Diante da repercussão da tragédia ocorrida na última sexta-feira, 25, após o rompimento de uma barragem de rejeitos em Brumadinho, e da preocupação de moradores de municípios do baixo e médio Rio das Contas com a barragem da Mirabela, instalada em Itagibá, a reportagem do GIRO buscou esclarecimentos sobre o caso e foi recebida na mineradora por Milson Mundin (diretor presidente da Mirabela) e Vagner Lima (engenheiro de barragem). Numa longa entrevista, ambos esclareceram a atual situação da barragem e afirmaram que ela é segura e que o risco de rompimento é baixíssimo. A segurança da barragem da Mirabela também foi atestada pelo especialista José Batista de Oliveira – professor de mina da UFBA, em um áudio no WhatsApp compartilhado por ele no último sábado e direcionado à moradores de Itacaré.

Diretor da Mirabela (direita na foto) e Engenheiro de Barragem foram entrevistados pelo Giro em Ipiaú.

Milson Mundim destacou a diferença da barragem da Mirabela às de Brumadinho e Mariana. “O primeiro ponto que a gente tem que lembrar é que essas duas barragens tem 40 anos de construção e nesse período a tecnologia da engenharia evoluiu. E para se ter uma ideia, hoje não é mais possível licenciar uma barragem que use o método construtivo utilizado por eles naquela época. Elas são feitas com o próprio rejeito da mineração e alteadas com montante, isso significa que vai colocando o rejeito em cima do próprio rejeito e vai aumentando a altura da barragem. A nossa barragem é bem diferente. Ela é feita principalmente com rocha (cerca de 83%) e não rejeito”, destacou Mundim que ainda acrescentou: “O risco de acidente dela (barragem), em termo de rompimento, é baixíssimo”.

Segurança

Outro ponto diferente é em relação ao material contido pela barragem da Mirabela que atualmente tem 21 milhões de metros cúbicos de rejeitos. Segundo o engenheiro Vagner Lima, apenas 4% desse material é água. “Nosso rejeito é arenoso e tem uma consistência que facilita o adensamento dele, inclusive pode-se trafegar com máquinas em cima do rejeito”, disse. Vagner informou que o método utilizado para a construção da barragem é o mais caro no mercado. Ele revelou que fez um levantamento e constatou que no Brasil, das 790 barragens de rejeitos, apenas a Mirabela (Itagibá) e a de Sossego (no Pará) utilizam essa metodologia de construção. Baseado em uma pesquisa de um órgão internacional, Vagner afirmou: “No mundo não existe histórico de rompimento com nosso tipo de barragem (de enrocamento), não tem nenhum caso”, frisou.
 
Manutenção e fiscalização


O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, disse nesta 3ª feira (29.jan.2019) que eliminará 10 barragens a montante–a de Brumadinho e outras 9 do Estado de Minas Gerais. O processo durará, de acordo com ele, de 1 a 3 anos.  Com o fechamento, a empresa parará de produzir 40 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. “A Vale produz 400 milhões de toneladas [de minério de ferro] por ano. Isso representa 10% da produção”, disse Schvartsman.

Elas passarão por 1 processo de “descomissionamento”. De acordo com a Vale, isso significa que serão “esvaziadas ou integradas ao meio ambiente”. O custo será de R$ 5 bilhões. As declarações foram dadas em entrevista à imprensa no Ministério de Minas e Energia, após reunião com o titular da pasta, almirante Bento Albuquerque. De acordo com Schvartsman, a empresa chegou “com o plano pronto e apresentou ao governo”.

As barragens a ser fechadas são aquelas em que o depósito de rejeitos é feito em camadas, num vale. Elas vão sendo elevadas como se fossem degraus na medida em que o volume de rejeitos aumenta. Em entrevista à GloboNews na 2ª feira (28.jan), o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse que as mineradoras deveriam parar de usar esse tipo de estrutura.

Segundo Schvartzman, há laudos de auditorias recentes que atestam “a perfeita estabilidade” de todas as estruturas. “Resolvemos não aceitar apenas esses laudos e decidimos agir de outra maneira”, afirmou. A Vale tinha 19 barragens do tipo em 2015, quando ocorreu o desastre em Mariana (MG). “Já desapareceram 9 desde 2015”, disse o presidente da empresa.

Fabio Schvartsman anunciou que 5.000 funcionários –entre próprios e terceiros– atuantes nas estruturas que deixarão de existir serão incorporados aos quadros da empresa em outros locais. A Defesa Civil anunciou nesta 3ª feira que subiu para 84 o número de mortes por conta do rompimento da barragem do Córrego da Mina do Feijão, em Brumadinho (MG). Há 276 desaparecidos.


Autônomos e trabalhadores rurais que contribuem para a Previdência Social devem estar atentos. Desde o último dia 15, eles devem preencher o novo Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF). A medida faz parte do cronograma de ampliação do eSocial, ferramenta que unifica as prestações de informações dos empregadores em um único ambiente.

O CAEPF substitui o Cadastro Específico do Instituto Nacional do Seguro Social (CEI). De 1º de outubro do ano passado até 14 de janeiro, a inscrição era facultativa, mas passou a ser obrigatória desde 15 de janeiro. Segundo a Receita Federal, o novo cadastro reunirá informações das atividades econômicas exercidas pela pessoa física e facilitará a garantia dos direitos dos empregados e empregadores. Estão obrigados a preencher o CAEPF os contribuintes individuais (autônomos) nas seguintes situações: que tenha segurado que lhe preste serviço, titular de cartório (mesmo inscrito como pessoas jurídicas), produtor rural que contribua individualmente com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e pessoa física não produtora rural, mas que revende a produção rural no varejo.

Também estão obrigados a aderir ao novo cadastro os segurados especiais. Essa categoria engloba os trabalhadores rurais em regime de agricultura familiar (sem mão de obra assalariada), incluindo cônjuges, companheiros e filhos maiores de 16 anos que ajudam na produção. Antes de preencher o CAEPF, o contribuinte deve ir ao site do eSocial, selecionar a opção Primeiro acesso e preencher o cadastro de empregador/contribuinte que aparece na tela. Em seguida, deve clicar no botão Acesso ao Sistema CAEPF para ser direcionado ao sistema da Receita Federal e inserir os dados de contribuinte individual ou segurado especial.

Quem é empregador doméstico e já está inscrito no eSocial pode ir direto ao Centro de Atendimento Virtual da Receita Federal (e-CAC) para fazer o procedimento. Não é necessário reintroduzir as informações do empregador no portal do eSocial.

Para entrar no e-CAC, o empregador deve ter um código de acesso. Para obtê-lo, o segurado precisa informar ou o número do recibo da última declaração do Imposto de Renda ou o número do título de eleitor, caso seja isento de declarar renda. Quem não tem acesso à internet deve procurar a unidade da Receita Federal mais próxima para preencher o cadastro.


O Facebook anunciou mudanças nas regras para as páginas dentro da plataforma. A principal delas é a identificação de publicações consideradas “notícias falsas” e que, em razão disso, têm a distribuição reduzida. Os administradores das páginas poderão ver quais mensagens foram enquadradas nesta categoria. Também terão acesso a outros conteúdos retirados por violarem as normas internas da companhia (os Parâmetros da Comunidade).

Os administradores de páginas passarão a ter acesso a uma “aba” denominada “Qualidade da Página”. Nela, ficarão listados os posts avaliados como “falsos”, “mistos” ou com “título falso”, conforme categorias definidas pela empresa. A classificação é feita por agências de checagem de fatos parceiras (conheça as regras de análise aqui). Até agora, quando uma publicação era marcada desta maneira não havia qualquer sinalização nem ao autor nem aos administradores de páginas. O autor, contudo, seguirá sem ser notificado.

A redução de alcance de conteúdos considerados “notícias falsas” vem sendo adotada pela rede social, sem remover os posts mas criando obstáculos a sua difusão. “Esperamos que isso forneça às pessoas as informações necessárias para policiar comportamentos inadequados de administradores de uma mesma página, entender melhor nossos Padrões da Comunidade e, em alguns casos, nos informar quando acreditarem que tomamos uma decisão incorreta sobre um determinado conteúdo”, afirmou a empresa em comunicado oficial. No Brasil, o Facebook estabeleceu parceria com entidades de checagem de fatos, como a Agência Lupa, aos Fatos e France Press para verificar circulação de notícias falsas durante as eleições de 2018.

Conteúdos removidos

Além das publicações classificadas como “notícias falsas”, os administradores de páginas poderão ver também os conteúdos removidos por não respeitarem as normas internas, os chamados Parâmetros da Comunidade. Entram aí mensagens enquadradas como “discurso de ódio”, “violência”, “conteúdo explícito”, “assédio”, “bullying”, “produtos controlados”, “nudez adulta”, “atividades sexuais” e “apoio ou glorificação de indivíduos não permitidos no Facebook”.

Os posts apontados dentro dessas categorias já eram retirados, mas sem explicação. Com isso, o administrador poderá ver as publicações banidas. Segundo o anúncio do Facebook, o administrador passa também a poder contestar uma remoção. Alguns tipos de derrubada não serão informados nesse processo, como “spam”, “posts caça-cliques” ou “violações de propriedade intelectual”.

Reincidência


O Itiruçu Online inicia uma serie de reportagem com histórias de superação de pessoas de Itiruçu e região. Na primeira reportagem, contaremos a história de Elvanio Coelho, Upabuçuense que saiu de Jardineiro do Distrito de Upabuçu, Zona Rural de Itiruçu a Dr. em São Paulo.

De Família humilde, Elvanio desde criança se notabilizava com o voluntariado, onde realizava serviços voluntários, chegando a criar uma Associação de Moradores do Distrito. Concursado Jardineiro na prefeitura local, o jovem é mais um exemplo dos que sofreram com a forma perversa de fazer política: não vêm ao caso, a superação e a fé venceu os obstáculos.  Coelho decidiu então abandonar a função e mudar-se para São Paulo com foco de estudar e realizar o sonho. Além de Jardineiro, Elvanio também matinha outras habilidades na área da saúde, cursado em técnico de enfermagem, mas antes trabalhava na agricultura.

Os momentos difíceis vividos foram vencidos focados na educação que recebeu da família.  “Recebi uma educação muito severa dos meus pais e cresci aprendendo a valorizar cada coisa que tenho e a correr atrás dos meus objetivos. Aprendi que nada na vida vem tão facilmente e que o trabalho, a boa educação e o respeito ao próximo fazem de nós pessoas melhores”, disse.  

Ao Itiruçu Online, o agora Dr. formado em Odontologia, contou como venceu na vida e conseguiu alcançar os objetivos.

– Quando trabalhávamos na agricultura em Upabuçu, lembro que recebia R$7,00 por um dia de serviço das 07h00 as 17h00, não dava nem para comprar comida. Como morava com meus pais, éramos no total de oito pessoas, daí ajudava nas despesas da casa. Sempre estudei em escola pública e nunca encarei isso como barreira.  Resolvi fazer um curso de Técnico de enfermagem, que era meu sonho, porém, não tinha condições de pagar.  Foi então que decidi ajudar a enfermeira Nalva a formar uma turma para abrir uma escola em Itiruçu, onde consegui bastante pessoas. Ela (Nalva) me ajudou na matricula e fez um desconto, que na época, tive condições de pagar. Também sempre chegava mais cedo para arrumar a sala e varrer assim mantive o desconto até o final do curso. Terminei o estágio no Hospital de Itiruçu e continuei como Voluntário no centro Cirúrgico por quase 05 anos.  A área da saúde sempre foi meu objetivo.  Prestei concurso como Jardineiro para garantir emprego fixo e era a vaga que tinha na época, comecei a trabalhar como jardineiro e mantive o trabalho voluntário no hospital.  Tentaram me transferi para o hospital na época, mas devido perseguições políticas não deram oportunidade.  Vivia com um salário mínimo para sustentar minha família, pois havia casado recente e tinha uma filha que sustentava com ajudava dos meus pais.  As coisas foram apertando, como não tive oportunidade de atuar na área da saúde na minha cidade, resolvi por força maior ir embora para São Paulo e tentar uma melhora para ajudar minha família. Contei com ajuda de amigos, precisamente do Casal Antônio e Elisângela (prima), que foram passar férias em Upabuçu e cederam  a chave da casa  deles em São Paulo. Não conhecia São Paulo e decidi viajar apenas com uma mochila nas costas e 2 peças de roupas, além de meus livros e apostilas (não largava)… Chegando a são Paulo, comecei a espalhar currículos e enfrentei muita dificuldade. Não passava nas provas, então optei por ficar em casa  estudar. Passei 15 dias só estudando decidido a passar nas provas nos hospitais. Neste período me alimentava de Miojô; na época não tinha dinheiro.  Com 20 dias fui chamado para fazer uma prova no Hospital Santa Paula, filiado ao Sírio Libanês, então, consegui passar nas provas e comecei a trabalhar depois de 3 meses. Aluguei uma casa e busquei minha família que estava na Bahia. Logo em seguida passei em outra prova e comecei trabalhar em dois hospitais. Depois de 9 morando em São Paulo decidi prestar vestibular e optei por  odontologia. Escrevi-me numa prova na época, sem dinheiro, tomei emprestado para pagar a inscrição.  Havia escritos 65 pessoas para 18 vagas, a resposta da prova sairia depois de cinco dias, mas no mesmo dia recebi uma ligação avisando que tinha ficado entre os 18. Pra gloria de Deus, passei. Comecei a fazer a faculdade e trabalhar em dois serviços, ficou muito cansativo resolvi sair de um serviço e focar nos estudos, mas a mensalidade era maior que o meu salário, não poderia pagar. Foi então que solicitei o FIES e consegui concluir os estudos.  Hoje ainda estou trabalhando como Técnico no hospital Next Na Zona Sul de SP e estou atuando na minha área como Cirurgião Dentista numa clínica na Zona Sul de São Paulo. Continuo buscando uma especialização e também estudando Espanhol para ir prestar meus serviços voluntários a crianças carentes na cidade de Cultambo, no Peru. Só tenho a agradecer a Deus pela oportunidade.  Ele é fiel para os que nele confiam. Todo esforço foi e estar sendo válido. Busco  ser um profissional melhor. Não sou uma pessoa perfeita, mas estou todo o tempo buscando melhorar. Afinal, sabemos que o amadurecimento vem com o tempo e com as experiências: sempre busco aprender com as minhas.-

Dr.Elvanio Coelho Souza Santos

Cirurgião Dentista CRO-SP: 126521

Contato: WhatsApp:     (11) 95274-3916/ 5924-7696

Instagram: Dr. Elvanio Coelho


Começa nesta  terça-feira (22), e prossegue até o dia 29 deste mês, a matrícula para o ano letivo 2019 da rede estadual de ensino. O primeiro dia será destinado à transferência dos estudantes da rede estadual. O processo será feito presencialmente em qualquer unidade escolar ou pela internet pelo Portal da Educação. Para fazer a transferência, via internet, o estudante deverá utilizar o Código de Matrícula que ele recebeu na sua escola de origem, ou se dirigir a qualquer escola estadual. O mesmo vale para o estudante cuja escola de origem não oferecerá a série subsequente. “Amanhã (22), primeiro dia de matrícula, todo aluno que estudou em uma escola da rede estadual em 2018 pode fazer o processo pela internet e também comparecer em uma escola. Nos dias 23 e 24, são os estudantes da rede municipal, dos municípios que fizeram a parceria com a Secretaria, que também podem fazer o procedimento online.

A relação desses municípios está disponível no nosso portal. Já os alunos novos, cujo processo inicia dia 25 e vai até 29, só podem fazer a matrícula, comparecendo em uma unidade escolar da rede”, detalhou Eliana Carvalho, diretora de atendimento da Rede Escolar, da Secretaria da Educação do Estado. Na quarta (23) e na quinta (24), a matrícula será para os concluintes do 5º e do 9º ano do Ensino Fundamental das redes municipais de ensino. A matrícula poderá ser feita em qualquer colégio da rede estadual e via internet para os alunos da capital baiana e de mais 59 municípios, conforme lista abaixo e disponível no Portal da Educação. “Dobramos o número de municípios participantes do processo de matrícula via web, em relação à matrícula do ano passado, quando tivemos somente 26 cidades”, destacou Eliana. Na sexta-feira (25), a matrícula será para os novos alunos do Ensino Fundamental vindos da rede particular de ensino ou de outros Estados e que passarão a integrar a rede estadual.

O processo será feito somente presencialmente, em qualquer escola estadual. Já a segunda (28) e a terça (29) serão reservadas para os novos estudantes do Ensino Médio que vêm da rede particular ou de outros Estados. A matrícula, neste caso, também só poderá ser feita presencialmente, em qualquer colégio da rede, e se dará nas diferentes modalidades, como exemplo Educação Profissional e Educação de Jovens e Adultos. Por fim, os estudantes com necessidade especial (deficiência, transtorno global do desenvolvimento e/ou altas habilidades/superdotação, com ou sem diagnóstico comprovado) que fizeram a inscrição na pré-matrícula, no mês de novembro, deverão comparecer à unidade escolar indicada no cadastro no dia 31 (quinta-feira) para a entrega da documentação exigida para a consolidação do processo.

Para a efetivação da matrícula, deverão ser apresentados na unidade escolar os seguintes documentos: original do Histórico Escolar ou do Atestado de Escolaridade (que deve ser substituído pelo original do Histórico Escolar em até 30 dias); original e cópia da Cédula de Identidade ou Certidão de Nascimento; original e cópia do CPF; original e cópia legível com data recente do comprovante de residência (água, luz, telefone fixo ou móvel, gás encanado, Internet, contrato de aluguel, IPTU e cartão de crédito ou TV por assinatura). Neste ano, se tornou obrigatória a apresentação da original e cópia da Carteira de Vacinação para estudantes com até 18 anos. Em 2019, o ano letivo, que começa 11 de fevereiro e segue até 16 de dezembro, ganhou um reforço com a nomeação de 200 coordenadores pedagógicos e mais de 2000 professores aprovados no concurso público que foi realizado em 2018. Os convocados irão atuar nos 77 Núcleos Territoriais de Educação (NTE), espalhados pela capital baiana e por outros 26 municípios do Estado.


smartphone

Os brasileiros passaram mais de três horas por dia usando o celular em 2018. Essa média colocou o país em 5º lugar no ranking global de tempo dispendido com esse aparelho. O dado é do relatório Estado de Serviços Móveis, elaborado pela consultoria especializada em dados sobre aplicativos para dispositivos móveis App Annie, considerando um dos mais completos do mundo.

Considerando todos os países analisados, os usuários de smartphones ficaram em média três horas por dia usando aplicativos móveis. Os países onde essa mania obteve maior popularidade foram Indonésia, Tailândia, China e Coreia do Sul. No primeiro caso, a média ultrapassou as quatro horas por dia. A lista considerou os dados de clientes de celulares com sistema operacional Android. Na comparação com 2016, o tempo médio diário usando smartphones cresceu 50%. Na divisão por tipos de aplicações, as redes sociais concentraram 50% das horas gastas nesses aparelhos, seguidas por programas de reprodução de vídeo (15%) e por jogos eletrônicos (10%).

Segundo os autores do estudo, esse índice de consumo é alimentado pelos “micro-momentos cumulativos”, em que as pessoas checam seus celulares, como para conferir e-mails recebidos, mensagens ou atualizações nas linhas do tempo de redes sociais. “A natureza ‘em tempo real’ de dispositivos móveis permitiu um crescimento difundido deste tipo de comportamento dos consumidores”, indica o estudo.


O calendário de pagamento do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Seguro DPVAT) já está disponível para proprietários de veículos de todo o país no site da Seguradora Líder, no qual o boleto pode ser gerado.

A Líder é responsável pela administração desse seguro obrigatório, que deve ser pago uma vez por ano para obtenção do licenciamento do veículo. Se não pagar, o proprietário perde o direito ao seguro em caso de acidente, se for o condutor do veículo no momento da ocorrência, mas os demais envolvidos permanecem cobertos. O prêmio deve ser quitado junto ao vencimento da cota única ou da primeira parcela do Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), nos bancos Bradesco, Caixa, Santander, Itaú e Banco do Brasil.

O pagamento segue o calendário do IPVA de cada estado. No caso do Rio de Janeiro, por exemplo, o prazo para pagar o IPVA vence no próximo dia 21 para veículos de placa final 0, informou a assessoria de imprensa da Líder. A seguradora esclareceu que, no caso de veículos isentos do IPVA, o pagamento do DPVAT deve ser feito durante o emplacamento ou licenciamento anual. A forma de pagamento varia de estado para estado.

Deságio

De acordo com resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados, em dezembro do ano passado, foi aprovada redução média de 63,3% no valor do DPVAT para 2019. O valor da redução dpende do tipo de veículo. Automóveis particulares e táxis, por exemplo, terão o DPVAT reduzido em 71%. A tarifa será de R$ 16,21 para automóveis particulares.

Para motocicletas, responsáveis pela maioria dos acidentes de trânsito atendidos pelo Seguro DPVAT, o valor do prêmio chega a R$ 84,58.

Da mesma forma que ocorreu no ano passado, o Seguro DPVAT não poderá ser parcelado para nenhuma categoria de motoristas. Os valores são válidos para todo o país. Dúvidas podem ser esclarecidas na Central de Atendimento da Seguradora Líder no número 4020 1596 (regiões metropolitanas) ou 0800 022 12 04 (outras regiões). O Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) pode ser acessado no número 0800 022 8189, 24 horas por dia.

Cobertura

O Seguro DPVAT cobre qualquer cidadão acidentado no Brasil, seja motorista, passageiro ou pedestre. São oferecidos três tipos de cobertura: morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada de saúde (até R$ 2.700). A proteção é assegurada por um período de até três anos.

Do total de recursos arrecadados pelo Seguro DPVAT, 50% são destinados à União, dos quais 45% vão para o Sistema Único de Saúde (SUS), visando ao custeio da assistência médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito; e 5% vão para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), para investimento em programas de educação e prevenção de acidentes de trânsito. Os 50% restantes são reservados para despesas, reservas e pagamento de indenizações.


O ano de 2019 mal começou, e uma pergunta martela entre aqueles que gostam de planejar viagens. Quantos feriados prolongados, aqueles “emendáveis”, haverá até o dia 31 de dezembro? Para todos aqueles que curtem dar a famosa “esticadinha”, aqui vai uma má notícia. A temporada tem somente 3 datas consideradas feriados prolongados, sendo que uma delas já passou (1º de janeiro, data da Confraternização Universal, que caiu em uma terça-feira).

Se levarmos em conta os pontos facultativos, como o Corpus Christi ou o Carnaval, e os feriados estaduais, como o aniversário de São Paulo, o número de datas “esticáveis” sobe para cinco (seis, no caso dos paulistanos). A quantidade, de qualquer forma, é bem menor do que a registrada em 2018, ano no qual o calendário oficial permitiu até 10 emendas de feriados.

Segundo o calendário oficial de 2019 divulgado pelo Ministério do Planejamento, o ano terá 9 feriados nacionais e 7 pontos facultativos – sem incluir os feriados estaduais e municipais, como o Dia da Consciência Negra (20 de novembro) ou os aniversários das cidades.

Fins de semana recheados de feriados

Considerando-se somente os feriados nacionais, 3 deles cairão em sábados e um no domingo. Dois serão celebrados em sextas-feiras e nenhum às segundas. Dois serão comemorados em quartas-feiras, o que reduz ou impossibilita a desejada “emenda”.

Se levarmos em conta também os pontos facultativos, quatro datas cairão em segundas ou sextas-feiras, com outras cinco sendo celebradas em terças ou quintas-feiras e mais três em quartas-feiras.


Pouco antes desta data, pessoas em todo mundo saúdam o Ano Novo com fogos de artifício, abraços e brindes. Mas você já se perguntou por que 1º de janeiro é o dia que marca o começo do ano?

Tudo se deve aos festivais pagãos romanos e ao calendário que o imperador Júlio César introduziu há dois mil anos. Mas também é preciso dar crédito a um papa chamado Gregorio XIII.

Os romanos

Para os antigos romanos, janeiro era importante porque era o mês consagrado ao deus Janus (daí vem Ianuarius, que significa janeiro em latim).

Na mitologia romana, Janus é o deus de duas faces, dos começos e dos fins, das transições.

“É associado a olhar para frente e para trás”, explica Diana Spencer, professora da Universidade de Birmingham, na Inglaterra.

“Então, se há um momento no ano em que se deve decidir que ‘aqui começamos de novo’, é lógico que seja esse.”

Também coincide com o tempo na Europa quando os dias começam a se alongar após o solstício de inverno.

“Para Roma, isso tinha uma ressonância poderosa, porque acontece depois daqueles terríveis dias curtos, quando o mundo está escuro, frio e nada cresce”, diz a professora.

“É uma espécie de período de pausa e reflexão.”

Quando os romanos ganharam mais poder, começaram a espalhar seu calendário por todo seu vasto império.


Mas na Idade Média, após a queda de Roma, o cristianismo se estabeleceu com força e o primeiro de janeiro foi considerado uma data muito pagã.

Muitos países onde o cristianismo predominou queriam que o Ano Novo acontecesse no dia 25 de março, que marca a aparição do arcanjo Gabriel à Virgem Maria.

“Embora o Natal seja quando Cristo nasceu, a Anunciação é quando se revela a Maria que ela vai dar à luz uma nova encarnação de Deus”, disse Spencer à BBC.

“Esse é o momento em que a história de Cristo começa, por isso faz muito sentido que o novo ano inicie aí.”

O papa

No século XVI, o papa Gregório XIII introduziu o calendário gregoriano e o primeiro de janeiro foi reestabelecido como Ano Novo nos países católicos.

No entanto, a Inglaterra, que havia se rebelado contra a autoridade do papa e professava a religião protestante, continuou a celebrar a passagem do ano no dia 25 de março até 1752.

Naquele ano, um ato do Parlamento alinhou os britânicos com o resto da Europa.

Hoje, a maioria dos países é governada pelo calendário gregoriano, e é por isso que os fogos de artifício tomam o céu no dia 1º de janeiro de cada ano.