Quadrilha lucraria cerca de R$ 800 mil com venda de droga; 6 pessoas são presas


Após cerca de três meses de investigação, quatro homens e duas mulheres acusados de integrar uma quadrilha de tráfico de drogas em Feira de Santana foram presos nesta terça-feira (10) por policiais civis da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR). As prisões aconteceram em bairros onde o grupo atuava como Tomba, Parque Ipê e Papagaio.

Foram autuados em flagrante e levados para o Conjunto Penal de Feira de Santana: Andeyson Clayton Silva Nascimento, morador do Papagaio, apontado pela polícia como líder da quadrilha; Mário Alberto Alves da Silva, 35, morador do bairro Campo Limpo, Marivaldo Carvalho da Cruz, 36 anos; a esposa dele, Maiana dos Santos Silva, 33, Jamily dos Santos Silva, e Flávio dos Santos Vieira, 34 anos, residentes no bairro Tomba.
Com eles a polícia apreendeu 8 kg de crack, 5 kg de cocaína, 200 gramas de maconha, duas balanças de precisão e um revólver calibre 38, além de uma motocicleta que estava com Andeyson. De acordo com o delegado Matheus Souza, titular da DTE, a quadrilha lucraria cerca de R$ 800 mil com a comercialização da droga que seria feita nos próximos dias. Ele explica que por se tratar de cocaína pura, conhecida pelos traficantes como escama de peixe, o grupo venderia rapidamente a droga. “A movimentação deles é muito maior. Essa cocaína é mais cara por ser pura e agora a quadrilha não vai movimentar droga por tão cedo.
Um dos integrantes era motorista de táxi e usava o veículo para transportar a droga e também há mototaxistas envolvidos”, informou o delegado. Matheus Souza ressalta que a quadrilha era responsável pela venda de uma grande quantidade de drogas e que ela vinha lucrando milhões de reais com o tráfico. “Eles adquiriram carros de luxo e motos de grande porte. É um traficante que vende muita droga e agora está a disposição da justiça”, disse. O delegado disse também que o Marivaldo vendia droga e fazia a segurança da venda. No momento em que foi preso ele portava uma arma, segundo Matheus Souza.
O delegado ressalta que a DTE recebe um número alto de denúncias e que é feito um trabalho de investigação para que as grandes quantidades de drogas sejam localizadas e os traficantes presos. “Muitas pessoas não entendem o trabalho da DTE. Tentamos atender o máximo possível de denúncias, mas realizamos um trabalho de formiguinha, de colher e trabalhar a informação, para tentar tirar o maior número possível de droga e traficantes das ruas. Isso não quer dizer que vamos deixar de lado as pequenas apreensões”, explicou.
Fotos e informações do repórter Aldo Matos do programa Acorda Cidade.

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