A possibilidade de permutar consultas e exames entre os 28 municípios consorciados da Policlínica Regional em Jequié foi uma das vantagens apontadas por prefeitos e secretários municipais de saúde, durante reunião que avaliou o desempenho da unidade nesta segunda-feira (19). Na oportunidade, o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, pontuou que em menos de 60 dias já foram realizados mais de 2 mil atendimentos.

De acordo com o titular da pasta estadual da Saúde, a perspectiva é ampliar ainda mais o número de consultas e exames ofertados nos próximos 30 dias. “Avaliamos que é possível otimizar a rota dos ônibus que buscam os pacientes nos municípios e trazem para a Policlínica, bem como criar um banco de permutas entre os entes consorciados, pois às vezes alguém precisa de mais consultas com neuropediatras do que cardiologistas, e o ideal é manter a agenda da unidade sempre cheia e atendendo a necessidade de todos”, destaca Vilas-Boas.

Novas especialidades como angiologista, mastologista e neurologista serão integradas ao quadro de serviços em breve. Atualmente, a Policlínica Regional oferta consultas com cardiologista, cirurgião geral, endocrinologista, gastroenterologista, ginecologista, otorrinolaringologista, oftalmologista, urologista, ortopedista e pneumologista.

Dentre os exames disponíveis, destaque para ressonância magnética, tomografia, ultrassonografia, radiografia, ecocardiograma, mapa e endoscopia.

 

Policlínica Regional

As policlínicas regionais são resultado de uma parceria entre o Governo do Estado e os municípios formados pelos Consórcios Públicos de Saúde. Nelas não serão atendidas urgências e emergências e nem qualquer tipo de demanda espontânea. O Governo do Estado investe na construção e aquisições de equipamentos e micro-ônibus, que no caso específico de Jequié foram R$ 22 milhões. Além disso, o Estado é responsável pelo custeio de 40% do gasto mensal e os outros 60% são divididos entre os municípios consorciados de acordo com o número de habitantes. Fonte- Sesab


Artigo de Tiago A. Fonseca Nunes

Infelizmente a população brasileira está habituada a conviver com a ineficiência do SUS. De fato, saúde pública é um problema crônico. E em meio aos entraves e falta de integração das redes de assistência encontra-se o médico, que de maneira injusta é responsabilizado por questões que não dependem da sua atuação profissional.

 

A maioria das pessoas que escolhem a medicina como profissão tem o genuíno interesse de ajudar o próximo. Porém, algumas tentativas são frustradas, seja pelo estágio avançado da doença ou porque os recursos disponíveis são insuficientes. Ainda assim, alguns estigmas são jogados contra os médicos na tentativa de fazê-los bodes expiatórios para o caos da saúde pública.

 

Os médicos têm compromissos vocacionais sustentados com sofrimento, angústia e depressão. Dia após dia é recorrente a falta de infraestrutura, iminência da morte de pacientes que poderiam ser evitadas, atraso de salários, agressões físicas e o seu aviltamento perante a sociedade. Entretanto, o arraigado altruísmo é a voz que ecoa no empenho incessante em curar e aliviar a dor dos pacientes, mesmo quando todos os limites foram superados. Lidar com o sofrimento alheio não é fácil e gera sentimentos, afinal o médico também tem emoções.

 

Os cidadãos reiteradamente são violados pelo Estado brasileiro, pelo fato de serem vítimas da ausência de direitos sociais. O cenário real do SUS é diferente do formato idealizado na constituição federal. Na prática, apresenta limitações que cursam desde a dificuldade de acesso até a falta de resolubilidade. É uma rotina dos pacientes que necessitam de utilizar os serviços.

 

A União transfere ônus cada vez maiores aos Estados e municípios, sem que haja qualquer organização hierárquica que reflita em ações efetivas. Muitos gestores municipais têm desativado serviços próprios e passado responsabilidade para as vizinhas, mantendo a desordem na gestão da saúde. Pacientes perambulam em ambulâncias na tentativa de conseguir atendimento, exames, cirurgias ou tratamentos.

 

A saúde não pode ser utilizada como instrumento político e, portanto, políticas de Estado devem ser implementadas em detrimento às medidas pontuais de governo. Sistemas de saúde pública como no Reino Unido estabelecem metas e têm planejamentos ancorados em pilares fundamentais: acesso universal, sustentabilidade financeira e qualidade nos serviços prestados, com análise de resultados.

 

Aos médicos, torna-se urgente a aprovação da carreira de Estado (PEC 454/2009) a fim de eliminar os vazios assistenciais e gerar uma interiorização verdadeira do médico, havendo progressão funcional, infraestrutura e acesso a aperfeiçoamento contínuo. Essas medidas mudarão a saúde pública no Brasil. Enfim, como disse Machado de Assis, “o país real revela os melhores instintos, mas o país oficial é caricato e burlesco”.


Fotos: Ascom/SESAB

Para auxiliar a reestruturação da saúde no município de Ilhéus, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) investirá mais de R$ 15 milhões. O anúncio foi realizado nesta quinta-feira (15) pelo secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, durante um encontro com deputados, vereadores e representantes do conselho de saúde de Ilhéus. Os recursos serão aplicados na reforma do Hospital Regional Luiz Viana Filho (HRLVF), que terá seu perfil alterado para uma unidade materno-infantil, bem como na contratação de leitos de retaguarda e serviços de urgência pediátrica, além de apoio financeiro para a conclusão de quatro Unidades Básicas de Saúde (UBS). Também serão cedidos mais de 200 servidores para fortalecer a rede municipal de saúde.

“O governador Rui Costa sempre colocou a saúde como prioridade da sua gestão e nesse sentido, tem contribuído com a ampliação e fortalecimento da rede em todo o estado. Além da recente inauguração do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), aplicaremos mais de R$ 15 milhões em ações no município. Uma boa notícia é que a unidade de Pronto Atendimento no bairro da Conquista, que fica a cerca de 500 metros do HRLVF, fará atendimento clínico e cirúrgico de urgência e emergência de adultos”, pontua Vilas-Boas Ainda de acordo com o secretário, após a reforma, o HRLVF será uma maternidade de referência de alto risco que contará com UTI neonatal e pediátrica, além de um moderno centro cirúrgico e obstétrico.

Juntamente com o Governo do Estado, a gestão municipal fará novos investimentos para fortalecer a atenção básica. “Desde a concepção inicial do Hospital Regional Costa do Cacau, equipes da Sesab, junto com gestores do município de Ilhéus, discutiram como seria o novo fluxo e qual seria a contrapartida da prefeitura para que a rede de saúde funcionasse adequadamente no período da transição, incluindo o fechamento temporário do HRLVF e sua mudança de perfil”, destaca o titular da pasta estadual de Saúde.
Presente ao encontro ocorrido na capital, o vereador de Ilhéus, Lucas Paiva pontuou o receio da população com o fechamento temporário do HRLVF, mas destacou que com as informações do gestor estadual, a população terá um melhor entendimento. “Vejo que a Secretaria da Saúde do Estado está indo por um caminho certo para que a saúde em Ilhéus avance”, disse. No que tange aos investimentos recentes, o HRCC vem se destacando como unidade de referência para 67 municípios. Desde a sua abertura em novembro de 2017, diversos procedimentos de alta complexidade como cirurgias ortopédicas e cateterismo cardíaco passaram a ser realizados.


A Unidade Móvel do Hospital da Mulher estará no município de Lafaiete Coutinho nos dias 20 a 21 de fevereiro, depois de atender mulheres de outros municípios no Vale Jiquiriçá, a exemplos de Itiruçu e Lagedo do Tabocal no inicio do mês.

Para serem atendidas, as pacientes deverão se dirigir aos locais munidas dos documentos de identidade, cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e comprovante de residência. O atendimento será realizado das 7h às 17h por ordem de chegada.

Público-alvo

Mulheres de 25 a 64 anos para a realização do preventivo, e mulheres de 40 a 69 anos para a realização de mamografia.

Como funciona

A unidade é equipada com dois consultórios ginecológicos e um mamógrafo. Caso seja identificada alguma anormalidade, uma biópsia será realizada e, se necessário, a paciente será encaminhada para a retirada do tumor no Hospital da Mulher, no Largo de Roma, em Salvador. A unidiade tem capacidade de realizar 160 preventivos e 70 mamografias por dia. Os resultados desses exames serão entregues em até 30 dias.

O serviço do Governo do Estado é um importante aliado ao combate do câncer de mama e do colo do útero e vai percorrer todo o território baiano.


Com a inauguração do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), que é referência para 67 municípios da região de Ilhéus e Itabuna, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) concentrou e ampliou os serviços credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) nas áreas de cardiologia e neurocirurgia na nova unidade e que anteriormente vinham sendo oferecidos por prestadores privados ou filantrópicos da região. O novo serviço de cardiologia foi inaugurado nesta quarta-feira (7) e já realizou o primeiro cateterismo cardíaco em um hospital público no interior do estado.

A equipe médica de cardiologia intervencionista é a mesma que já vinha atuando no Hospital Calixto Midlej Filho, que é administrado pela Santa Casa de Itabuna. De acordo com o cardiologista Gláucio Werneck, coordenador da equipe médica, o novo serviço de cardiologia implantado no Hospital da Costa do Cacau será 100% SUS e irá absorver a demanda de urgência cardiológica da região sul da Bahia. “Por mês faremos 97 cateterismos diagnósticos, mas temos a capacidade de ampliar para mais de 200 procedimentos por mês. Essa é a mesma equipe que atua no Calixto Midlej, tendo já sido feito mais de 10 mil procedimentos coronários”, afirma.

Na área de neurocirurgia, que é coordenada pelo médico Cléber Cândido, o Hospital Regional Costa do Cacau oferta a população o mais completo serviço de neurologia do interior do estado, inclusive realizando cirurgias de aneurismas, tumores e procedimentos intervencionistas, como embolizações e implante de stents.  O secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, esclarece que as unidades privadas e filantrópicas são complementares aos serviços de saúde administrados pelo poder público e que não há justificativa técnica nem econômica para manter a prestação desses serviços fora da rede pública estadual, após a inauguração do Hospital Regional Costa do Cacau. Sesab.


Balanço do Ministério da Saúde divulgado hoje (7) atualiza em 353 o número de casos confirmados de febre amarela e em 98 os óbitos provocados pela doença entre 1º de julho de 2017 e 6 de fevereiro deste ano. No mesmo período do ano passado, foram confirmados 509 casos e 159 óbitos. De acordo com o boletim, foram notificados em todo o país 1.286 casos suspeitos de febre amarela, sendo que 510 foram descartados e 423 permanecem em investigação. “Os informes de febre amarela seguem, desde o ano passado, a sazonalidade da doença, que acontece, em sua maioria, no verão. Dessa forma, o período para a análise considera de 1º de julho a 30 de junho de cada ano”, informou a pasta.

Transmissão

Por meio de nota, o ministério reforçou que não há registro confirmado de febre amarela urbana no país, mas destacou que o caso da doença identificado em São Bernardo do Campo (SP) está sendo investigado por uma equipe da secretaria Estadual de Saúde. “Deve ser observado que o paciente mora na região urbana e possivelmente trabalha na área rural. Qualquer afirmação antes da conclusão do trabalho é precipitada. É importante informar que São Bernardo do Campo (SP) é uma das 77 cidades dos três estados do país (São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia) incluídas na campanha de fracionamento da vacina de febre amarela.” De acordo com o comunicado, a probabilidade da transmissão urbana no Brasil é considerada baixíssima pelos seguintes motivos:

– todas as investigações dos casos conduzidas até o momento indicam exposição a áreas de matas;

– em todos os locais onde ocorreram casos humanos também ocorreram casos em macacos;

– todas as ações de vigilância entomológica, com capturas de vetores urbanos e silvestres, não encontraram presença do vírus em mosquitos do gênero Aedes aegypti;

– Há um programa nacionalmente estabelecido de controle do Aedes em função de outras arboviroses (dengue, zika, chikungunya), que consegue manter níveis de infestação abaixo daquilo que os estudos consideram necessário para sustentar uma transmissão urbana de febre amarela.

“Além disso, há boas coberturas vacinais nas áreas de recomendação de vacina e uma vigilância muito sensível para detectar precocemente a circulação do vírus em novas áreas para adotar a vacinação oportunamente”, informou a pasta.


Vilas-Boas inspecionou o andamento das obras do Prado Valadares. Fotos: Pablo Barbosa/Sesab

Com o investimento de R$ 28 milhões na duplicação do Hospital Geral Prado Valadares (HGPV), em Jequié, a unidade alcançará 275 leitos, tornando-se a maior do interior do estado. Na inspeção realizada pelo  secretário da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Fábio Vilas-Boas, na sexta-feira 02,  verificou que as obras estão em ritmo acelerado, com mais de 90% concluído, e previsão de inauguração no primeiro semestre de 2018.

“O governador Rui Costa tem investido no fortalecimento da rede de saúde em todo o estado e aqui não é diferente. Nos últimos três anos foram mais de R$ 55,2 milhões investidos na construção da Policlínica Regional, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas, na implantação da Parceria Público-Privada (PPP) de Imagem e no credenciamento de clínicas e hospitais para a realização de cirurgias cardíacas e eletivas, bem como o atendimento de traumas. Agora estamos duplicando o hospital estadual”, afirma Vilas-Boas. De acordo com o titular da pasta da Saúde, a duplicação do HGPV contempla mais de 6 mil metros quadrados de área construída, onde terão leitos de UTI, enfermarias, consultórios, além de salas cirúrgicas.

Policlínica Regional

Na visita a Jequié, Vilas-Boas também se reuniu com os 28 secretários municipais de saúde que integram o Consórcio de Saúde da região. Na pauta, a Policlínica Regional, que já realizou mais de mil atendimentos entre consultas e exames desde a sua inauguração, em 22 de dezembro de 2017. A boa noticia para a população de Ubaitaba e Ubatã é que a partir de fevereiro elas terão acesso aos serviços da Policlínica, já que passaram a integrar o Consórcio de Saúde da região.

“Este é o melhor projeto que se pode ter no Sistema Único de Saúde (SUS). É uma Programação Pactuada e Integrada (PPI) viva, com custos reais e estamos dando a eficiência que o sistema precisa. Os primeiros três meses são de adaptação, mas percebemos que o fluxo de atendimento crescente”, afirma o secretário.


A Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Saúde e em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo, realizou na quarta-feira, 31, na Praça Rui Barbosa, a última ação da campanha “Janeiro Branco”, que teve o objetivo de alertar a população sobre os cuidados com a saúde mental. As atividades foram realizadas ao longo do mês de janeiro, no âmbito dos órgãos de atendimento de saúde, como Centros de Atenção Psicossociais (CAPS), nos Centros de Saúde, espalhados pela cidade, na Zona Rural e nas Secretarias do município.

O evento de encerramento da campanha contou com abordagem do público que frequenta a Praça, com entrega de panfletos e um balão branco, símbolo da campanha. A intenção era de, também, estimular a população a identificar o transtorno mental, para que possa buscar ajuda o mais rápido possível. Apoiada pelos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), da Secretaria Municipal de Saúde, que são serviços de saúde mental abertos destinado a prestar atenção diária às pessoas com transtornos mentais severos e persistentes, a ação cumpriu o seu dever de fomentar na população a conscientização sobre saúde mental, propiciando mais interesse pelo tema.

Como parte do encerramento do “Janeiro Branco”, o grupo de Teatro Enigma, atendendo a um convite do secretário de Cultura e Turismo, Alysson Andrade, realizou uma encenação em plena praça pública aos transeuntes que passavam pelo local. Os atores do Curso de Teatro da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Renê Souza e Jeremias Cardoso, ambos dirigidos pelo diretor, Jonas Santos, deram vida a dois personagens, um que sofre de doença mental e o outro que tem de lidar com a ação deste.

“No mês de janeiro iniciamos um cronograma e tivemos o compromisso de realizar terapias comunitárias integrativas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nos quatro centros de saúde da cidade, nos dois Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), na Secretaria de Saúde, de Desenvolvimento Social, de Educação, ou seja, espalhamos as ações em diversos pontos da cidade, para sensibilizar os pacientes e a sociedade sobre o cuidado com a saúde mental.”, disse a Coordenadora de Saúde Mental, Karine Fernandes. Por SECOM.


Não é novidade que o hit “Que Tiro Foi Esse?”, de Jojo Maronttinni, tem feito a cabeça de muita gente. Várias pessoas gravaram e postaram vídeos fazendo coreografia, que consiste em simular que tomou um tiro, cair e levantar dançando. O problema é que em alguns casos os vídeos têm trazido problemas.

Esse foi o caso de dois funcionários do Hospital Santa Izabel, em Salvador. Eles gravaram e divulgaram o vídeo realizando a coreografia na unidade hospitalar, usando uniforme, crachá e até uma cadeira de rodas. O caso chegou à direção da Santa Casa da Bahia, gestora do Hospital Santa Izabel, que demitiu os funcionários envolvidos.

“A instituição entende que a gravação vai de encontro a um dos pilares de existência da Santa Casa que é o atendimento de excelência ao paciente. O vídeo mostra funcionários em horário de trabalho, sem autorização expressa da instituição, fardados e que deixaram pacientes esperando pelos seus serviços para gravar um vídeo de humor.

Centenas de pacientes são atendidos diariamente num hospital e, muitas vezes, a demanda por procedimentos é maior do que a capacidade, por isso, a dedicação e entrega da equipe é o que faz a diferença num atendimento humanizado e de qualidade. Por fim, informamos que todo o procedimento de demissão foi feito dentro das normas legais, respeitando os direitos dos funcionários”.


A Unidade Móvel do Hospital da Mulher estará no município de Lajedo nos dias 30 de janeiro a 1 de Fevereiro. Para serem atendidas, as pacientes deverão se dirigir ao local munidas dos documentos de identidade, cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e comprovante de residência. O atendimento será realizado das 7h às 17h por ordem de chegada.

Público-alvo

Mulheres de 25 a 64 anos para a realização do preventivo, e mulheres de 40 a 69 anos para a realização de mamografia.

Como funciona

A unidade é equipada com dois consultórios ginecológicos e um mamógrafo. Caso seja identificada alguma anormalidade, uma biópsia será realizada e, se necessário, a paciente será encaminhada para a retirada do tumor no Hospital da Mulher, no Largo de Roma, em Salvador. A undiade tem capacidade de realizar 160 preventivos e 70 mamografias por dia. Os resultados desses exames serão entregues em até 30 dias.

O serviço do Governo do Estado é um importante aliado ao combate do câncer de mama e do colo do útero e vai percorrer todo o território baiano.