A vacina da Moderna contra o HIV que usa a tecnologia mRNA começou a ser aplicada nesta 5ª feira (27.jan.2022), anunciou a farmacêutica. Um grupo de 56 voluntários vai fazer parte da fase 1 dos testes.

O imunizante é desenvolvido por meio de uma parceria com a Iavi (Iniciativa Internacional pela Vacina da Aids) e o Scripps Research Institute, nos Estados Unidos. A busca por uma vacina contra o HIV tem sido longa e desafiadora, e ter novas ferramentas em termos de imunógenos pode ser a chave para um rápido progresso em direção a uma vacina eficaz e urgente contra o HIV”, diz Mark Feinberg, presidente e CEO da Iavi.

A vacina experimental é baseada na tecnologia de RNA mensageiro, a mesma que a Modera usa em sua vacina contra a covid-19. O produto estimula as células B do sistema imunológico a gerar anticorpos bnAbs, capazes de neutralizar o HIV. Essas células de defesa têm como alvo a glicoproteína do envelope do vírus, que guarda seu material genético.


De 1º de novembro de 2021 até 18 de janeiro deste ano, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) registrou 2.184 casos de Influenza A, do tipo H3N2, distribuídos em 193 municípios. Deste total, 1.104 (50,54%) são residentes em Salvador. Vale ressaltar que se trata de uma amostragem de casos de Síndrome Gripal (SG), pois nem todas as amostras coletadas são testadas para Influenza.

De acordo com a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia, dos 2.184 casos, 454 evoluíram para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e necessitaram de internação, com 100 pacientes evoluindo a óbito, o que caracteriza uma letalidade de 22,02%. Os óbitos foram registrados nos municípios de Salvador (58), Feira de Santana (6), Teixeira de Freitas (6), Canavieiras (2), Ilhéus (2), Mulungu do Morro (2), Jequié (2), São Sebastião do Passé (2), Simões Filho (2) , Valença (02) e 01 óbito para cada um dos seguintes municípios: Mairi, Cabaceiras do Paraguaçu, Camaçari, Candeias, Catu, Guanambi, Itagimirim, Ituberá, Laje, Maragogipe, Nazaré, Pojuca, Ribeira do Pombal, Sapeaçu, Tanquinho, Urandi e Jequiriçá.

Do total de óbitos, 50 (50 %) ocorreram no sexo feminino e 50 (50%) no sexo masculino. A maioria ocorreu na faixa etária acima de 80 anos (53 óbitos; 53%). Os outros ocorreram nas faixas de 70 a 79 anos (17 óbitos), 60 a 69 anos (9 ), 50 a 59 anos (10), 40 a 49 anos (6), 30 a 39 anos (3) e 10 a 14 anos (2). Sobre o óbito registrado anteriormente em criança de 4 anos, após revisão da causa básica de morte, foi reclassificado para óbitos por outras causas.

Quanto aos antecedentes vacinais, observou-se que apenas dez (10) casos que evoluíram a óbito foram vacinados contra Influenza . No que se refere ao tratamento com antiviral, 31 (31%) utilizaram o oseltamivir (Tamiflu). Verificou-se a presença de comorbidades e/ou condições de risco para agravamento da doença em 78 (78%) óbitos.

Dados Flurona

O Laboratório Central de Saúde da Pública da Bahia e a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Sesab confirmaram 23 casos de infecção simultânea dos vírus da Influenza e Covid-19, denominada Flurona, notificados nos seguintes municípios: Alagoinhas (02), Camaçari (01), Feira de Santana (02), Juazeiro (01), Lauro de Freitas (01), Muniz Ferreira (01), Mutuípe (01), Salvador (13), Vitória da Conquista (01). São dez (10) pacientes do sexo masculino e treze (13) do sexo feminino, com idades entre 8 e 91 anos.

Medidas de prevenção

Enquanto a vacina Influenza da campanha de 2022 está em fase de produção, a população pode e deve adotar as seguintes medidas de precaução: utilizar máscara e álcool em gel; lavar as mãos várias vezes ao dia, principalmente antes de consumir alimentos; evitar tocar a face e mucosas de olhos, nariz e boca; cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; manter os ambientes bem ventilados; evitar contato próximo com pessoas que apresentem sintomas de gripe; evitar aglomerações e ambientes fechados; e adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos.


A falência ovariana precoce (FOP), também conhecida como insuficiência ovariana primária (IOP) é definida por amenorreia por um período de 4 a 6 meses. Ou seja, ela está diretamente associada à ausência de menstruação. Pode ocorrer como um caminho natural da vida das mulheres, que normalmente a partir dos 50 anos deixam de menstruar, mas pode vir mais cedo… e é aí que está o problema. “Se a FOP for identificada em mulheres na faixa dos 50, é relativamente esperado. O grande problema é que ela tem sido mais diagnosticada em jovens e a preocupação, nesses casos, é enorme”, explica o médico do IVI Salvador, Dr. Fábio Vilela.

A incidência da falência ovariana precoce (FOP) é de cerca de 1:1.000 antes dos 30 anos, 1:250 em torno dos 35 anos e de 1:100 aos 40 anos. Representa entre 10 e 28% dos casos de amenorreia primária, entre 4 e18% dos quadros de amenorreia secundária e de 2 a 3% das situações de infertilidade feminina. A falência esporádica é a forma mais comum. Porém, em cerca de 5% dos casos, observa-se uma história familiar positiva, o que sugere uma predisposição genética para essa patologia.

O quadro clínico é caracterizado pela ausência de menstruação. Neste caso, geralmente é precedida por um período de irregularidade menstrual e flutuações das gonadotrofinas, tendo uma apresentação muito complexa. Muitas vezes o primeiro sinal é uma resposta inadequada à estimulação ovariana ou exames que mostrem uma reserva ovariana baixa. Para essas pacientes, a chance de FOP é cerca de quatro vezes maior e, portanto, elas devem ser alertadas sobre os riscos futuros de sua vida reprodutiva.


A falência ovariana precoce (FOP), também conhecida como insuficiência ovariana primária (IOP) é definida por amenorreia por um período de 4 a 6 meses. Ou seja, ela está diretamente associada à ausência de menstruação. Pode ocorrer como um caminho natural da vida das mulheres, que normalmente a partir dos 50 anos deixam de menstruar, mas pode vir mais cedo… e é aí que está o problema. “Se a FOP for identificada em mulheres na faixa dos 50, é relativamente esperado. O grande problema é que ela tem sido mais diagnosticada em jovens e a preocupação, nesses casos, é enorme”, explica o médico do IVI Salvador, Dr. Fábio Vilela.

A incidência da falência ovariana precoce (FOP) é de cerca de 1:1.000 antes dos 30 anos, 1:250 em torno dos 35 anos e de 1:100 aos 40 anos. Representa entre 10 e 28% dos casos de amenorreia primária, entre 4 e18% dos quadros de amenorreia secundária e de 2 a 3% das situações de infertilidade feminina. A falência esporádica é a forma mais comum. Porém, em cerca de 5% dos casos, observa-se uma história familiar positiva, o que sugere uma predisposição genética para essa patologia.

O quadro clínico é caracterizado pela ausência de menstruação. Neste caso, geralmente é precedida por um período de irregularidade menstrual e flutuações das gonadotrofinas, tendo uma apresentação muito complexa. Muitas vezes o primeiro sinal é uma resposta inadequada à estimulação ovariana ou exames que mostrem uma reserva ovariana baixa. Para essas pacientes, a chance de FOP é cerca de quatro vezes maior e, portanto, elas devem ser alertadas sobre os riscos futuros de sua vida reprodutiva.

Os sintomas costumam ser intensos, tanto vasomotores (sudorese e ondas de calor), como atrofia vaginal e cutânea, consequentes do hipoestrogenismo. Podem ainda apresentar insônia, irritabilidade, cefaleia, instabilidade emocional e depressão, levando a grande comprometimento da qualidade de vida.


Jornalista da filiada do SBT em Minas Gerais foi socorrido por equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros Rafael Silva, apresentador da TV Alterosa, filiada da SBT em Minas Gerais, teve um mal súbito e desmaiou ao vivo durante a apresentação do Alterosa Alerta, nesta segunda-feira (03). O jornalista foi socorrido por equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros do município de Varginha e levado para o Hospital Humanitas.

Momentos antes do desmaio, Rafael apresentava o telejornal de meio-dia com a empolgação característica do programa, mas, de repente, acabou ficando tonto e caindo para trás. As câmeras cortaram a cena logo em seguida, mas foi possível ver o momento de susto.


O Hospital Geral Prado Valadares, referência em acolhimento e captação de córneas no interior da Bahia, realizou nessa segunda-feira (03), a primeira captação de múltiplos órgãos do ano, foram captados 05 órgãos (sendo 01 fígado, 02 córneas e 02 rins) destes, 04 órgãos foram compatíveis à pacientes da Bahia e 01 órgão seguiu para o estado de Minas Gerais.

Após o diagnóstico de Morte Encefálica a equipe CIHDOTT HGPV acolheu a família que já estava sensibilizada para a causa da doação de órgãos, visto que o doador verbalizou seu desejo em doar os órgãos em vida. É importante destacar que a doação só acontece após o SIM da família doadora, que é quem responde pelo paciente doador, portanto vale ressaltar a importância de dizer em vida o seu desejo, pois assim a família poderá realiza-lo. Foram cinco vidas que serão transformadas pela ação linda do doar.
Destaque no serviço de acolhimento familiar e doação de órgãos, sendo um dos poucos hospitais do estado que mantém profissionais com carga horária exclusiva para atuar na CIHDOTT, o HGPV tem registrado um crescimento expressivo em número de doações, possibilitando com seu trabalho qualidade de vida a muitos pacientes que aguardam em fila de transplantes.

O Hospital Geral Prado Valadares, agradece a família doadora por tão belo ato de amor, mesmo em meio à dor, disseram sim a doação de órgãos e valorizaram o último pedido do doador, oportunizando qualidade de vida para os receptores que esperam na fila de transplantes. A vida não termina aqui, ela pode continuar em outra vida!

Doar órgãos é um ato humanitário! Seja um doador, avise sua família, daqui só se leva amor!

Fonte: Ascom HGPV


O Hospital Geral Prado Valadares, referência em acolhimento e captação de córneas no interior da Bahia, realizou na quarta-feira (29), a última captação de múltiplos órgãos do ano, foram captados 06 órgãos (sendo 01 coração, 01 fígado, 02 córneas e 02 rins) destes, 05 órgãos foram compatíveis à pacientes da Bahia 01 órgão seguiu para o estado do Rio de Janeiro. Na somatória de todo o ano de 2021 a CIHDOTT HGPV (Comissão Intra-Hospitalar para Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes) realizou sete (07) captações de múltiplos órgãos beneficiando 36 pessoas e 47 captações de córneas podendo beneficiar até 94 pessoas.

A doação só é possível graças ao empenho da equipe CIHDOTT HGPV, que após o diagnóstico da morte encefálica ou morte de coração parado, acolhem a família e a sensibilizam para a causa da doação de órgãos ou córneas. É importante destacar que durante todo o processo de captação, as famílias são acompanhadas por uma equipe multiprofissional composta de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos e assistentes sociais.

Segundo a Central de Transplantes da Bahia, nos últimos anos, o Hospital Geral Prado Valadares tem sido destaque no serviço de acolhimento familiar e doação de órgãos. Sendo um dos poucos hospitais do estado que mantém profissionais com carga horária exclusiva para atuar na CIHDOTT. E tem registrado um crescimento expressivo em número de doações, possibilitando com seu trabalho qualidade de vida a muitos pacientes que aguardam em fila de transplantes.

“O Hospital Geral Prado Valadares agradece a família do doador por tão belo ato de amor, mesmo em meio à dor, disseram sim a doação de órgãos, oportunizando qualidade de vida para os receptores que esperam na fila de transplantes. Quero estender nossa gratidão ao Governo do Estado e a Secretaria de Saúde da Bahia por todo suporte para que nosso HPGV avance e faça a diferença nos serviços de saúde de Jequié e região” finalizou a Diretora Ana Paula Camargo.

Doar órgãos é um ato humanitário! Seja um doador, avise sua família, daqui só se leva amor! Fonte: Ascom HGPV

 


As fortes chuvas que atingem o município vêm deixando um cenário de ruas e casas alagadas, além de centenas de pessoas desalojadas e desabrigadas. As águas das chuvas também trouxeram riscos para a saúde da população atingida e a Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Saúde, alerta para as doenças de veiculação hídrica, que podem ocorrer quando a pessoa tem contato com a água contaminada.

De acordo com a diretora do Departamento de Vigilância Sanitária e Ambiental, da Secretaria de Saúde, Aneilda Gomes Silva, as águas que inundaram as cidades podem veicular uma série de agentes infecciosos. Dentre as doenças transmitidas por água contaminada se destacam a Hepatite A e B, Leptospirose, Tétano e ainda podem causar Diarreia. Além disso, essas águas podem transportar animais peçonhentos e aumentar o risco para a reprodução do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela. O contato com águas acumuladas nas proximidades de postos de gasolina, cemitérios e locais de escoamento de esgoto tendem a gerar grandes riscos para transmissão das doenças já citadas, além de intoxicações.

Segundo a diretora da Vigilância Epidemiológica, Francielle Cardoso Ribeiro, também existe preocupação com aumento da incidência de síndromes gripais e, com isso, a possibilidade de aumento de casos positivos da Covid-19 ou da contaminação dos moradores pela gripe Influenza H3N2, cujos sintomas podem ser confundidos. Como forma de combate preventivo, as pessoas não devem relaxar as medidas de proteção para doenças respiratórias, manter o uso de máscaras, evitar aglomerações, além da higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel. Dúvidas ou orientações sobre as síndromes gripais, acione o Disque Covid, nos números (73) 98866-2779 / (73) 98866-2164 / (73) 98866-3541. Ascom Jequié.


O surto de gripe em Salvador começou a lotar as emergências dos hospitais privados. Mesmo com plano de saúde, a demora por atendimento pode chegar até quatro horas, a depender da gravidade do quadro, de acordo com o presidente da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia (Asheb), Mauro Adan. Segundo ele, o volume de pacientes dobrou nas últimas duas semanas na capital baiana.

No Hospital Aeroporto, esse aumento foi mais de 500%. No Hospital da Bahia, chegou a quadruplicar, e, no Cárdio Pulmonar, da Rede D’or, cresceu 70%, só de pacientes com síndrome respiratória grave. Por conta disso, a unidade criou uma ala específica para tratar pacientes com influenza, como fizeram com a covid-19. Além disso, as unidades particulares tiveram que remanejar equipes para o setor de urgência e emergência e contratar mais médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem a fim de suprir a demanda.

A emergência do Santa Izabel, que atende, diariamente, em torno de 140 a 150 pacientes, recebeu 279 por dia na última semana – um aumento de mais de 80%. No Hospital da Bahia, até a primeira semana dezembro, havia uma média de 35 fichas abertas no setor de fluxo respiratório e 110 fichas no total, na emergência. A partir da semana passada, esses números passaram a ser entre 100 e 140, e 200 a 250. Para se adequar à demanda, houve um aumento não só da equipe médica, mas também na recepção, segurança e logística operacional.

A advogada Ylissa Morais, 32, e o noivo, o médico veterinário João Gabriel Mascarenhas, 34, que estava com sintomas gripais, tiveram que rodar três hospitais privados de Salvador na terça-feira (14). O casal foi, primeiro no Jorge Valente, na Garibaldi. “Estava tão cheio que tinha gente do lado de fora, em pé, na rampa”, conta Mascarenhas. Depois, eles seguiram para o Hospital Português, na Graça. Foram 40 minutos só para achar uma vaga de estacionamento e descobrir que a unidade não aceitava mais o plano de saúde dele, o Sul America.


A região sul da Bahia agora possui serviços de referência em cirurgia pediátrica e parto de alto risco no Hospital Materno-Infantil Joaquim Sampaio, em Ilhéus. A unidade foi inaugurada pelo governador Rui Costa, após um investimento de aproximadamente R$ 40 milhões, entre obras e equipamentos. Com 105 leitos de internação, sendo 10 de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal e 25 de semi-intensiva, o hospital tem capacidade para atender urgências e emergências de toda a região. Durante a viagem, o governador também autorizou o início das obras de construção da nova via de acesso entre Ilhéus e Itabuna.
“Com muito orgulho, hoje entregamos mais uma unidade de saúde. Já havíamos entregue, alguns anos atrás, o Hospital Regional Costa do Cacau e hoje esta unidade se soma ao Costa do Cacau para complementar o atendimento. Aqui, estamos construindo também a UPA, estamos licitando uma nova UBS e já foi publicada a licitação de uma nova policlínica regional. Temos uma policlínica em funcionamento em Itabuna, mas como a região é muito adensada, com quase 800 mil habitantes, nós estamos licitando a policlínica em Ilhéus, que fica pronta no ano que vem. Estamos realizando, portanto, o maior investimento da história da Bahia em saúde pública e também o maior da história na região sul”, destacou Rui.
O Hospital Materno-Infantil disponibiliza ainda cinco leitos no Centro de Parto Normal Intra-hospitalar e está estruturado para a assistência ao parto de risco, gestação de alto risco, cuidado intensivo e intermediário neonatal e cuidado intensivo e clínico às crianças. O funcionamento é 24 horas, com acesso por demanda espontânea e referenciada, integrada aos pontos de atenção primária.
Segundo a secretária da Saúde do Estado, Tereza Paim, o hospital começa a funcionar já nesta segunda-feira (6). “A unidade tem porta aberta de maternidade, leitos de UTI neonatal e semi-intensivo, leitos de canguru e centro de parto normal. Para além disso, a unidade pediátrica consta de 23 leitos e mais 10 leitos de UTI pediátrica, que serão 100% regulados. Lembrando que este é um hospital regional, que vai atender não somente os habitantes de Ilhéus, mas toda a região sul”, afirmou.
Além da realização de partos e da internação, o hospital ofertará atendimento ambulatorial especializado em pré-natal de alto risco, consultas especializadas em obstetrícia, cardiologia, enfermagem, nutrição e psicologia. O serviço de pediatria está estruturado com equipes profissionais, instalações físicas e equipamentos adequados à prestação de assistência em caráter de urgência aos agravos mais prevalentes da criança e do adolescente, garantindo ainda procedimentos cirúrgicos (cirurgia geral e ortopedia), em caráter de sobreaviso e cuidados intensivos pediátricos.