Considerado o alimento mais completo para os bebês, o leite materno sacia a fome, contribui para a melhora nutricional, reduz a chance de obesidade, hipertensão e diabetes, diminui os riscos de infecções e alergias, além de provocar um efeito positivo na inteligência e no vínculo entre mãe e bebê.

O leite materno é repleto de anticorpos, fundamentais para a saúde e a resistência do bebê a doenças, por isso é fundamental que a criança o receba como única fonte de alimento até os seis meses. Especialistas, no entanto, sugerem que ele deve continuar até os dois anos ou mais, ou seja, não há limite de idade para a amamentação.

A importância da amamentação para o pleno desenvolvimento das crianças é tema da campanha Agosto Dourado, criada em 1992 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O Agosto Dourado simboliza a luta pelo incentivo à amamentação – a cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite materno. De acordo com a OMS e o Unicef, cerca de 6 milhões de vidas são salvas anualmente por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de idade.

O Ministério da Saúde mantém este mês a campanha “Todos pela amamentação. É proteção para a vida inteira”. O evento ocorre anualmente em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Os benefícios do aleitamento materno são inúmeros, no entanto, segundo a OMS, apenas 39% dos bebês brasileiros são amamentados com exclusividade até os cinco meses de vida. Importante continuar a leitura – CLIQUE AQUI.


Quebras de sigilo telefônicos entregues à CPI da Covid mostra que a secretária da Gestão do Trabalho e da Educação do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, manteve contato durante a pandemia com membros de fora do governo que defendiam tratamento sem eficácia contra a doença. A CPI da Covid pretende votar nesta terça-feira (3) requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) que aprova a apresentação de pedido judicial para que Mayra seja afastada do cargo.

A Associação Médicos Pela Vida atua em defesa do chamado tratamento precoce contra a Covid-19, tese sem respaldo na comunidade científica. As ligações que a Folha teve acesso foram trocadas entre abril de 2020 e junho de 2021. Somente com Eduardo de Freitas Leite, um dos coordenadores da associação, foram 57 ligações.

Entre elas, cinco ocorreram em 8 de setembro do ano passado, data em que o grupo se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro. Foi nesse evento que o virologista Paolo Zanotto deu a sugestão de criar uma espécie de “gabinete das sombras” para tratar da resposta oficial à pandemia. O cirurgião-geral já fez diversas lives defendendo o tratamento precoce e colocando em xeque a qualidade da vacina. Segundo ele, elas “podem resultar em mais efeitos danosos do que em benefícios”.

Conhecida como capitã cloroquina, Mayra também trocou cinco ligações com a médica Patricia Del Pilar Suarez Sicchar. Ela disponibiliza seu contato no site da associação para pessoas que querem realizar consulta contra a Covid.

A médica informou à reportagem que pertence ao Sindicato dos Médicos do Amazonas e teve contato com Mayra Pinheiro para reportar sobre a saúde do Amazonas. As quatro primeiras ligações foram trocadas nos dias 4 e 5 de janeiro, dias antes do sistema de saúde entrar em colapso e pessoas morrerem por falta de oxigênio em Manaus.


A partir deste último  domingo (1º), o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) oferecerá uma programação especial aos seus trabalhadores e pacientes em atenção à campanha Agosto Dourado. Mundialmente, esse é o mês dedicado ao incentivo do aleitamento materno – isso porque o leite humano é o alimento padrão ouro para o recém-nascido.

Em consonância com a Semana Mundial de Aleitamento Materno (Smam), que, neste ano, abordará o tema ‘Proteger a amamentação: uma responsabilidade de todos’, a equipe multidisciplinar da ala neonatal do HGRS promoverá atividades para aumentar a conscientização e estimular ações relacionadas ao aleitamento materno na unidade. A agenda conta com quiz de amamentação, sarau musical, rodas de conversa, jogo da memória e recital de cordel, entre outros.

Com isso, os profissionais da unidade pretendem comemorar a Smam e intensificar as práticas de incentivo ao aleitamento materno no hospital, conforme conta a enfermeira Ana Carolina Meireles, que atua no Banco de Leite Humano do HGRS. “A amamentação é indicada para crianças de até dois anos ou mais e para bebês exclusivamente até os seis meses. O leite materno é o melhor e mais completo alimento que o bebê pode receber, considerado padrão ouro pela sua qualidade”, lembra.

De acordo com ela, a rede de apoio tem papel fundamental no início e na continuidade da amamentação. “Quando falamos em rede de apoio, não estamos nos referindo apenas à família da mulher que amamenta. Estamos falando de toda a rede que, de alguma forma, protege essa mulher para que ela e seu bebê exerçam esse direito. Incluímos aqui as leis que regulamentam a venda de substitutos do leite, as leis trabalhistas que garantem a licença-maternidade e paternidade, os profissionais de saúde que oferecem suporte técnico para essa família, a comunidade onde está inserida essa mulher. Enfim, todos somos responsáveis pela proteção ao aleitamento materno. Se você pode, amamente seu filho. Se você conhece alguém que amamenta, ofereça apoio e incentivo”, completa Carolina.


 

A CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) é um procedimento endoscópico avançado que, através da endoscopia digestiva alta (EDA), permite diagnosticar e tratar patologias do sistema biliar e pancreático. Sua principal indicação é no tratamento de coledocolitíase, cálculo biliar no interior dos ductos biliares. Realizada com o emprego de um endoscópio específico que permite a introdução de um cateter pelo orifício de abertura desses canais no intestino. Através deste cateter injeta-se contraste nas vias biliares, permitindo a avaliação radiológica da anatomia local.

Essa é mais uma conquista pra Jequié e região!
A colangiopancreatografia retrógrada endoscópica ou CPRE, já um serviço realizado pelo HGPV, realizado pela Dra Sâmara Martins, cirugiã e endoscopista, a nova integrante da família HGPV, veio para somar e fazer a diferença!

Os diretores Ana Paula Carmargo e Neffison sempre com apoio do Governo do Estado, seguem trabalhando ativamente na inclusão e expansão de novos serviços e procedimentos, sempre pensando em melhoria e qualidade de vida para os pacientes de nossa Região. Vem muita coisa boa por aí, aguardem!


A próxima terça-feira (27) é o Dia Mundial de Prevenção do Câncer de Cabeça e Pescoço e ponto alto da campanha Julho Verde, de conscientização da sociedade sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce da doença.

Realizada anualmente ao longo do mês de julho, a campanha deste ano tem como slogan Desperte a Esperança, Venha para o Julho Verde. A iniciativa é promovida pela Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG Brasil), em parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) e apoio da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF).

Campanha Julho Verde

A ação deste ano conta com uma programação voltada ao público em geral, incluindo lives (transmissões ao vivo) e conteúdos relevantes sobre prevenção, diagnóstico, tratamento e reabilitação. A mobilização pode ser vista pelos canais oficiais da campanha no Instagram e Facebook @acbgbrasil até 31 de julho.

A mensagem da campanha visa conscientizar a população sobre a importância do autocuidado e atenção aos primeiros sinais e sintomas da doença para obtenção de um diagnóstico precoce, ampliando as taxas de cura com menos sequelas.

Anualmente, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) registra cerca de 40 mil novos casos de cânceres de cabeça e pescoço, denominação genérica de tumores que se originam em regiões das vias aéreo-digestivas, como boca, língua, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe e seios paranasais.

Fatores de risco

O tabagismo é o principal fator de risco para doença, explica o professor Carlos Takahiro Chone, médico otorrinolaringologista e coordenador do Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial (ABORL-CCF).


9 a cada 10 pacientes com a condição dolorosa não precisam de cirurgia, alerta o Dr. Marcelo Valadares, neurocirurgião da UNICAMP; procedimentos invasivos não devem ser a primeira opção. Muito se fala sobre a hérnia de disco, uma doença relativamente comum no país: segundo o IBGE, mais de 5,4 milhões de brasileiros são afetados. Apesar de ser conhecida, ela é também uma doença que gera muitas dúvidas, principalmente sobre as formas de tratamento. Será que os pacientes realmente precisam de intervenções invasivas?

Segundo o Dr. Marcelo Valadares, médico neurocirurgião da Disciplina de Neurocirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp e do Hospital Albert Einstein, nem todo paciente com hérnia de disco precisa de uma cirurgia de coluna. “Este é um dos problemas mais comuns no consultório. O papel da cirurgia para quem tem hérnia de disco, na verdade, é muito pequeno. A maioria dos pacientes melhoram da dor apenas com medidas paliativas, como o uso de medicamentos”, diz.

O especialista explica que cerca de 9 a cada 10 pacientes com dores causada por hérnias de disco não precisam de cirurgia. “O bom cirurgião sempre leva a intensidade da dor do paciente em conta, há quanto tempo ele está sofrendo com o problema e, também, como a dor interfere em suas atividades diárias”, afirma o médico. “Se os sintomas forem leves e tiverem curta duração, o tratamento jamais será cirúrgico. “O organismo é sábio e capaz de corrigir alterações sozinho, ou com um pequeno auxílio. Em determinados casos, somente a fisioterapia ou uma infiltração são necessários”, complementa o neurocirurgião.

Nos casos cirúrgicos, que são exceções, o Dr. Valadares reforça: se o paciente for bem tratado e bem indicado, provavelmente terá grandes chances de resolver seu problema definitivamente com a cirurgia. “Raramente a cirurgia será a primeira opção. Quando isso acontece, é extremamente raro e relacionado a alterações neurológicas graves. É possível que tentemos tratamentos mais simples antes. Entretanto, quando o problema persiste e a pessoa está, por exemplo, há meses ou até mesmo anos sofrendo com dor, o caso será reavaliado”, retifica.


Escola Paulina Alves transformada em Unidade de Atendimento ainda não funciona. Foto/Blog Itiruçu Online.

As principais reclamações no primeiro ano do segundo mandato no governo Lorenna Di Gregorio têm sido à saúde. Todos os dias são inúmeras as reclamações no Programa Giro Total e ao IO, relatados por quem sofre com o poder púbico.

No Povoado Vitória, uma Escola transformada em extensão da Unidade de Saúde da Família Geraldo Cerqueira ainda não recebe atendimento médico para atender à comunidade, o que foi uma proposta desde o ano passado anterior as eleições. Moradores precisam andar 4km para ter acesso ao atendimento médico. Por alguns anos o atendimento chegava à comunidade através da Unidade Móvel.

Com a pandemia da covid-19 garantir atendimento médico ao cidadão de forma precisa é ainda maior e, sobretudo, facilitar o acesso rápido. No município, Vitória, Baixa do Meio e Teixeira são atendidos pelo médico da Unidade Geraldo Cerqueira, no Feto.

A Política Nacional de Atenção Básica que estabelece a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família, garante aos municípios salários para médicos nos PSF diariamente. Não existe a possibilidade de uma Unidade de Saúde ficar sem médico durante o ano.

Como é de praxe, todos que ficam ao lado da comunidade ou se posicionam cobrando ações do governo municipal sofrem deboches e ofensas, mas se for o preço por mostrar à realidade, é válido.


O Instituto de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti (Hemorio), vinculado à Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), inicia nesta semana a coleta de plasma (parte líquida do sangue) de doadores que tenham recebido as duas doses de vacina contra a covid-19, há pelo menos 14 dias.

O plasma coletado será usado em estudo inédito denominado Immuneshar, que vai testar uma nova opção de tratamento contra o novo coronavírus. O material será aplicado em pacientes maiores de 40 anos com covid-19 e que estejam na fase inicial da doença, disse hoje (24) à Agência Brasil o diretor do Hemorio, Luiz Amorim.

O estudo será feito em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), SES-RJ, Hospital Virvi Ramos (RS), Secretaria Municipal de Saúde de Caxias do Sul e Universidade Feevale (RS).

Essa é a primeira pesquisa multicêntrica do país a utilizar o plasma doado por pessoas com o esquema vacinal completo, para tratar pacientes no estágio inicial da doença.

 O projeto tem financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

Esperança

De acordo com o Hemorio, a técnica de usar o plasma convalescente, também chamado plasma hiperimune, foi adotada durante a epidemia da Gripe Espanhola, em 1918 e, segundo os pesquisadores, pode ser uma esperança para o tratamento do novo coronavírus, principalmente nos casos leves e moderados. Eles acreditam que como a vacina produz um tipo específico de anticorpo, em tese mais eficiente no combate ao vírus, o tratamento com o plasma pode reduzir as taxas de internação dos pacientes.

Luiz Amorim informou que serão tratados 380 pacientes, maiores de 40 anos de idade, atendidos em unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da rede de saúde do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, que tenham confirmado a infecção pelo novo coronavírus, que estejam no máximo no terceiro dia de sintomas, sem necessidade de internação hospitalar e que concordem em participar da pesquisa.


Uma equipe multidisciplinar formada por profissionais do Hospital Ana Nery e da Maternidade de Referência Professor José Maria de Magalhães Netto realizou, na última terça-feira (4), uma cirurgia para separação de bebês siameses. Essa é a primeira vez que um procedimento desse tipo é realizado por uma equipe totalmente baiana.

De acordo com a subsecretária da Saúde da Bahia, a médica neonatologista Tereza Paim, o nascimento de gêmeos siameses é uma ocorrência rara. “Ocorre em um para cada 100 mil nascimentos. A realização da cirurgia se deu por uma equipe 100% baiana, todos envidando esforços para que o procedimento fosse um sucesso”, afirma.

Os bebês Nathan e Nathanael nasceram prematuros em dezembro de 2020, na Maternidade de Referência, interligados pelo tórax e abdômen. Os dois apresentavam ainda cardiopatias congênitas, sendo um dos casos de alta complexidade. Apesar de ter sido um procedimento bem sucedido, o bebê com quadro mais grave da doença não sobreviveu após uma parada cardiorrespiratória.

“Eles estavam sob ventilação mecânica e drogas vasoativas desde o primeiro dia, para mantê-los vivos diante da grave cardiopatia. Os bebês dividiam o fígado e um circuito vascular importante”, detalha a cirurgiã Célia Britto, responsável pelo procedimento.

Segundo a médica, que já havia realizado anteriormente outras duas cirurgias para separação de siameses, cerca de 50 profissionais de saúde se dedicaram a estudar o caso para preparação do procedimento durante os últimos quatro meses. Participaram da cirurgia oito profissionais da Cirurgia Pediátrica; três na equipe cardíaca, coordenados pela cirurgiã cardíaca Nádia Krachete; o cirurgião hepático André Aleluia; quatro anestesistas; além do suporte da enfermagem e técnicos.

“Essa é uma cirurgia que necessita de uma equipe multidisciplinar entrosada. Dividir conhecimento e experiência de uma equipe multidisciplinar em prol de um tratamento médico é muito gratificante”, acrescenta Célia Britto.


A prática de exercícios físicos não só torna a vida mais saudável, como também mais prazerosa. Com esse propósito, a Cross Experience tem desempenhado um papel importante, quando o assunto é atividade física com qualidade e métodos alternativos.

Será Inaugurada no sábado, dia 08/05, na cidade de Jaguaquara, a franquia fitness coordenada pelo Educador Físico Jerry Adriano, especialista na área, com  sociedade de Alan Luiz.

Através de uma metodologia americana adaptada para o Brasil, a Cross Experience proporciona aos alunos a oportunidade de atingir ótimos resultados através de treinos combinando exercícios aeróbicos e que exigem força, em uma aula dinâmica, motivacional e com segurança.

Cross Training

Localizada na Rua Rodolfo Santos, 518, Centro, na subida para o Bairro Ceará, a unidade não conta com aparelhos convencionais de academias e desponta como a única na cidade a oferecer o Cross Training. Para quem não conhece, o Cross Training é um programa de condicionamento físico que proporciona aos seus praticantes a capacidade de trabalhar com um ótimo rendimento, utilizando movimentos funcionais com técnicas de atletismo e de ginástica, inovando o conceito fitness diferente das academias convencionais

Veja abaixo o convite para você:

Acabou a espera, chegou a hora da grande Inauguração da Cross Experience Jaguaquara. Sábado, dia 08/05 às 16h, Jaguaquara vai conhecer a maior plataforma de Cross Training da América Latina, com 557 unidades espalhadas por todo o Brasil!
VENHA PRONTO (A) PARA TREINAR!
Quer participar da nossa aula inaugural? Chama no direct e aproveita a oferta especial de pré-inauguração.
Te encontro lá!
Faz o X e vem!