Coligações se comprometem a não realizar campanha presencial em Itiruçu, Lajedo do Tabocal, Maracás e Planaltino

As coligações eleitorais formadas por partidos políticos com candidatos disputando as eleições de 2020 nos municípios de Itiruçu, Lajedo do Tabocal, Maracás e Planaltino, mantiveram a mesma decisão da reunião do dia 1º de outubro, em novo encontro realizado ontem, terça-feira (13), com o  Ministério Público estadual e se comprometeram a não realizar nenhum ato de campanha presencialmente, em respeito às normas de segurança sanitária por conta da pandemia de Covid-19.

O acordo foi firmado atendendo às recomendações expedidas pelo promotor de Justiça Eleitoral Samory Pereira Santos, durante reunião presidida por ele na Câmara de Vereadores de Maracás. O promotor de Justiça se embasou na resolução do Tribunal Regional Eleitoral e no parecer técnico da Secretaria de Saúde do estado da Bahia que tratam do assunto. Por meio do acordo, as coligações garantiram que seus candidatos não participarão ou realizarão passeatas, carreatas ou comícios, dando preferência a ações de marketing digital.

Houve a tentativa de retomarem os eventos, mas a Justiça Eleitoral não acatou e, em decisão, novamente em concordância de todas as coligações partidárias, ficou mantida a proibição já orientada anteriormente, de não haver atos de aglomerações. Apenas Lajedo Tabocal não esteve representada na reunião, que ocorre apenas com as coligações da cidade nesta quinta-feira (15), mas deve seguir a mesma decisão.

Participou do encontro o comando da Polícia Militar. Sobre o Toque de Recolher, circulou em redes sociais de Itiruçu, especialmente,  um texto relatando que foi houve um pedido da coligação do PSB de retomar o Toque de Recolher em alusão a fechar comércios, mas a coligação, em vídeo, explicou que, a solicitação foi no sentido de evitar correrias de carros e impedir atos de violência durante as madrugadas. A cidade de Itiruçu tem um histórico de durante o período eleitoral realizar, uma coligação contra a outra, a chamada fiscalização dos candidatos, com perseguições e até, como houve na eleição anterior, fechamento  de Ruas pelos simpatizantes.


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