Foto: SSP Divulgação

As mortes violentas (homicídio, latrocínio e lesão dolosa) fecharam o primeiro quadrimestre de 2018 com redução de 14,2%, na Bahia. Os dados foram debatidos, na tarde desta quarta-feira (2), durante a reunião de avaliação promovida semanalmente pela Secretaria da Segurança Pública com as cúpulas das polícias Militar, Civil, Técnica e Corpo de Bombeiros Militar.

Nos quatro primeiros meses deste ano foram contabilizados 1.993 casos, contra 2.322, no mesmo período de 2017. Em números absolutos são 329 pessoas a menos mortas em todo o estado. “O que explica esses bons números é a palavra trabalho. Todos os integrantes das forças de segurança se empenham diariamente para alcançarem as suas respectivas metas”, destacou o secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa.

O panorama em Salvador, Região Metropolitana e interior é também de decréscimo. Na capital o índice foi menor em 17,1%, com 392 registros em 2018, enquanto no ano anterior computados 473. Já na RMS a redução foi de 29,6%, tendo este ano contabilizadas 219 ocorrências, contra 311 em 2017. Nos municípios do interior a queda ficou em 10,1%, com 1.382 casos em 2018, contra 1.538, no ano anterior. “Continuamos com 70% das mortes ligadas diretamente ao tráfico de drogas, sejam pelos casos de dívidas de usuários ou disputas entre quadrilhas. Na semana passada apresentamos o belo trabalho que resultou nas prisões de traficantes baianos em São Paulo e Sergipe. Continuaremos fechando cada vez mais o cerco”, avisou Barbosa.


Mais da metade dos brasileiros estão infelizes no trabalho. É o que diz um estudo realizado por Fredy Machado e que está na integra no seu livro “É possível se reinventar e integrar a vida pessoal e profissional”, que está sendo lançado pelo selo Benvirá, da Editora Saraiva. A pesquisa foi realizada num universo com mais de 300 profissionais, incluindo atuantes no “C” level das empresas, de 21 estados brasileiros, 14 países representados com 18 Brasileiros expatriados; sendo a maioria dos entrevistados homens e revela que quase 40% dos profissionais pesquisados estão infelizes com o trabalho que realizam e aproximadamente 65% gostaria de fazer algo diferente do que faz hoje para ser mais feliz.

O autor foi um workaholic boa parte de sua vida e sofreu na carne a insatisfação gerada pelo mundo corporativo, e quase sucumbiu a um mal súbito provocado por uma angina enquanto ele fazia um curso nos EUA – “o corpo gritou. Eu tinha um ritmo insano de trabalho e quase não via a minha família, quando cheguei na Universidade para um curso, me deparei com um mau estar estranho que me levou ao hospital. Era hora de repensar” – lembra Fredy.

Depois desse baque, decidiu diminuir o ritmo, e, aos poucos, encontrou seu propósito. Começou a pesquisar a infelicidade no trabalho e agora lança a obra que poderá servir de alerta para os executivos – “é possível se reinventar e integrar a vida pessoal e profissional” revela como passar de uma trajetória desbalanceada e sem integração para uma vida na qual as atividades de casa e do trabalho estejam em sintonia e convivam em harmonia.

No livro, Fredy uniu sua experiência pessoal com a teoria. O autor conta como diminuiu o ritmo e parou para refletir sobre suas ações. E a partir do seu exemplo pessoal tem o ensejo de levar os leitores a encontrarem seu propósito antes que os efeitos da infelicidade apareçam em seu corpo. “Por meio dessa obra, quero inspirar outros profissionais para que façam um mergulho introspectivo e descubram seu propósito de vida, mostrando que é possível ter uma vida plena, e encarar as atividades profissionais e pessoais de forma prazerosa, capazes de proporcionar a felicidade ao profissional e a família”, conta.

O grande obstáculo que impede a integração da vida pessoal e da vida profissional das pessoas é a falta de conhecimento, a ausência de um objetivo claro de vida que unifique tanto o plano privado quanto o profissional – “Há inúmeros exemplos de pessoas que trabalharam duríssimo ao longo de suas vidas em nome de um objetivo maior, que extrapolava suas ambições meramente individuais e traz benefícios para a comunidade” – revela Fredy.


A Polícia Civil de Ipiaú recuperou no final da tarde dessa sexta-feira (27), três animais furtados no município de Jequié. Segundo informou o delegado Rodrigo Fernando, os equinos furtados da Fazenda Mãe Angelina, no distrito de Itajuru, foram encontrados numa propriedade localizada próxima a Fazenda do Povo, zona rural de Ipiaú. O dono da fazenda informou aos policiais que os animais foram deixados no local por Hirosmar Santos Santana, mais conhecido como ‘Cigano Babaloo”. A polícia realiza buscas pelo suspeito, mas até a publicação dessa matéria ele ainda não tinha sido encontrado. Babaloo foi preso recentemente acusado de receptação de animais furtados de uma fazenda na região de Itagibá. Os equinos recuperados nesta sexta-feira já foram entregues aos proprietários. (Giro Ipiaú)


O secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro, empossou os novos membros do Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE), nesta segunda-feira (23), durante sessão especial do CEE. A cerimônia foi realizada no auditório do Centro Estadual de Educação Profissional Empreende Bahia (CEEP), em Salvador. Foram empossadas a presidente Anatércia Ramos Contreiras, e a vice-presidente Mere Suely Oliveira, para o biênio (2018-2020), além dos conselheiros titulares e suplentes, que cumprirão o mandato de quatro anos (2018-2020). O evento contou com a presença de personagens ilustres na educação como Willian Panfile que é Presidente da UNDIME, Tony do CEE, Maria Helena da UESB.

Tendo como uma das principais atividades participar da formulação das diretrizes e propostas que serão aplicadas na educação em toda rede de ensino da Bahia, professor Gondim, atendeu ao convite do governador Rui Costa e assumiu um importante desafio em sua carreira coroada de sucessos. Com mestrado pela PUC – Pontífica Universidade Católica de São Paulo e doutorado pela UFBA – Universidade Federal da Bahia em educação, gestão e política Roberto Gondim tem uma vasta experiência como gestor em educação e se revelado um hábil e preparado articulador na implantação de importantes políticas públicas. No período em que exerceu o cargo de secretário de Educação do município de Jequié entre janeiro de 2017 e abril de 2018 Godim recuperou prédios escolares, reativou unidades fechadas por gestões passadas, valorizou o profissional da Educação e implantou, além da escola em tempo integral, a distribuição de 4 refeições diárias aos alunos. Também passou com resultados positivos pela direção da 13a DIREC – Diretoria Regional de Educação, conduzindo a articulação das diretrizes educacionais e administrativas de 27 municípios sob a jurisdição desse órgão do Estado.

Outra oportunidade de mostrar sua experiência em gestão foi durante o período em que exerceu o cargo de diretor de articulação da UNDIME – União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, sendo responsável por 18 municípios que fazem parte desta associação civil. Como avaliador do MEC – Ministério da Educação, professor Gondim tem a importantíssima função de avaliar cursos, estruturas e a qualidade das universidades em várias estados do país, sendo de sua inteira responsabilidade auferir se elas possuem ou não condições de continuarem funcionando prestação um serviço de excelência ao cidadão brasileiro.

Com uma vida acadêmica e profissional tão bem constituída, com a experiência que os cargos assumidos ao longo dos anos proporcionaram, professor Roberto Gondim tem agora o desafio de representar e defender não só os interesses de Jequié – sua terra natal, mas de toda a Bahia no Conselho Estadual de Educação. Sua missão de honrar o convite do governador Rui Costa e a tarefa de continuar escrevendo uma história de sucesso e de conquistas educacional para o povo baiano será o novo desafio que Gondim terá pela frente, e nós temos certeza de que será uma tarefa a ser cumprida com amor e competência.


Entra em vigorar nesta quinta-feira (19) a Lei 13.546/2017, que ampliou as penas mínimas e máximas para o condutor de veículo automotor que provocar, sob efeito de álcool e outras drogas, acidentes de trânsito que resultarem em homicídio culposo (quanto não há a intenção de matar) ou lesão corporal grave ou gravíssima. A nova legislação, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, modificou artigos e outros dispositivos do Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/1997).

Antes, a pena de prisão para o motorista que cometesse homicídio culposo no trânsito estando sob efeito de álcool ou outras drogas psicoativas variava de 2 a 5 anos. Com a mudança, a pena aumenta para entre 5 e 8 anos de prisão. Além disso, a lei também proíbe o motorista de obter permissão ou habilitação para dirigir veículo novamente. Já no caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena de prisão, que variava de seis meses a 2 anos, agora foi ampliada para prisão de 2 a 5 anos, incluindo também a possibilidade de suspensão ou perda do direito de dirigir.

As alterações no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) também incluem a tipificação como crime de trânsito a participação em corridas em vias públicas, os chamados rachas ou pegas. Para reforçar o cumprimento das penas, foi acrescentada à legislação um parágrafo que determina que “o juiz fixará a pena-base segundo as diretrizes previstas no Artigo 59 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime”.

Para a professora Ingrid Neto, doutora em psicologia do trânsito e coordenadora de um laboratório que pesquisa o tema no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), uma legislação que endureça as penas para quem comete crimes de trânsito é importante para coibir a prática, mas não pode ser uma ação isolada. “Quando a gente fala em segurança do trânsito, estamos tratando desde as ações de engenharia e infraestrutura das vias, o trabalho de educação no trânsito [voltado à prevenção], e o que chamamos de esforço legal, que é justamente uma legislação dura, que as pessoas saibam que ela existe, mas combinada com um processo efetivo de fiscalização”, argumenta.

Para Ingrid, por mais dura que seja um legislação, ela não terá efeitos se não vier articulada com outras iniciativas complementares. “Na lei seca [que tornou infração gravíssima dirigir sob efeito de álcool] nós vimo isso. No começo, houve uma intensa campanha de educação e fiscalização, o que reduziu de forma significativa o índice de motoristas que bebe e insistem em dirigir, mas a partir do momento que a fiscalização foi reduzida, as pessoas se sentiram novamente desencorajadas a obedecer a lei”, acrescenta.


Os mais de 27 mil motoristas que tiveram a Carteira Nacional de Habilitação suspensa no dia 24 de março, em todo o estado,têm até o dia 31 de maio se tiverem interesse de apresentar recurso junto ao Detran e tentar regularizar a situação. O edital que divulgou a suspensão foi publicado no dia 24 de março. Confira a lista de motoristas que tiveram as CNHs suspensas.

Os documentos foram suspensos por ultrapassarem os 20 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A suspensão pode ocorrer, a depender do número de infrações, durante o período de um a três meses. Segundo a relatora dos processos de suspensão de habilitação do Detran, Aline Alves, além de serem avisados por meio da publicação do edital, os condutores foram notificados por Correios. “Se não couber o recurso, vai dar início ao cumprimento da suspensão, entregando a carteira e fazendo curso de reciclagem. A entrega não tem prazo, mas se ele for pego conduzindo o veículo, tem penalidade agravada e pode ter habilitação cassada”, explica.

Se for flagrado dirigindo com CNH suspensa, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê a detenção do condutor, de seis meses a um ano, e multa, além de ficar sem dirigir pelo mesmo período que havia sido suspenso anteriormente. A ocorrência provoca a abertura do processo de cassação da carteira. Os motoristas que tiveram as carteiras suspensas podem procurar qualquer posto avançado de atendimento do Detran e do Serviços de Atendimento ao Consumidor (SAC). Em caso de entrega da CNH, o motorista só precisa levar o próprio documento. Já se for interpor recurso, pode apresentar o documento escrito, até em próprio punho, além de cópia da documentação do veículo. *Com informações do G1/Bahia.


A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,6% no trimestre encerrado em fevereiro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio em linha com a mediana (12,6%) das estimativas do mercado financeiro captadas pelo Projeções Broadcast. As previsões iam de 12,0% a 12,8%.

Em números absolutos, o resultado representa 13,121 milhões de desocupados. Porém, segundo IBGE, houve melhora em relação ao mesmo período do ano anterior. Há menos 426 mil desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um recuo de 3,1%. O total de ocupados cresceu 2,0% no período de um ano, o equivalente à criação de 1,745 milhão de postos de trabalho. O contingente de inativos avançou 0,6%, 378 mil pessoas a mais nessa condição. O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 53,9% no trimestre terminado em fevereiro.

Segundo coordenador de Trabalho e Rendimento, Cimar Azeredo, nessa época do ano o crescimento da taxa é um movimento esperado. “Sempre no primeiro trimestre do ano a taxa tende a subir, pois existe a dispensa dos trabalhadores temporários contratados para as festas de final de ano”, explicou. Em igual período de 2017, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 13,2%. No trimestre até janeiro de 2018, o resultado era de 12,2%. A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.186 no trimestre encerrado em fevereiro. O resultado representa alta de 2,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 194,1 bilhões no trimestre até fevereiro, alta de 4,1% ante igual período do ano anterior.


O destacamento do Tiro de Guerra, em Jequié, denominado de 06-009, um dos mais antigos do Brasil, vem mantendo suas atividades agora sob o comando do subtenente Flamarion da Silva Guimarães, que é o chefe de Instrução da unidade. Após entrevistas feitas com aproximadamente 90 jovens, somente 43 foram selecionados a prestarem o Serviço Militar Obrigatório, como “Atiradores”, termo atribuído ao jovem que presta seu serviço à pátria nos Tiros de Guerra em todo o Brasil.
Os exames clínicos de inspeção contaram com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde, que enviou uma equipe médica composta pelo médico doutor Lucas da Silva Nascimento, CRM 29.997/BA; e de seu auxiliar Helder Portela Gusmão.
Na noite de 24 de março, foi realizada a solenidade de matrícula da Turma Única de Atiradores de 2018, no Tiro de Guerra 06-009 e na ocasião, foram oficialmente matriculados os 43 novos atiradores. O evento contou com a presença de familiares, amigos e representações de órgãos de segurança pública do município, como Colégio da Polícia Militar, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros Militar e do 19º Batalhão de Polícia Militar, que mesmo debaixo de chuva, abrilhantaram a cerimônia com suas ilustres presenças.


A partir deste sábado  (24), boletos vencidos acima de R$ 800 poderão ser pagos em qualquer banco. A medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que começou a ser implementada em julho do ano passado. As mudanças estão sendo feitas de forma escalonada, tendo sido iniciada com a permissão para quitação de boletos em atraso acima de R$ 50 mil. A partir de 26 de maio, serão permitidos os boletos acima de R$ 400 e a expectativa é que até setembro deste ano o processo seja concluído.

A nova plataforma de cobrança permite a identificação do Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do pagador, o que, de acordo com a Febraban, facilita o rastreamento de pagamentos. Ao quitar o boleto, o próprio sistema verifica as informações. Se os dados do boleto coincidirem com os da plataforma, a operação é validada.

O sistema de boleto de pagamento anterior foi criado em 1993 com o início do procedimento de compensação eletrônica. Após 25 anos, a avaliação do setor bancário é que ele precisava ser modernizado. Entre os benefícios da nova plataforma está a permissão para pagamento de boletos após o vencimento em qualquer agência bancária, sem risco de erros nos cálculos de multas e encargos.

A Febraban optou por um período de convivência entre o modelo antigo e o novo. O cronograma de desligamento do sistema antigo também é feito de forma escalonada. A partir de fevereiro deste ano, por exemplo, passou a ser obrigatório que os boletos com valores acima de R$ 2 mil fossem registrados na nova plataforma de pagamentos da rede bancária, não sendo mais aceitos boletos sem registro.

O calendário inicial previa que a nova plataforma incluísse todos os boletos a partir do fim de 2017. “Mas foi necessária uma adaptação para garantir a segurança e a tranquilidade no processamento, em função do elevado número de documentos”, justificou a federação. Segundo a entidade, são processados cerca de 4 bilhões de boletos por ano no país.

Cronograma

Os boletos acima de R$ 400 são os próximos a serem incluídos no novo sistema, a partir do dia 26 de maio. Em 21 de julho, poderão ser pagos em qualquer banco após o vencimento os boletos de qualquer valor. Em 22 de setembro o processo será concluído com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros.


A antecipação da saída tem como objetivo evitar a proximidade entre duas datas em que há a concessão do benefício – com antecedência, mínima de 45. Os internos têm direito ao benefício também do Dia das Mães – assim, se a saída de Páscoa cumprisse o calendário, eles sairiam duas vezes em período inferior. A Páscoa é no dia 1 de abril e o Dia das Mães em 13 de maio.

Segundo o advogado criminalista Rogério Cury, sócio do escritório Cury & Cury Advogados e professor do Centro Preparatório Jurídico (CPJUR), a instituição da saída temporária é uma medida importante de ressocialização para os presos que se encontram no regime semiaberto. “Se o detento cumprir todos os requisitos legais e comportamentais, ele poderá sair até cinco vez ao ano e cada saída pode se estander por até sete dias”

Benefício

O advogado destaca que tem direito à saída os detentos primários que cumpriram um sexto da pena e aos reincidentes que cumpriram um quarto. Além disso, eles precisam ter bom comportamento, estarem no regime semiaberto e ter autorização judicial. O benefício é concedido na Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, além de Natal e Ano Novo. Por Rogério Cury.