Novo comando da Mercovale ao lado do ministro da Saúde.
Novo comando da Mercovale ao lado do ministro da Saúde.

O prefeito de Lafaiete Coutinho, Zenildo Brandão (PP), mediante consenso de todos os prefeitos que fazem parte do consorcio do Vale Jiquiriçá, na noite deste sábado (30), foi escolhido Presidente do Consórcio Publico de Desenvolvimento Sustentável do Vale Jiquiriçá, que é representado pela Associação dos prefeitos-Mercovale.

A eleição aconteceu em Salvador, durante o 3º Encontro de Gestores com o Ministério da Saúde, evento realizado pela UPB,  na Villa Galé Maré, Camaçari: . Ele ( Cocá) substituirá o prefeito de Maracás, Paulo dos Anjos  (PT), que encerra o mandato em dezembro deste ano. Cocá foi eleito presidente e a prefeita de Itaquara, Dra. Iracema Araújo, a vice-presidente da entidade. O mandato é de dois anos:  2015/2016.

Estiveram presentes os prefeitos: o atual presidente e prefeito de Maracás, Paulo dos Anjos; Adalício Almeida,  Lajedo do Tabocal; Zé Afrânio, Santa Inês; Carlinhos de Merelo,  Planaltino; Karina Silva,  Amargosa; Eduardo Alves, Nova Itarana; Antonio Sampaio,  Irajuba; Alan Andrade, Brejões,  além da chapa escolhida para comandar a entidade: Zenildo Brandão, presidente e Dra. Iracema Araújo, vice.


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Foto Blog Itiruçu Online.

O prefeito de Itiruçu, Wagner Novaes (PSDB), em declaração ao Blog Itiruçu Online, afirmou que,  seu apoio para presidente será da candidata Marina Silva do PSB.

Wagner já havia comentado sobre a sua posição e afirmava morrer de amores pelo candidato do PSDB, mas com o crescimento da candidata do PSB nas pesquisas, o tucano resolveu afundar ainda mais o barco do partido e pulou antes do náufrago. “Sei que Marina vai vencer as eleições, vai tirar o PT do poder que está afundando o Brasil. Sei que Aécio é mais preparado, mas meu  voto é dela, de Marina”, Disse o prefeito.

Wagner já descumpriu um acordo feito com o PDT local em apoiar a candidatura do PT para governo do estado e optou por Paulo Souto, alegando não gostar do PT e que seria coordenador da campanha do deputado Jutahy Magalhaes Junior do PSDB e da campanha regional de Paulo Souto a governador da Bahia.  O tucano diz ainda que irá buscar o voto para a presidenciável nas Ruas e de casa em casa.


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Pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial, divulgada nesta sexta-feira (29), indica uma situação de empate entre a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB. Cada uma aparece com 34% das intenções de voto. A seguir, vem o senador Aécio Neves (PSDB), com 15%. Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada no último dia 18, Dilma tinha 36%, Marina, 21% e Aécio, 20%.

Na simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a ex-senadora alcançou 50% contra 40% da presidente. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma, 43%. No levantamento desta sexta, Pastor Everaldo (PSC) obteve 2%. Os outros sete candidatos somados têm 1%. Segundo o levantamento, os que disseram votar branco ou nulo são 7%, mesmo percentual dos que não sabem em quem votar.
Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada (em que uma cartela com a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado): Clique aqui.


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Um homem não identificado e, que segundo populares, trata-se de uma pessoa com problemas psicológicos, recolheu cerca de 20 cavaletes com propaganda eleitoral de diversos políticos, levou o material para o canteiro central do cruzamento das ruas Olimpio Vital com a Conselheiro Franco, e transformou-os em uma fogueira.

Segundo informações, ele se dirigiu até uma barraca, pegou um balde com um produto inflamável, jogou sobre os cavaletes e ateou fogo, chamando atenção das pessoas que passavam pelo local. Um fato curioso é que segundo populares, viaturas da Polícia Militar e da SMT (Superintendência Municipal de Trânsito) passaram pelo local e ninguém fez nada para conter a ação do homem. Acorda Cidade.


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No primeiro debate entre os candidatos a governador de televisão baiana, nas Eleições 2014, Rui Costa, da coligação Pra Bahia Mudar Mais, se apresentou ao eleitor como um político firme, preparado, experiente e conhecedor das condições e formas para desenvolvimento do Estado e avanços sociais para o povo, considerou o presidente estadual do PT, Everaldo Anunciação, afirmando que “Rui foi firme ao falar de seu programa de governo, porque tem propostas consistentes para que a Bahia dê um grande salto no crescimento”.


Para Everaldo, o debate da Band Bahia foi importante para mostrar qual candidato tem projetos para a Bahia e qual está amarrado às formas conservadoras de administrar, que no passado impediram que um estado tão promissor fosse dotado de infraestrutura com boas estradas, ferrovia, porto, cinco novos hospitais, cinco novas universidades federais e institutos de ensino profissionalizante que estão dando perspectiva de futuro aos jovens.


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Uma multidão acompanhou a chapa majoritária da coligação “Unidos pela Bahia”, liderada por Paulo Souto, candidato a governador, Joaci Góes, vice, e Geddel Vieira Lima, senador, na Caminhada 25, que parou o centro comercial de Feira de Santana, na tarde desta sexta-feira (29). “Agradeço o carinho, entusiasmo e a confiança dos feirenses, que vão nos levar à vitória no próximo dia 5 de outubro. Em 2015, vamos iniciar um novo ciclo de desenvolvimento para Feira de Santana e para a Bahia”, disse Paulo Souto, acompanhado do prefeito José Ronaldo e dos candidatos a deputado federal, Zé Chico e Colbert Martins, e estadual, Carlos Geilson e Tom Araújo, na inauguração do comitê da chapa, onde foi concluída a caminhada, em clima de festa na cidade.

“Paulo Souto é a nossa salvação, depois do desastre que o PT causou à Bahia”, comentou o comerciário João Silva, 45 anos, que pediu permissão ao gerente da loja em que trabalha para acompanhar Paulo Souto, Joaci e Geddel. As jovens Fabiana Almeida, de 24 anos, e Emily Magalhães, 22, eram o retrato da esperança de uma nova Bahia. “Precisamos de mais oportunidades de trabalho”, disse Fabiana. “Eu espero que Paulo Souto invista na saúde, que está um caos, na educação e na segurança, para que possamos viver em paz novamente”, afirmou Emily. Na noite desta sexta-feira, Paulo Souto, Joaci e Geddel viajam para Araci, onde participam de comício.


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As equipes de campanha dos candidatos à presidência Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) tentam descobrir como minar a força que Marina Silva (PSB/ Rede) ganhou desde a morte trágica Eduardo Campos. O grande momento para avaliar isso foi durante a entrevista da candidata ao Jornal Nacional, na noite desta quarta-feira (27). Mas uma pesquisa qualitativa realizada por uma agência de São Paulo, segundo a coluna Radar Online, mostra que os opositores de Marina não têm muito o que comemorar.

Depois de assistir ao JN, os entrevistados consideraram que: a embaraçosa questão sobre a propriedade do avião de campanha de Eduardo Campos não cola em Marina. Isso porque as classes C, D e E não conseguem entender direito do que está se falando; a inexperiência de Marina também não esquenta a cabeça dos seus eleitores. Até porque Lula, neste caso, vira a referência de alguém “sem experiência que foi bem sucedido”; e a baixa votação que Marina obteve no Acre em 2010, tema levantado por Patrícia Poeta, não incomodou tanto. O único ponto negativo que atingiu a ex-senadora em cheio foi a discussão sobre a “nova política” contra a “velha política”. Isso teria causado algum desconforto em seu eleitorado. Os entrevistados enxergaram ali uma certa contradição entre o discurso e a prática de Marina. ( Bahia Notícias). 


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O primeiro debate televisivo entre os candidatos ao governo baiano abriu a fase mais dura da disputa eleitoral, apontando a guerra tática pelo voto nos próximos 35 dias. Os postulantes Lídice da Mata (PSB), Marcos Mendes (PSOL), Paulo Souto (DEM), Rogério Tadeu Da Luz (PRTB) e Rui Costa (PT) sinalizaram no embate realizado pela TV Band Bahia as estratégias para a corrida. Os ataques deram o tom do debate. Logo no primeiro bloco, os candidatos responderam a uma pergunta sobre o que pretendem fazer na área da segurança pública.

O primeiro a responder foi o candidato Marcos Mendes, que criticou o modelo atual de gestão. “São negadas políticas públicas reais para a população. As polícias são braços armados do Exército, vem da época da ditadura. Somos a favor da PEC 300 e da PEC 51, sobre a desmilitarização da polícia”, sugeriu. Rui seguiu a linha de argumento do governador Jaques Wagner (PT), padrinho de sua candidatura, ao atribuir o problema da violência ao aumento do tráfico e consumo de drogas. Ele prometeu investir na educação em tempo integral como forma de prevenção. “Vamos reforçar o interior com grupamentos aéreos. Vamos tratar os dependentes químicos e aumentando as ofertas de cultura, esporte e lazer para a população,” destacou.

Lídice surpreendeu ao atacar o governo atual, ao qual ela integrou até o final do ano passado. Segundo a socialista, a administração do PT rompeu com o diálogo com os policiais militares e civis. “Quero reiniciar esse diálogo e fazer uma nova política de segurança pública. Não é apenas na ação do policiamento ostensivo e repreensivo. A desigualdade social retroalimenta a violência, por isso precisamos criar uma forte rede social”.
Lídice citou Eduardo Campos (PSB), falecido há 15 dias, para chamar atenção do programa Pacto pela Vida, implantado com sucesso na gestão em Pernambuco.

O número de 37 mil mortos nos últimos anos foi ressaltado por Paulo Souto. “Nós vivemos uma epidemia, um verdadeiro holocausto. Evidente que tem causas remotas e sociais, mas o país aumentou até a renda de sua população nos últimos anos, por isso faltaram, ao governo, instrumentos para coibir a violência”, criticou.

O democrata também lembrou as duas greves da Polícia Militar e Civil. Tadeu da Luz disparou contra o petista e o democrata ao dizer que “nenhum disse como vai fazer”. “Tanto o time do atraso, quanto o time da propaganda, mas a verdade é uma só, são mais do mesmo. Vamos cortar os cargos de indicação política e valorizar o funcionário público, com um programa de elevação da carreira”, mencionou. No segundo bloco, Lídice partiu pra cima novamente do ex-aliado petista. Conforme a candidata, Rui tenta se apoderar de todas as ações e realizações dos governos federal e estadual. Ela ainda creditou a Rui o fiasco nas negociações das greves da Polícia Militar e dos professores.

O petista rebateu, ao dizer que participou da negociação de apenas uma das greves e que se concentrou na construção de projetos e programas importantes para o estado. Em sua réplica, a socialista disse que Rui era considerado “o inimigo número 1 do funcionalismo público”, tendo participado de várias negociações com as categorias. As críticas se intensificaram quando Lídice afirmou que a campanha do PT vendia ilusões. “O que o senhor fez foi levar a falta de diálogo para essas categorias do funcionalismo”.

Em sua tréplica, Rui disse que não participou de nenhuma negociação de janeiro de 2012 até agora. Em seguida, Rui questionou a senadora sobre as ações para o combate à seca. A postulante falou sobre o investimento em um projeto de segurança hídrica “consistente” e não apenas a construção de cisternas.

Em seguida, foi a vez de Souto disparar suas críticas ao governo e ao candidato Rui ao dizer que a situação da saúde era “dramática”. Na sequência, Da Luz, que usou da ironia durante o embate, sugeriu a redução de 32 para 10 secretarias, na máquina estadual. O candidato do PSOL citou o pagamento da URV e a substituição das terceirizações.

Dirigentes cobram ações

O primeiro debate da Band inovou com a apresentação de perguntas de dirigentes de entidades, nas áreas da cultura, da saúde e indústria.

Nesse bloco, Paulo Souto ganhou o direito de rebater a uma crítica de Marcos Mendes, em relação à construção do Hospital Dantas Bião, no município de Alagoinhas, alvo de grande polêmica nos últimos dias entre ele e o petista Rui Costa. Souto disse que reconstruiu o equipamento que estaria “totalmente destruído”. O presidente da OAB, Luiz Viana Queiroz, cobrou melhorias para a situação caótica do Poder Judiciário. Mendes respondeu que havia um “sucateamento” no estado e que era preciso melhorar os salários dos servidores.

O democrata falou da necessidade de mudar a legislação, dando mais agilidade e modernizando à infraestrutura. Na tréplica, o postulante do PSOL disparou: “Na época do carlismo existiam os processos que serviam para barganhar”.Lídice e Rui replicaram a pergunta do presidente da Fieb, Gilberto Farias, sobre como atrair novas empresas. O petista disse que será “um líder político e não um contador que perguntará se tem ou não orçamento”. “Vou criar uma infraestrutura para que o Estado seja competitivo”.

Lídice contrapôs o petista: “Temos que investir na infraestrutura e educação. Não adianta trazermos se a população não tiver condições de assumir os cargos das empresas”, frisou. Eles responderam ao questionamento da dramaturga Aninha Franco, sobre a proposta de a Bahia voltar a ter relevância na área cultural. A socialista citou a valorização do orçamento na área e a criação de novos equipamentos.

Lilian Machado e Osvaldo Lira, Tribuna


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Além de intensificar as ações de combate e repressão ao tráfico de drogas, aprofundando o trabalho do atual governo de reaparelhamento e modernização das polícias civil e militar, Rui Costa, candidato a governador pela coligação Pra Bahia Mudar Mais, pretende dar uma prioridade especial à ampliação da base de atendimento médico e psicológico, com novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) nas suas diversas modalidades. “Isto significará colocar à disposição dos pacientes mais leitos em hospitais públicos, implantar novas unidades de acolhimento e desenvolver ações transversais, conjuntas e integradas entre os órgãos governamentais (municipais, estaduais e federais) e com a participação da sociedade civil, pois somente assim poderemos ser eficientes na redução dos sociais, psíquicos e físicos consequentes do uso de drogas, sobretudo o crack”, afirma o candidato.

E acrescenta: “Com a base estruturada pelo governador Jaques Wagner pretendo dotar a Bahia de condições necessárias para assimilar a demanda não só de pacientes com transtornos mentais, mas também a originada pelo aumento do uso de drogas”. Em oito anos, o governo conseguiu posicionar a Bahia 43% acima da média nacional, em relação ao número de CAPS por habitante. “De 88 unidades em 2006, saltamos para 200 em 2013, instaladas em 162 municípios”, registrou o candidato, observando que o crescimento do consumo da droga exige que a rede de atendimento em Saúde seja capaz de tratar os dependentes, dando-lhes perspectivas para resgate da dignidade, reinserção à família e a sociedade, com condições de autonomia e qualidade de vida.

O Caps é um serviço do SUS, que oferece atendimento à população, realizando o acompanhamento clínico e a reinserção social dos pacientes pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários. A criação do serviço foi um avanço na proposta antimanicomial do país, capaz de oferecer atendimento e cuidados intermediários, entre o regime ambulatorial e a internação hospitalar, com ênfase numa abordagem compreensiva e com suporte educacional, social, de reabilitação psicossocial e reinserção profissional. “Este é um serviço imprescindível, pois dá dignidade de vida às pessoas que necessitam de atenção especial e de seus familiares, daí nossa preocupação em ampliar ao máximo sua base de atendimento”, afirmou Rui.


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A candidata a governadora da Bahia Lídice da Mata, do PSB, anunciou como prioridade para o início de seu governo o estabelecimento do diálogo com os policiais civis e militares para pactuar uma atuação unificada das duas corporações. Em entrevista à Rádio Sucesso, de Camaçari, nesta última quarta-feira (27), a candidata destacou que a crise na relação entre o atual governador e os policiais – resultado de duas greves – deve ser resolvida logo no início do novo governo para que seu projeto de segurança pública tenha sucesso.

“Precisamos construir uma política de segurança de proteção ao cidadão, mas essa transformação só será feita se tivermos um policial valorizado, que trabalhe ao nosso lado. São os policiais que executarão nossa política de segurança pública e eles precisam estar comprometidos com o que planejamos”, disse. Lídice garantiu que os policiais vão participar da elaboração do projeto de segurança pública do novo governo. Ela salientou que diversos grupos de dentro da Polícia Militar e da Polícia Civil já a procuraram defendendo propostas que unifiquem as ações das duas corporações e o planejamento da segurança pública. “Dentro da própria polícia surge hoje movimentos importantes que pregam sua modernização, a união entre as polícias civil e militar. Não saiu da cabeça de nenhum deputado, mas das cabeças pensantes dos policiais. Aqui, no diálogo, vamos integrar as ações das duas polícias de acordo com um planejamento único”, afirmou.

Ação Social – A candidata socialista reafirmou sua proposta de implantar na Bahia o modelo de Pacto Pela vida que deu certo em Pernambuco, onde os índices de violência caíram 35% durante a administração do ex-governador Eduardo Campos. Explicou que a proposta, além de trabalhar com planejamento, inteligência e foco na redução dos crimes contra a vida, terá também contará com as ações de uma rede de proteção social. “Hoje, 80% dos crimes contra a vida atingem homens negros entre 17 e 27 anos, moradores das periferias. É um segmento de população vulnerável, que está fora da escola e sem emprego, torna-se mão de obra para o crime, vira vítima e autor da violência”, diagnosticou. Para retirar desta população a possibilidade de adesão ao crime, a candidata disse que o caminho não será unicamente a repressão policial, mas o oferecimento de novas perspectivas de vida para essas pessoas.

“Se a polícia está em uma rua, a pessoa que sai com o desejo de praticar um crime no máximo muda de endereço, vai para onde não tem policial. Temos que conquistar a juventude para afastá-la da possibilidade do desejo de praticar o crime, oferecendo uma alternativa viável, possível, próxima a ela, de uma vida diferente, que faça frente ao encantamento que o dinheiro fácil e rápido da criminalidade lhe dá”, argumentou a candidata. Para proteger a juventude, Lídice propõe construir na Bahia a maior rede do país de escolas de tempo integral. Para retirar as crianças e adolescentes que moram nas ruas ou estão em condição direta de submissão ao tráfico de drogas, a educação formal será acompanhada das ações do “Bahia, Terra Mãe”, programa social inspirado no Cidade Mãe, criado por ela quando foi prefeita de Salvador, que fará inclusão social com profissionalização e cidadania.