Patrulha Solidária aproxima a comunidade carente da Policia Militar em Vitória da Conquista

A Polícia Militar da Bahia vem desenvolvendo diversos programas sociais, ao longo dos anos, e em Vitória da Conquista não é diferente. O Comando de Policiamento da Região Sudoeste do (CPRSO), que completou 50 anos no último dia 2 de julho, realiza ações humanitárias por meio da Patrulha Solidária, com o objetivo de promover a aproximação entre a Polícia Militar e a comunidade Conquistense.

De acordo com a coordenadora da Patrulha Solidária, tenente Maria Alice de Santana, as ações do projeto despertam valores como responsabilidade social e solidariedade, além de oferecer bens e serviços para pessoas em estado de vulnerabilidade. “A patrulha solidária tem desenvolvido diversas ações a partir do comando da região Sudoeste, nós temos atendido mais de 5 mil famílias em toda região, são diversas ações que envolvem diversos públicos em extrema vulnerabilidade social, idosos, Lgbt’s, temos também uma ação voltada para o público que vive em situação de rua. Acolhemos bebês ainda no ventre das mães oferecendo enxovais, cestas básicas, inclusive atendimento médico. Nos redutos quilombolas distribuímos cestas, cobertores, e mantas confeccionadas pela própria patrulha. No centro da cidade ofertamos o banho solidário, janta, além de roupas e cobertores” explica a coordenadora”

No início desta semana, o projeto foi realizado em diversas localidades, com o apoio de parceiros que contribuem com doações de alimentos, roupas, calçados, brinquedos, enxovais infantis, cobertores, e serviços à comunidade.

O comandante do CPRSO, coronel Ivanildo Silva, reforçou que, na região, já existe uma cultura de acolher os menos favorecidos. “Hoje o projeto tem diversas atividades para atendimento, principalmente, das pessoas mais necessitadas da nossa cidade, atendendo todos os bairros carentes, inclusive na zona rural”, explicou.

Luna Ravena é uma das alunas do Projeto Figueira, que oferece, em parceria com a PM, cursos de cabeleireiro e depilação para a profissionalização. Luna garante que o projeto abre portas. “Pessoas como eu vão poder mostrar a capacidade profissional. Além de sairmos da escuridão, nós estaremos aptas para entrar em lugares que antes não podíamos”.


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