Novo secretário Saúde quer menos politica na pasta e mais meritocracia

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Secretário Fábio Vilas Boas e a posse mais concorrida. Fotos: Mateus Pereira/GOVBA

O secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, assumiu o cargo nesta segunda-feira (5), em cerimônia na sede da Secretaria da Saúde (Sesab), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. Na ocasião, o novo titular da pasta afirmou que vai implantar um modelo de gestão que premia a meritocracia, com foco em metas e resultados, além de atuar no controle de gestão, ampliação e melhoria da assistência e prevenção. “Todas as ações visarão o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), que entendemos ser o maior programa de inclusão social deste país”.

Além da rigorosa disciplina orçamentária, Vilas-Boas disse que realizará o recadastramento dos cerca de 30 mil funcionários da Sesab, tanto efetivos quanto prestadores em regime de terceirização. “Em parceria com os 417 municípios, iremos propor um modelo de Consórcios Intermunicipais de Saúde, que são formas de alavancar a regionalização, ampliar os recursos e aperfeiçoar a gestão, tudo de modo compartilhado”.

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Iniciativas

Na cerimônia em que recebeu o cargo do então titular, Washington Couto, o novo secretário ainda apresentou as principais iniciativas da gestão, como a criação de indicadores de economia médica, produtividade e resolutividade; implantação do Controle Central de Estoque, por meio de ferramenta digital; instalação de telerradiologia, que consiste de centros de imagem médica avançada – ressonância magnética e tomografia computadorizada – laudados à distância, numa central localizada em Salvador; modernização das ações de prevenção das doenças crônico-degenerativas e infectocontagiosas; e o plano de contenção e eliminação do vírus da chikungunha, a ser lançado nas próximas semanas.

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Também fazem parte da lista de iniciativas a identificação de todos os leitos ociosos, a fim de proceder a reativação imediata; o fortalecimento das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais de pequeno porte; capacitação para casos de alta complexidade; desenvolvimento de programa governamental e transversal focado na anemia falciforme, que terá como ponto máximo a criação de um centro de referência; e a intensificação dos programas especiais para a gestão e a criança, como a rede cegonha, parto humanizado e prevenção de doenças congênitas.


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