Foto/Blog Itiruçu Online.

Foram meses de reclamações, especialmente depois das chuvas, que ajudaram a proliferar ainda mais a presença das Muriçocas nos Bairros de Itiruçu.  Os Bairros com maiores números de reclamantes continuaram  sendo o Itiruçuzinho e a Rua do Café, por sediarem as bacias de decantação do esgoto da cidade, chamadas de pinicões.

Mas, de fato, todos os Bairros relatam invasão dos pernilongos.  Após ouvir e ler diversas reclamações, a Prefeitura de Itiruçu está intensificando o ‘fumacê’ nos bairros da cidade para combater pernilongos. A passagem do carro ‘fumacê’ é uma das principais armas da prefeitura para acabar os insetos, além de ter que haver um controle diário nas bacias de decantação.

Na noite desta quinta-feira (03) foi à vez dos Bairros Roberto Di Gregório e o Santo Antonio receberam a pulverização contra os isentos. Os moradores abriram as portas e janelas para receber o herbicida. Em alguns Bairros como o José Alves Teixeira o tratamento já foi realizado, mas não diminuiu a quantidade de pernilongos, o que deve ser investigado, pois pode haver focos de proliferação como casas abandonadas, Ruas com matos em excesso, o que pode também gerar uma presença maior de pernilongos.

O efeito do inseticida dura cerca de quatro horas e na fumaça está diluído um inseticida que mata os pernilongos adultos. Para ter um melhor aproveitamento, é recomendável que os moradores deixem portas e janelas abertas durante a passagem dos agentes. A dosagem é muito segura. Ela só vai afetar os insetos, não afeta as pessoas.

Matéria Original do Itiruçu Online – Informações não têm preço!


Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.

Há 30 anos, o vírus selvagem da poliomielite paralisava cerca de 350 mil crianças em mais de 125 países todos os anos. Dados divulgados hoje (4) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que, em 2018, apenas 30 casos da doença foram notificados em dois países – Afeganistão e Paquistão. O mundo, segundo a entidade, está à beira de um sucesso sem precedentes na saúde pública: a erradicação global da doença.

“A OMS e seus parceiros da Iniciativa Global para Erradicação da Pólio se comprometem a apoiar integralmente os governos do Afeganistão e do Paquistão para combater a doença em seus últimos redutos e livrar-se dessa doença debilitante de uma vez por todas”, destacou a organização, por meio de comunicado.

De acordo com a nota, a erradicação da pólio exige altas coberturas vacinais em todo o planeta para que se consiga bloquear a transmissão de um vírus extremamente contagioso. Infelizmente, segundo a OMS, algumas crianças permanecem sem acesso às doses adequadas por motivos diversos, incluindo falta de infraestrutura, localidades remotas, migração, conflitos, insegurança e resistência à vacinação.

“A meta das equipes em solo no Afeganistão e no Paquistão é muito clara: localizar e vacinar todas as crianças antes que o vírus chegue até elas. Esses países alcançaram enorme progresso. Há 20 anos o poliovírus paralisava mais de 340 mil crianças em todo o Paquistão. Em 2018, apenas oito casos foram reportados em alguns distritos.”

A OMS destacou, entretanto, que o processo de erradicação da pólio deve ser um esforço no sentido “tudo ou nada” e que uma possível falha em acabar com esses últimos redutos poderia resultar no ressurgimento da doença, chegando a até 200 mil novos casos em todo o mundo num prazo de dez anos.

“Estamos no caminho certo para alcançar o sucesso. Um Paquistão e um Afeganistão livres da pólio significam um mundo livre da pólio”, concluiu a organização, citando que a erradicação da doença poderia economizar entre US$ 40 bilhões e US$ 50 bilhões, sendo a maioria em países de baixa renda. “E os benefícios humanitários serão sustentados para as gerações futuras: nenhuma criança jamais seria afetada novamente por essa terrível doença”. Fonte EBC.


O mosquito Aedes aegypti é responsável pela transmissão da dengue, chikungunya e zika. Com ações simples, podemos impedir que ele mude mais histórias. O perigo é para todos. O combate também.

O Ministério da saúde convoca a população brasileira a continuar, de forma permanente, com a mobilização nacional pelo combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como microcefalia e Guillain-Barré, o Aedes Aegypti.

O período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, por causa das chuvas, e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças. No entanto, a recomendação é não descuidar nenhum dia do ano e manter todas as posturas possíveis em ação para prevenir focos em qualquer época do ano.

Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito. Essa é a única forma de prevenção. Faça a sua parte. #CombateAedes


Itiruçu e região conta com os serviços do Fisioterapeuta Kleiton Trindade, especialista em Fisioterapia Ortopédica,

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A atuação  é feita por meio de técnicas eficientes e estudo aprofundado do paciente que conseguem obter respostas terapêuticas. Na área Esportiva, Trindade leva no currículo experiência de atuação em clubes profissionais.

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Pelo menos 504 municípios brasileiros registram alto índice de infestação pelo Aedes aegypti e apresentam risco de surto para doenças transmitidas pelo vetor – incluindo dengue, zika e chikungunya. Dados divulgados hoje (12) pelo Ministério da Saúde revelam que, das 5.358 cidades que realizam algum tipo de monitoramento do mosquito, 1.881 estão em situação de alerta, enquanto 2.628 apresentam índices considerados satisfatórios.

Capitais

O mapa da dengue, como é chamado o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), mostra que, das 27 capitais em todo o país, Palmas (TO), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT) e Rio Branco (AC) estão em risco de surto não apenas de dengue, mas também de zika e chikungunya.

Outras 12 capitais, de acordo com o estudo, registram situação de alerta: Manaus (AM), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), São Luís (MA), Belém (PA), Vitória (ES), Salvador (BA), Porto Velho (RO), Goiânia (GO) e Campo Grande (MS).

Já Curitiba (PR), Teresina (PI), João Pessoa (PB), Florianópolis (SC), São Paulo (SP), Macapá (AP), Maceió (AL), Fortaleza (CE) e Aracaju (SE) têm índices considerados satisfatórios. Natal (RN) e Porto Alegre (RS) fizeram a coleta de dados por armadilha – metodologia utilizada quando a infestação pelo mosquito é muito baixa ou inexistente.

Criadouros

Além de identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada município, o levantamento revela quais os principais tipos de criadouros por região. No Nordeste, por exemplo, o armazenamento de água no nível do solo (doméstico), como tonel, barril e tina, foi o principal tipo identificado.

No Sudeste, o maior número de depósitos encontrados foi em domicílio, caracterizados por vasos e frascos com água e pratos e garrafas retornáveis. Já nas regiões Centro-Oeste, Norte e Sul, predominou o lixo, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção.

Dengue

Dados do ministério apontam que, até 3 de dezembro, foram notificados 241.664 casos de dengue em todo o país – um pequeno aumento em relação ao mesmo período de 2017 (232.372 casos). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 115,9 casos para cada 100 mil habitantes.

Em relação ao número de óbitos causados pela doença, a queda é de 19,3% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, passando de 176 mortes em 2017 para 142 neste ano.

Chikungunya

No mesmo período, foram notificados 84.294 casos de chikungunya no Brasil – uma redução de 54% em relação ao mesmo período de 2017 (184.344 casos). A taxa de incidência da doença é de 40,4 casos para cada 100 mil habitantes.

Em relação ao número de óbitos, a queda é de 81,6% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, passando de 191 mortes em 2017 para 35 neste ano.

Zika

Os números mostram ainda que, até 3 de dezembro, foram notificados 8.024 casos de zika em todo o país – uma redução de 53% em relação ao mesmo período de 2017 (17.025 casos). A taxa de incidência é de 3,8 casos para cada 100 mil habitantes. Este ano, foram registrados quatro óbitos causados pelo vírus Zika. *Com informaçoes da EBC.


O Ministério da Saúde decidiu abrir as inscrições do Programa Mais Médicos aos profissionais brasileiros e estrangeiros formados no exterior (sem registro no Brasil). Os candidatos terão entre os dias 11 e 14 de dezembro para enviar documentação ao ministério e estarem aptos para validação da inscrição.

Hoje (7), às 23h59, termina a inscrição de médicos com registro no Brasil. De acordo com o ministério, são necessários 17 documentos para validar a inscrição, entre eles, o reconhecimento da instituição de ensino pela representação do país onde os profissionais obtiveram a formação. Até ontem (6), o Mais Médicos havia registrado 35.716 inscrições, preenchendo 98,6% das 8.517 vagas disponibilizadas, ou seja, 8.402 profissionais alocados.. Desse total, 3.949 médicos já se apresentaram aos municípios selecionados. Os profissionais têm até o dia 14 deste mês para apresentação nos municípios.


Durante a inauguração do Centro de Reabilitação Nice Aguiar, da Santa Casa de Jequié, o presidente da AACD, Marcelo Kheirallah, falou sobre o sucesso da parceria de 14 anos com a Fundação José Silveira (FJS) e sobre o Termo de Cooperação Técnica entre as instituições, em benefício dos pacientes do Centro de Reabilitação.

Foi inaugurado na manhã de ontem,  segunda-feira (26), na Santa Casa do município de Jequié, o Centro de Reabilitação Nice Aguiar, iniciativa da Fundação José Silveira (FJS). Lotado em uma área de 4.805 m2 viabilizada pela benemérita Nice Aguiar, por meio de doação, o Centro de Reabilitação em cooperação técnica com a Associação de deu Assistência à Criança Deficiente (AACD), tem a expectativa de realizar aproximadamente 400 atendimentos por mês, sendo o seu público alvo pessoas com deficiências, doenças ortopédicas e idosos.

O presidente da Fundação, o médico Geraldo Leite, comemorou a inauguração. “Serão cerca de 400 pacientes recebidos por mês e 1100 procedimentos também por mês. Esse centro é uma grande aquisição, não somente para Jequié, mas também para 25 municípios circunvizinhos. Mais de 500 mil habitantes serão beneficiados”, disse.

 

Dividido em duas etapas, essa primeira fase da inauguração inclui piscina, consultórios de atendimento e ginásio, além de instalações para o atendimento multidisciplinar de saúde e ações complementares. Um dos idealizadores do projeto, o deputado federal Antonio Brito (PSD), ressaltou a parceria firmada entre a AACD e a FJS, enaltecendo o novo modelo de gestão. “A Santa Casa anunciou juntamente com a AACD todo esse protocolo, inclusive de reforma e projeto foi feito com a supervisão da associação, pois eles não têm nenhum unidade na Bahia, e a partir desse primeiro protocolo não serão mais construídos diretamente, serão realizadas parcerias, onde existe capacidade de norral.

Então está será a primeira, onde a própria construção do centro passou pela supervisão da AACD. É um modelo novo, que começa pela Bahia e por Jequié”, afirmou o deputado. Já para a benemérita Nice Aguiar, responsável pela doação do terreno onde foi construído o centro de reabilitação, a população de Jequié merece saúde de qualidade.  “A entrega dessa obra social, me faz crer que os meus irmãos serão acolhido de forma amada, em uma época em que se clama por saúde. Contemplar essa obra erguida em Jequié,  traz para cada um de nós a certeza de que, verdadeiramente o povo merece o direito a vida”, concluiu.


O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (27) redução de 16% nos casos e óbitos de Aids no Brasil. O novo Boletim Epidemiológico aponta em 2012 a taxa de detecção de Aids era de 21,7 casos por cada 100 mil habitantes e, em 2017, foram 18,3; queda de 15,7%. Em 4 anos, a taxa de mortalidade da doença foi de 5,7 por 100 mil habitantes em 2014 para 4,8 óbitos em 2017; redução de 16,5%. Também caiu a transmissão do vírus HIV de mãe para filho, foi de 3,5 casos para 2 por cada 100 mil habitantes entre 2007 e 2017. A redução é de 43%.

Apesar dos dados positivos, em 2017 foram diagnosticados 42.420 novos casos de HIV e 37.791 casos de Aids. Os novos casos são registrados principalmente entre o sexo masculino. Eles representam 73% das novas ocorrências, mais de 70% estão entre os com idade entre 15 e 39 anos. Entre 2007 e 2018, foram notificados no total 247.795 casos de infecção pelo HIV no Brasil, cerca de 70% em homens. Desconsiderando os casos em gestantes, são 26 homens para cada 10 mulheres. O Ministério da Saúde aproveitou que o lançamento dos dados se aproxima do Dia Mundial de Luta Contra à Aids, em 1º de dezembro, e divulgou uma campanha para conscientizar a população. O vídeo começará a ser veiculado a partir do dia 28.

Preocupação com o tratamento

Ao apresentar o dados, o ministro Gilberto Occhi se colocou à disposição para ir ao Congresso Nacional explicar as políticas públicas da pasta. O ministro afirmou ao deputado Juscelino Filho (DEM-MA), integrante da Comissão de Seguridade Social e Família, que também compôs a mesa da coletiva de imprensa, que iria à Câmara dar explicações.

“Ou esclarecer ao Parlamento brasileiro ações do próprio governo federal, como essa luta que nós estamos tendo, para que a gente possa massificar as informações, levar esclarecimentos e ajudar cada vez mais. Queremos evitar qualquer tipo de discriminação no nosso País.” O ministro ressaltou ainda que “cada vez que se avançam nesses temas que são tão doloridos para muitas famílias, melhoramos nossa sociedade”. Há um temor de que o novo governo coloque travas nas ações contra o HIV.

Segundo o jornal O Globo, o futuro ministro Luiz Henrique Mandetta já afirmou “não acreditar na efetividade das campanhas de prevenção e educação continuada em escolas ou unidades básicas de saúde”.


A Santa Casa de Jequié, unidade da Fundação José Silveira, estará realizando na próxima segunda feira (26), às 10h30, a solenidade de inauguração do Centro de Reabilitação Nice Aguiar de Jequié, Voltada a beneficiar a população de Jequié e de municípios da região, com atendimentos gratuitos destinados a pessoas com deficiências e idosos. O Centro de Reabilitação da Santa Casa de Jequié contará com o apoio da AACD (Associação de Assistência à Criança com Deficiência), referência nacional em reabilitação, na supervisão dos atendimentos. O evento contará com a presença de municípios do Médio Rio de Contas e Vale Jiquiriçá.


Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.

Até o dia 22 de outubro, 2.425 casos de sarampo foram confirmados no Brasil, sendo 2 mil no Amazonas e 332 em Roraima. Os dois estados registram ainda um total de 7.674 casos em investigação. De acordo com o Ministério da Saúde, casos isolados da doença foram confirmados em São Paulo (3), no Rio de Janeiro (19), no Rio Grande do Sul (43), em Rondônia (2), em Pernambuco (4), no Pará (17), no Distrito Federal (1) e em Sergipe (4).

O levantamento mostra que, até o momento, 12 mortes por sarampo foram confirmadas no país, incluindo quatro em Roraima (três estrangeiros e um brasileiro), seis no Amazonas (todos brasileiros, sendo três de Manaus, dois do município de Autazes e um do município de Manacapuru) e duas no Pará (indígenas venezuelanos).

Em nota, o ministério informou que, de janeiro a outubro, encaminhou o quantitativo de 13,2 milhões de doses da vacina tríplice viral – que protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola – para os seguintes estados: Rondônia, Amazonas, Roraima, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Sergipe e o Distrito Federal. O objetivo, segundo o ministério, é atender à demanda dos serviços de rotina e a realização de ações de bloqueio, intensificação e campanha de vacinação para prevenção de novos casos da doença. EBC.