesto assinado por líderes do Senado a favor do isolamento foi lido em reação às falas recentes do presidente da República.

Senado fará novo projeto para ampliar beneficiados


A Bahia registra 176 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), o que representa 4,3% do total de casos notificados. Até o momento, 1.393 casos foram descartados e houve dois óbitos confirmados. Trata-se de paciente do sexo masculino, 74 anos, residente em Salvador, que estava internado em hospital da rede privada, com comorbidades associadas. O segundo trata-se de um homem de 64 anos que era diabético e hipertenso. A vítima estava internada no Hospital Aliança, em Salvador.

Este número contabiliza todos os registros de janeiro até as 17 horas desta segunda-feira (30). Ao todo, 17 pessoas estão curadas e 18 encontram-se internadas, sendo 8 em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Estes números representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais.

Dentre os casos confirmados, 54,55% são do sexo masculino e 45,45% do sexo feminino. Foi registrado o primeiro caso confirmado em uma criança de 1 ano de idade, que se encontra em casa, em Feira de Santana. O coeficiente de incidência por 100.000 habitantes foi maior na faixa de 70 a 79 anos (3,01), indicando o maior risco de adoecer entre os idosos.


O Senado aprovou hoje (30) o projeto de lei que prevê a distribuição dos alimentos da merenda escolar aos estudantes que estão com as aulas suspensas. De autoria do deputado Hildo Rocha (MDB-MA), a matéria foi aprovada na Câmara na semana passada, e no Senado foi relatada pelo senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL). O projeto segue agora para sanção presidencial.

A votação foi rápida, com a leitura do parecer pelo relator e, em seguida, a votação simbólica. Desde o dia 20 de março, as sessões são realizadas de forma remota. Apenas o presidente da sessão, senador Antonio Anastasia (PSD-MG), e o senador Weverton Rocha (PDT-MA) estavam nas dependências do Senado.

O texto aprovado determina que, em situações de emergência ou calamidade pública, “fica autorizada, em todo o território nacional, em caráter excepcional, a distribuição imediata aos pais ou responsáveis dos estudantes nelas matriculados, com acompanhamento pelo [Conselho de Alimentação Escolar] CAE, dos gêneros alimentícios adquiridos com recursos financeiros recebidos, nos termos desta Lei, à conta do [Programa Nacional de Alimentação Escolar] Pnae.”

“Muitos dos estudantes que dependem da merenda escolar como fonte de nutrientes diários, com as escolas fechadas, podem ficar sem comer, especialmente se consideramos a queda da renda familiar de grande parte da população”, disse Cunha em seu relatório.