Rui Costa quer eficiência e maior qualidade no serviço público e agora vai se dedicar a composição do secretariado

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O governador eleito da Bahia, Rui Costa, apresentou, nesta segunda-feira (01), aos deputados e a imprensa sua proposta de reforma administrativa do Estado. Com destaque para a redução de secretarias, que passam de 27 para 24, economia de cerca de R$ 200 milhões por ano e foco em questões como agricultura familiar e recursos hídricos, as mudanças pretendem dar mais eficiência aos serviços prestados à população. Rui quer que seja mais rápido, mais barato e com melhor qualidade.

Depois de anunciar a nova estrutura, o governador eleito vai se dedicar a composição da equipe de secretariado. O anúncio deve sair no próximo dia dez e a escolha dos nomes irá privilegiar a capacidade técnica dos indicados. “Eu tenho alguns nomes já definidos em minha cabeça, mas ainda estou conversando com os partidos e avisando que a escolha vai ser de acordo com o currículo e a capacidade técnica de cada um”.

A reforma trouxe novidades em diversas áreas, entre elas: Saúde, Educação e Segurança. Na estrutura da Secretaria de Segurança Pública (SSP) será criado o Departamento de Combate ao Crime Organizado, que vai atuar junto aos batalhões especiais. Na Saúde, serão feitas parcerias por meio de consórcios entre o Estado e os municípios. “Com os consórcios, queremos, já em 2015, implantar policlínicas e colocar mais Upas para funcionar”, garantiu o governador eleito.

Na nova estrutura de governo, a agricultura familiar ganha uma secretaria para cuidar da assistência técnica e fomento à produção. “Somos o estado com o maior número de agricultores familiares do país, são 2,5 milhões de pessoas, portanto, queremos um olhar especial para melhorar a produção, a renda e a vida desses baianos que colocam alimentos em nossa mesa, isso, no futuro, pode resultar até em alimentos mais baratos”.

Outra área que ganha uma secretaria é a de gestão das águas, com a Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, que abrigará a Embasa e a Companhia de Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb). A nova estrutura ficará responsável pelo abastecimento de água, construção de barragens e sistemas de esgotamento sanitário.


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