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Vereador não consegue demissão de funcionário da prefeitura e migra para bloco de oposição em Itiruçu.

Decisão de Duda dá força maior para o bloco de oposição na Câmara
Decisão de Duda dá força maior para o bloco de oposição na Câmara. Fotos Blog Itiruçu Online.

Alguns dias após o vereador Josevi Umburanas do PMDB, se rebelar contra a contratação de Jorge Nunes para chefiar o Distrito de Upabuçu, o vereador confirmou que deixa a base de apoio do Executivo na Câmara para integrar o bloco de oposição.

Duda havia ameaçado rachar com o grupo liderado pelo prefeito tucano Wagner Novaes há alguns dias, mas foi contido por aliados. Segundo o pronunciamento do edil, a decisão foi movida por não conseguir a demissão do administrador do Distrito de Upabuçu, segundo ele (Duda) a vaga foi indicada pelo seu gabinete, mas foi traído pelo indicado (Jorge Nunes) que não votou em seus candidatos e fez ofensas em redes sociais contra o vereador, segundo a acusação do vereador em discurso na Câmara nesta terça-feira (21).

Com a saída do vereador, a base ficará com 04 parlamentares: Agnaldinho Lopes (PROS), Paulo Ézio (PSB), Robson Mauro (DEM) e Val Caetano (SSD). Outro vereador da base, Robson Mauro Ribeiro (DEM), anunciou que irá abandonar nos próximos dias a base do prefeito para unir-se a oposição.

Já a oposição sobe para cinco: Alexandre Maimone (PC do B), Júnior Petrúquio (PT), Nilman Brochini (PTB), Nino Mota (PT) e agora Josevi Umburanas (PMDB). Caso o vereador Robson cumpra a promessa de abandonar o grupo tucano, a oposição passará a Seis cadeiras na Câmara.

Vereador queria demissão  de funcionário da gestão tucana para continuar na base.
Vereador queria demissão de funcionário da gestão tucana para continuar na base.

Ainda em justificativa, o vereador Duda assegurou que pediu a demissão do administrador do Distrito de Upabuçu e que o gestor havia garantido que no dia 07 de Outubro sairia à demissão: o que não aconteceu. No entanto, o ex-prefeito Aílton Cezarino interferiu na demissão, o que acabou irritando o vereador, pois exigia a exoneração antes do dia 30, data prevista para demissão de 100% dos cargos comissionados e secretariado.

A repercussão não foi positiva pelo motivo que o vereador abandonou a base aliada do prefeito: não conseguir uma demissão de um funcionário da gestão ou seu remanejamento de cargo; o vereador queria uma postura de expulsão de Jorge Nunes da gestão para que ele permanecesse na base, além de alegar problemas de ordem pessoal.


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