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Professor Joceval Bitencourt lança mais dois livros; ‘Confissões quase filosóficas’ e ‘O perigo da filosofia’


Nesse  sábado, dia 28, o itiruçuense Professor Joceval Bitencourt, lança, no Palacete das Artes, em Salvador, a partir das 16h00, mais dois livros de sua autoria. Autor dos livros: Descartes e a morte de Deus; Descartes e a invenção da subjetividade. As duas novas autorias são: Confissões quase filosóficas; O perigo da filosofia.

Nascido em Itiruçu, graduado e pós-graduado em Filosofia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com Mestrado e Doutorado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Autor dos livros: Descartes e a morte de Deus (Paulus, 2015), Descartes e a Invenção do Sujeito (Paulus, 2017), Confissões (Quase) Filosóficas (Artêra, 2021) e O Perigo da Filosofia (Artêra, 2021).

Atualmente é professor adjunto da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), membro do Conselho Estadual de Educação do Estado da Bahia (CEE). Tem trabalhado na área de filosofia, com ênfase em Filosofia do século XVII, Filosofia Política, Subjetividade, Ética.

Sobre as novas obras

O perigo da filosofia

Vivemos em um tempo de resistência ao pensamento. Pensar passou a ser uma ameaça para toda sociedade que não suporta a ideia de conviver com razões esclarecidas e, ao mesmo tempo, um perigo para quem a exerce. Este pequeno livro: O perigo da filosofia, é um convite para que o leitor corra riscos, desbravando, sem medo, o território do pensamento.

Confissões (quase) filosóficas

 “Soe quando quiser a trombeta do juízo final: virei, com este livro nas mãos, comparecer diante do soberano juiz. Direi altivo: “Eis o que fiz, o que passei, o que fui. Disse o bem e o mal com a mesma franqueza. Nada calei de mau, nada acrescentei de bem; e se me aconteceu usar algum ornato indiferente, não foi nunca para preencher um vácuo da minha falta de memória. Talvez tenha imaginado ser verdadeiro o que eu acreditava que o devesse ser, porém jamais o que eu soubesse ser falso. Mostrei-me tal qual era:  desprezível e vil quando o fui; bom, generoso, sublime, quando o fui; desnudei o meu íntimo, tal como tu próprio o viste, Ente Eterno” (Rousseau, Confissões).


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