Hoje o Programa volta a tratar de saúde com um profissional que é bastante procurado nesse momento de pandemia. É importante sua participação e com ela poderá tirar suas dúvidas sobre tratamento fisioterapêuticos.

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Kleyton Trindade é:

Doutorando em Ciências da Saúde;

Mestre em Ciências da Saúde;

Especialista em Fisioterapia Esportiva pela Sociedade Nacional de Fisioterapia esportiva;

Especialista em Osteopatia e Fisioterapia Manipulativa;

Membro da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva;

Vice-presidente da Regional Bahia da Associação Brasileira de Fisioterapia Ortopédica e Traumatológica; e

Docente de graduação e pós-graduação


A cardiologista Ludhmila Hajjar afirmou à CNN que sofreu ataques e ameaças de morte depois de ser convidada para assumir o Ministério da Saúde pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ela recusou a oferta, nesta segunda-feira (15), por ‘motivos técnicos’.

“Recebi ataques, ameaças de morte que duraram a noite, tentativas de invasão em hotel que eu estava, fui agredida, [enviaram] áudio e vídeo falsos com perfis, mas estou firme aqui e vou voltar para São Paulo para continuar minha missão, que é ser médica”, disse Hajjar, em entrevista.
“Vou continuar atendendo pessoas de esquerda e de direita. Isso, talvez, para algumas pessoas muito radicais – e que estão defendendo o discurso da polarização – é algo que me diminui. Pelo contrário. Se eu fizesse isso, não seria médica, não estaria exercendo a profissão, negaria o juramento que fiz no dia que me formei na universidade de Brasília.”

Ela disse que teve que deixar o hotel onde estava hospedada, em Brasília, com cuidado porque tinha sofrido ameaças de morte, mas negou que isso tenha afetado seus planos.
“Onde estou? Aqui, falando para o Brasil. Onde estarei à tarde? Atendendo meus pacientes. Onde estarei amanhã? À disposição do Brasil. Isso [ameaças] não vai mudar o que eu eu penso, o que eu falo e o que eu acho”, afirmou.


O governo federal autorizou aumento de até 4,88% nos preços de remédios. O reajuste foi publicado na edição desta 2ª feira (15.mar.2021) do Diário Oficial da União (íntegra – 63 KB).  A portaria é assinada pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), órgão interministerial responsável pela regulação econômica do mercado de medicamentos no Brasil.

A decisão foi tomada pelo Comitê Técnico-Executivo da CMED na última 6ª feira (12.mar). A regulação é válida para mais de 19.000 medicamentos disponíveis no mercado brasileiro.

O ajuste foi realizado 15 dias antes do que é determinado por resolução (íntegra – 309 KB) da CMED. Anualmente, os preços de medicamentos são modificados em 31 de março. A resolução que autoriza o reajuste não explica a antecipação da medida. Em 31 de março do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro anunciou o adiamento por 60 dias do reajuste no preço dos medicamentos. Segundo o chefe do Executivo federal, a decisão foi tomada depois de acordo com a indústria farmacêutica em função da pandemia de covid-19.



Infectado com a Covid-19, o secretário da Saúde do Estado (Sesab), Fábio Vilas-Boas, foi internado num leito clínico do Hospital Aliança. A informação foi divulgada na noite desta sexta-feira (19) por meio de um comunicado emitido pela pasta. De acordo com a nota disponibilizada à imprensa, o quadro clínico dele é estável. No entanto, ele apresenta dessaturação de oxigênio.


O inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar se houve omissão do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no colapso da rede pública de hospitais de Manaus pode levar a uma condenação do general da ativa e até mesmo, em última análise, à sua perda de posto e patente pelo Superior Tribunal Militar (STM). Em outras palavras, na visão de especialistas ouvidos pelo Estadão, o oficial do Exército coloca em risco sua carreira militar por atos como agente político.

Pazuello prestou depoimento à Polícia Federal no início do mês para explicar a sua atuação na crise instalada na capital do Amazonas, onde dezenas de pacientes morreram asfixiados por falta de oxigênio. A suspeita é de que houve omissão da pasta no episódio. O processo tramita no Supremo porque o militar possui prerrogativa de foro perante a Corte, já que ocupa um cargo de ministro de governo. Ao determinar a abertura da investigação, no último dia 25, o ministro Ricardo Lewandowski deu um prazo de dois meses para a conclusão dos trabalhos.

Uma eventual condenação de Pazuello pela Justiça Militar, em um segundo momento, com a perda de posto e patente (uma espécie de encerramento da carreira no Exército), está diretamente ligada aos desdobramentos do inquérito contra o ministro que atualmente tramita no Supremo.

Caberá ao procurador-geral da República, Augusto Aras, verificar os indícios levantados contra Pazuello e decidir se apresenta ou não uma denúncia. A análise de uma eventual acusação ficaria sob a responsabilidade dos 11 integrantes do plenário do STF, que poderiam colocar o general no banco dos réus.


O Ministério da Saúde está incentivando os brasileiros a doarem sangue antes de serem vacinados contra a covid-19, em função do impedimento temporário para doação após o recebimento de certos tipos de vacinas. 

De acordo com informação divulgada hoje (1º) pela pasta, o período de inaptidão é necessário porque o micro-organismo da imunização, ainda que na forma atenuada, circula por um tempo determinado no sangue do doador. Em caso de pacientes imunossuprimidos, há risco de o receptor desenvolver a doença para a qual o doador foi vacinado.

O coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Roberto Firmino, disse que o intervalo se justifica porque “o modo de fabricação das vacinas pode levar riscos a um paciente que receba o sangue, tendo em vista que seu sistema imunológico já se encontra debilitado pela própria condição de saúde. Ao receber uma vacina, o organismo imediatamente desenvolve reações necessárias para que o imunizante tenha efeito, e estas reações podem levar a resultados imprecisos dos exames sorológicos ou tornar irreconhecível efeitos adversos da vacina ou alterações pós doação”, explicou.

De acordo com o tipo de vacina aplicada, a norma no Brasil determina períodos diferentes de intervalo para uma doação de sangue. Após vacinas de vírus ou bactérias inativados, toxoides ou recombinantes, o tempo previsto de inaptidão é de 48 horas. Já após vacinas de vírus ou bactérias vivos e atenuados, deve-se esperar quatro semanas para doar sangue.

O imunizante produzido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac funciona com vírus inativado, de modo que se encaixa no período de 48 horas. Já o tempo de inaptidão para as pessoas que receberem o imunizante da AstraZeneca/Oxford, produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é de quatro semanas, por se tratar de uma vacina de vetores virais.

Rodolfo Firmino destacou que a população precisa estar ciente sobre os períodos de restrição para doação de sangue após receber a vacina. “Por isso, enfatizamos a importância de os doadores fazerem suas doações antes de receberem a vacina. A doação de sangue é segura e não contraindica a vacinação, podendo, inclusive, receber a vacina logo em seguida à doação”, afirmou Firmino.

Queda de doadores


Apesar de o Ministério da Saúde ter demonstrado ser favorável à distribuição gratuita das vacinas contra a covid-19, a decisão ainda não foi protocolada. Por isso, diversas entidades e gestores vem se posicionando no sentido de garantir que toda a população seja vacinada de forma democrática. O secretário estadual da saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, é uma das autoridades que contra a venda das vacinas para laboratórios privados. De acordo com ele, essa situação geraria um “genocídio dos mais pobres” e um aumento expressivo dos valores das vacinas.


Por conta das aglomerações causadas pelas festividades deste fim de ano na Bahia, mesmo com a atuação da Polícia Militar para coibir os eventos, o número de casos de Covid-19 deve aumentar no Estado pelos próximos quinze dias, de acordo com o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas.

Segundo o titular da Sesab, Salvador está com ocupação de 83% nos leitos UTI Covid-19 e a tendência é que o número de casos diários aumente.

“Fizemos o que foi possível. A polícia fechou centenas de festas durante as festas de fim de ano, mas isso não foi suficiente para conter as milhares de aglomerações que aconteceram e as consequências virão nos próximos 15 dias. Deveremos ter ao longo das próximas semanas o aumento natural dos casos que ficaram represados, já que as equipes do interior entraram em recesso e muitas não notificaram os casos, além daqueles que são consequências das aglomerações”, explica.

Além dos leitos reabertos nas últimas semanas, Salvador conta com uma “carta na manga”, representada pelo hospital de campanha da Arena Fonte Nova, de acordo com Vilas-Boas. O gestor afirmou que, caso seja necessário, o hospital pode ser reativado.

“Caso venha a acontecer um aumento desproporcional, temos a possibilidade de reabrir a unidade. Não acredito que será necessário por conta de todos os leitos que estamos mobilizando, mas estamos prontos caso seja preciso”, pondera.


Com a água presta desde a última sexta-feira (25), moradores de diversos Bairros de Itiruçu denunciaram ao Itiruçu Online que estão sem poder utilizar a água fornecida pela Embasa. De acordo com relatos de internautas, a água suja continuou caído na manhã deste domingo (27) em algumas localidades suja e sem condições de uso.

-“Foi o presente natalino para os clientes que a Embasa mais uma vez nos deu. Se fosse a primeira vez que esses absurdos, falta de respeito, mas não é. Falta de compromisso com a saúde das pessoas dessa empresa irresponsável num momento em que todos lutam contra um vírus perigoso temos que ficar lidando com água suja e limpando tanques. Nesse momento toda sociedade precisa de respeito e atenção, principalmente ter água de qualidade em casa “- comentou um dos internautas”.

Os vídeos viralizaram nas redes sociais e reclamações foram lidas em perfis de pessoas em variados Bairros da cidade. A Embasa, até então, não emitiu nota sobre o assunto para que, em respeito aos consumidores, soubessem o motivo de a água suja ter sido distribuída para as residências.

“Não é suco de beterraba, é água da Embasa”, disse uma moradora ao postar o vídeo da água caindo na torneira com cor de ferrugem em sua residência. Assista videos abaixo: 


Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 4.876 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +1,1%) e 4.066 recuperados (+1,0%). Dos 436.662 casos confirmados desde o início da pandemia, 416.121 já são considerados recuperados,12.010 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (23,69%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (9.711,34), Aiquara (7.107,51), Itabuna (7.105,24), Conceição do Coité (7.043,78), Madre de Deus.

boletim epidemiológico contabiliza ainda 830.481 casos descartados e 119.206 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (10/12).

Na Bahia, 33.791 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 29 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 8.531, representando uma letalidade de 1,95%. Dentre os óbitos, 56,36% ocorreram no sexo masculino e 43,64% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,68% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,37%, preta com 14,88%, amarela com 0,69%, indígena com 0,13% e não há informação em 11,25% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,57%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,67%).