Com necessidade cirúrgica, Itiruçuense deve receber alta do Hospital da mulher após regulação para avaliação Ginecológica; Vakinha segue visando cirurgia

Bastou à história da Edilene Botelho, de 33 anos, ganhar notoriedade na imprensa e na rede social que todo tipo de ajuda começaram a chegar: orações, mensagens positivas a tentativas de vagas em hospitais.

Animada com a possibilidade de realizar o procedimento cirúrgico para tratar uma à endometriose profunda – que corresponde à forma mais grave da endometriose- Edilene recebeu ligações na última segunda-feira, dia 22, avisando que haviam conseguido uma regulação para o Hospital da Mulher, em Salvador, mesmo sem ter sido avaliada presencialmente pelo médico solicitante, o qual iria atendê-la no dia seguinte no Hospital de Itiruçu para ter um diagnóstico mais preciso e, assim, fazer o pedido de regulação ao procedimento cirúrgico.

Na central de regulação do Estado o motivo da solicitação de transferência foi para uma avaliação Ginecológica e não procedimento cirúrgico.

Nesta quinta-feira (25), após dois dias apenas internada sob observação médica, mas sem realizar todos os tipos de exames como é divulgado em rede social, conforme a enferma, o Hospital da Mulher decidiu e avisou pela alta da paciente, depois te ter feito o que pedia a regulação. As cirurgias estão suspensas nos hospitais públicos. A paciente no entanto ainda segue na unidade médica.

Edilene vinha pedindo ajuda para realizar a cirurgia no sistema privado e busca atingir os custos através da Vakinha Virtual para chegar ao valor de R$ 60.000,00. Depois da frustração do internamento no Hospital da Mulher, agora a Campanha ganha mais importância, pois a enfermidade já consome a funcionalidade de órgãos de seu organismo.

Para realizar o procedimento na Unidade Particular, ela precisará passar por uma nova ressonância e custear os valores dos procedimentos. Se você puder ajudá-la, clique aqui e continua cm qualquer valor.


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