Manifestantes interditaram, na tarde desta quinta-feira (12), a BR-330, na altura do Churrascão, trecho urbano do município de Ubatã. A manifestação ocorre em virtude do homicídio do comerciante ubatense Danilo Ribeiro Moraes, de 23 anos, que foi a óbito na madrugada desta quinta no Hospital Costa do Cacau, em Ilhéus.

O autor do assassinato é o cigano Laércio da Costa Dantas, que deflagrou 04 tiros de pistola calibre 380 a queima roupa em Danilo após desentendimento durante um show ao vivo ocorrido no Bairro São Raimundo. Para bloquear a rodovia, os manifestantes utilizaram dezenas de pneus. Munidos de cartazes e gritos de ordem, populares pediam por justiça. “âo ão ão, Laércio na prisão”, foi um dos gritos.


Em poucos minutos, uma fila gigantesca de veículo foi vista nos dois sentidos da rodovia. “Queremos justiça. Danilo era jovem e trabalhador”, destacou um dos manifestantes. Em tempo, a manifestação é acompanhada por guarnições da CIPE Cacaueira e do 4º Pelotão da Polícia Militar de Ubatã. o acusado do crime ainda permanece solto. Até a publicação desta matéria a rodovia permanecia interditada. *As informações são do Ubatã Notícias


A Polícia Civil de Itiruçu cumpriu um mandado de prisão expedido pela juíza de direito da comarca de Jaguaquara, Dra Andréa Padilha Sodré Leal Palmarella, contra Wellington Pereira dos Santos. Segundo à justiça, Wellington é acusado de ter estuprado uma adolescente de 13 anos de idade, em setembro de 2019. Wellington foi recolhido ao xadrez da delegacia de Itiruçu, onde segue custodiado a disposição da Justiça Pública.

O Caso foi investigado pelo Conselho Tutelar, após receberem denúncia trabalharem no caso. A criança  era levada pelo acusado para a Unidade Escolar que acolhia. O papel do Conselho foi de suma importância para desvendar o crime.


Policiais que atuam nestes locais estão entre os beneficiados com o Prêmio por Desempenho Policial (PDP). VTR de Itiruçu. Foto/Itiruçu Online.

Mais de 50 cidades cidades baianas não registraram Crimes Violentos Letais Intencionais (homicídios, feminicídio, latrocínios e lesão corporal seguida de morte) até final de novembro de 2019. Os 58 municípios situam-se nas regiões Sul, Sudoeste, Oeste, Leste, Norte, Chapada Diamantina e Região Metropolitana de Salvador (RMS). 

No Sudoeste do Estado estão 29 cidades, entre elas o município de Maetinga, distante 609 quilômetros da capital, onde não ocorreu um CVLI há mais de seis anos. Lá, o último caso foi em julho de 2013, totalizando 2.297 dias de tranquilidade para a população.

Já em Abaíra (Chapada), conhecida por seus atrativos turísticos, Rio de Pires, Rio Antônio e Botuporã (essas também Sudoeste), os crimes estão zerados há mais de cinco anos. Outras sete cidades também celebram três anos sem estes delitos: Boninal (1.405 dias), Caatiba (1.336), Canápolis (1.272), Ibiassusê (1.258), Rio de Contas (1.226), Lajedo do Tabocal (1.177) e Érico Cardoso (1.129). 

Em Madre de Deus, próxima a Salvador, o combate intenso ao tráfico de entorpecentes e a cultura de valorização da vida pregada pelas forças de segurança apoiada pela população conseguiram levar a zero as ocorrências de CVLIs. “Ficamos muito satisfeitos em perceber que nossas ações se refletem diretamente na queda destes números, pois isso significa mais vidas preservadas e este é o nosso objetivo”, comemorou o secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa. 

Policiais que atuam nestes locais estão entre os beneficiados com o Prêmio por Desempenho Policial (PDP) pago na primeira quinzena de novembro, após a queda de 6% no índice estadual de crimes contra a vida. Mais de 25,3 mil profissionais de segurança receberam a gratificação de cerca de R$ 40 milhões.

Conheça a lista completa com as outras 52 cidades: Dom Macedo Costa, Lagoa Real, Licínio de Almeida, Catolândia, Cravolândia, Boninal, Caatiba, Canápolis, Ibiassucê, Rio de Contas, Lajedo do Tabocal, Érico Cardoso, Caetanos, Ibiquera, Lafaiete Coutinho, Brotas de Macaúbas, Mansidão, Nova Itarana, Ipupiara, Piatã, Malhada de Pedras, Feira da Mata, Matina, Irajuba, Piripá, Mucugê, Urandi, Itiruçu, Brejolândia, Jacaraci, Lajedinho, Ribeira do Amparo, Condeúba, Ibipitanga, Ibititá, Dom Basílio, Pindaí, Itapitanga, Cristópolis, Macaúbas, Caraíbas, Caculé, Malhada, Fátima, Piraí do Norte, Barro Alto, Nova Canaã, Várzea do Poço, Jiquiriçá, São Miguel das Matas, Pedrão e Lajedão. *Correio.


O corpo encontrado na quinta-feira (5) na cidade de Palmeiras, na Chapada Diamantina, é mesmo do garoto Bernardo da Silva Marques Osório, de 1 ano e 11 meses, morto pelo pai, Paulo Roberto Osório. Exames feitos no sábado (7) pelo Instituto de Pesquisa de DNA Forense (PDNA) comprovaram que se trata do menino.Segundo o Correio Braziliense, amostras biológicas do cadáver, que foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itaberaba, foram leavadas a Brasília por uma equipe da Divisão de Repressão a Sequestros (DRS) do Distrito Federal. O DRS era quem comandava a investigação.

O material foi levado de avião e entregue ao médico-legista Samuel Ferreira, diretor do IPDNA. Logo foi encaminhada para exames periciais que comprovaram a identidade do corpo, usando técnicas avançadas de genética forense. O exame foi concluído em menos de seis horas, um recorde para a corporação, informou a polícia. Quando o corpo foi achado, em uma estrada no povoado de Campos de São João, a Polícia Civil da Bahia informou as autoridades do DF. A equipe da DRS viajou então para a cidade, na sexta. A advogada Juciane Mascarenhas Nascimento, 57, avó de Bernardo, também fez a viagem, com intenção de reconhecer o corpo.

A identificação visual não foi possível e o exame de digitais não teve resultados conclusivos. Por isso, a opção foi feita pelo DNA.

Com a confirmação de que se trata de Bernardo, o corpo será transferido de Itaberaba pra o DF, onde vai acontecer o enterro.

Buscas
Com base no depoimento do assassino confesso, a polícia chegou a fazer 100 km de buscas a partir de São Desidério, no oeste da Bahia, e não encontrou o corpo de Bernardo. O delegado Leandro Ritt, titular da Divisão de Repressão ao Sequestro (DRS) do DF, afirmou ao Correio Braziliense que acreditava que Paulo Roberto não queria que achassem o corpo, para aumentar o sofrimento da ex-mulher e da ex-sogra. 



Três homens foram presos neste sábado (7) durante a operação Vetor Aéreo no município de Mulungu do Morro, na Chapada Diamantina. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a ação teve início após a circulação de áudios em grupos de Whatsapp que aterrorizavam a população. Nos últimos dias, a região tem sentido os reflexos da morte do traficante Zé de Lessa, apontado como líder da facção Bonde do Maluco (BDM), e morto na última quarta-feira (4), em uma área rural do estado do Mato Grosso do Sul, onde vivia em condição de foragido. Zé de Lessa era natural da região da Chapada, e foi velado e enterrado em Mulungu do Morro, onde sua mãe mora.
De acordo com a polícia, foram presos durante a operação Cristiano da Silva Costa, Mateus da Silva Costa e Romário Santos Leite. Na ação, também foi localizado Erivelton Rodrigues de Souza que efetuou disparos de arma de fogo contra as unidades. No confronto, ele foi encaminhado para unidade médica, mas não resistiu aos ferimentos. Erivelton era líder do tráfico de drogas na cidade, além de ser investigado por homicídios.

Com eles foram encontrados um revólver calibre 38, 294 comprimidos de ecstasy, 26 porções de cocaína, 25 porções de maconha, 88 munições para calibre 9mm, duas para calibre 380, um carregador de pistola calibre 40, três balanças e uma touca estilo balaclava.

Nos áudios que circularam esses dias, criminosos prometeram represálias a qualquer sinal de “desrespeito” à memória do “Veinho”, como era conhecido Zé de Lessa. De acordo com a polícia, não houve nenhum esquema especial de segurança durante o sepultamento. Por conta do medo, o comércio da cidade ficou fechado e muitos barraquistas sequer apareceram na feira tradicionalmente realizada aos sábados.


O ex-vereador e ex-secretário de obras do município de Condeúba, Diolino Telles Filho, segue foragido da Justiça após ter um mandado de prisão espedido pela justiça, pesando a acusação de ser mandante do crime de execução que vitimou o funcionário Público, Roberto Alves Moreira, caso ocorrido em fevereiro de 2017. Diolino Telles Filho trabalhou na gestão do então prefeito José Augusto – Guto do PT, quando ocorreram as acusações dos desvios de recursos.

De acordo com as investigações, o  advogado suspeito de mandar matar o  servidor público de Condeúba, após a vítima descobrir que ele desviou dinheiro da prefeitura da cidade e que participava de um esquema de venda ilegal de imóveis públicos municipais. A Vítima, Roberto Alves Moreira, presidia uma auditoria contábil na prefeitura de Condeúba e descobriu que o suspeito, identificado como Diolino Telles Filho, tinha desviado o dinheiro para a conta da esposa, que também é advogada.  Roberto Moreira foi morto em um bar, no centro de Condeúba. O servidor público estava acompanhado de um amigo, quando um homem chegou em uma motocicleta e atirou na direção dele. O suspeito fugiu em seguida. As investigações apontam que Diolino Filho encomendou a morte de Roberto Moreira, porque a vítima revelou os crimes para algumas pessoas próximas dele.

No entanto, após completar uma semana de uma operação da Polícia Civil para cumprir os mandados de busca e apreensão na casa de Diolino Telles e, também, o mandado de prisão temporária em seu desfavor, o acusado segue foragido.

Roberto Alves ocupava o cargo de diretor de Tributos do município e havia iniciado uma investigação para apurar possíveis desvios desses recursos. Em menos de 20 dias após a abertura do processo investigatório, o agente político foi executado em uma via pública da cidade. O mentor intelectual do crime tentou mudar a conotação a ação, fazendo parecer um ato passional, mas a polícia encontrou ligações de um aparelho celular da esposa de Diolino Telles com o chip que havia enviado mensagem momentos antes do crime à esposa de Roberto Alves, tentando desconfigurar a motivação do crime.

A esposa do acusado foi ouvida pelos policiais e em seguida foi liberada. As investigações continuam em busca de mais envolvidos com o crime e também para garantir o cumprimento do mandado de prisão, que segue em aberto.


O subtenente David Gomes retorna ao mando do 2º Pelotão da Polícia Militar – chefiado pela 93ª CIPM de Maracás. O PM já exerce as funções no pelotão desde o último dia 02. Quanto esteve frente as atividades da PM em Itiruçu, a comunidade aprovou a atuação, alinhada com a educação através de palestras nas escolas, rondas ostensivas na sede e zona rural, além de desenvolver campanhas sociais.

Foi o período que o município viveu o maior número de prisões e soluções em casos de furtos e roubos desvendados, inclusive homicídios, trabalho de parceria com a Polícia Civil.

Gomes participou de uma entrevista na Itiruçu FM, programa Giro Total, afirmando que volta a cidade com o mesmo pensamento: de trabalhar em parceria com à sociedade.

Acidente na BA-250

Nesta quinta-feira (05), quando se deslocava para a cidade de Maracás, onde participaria de uma reunião com o comandante da 93ª CIPM para tratar de assuntos inerentes a Itiruçu, o sub tenente sofreu um acidente ao tentar desviar de um homem que sinalizada a estrada para avisar sobre um veículo quebrado sobre a pista numa localidade sinuosa. O veículo saiu da pista e colidiu contra o barranco. Gomes sofreu apenas escoriações e já está nas atividades policiais.


Faleceu no Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, o policial Militar Stélio Gomes da Silva, natural de Mundo Novo/BA, integrado a corporação da Cipe Central, base regional de Jequié. Stélio foi socorrido a Unidade depois de ter passado mal no inicio da semana. O corpo será velado na Pax Internacional, ao lado do Colégio Social, na cidade sol. Após isso, o corpo será transladado a seus familiares na terra natal.

Em nota à imprensa, o Comandante da Cipe Central, o Major Fábio Rodrigo, em nome da Cipe Central, lamentou a morte do colega.

“Nossos sinceros e profundos sentimentos pela perda desse nobre, amigo e OPERADOR RURAL, STÉLIO “TANQUE DE GUERRA”. Que Deus em sua infinita bondade e misericórdia, possa derramar o seu Bálsamo de consolo e paz aos familiares, amigos e a todos os integrantes da Polícia Militar, em especial ao 19° BPM / Jequié, Colégio da Polícia Militar Jequié, CIPE CACAUEIRA e CIPE CENTRAL, que tiveram ao longo dos anos o prazer de conviver com esse grande, amigo e leal COMBATENTE. Pessoa de um coração enorme e de bondade infinita! Vá defender nossas linhas em outros planos, bravo “TANQUE DE GUERRA”.


A Polícia Rodoviária Federal deteve um caminhoneiro que quebrou a cancela da praça de pedágio e não pagou a tarifa. O caminhoneiro já é acostumado furar as praças de pedágios, contra ele pesam várias acusações de passar nas praças de pedágios sem pagar. Dessa vez  foi no  pedágio de Jequié, mas os funcionários denunciaram e a PRF agiu rápido. O caminhoneiro disse ter  feito isso por que a concessionária da BR-116 não faz um bom serviço e  acha injusto o valor da tarifa,  sendo que a rodovia não é duplicada. O infrator foi multado pela PRF e, para ser liberado,  teve de pagar o valor equivalente aos últimos 10 pedágios que o mesmo passou sem pagar, o montante não foi revelado. Junior Mascote*


Um baile funk na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo, terminou em tragédia na madrugada deste domingo (1º). Nove pessoas morreram pisoteadas e duas ficaram feridas após uma troca de tiros entre dois homens que estariam em uma motocicleta e policiais militares que realizavam a Operação ‘Pancadão’ no local. Estimativa é de que 5 mil participavam do evento.

Dentre os mortos, estava o Maracaense Mateus dos Santos Costa, de 23 anos, que foi pisoteado depois da intervenção da Polícia Militar.  Na festa havia mais de 5.000 pessoas. O corpo de Mateus será transladado para sua cidade natal, Maracás, onde será sepultado pelos familiares.