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Depois da  derrota no clássico diante do maior rival, no último domingo (21)  ficou para trás no Fazendão e o Bahia voltou ao mesmo palco do último tropeço para buscar a recuperação diante de outro Leão. Pela 24ª rodada do Brasileirão, o Tricolor enfrentou o Sport nesta quarta-feira (24), na Arena Fonte Nova, e diante da sua torcida aproveitou a oportunidade para  deixar a zona do rebaixamento, para onde  tinha voltado  depois da derrota no BaVi.

O gol foi marcado por Railan aos 26 minutos do segundo tempo. Com o resultado, o Tricolor saiu da zona de rebaixamento e chegou aos 26 pontos. O próximo compromisso do Esquadrão é contra o Flamengo, domingo (28), também na Arena Fonte Nova.


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Em um duelo bastante disputado, o Vitória bateu o Bahia por 2 a 1 neste domingo (21), na Arena Fonte Nova, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Rubro-Negro encerrou o jejum de oito jogos sem triunfos sobre o arquirrival e também chegou aos 24 pontos e saiu da lanterna do Brasileirão. O Esquadrão saiu na frente com Kieza, mas o Leão virou com Kadu e Luiz Gustavo.
O Tricolor volta a campo na próxima quarta (24), às 21h,  também em Salvador, contra o Sport. Já o compromisso da equipe comandada por Ney Franco será com o Palmeiras, quinta (25), no Pacaembu. Saiba como foi o clássico, clique aqui.

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O Bahia venceu o Botafogo por 3 a 2 na noite desta quarta-feira (17), no Maracanã, e saiu da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O time comandado por Gilson Kleina aproveitou a vantagem de atuar com dois jogadores a mais em boa parte do segundo tempo, após as expulsões de Ramírez e Emerson Sheik. O Tricolor volta a campo no próximo domingo (21), contra o arquirrival Vitória, na Arena Fonte Nova.

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De virada, com três gols em dez minutos, o Vitória engoliu o Fluminense no segundo tempo e desbancou o tricolor carioca por 3 a 1, na noite desta quarta-feira (17), no Estádio do Barradão. O resultado, apesar de empolgante, não tira o leão da zona. Com 21 pontos, agora não mais lanterna, o Vitória ganha fôlego para o clássico contra o Bahia, domingo (21), na Arena Fonte Nova. Com um triunfo na próxima rodada, diante do maior rival, a depender de outros resultados, o rubro-negro pode voltar a figurar fora da zona do rebaixamento. Leia mais aqui


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Jogando com bastante maturidade na defesa e efetividade no ataque, o Bahia voltou a vencer uma partida pelo Campeonato Brasileiro 2014. Com dois gols de Kieza e um de Max Biancucchi, o Tricolor de Aço derrotou o Figueirense por 3 a 0 e saiu temporariamente da lanterna da competição nacional.

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O Vitória perdeu por 2 a 0 para o Atlético-PR neste domingo (14), na Arena da Baixada, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o revés, o Rubro-Negro baiano caiu na tabela e voltou para a lanterna do certame nacional. O time comandando por Ney Franco volta a campo na próxima quarta-feira (17), contra o Fluminense, às 19h30, no Barradão.


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Realizado no ultimo dia 17 deste mês de agosto, na cidade de Salvador-Ba, o campeonato Baiano de Karatê etapa adulto, as modalidades Kata e kumitê. A cidade de Itiruçu foi bem representada pela academia União Desportiva Kankudai. Os atletas tiveram ótima performance. Dos 07 atletas que competiram, 06 medalhas foram conquistadas: Francisco Paulo Amaral Junior, ouro em kumitê; Cássio Souza Mascarenhas, ouro em kumitê e prata em kata; Elivânia Gomes Santiago, prata em kumitê; Jonisvaldo Souza de Sena, prata em kumitê e Alan Luiz da Silva, bronze em kumitê foram os que conseguiram medalhas. Duas medalhas de ouro, três pratas e um bronze no total.

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Atletas são treinados pelo professor,  Raimundo Silva,  de camisa azul na foto.  

A equipe foi formada pelos atletas Charlisson Rodrigo (Faixa Marrom), Anderson Ezequiel da Paixão (Faixa preta 3º Dan), José Pereira Teixeira (Faixa Preta 1º Dan), Antônio Lucas Oliveira Santos (Faixa marrom), e Emanuel de Lima Rocha (Faixa Preta 2º Dan), sendo que os três primeiros atletas membros da equipe, são residentes da cidade Guanambi-BA.  Todos com grande empenho durante o período de treinamento fizeram uma belíssima atuação durante toda competição, e mostraram na capital que no interior existem atletas tão brilhantes e dotados de capacidade quanto os atletas que representam o nome da capital.

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 O jovem Cássio Mascarenhas, de 21 anos, do Entroncamento de Jaguaquara, foi outro destaque na competição. Ele conquistou uma medalha de Prata em Kata e uma de Ouro em Kumitê.


Foto: Joka Madruga / Estadão Conteúdo

Fotos:  Estadão Conteúdo

Na partida de número 600 do Barradão, o Vitória levou a pior. Neste domingo (24), perdeu por 1 a 0 para o Figueirense, em partida válida pela 17ª rodada do Brasileirão. Com o resultado, o time Rubro-Negro foi para a lanterna da competição. Agora, o Vitória foca suas atenções na Copa Sul-Americana. Na próxima quinta-feira (28), encara o Sport, em Recife. A partida marcará a reestreia de Ney Franco no comando do Leão.

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Outra chance desperdiçada. Antes de entrar em campo, os resultados deixaram nas mãos do esquadrão mais uma vez a chance de sair da zona do rebaixamento, caso conseguisse vencer. O que não aconteceu. Em um jogo para ser esquecido, de pouca inspiração das duas equipes, Atlético Paranaense e Bahia ficaram no empate sem gols na noite deste domingo (24), na Arena da Baixada. Leia mais sobre Esportes.


Vivendo a...

Ainda que muitos achem que ser voluntário da Copa é coisa para burros, palhaços e outros adjetivos desagradáveis, vou dizer que não vou discordar dessas opiniões. Afinal, a FIFA com tanto dinheiro poderia contratar pessoas para trabalhar. Concordo. Mas não é assim que funciona. Uma pena.
Bem. Resolvi tirar proveito dessa situação. 


Lembro-me que um primo meu disse que quando tivesse uma Copa do Mundo no Brasil, nós íamos assistir, pelo menos em Salvador. A Copa veio para o Brasil mas infelizmente meu primo faleceu e não pôde desfrutar disso. Restou a mim realizar essa meta, por mim e por ele. Quando comecei a ouvir que o valor do ingresso seria alto, pensei em como fazer para assistir aos jogos… Uma solução seria sendo voluntário, pois além de assistir de graça, ainda poderia participar dela, interagindo com pessoas de vários locais do mundo. Então quando começou o processo de recrutamento, inscrevi-me para ver no que dava. Fui cumprindo etapa por etapa de treinamento e deu certo! Fui selecionado (se bem que a impressão é que todo mundo que se inscreveu, foi) e hoje estou aqui.


À parte a opinião de que ser voluntário é coisa para idiotas, resolvi tirar proveito dessa situação como disse antes. E não é que valeu à pena? Para começar recebemos um kit de uniforme muito bonito composto por mochila, tênis, calça, duas camisas, um casaco, três pares de meia tudo da Adidas, coisa que nas lojas custariam um pouco mais de R$ 200,00. Também temos almoço, jantar, merenda, refrigerante, água e passagens para metrô e ônibus.


Mesmo assim, tudo isso poderia ser supérfluo, afinal são coisas materiais.
Porém ter a oportunidade de ver os melhores jogadores do mundo ali, a alguns metros, como Reubben, Xavi Alonso, Piqué e tantos outros jogando um bolão é de uma emoção indescritível. Vou ver o português Cristiano Ronaldo, o atual melhor jogador do mundo. Mas isso também seria possível se pagando o ingresso. Em um tempo que tudo que você recebe não dá para pagar 100% das despesas, não sei se entraria na minha lista de prioridades, mas tudo bem, pagava-se.


Mas sem dúvida nenhuma, interagir com os torcedores, ver a satisfação deles, sentir a alegria quando você os ajuda ou quando eles brincam com você, quando eles pedem para tirar fotos com você etc. são coisas que o dinheiro não pode comprar.


Estou realizando o sonho de meu primo e meu e fazendo parte da história da Copa no Brasil. Provavelmente, não devo ver a próxima Copa do Mundo de Futebol no Brasil. Daqui a 50 anos quando alguém perguntar a vocês onde estavam quando a copa foi Brasil, muitos vão responder: “Estava em casa, vendo o jogo pela TV. Acho…”. Bem, eu vou responder: “Estava no estádio. Vi grandes jogadores. Vi o melhor jogador do mundo na época (o português Cristiano Ronaldo). Conversei com torcedores. Ajudei a fazer a copa. E chamaram-me de burro por isso. Acho…”


Então, para terminar, não vou discordar de quem me chamar de burro, otário ou palhaço da Copa, mas a sensação que eu estou tendo é que estou usando mais a FIFA do que ela me usando.