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O MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), recebeu apoio financeiro, como impressão de panfletos e uso de carros de som, de partidos políticos como o PMDB e o Solidariedade.

O movimento negociou também com a Juventude do PSDB ajuda financeira a suas caravanas, como pagamento de lanches e aluguel de ônibus, e teria tido apoio da “máquina partidária” do DEM. Quando fundado, o movimento se definia como apartidário e sem ligações financeiras com siglas políticas. Em suas páginas em redes sociais, fazia campanhas permanentes para receber ajuda financeira das pessoas, sem ligação com partidos.

Os coordenadores do movimento, porém, negociaram e pediram ajuda a partidos pelo menos a partir deste ano. Atualmente, o MBL continua com as campanhas de arrecadação nos seus canais de comunicação, mas se define como “suprapartidário”. Aliás, a contribuição financeira concedida é vinculada ao grau de participação do doador com o movimento. A partir de R$ 30, o novo integrante pode ter direito a votos.

Já os partidos políticos que teriam contribuído com o MBL têm versões distintas para explicar o caráter e a forma desses apoios, chegando em alguns casos a negá-los. Conheça cada caso. O PMDB teria custeado a impressão de panfletos para o MBL divulgar as manifestações pró-impeachment ocorridas pelo país no último dia 13 de março. O presidente da Juventude do PMDB, Bruno Júlio, informou ao UOL que solicitou ao presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco, que custeasse 20 mil panfletos de divulgação dos atos, com a inscrição “Esse impeachment é meu”. A assessoria de Moreira Franco nega.


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O ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB), disse agora que vai se licenciar do cargo a partir de amanhã (24) até o Ministério Público Federal se manifestar sobre as denúncias contra ele.

“Vamos aguardar a manifestação do Ministério Público com toda a tranquilidade, porque estou consciente que não cometi nenhuma irregularidade e muito menos qualquer ato contra a apuração da Lava Jato, apoiei a Lava Jato”, disse em entrevista no Congresso Nacional, após o presidente interino Michel Temer entregar a proposta de meta fiscal revisada. “Enquanto o MP não se manifestar, aguardo fora do ministério. Depois disso, caberá ao presidente Temer me reconvidar ou não, ele vai discutir o que vai fazer”, afirmou.

O jornal Folha de S.Paulo publicou reportagem hoje (23) que diz que em conversas, gravadas em março, o atual ministro do Planejamento, Romero Jucá, sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado um pacto para impedir o avanço da Operação Lava Jato sobre o PMDB, partido do ministro.

Jucá disse que vai protocolar hoje um pedido na Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o órgão avalie se há alguma ilegalidade na gravação que comprometa a permanência dele no ministério. No período da licença, Jucá reassumirá o mandato de senador e permanecerá na presidência do PMDB. O Ministério do Planejamento ficará sob comando do secretário-executivo Dyogo de Oliveira.

Romero Jucá disse que a decisão de se licenciar foi pessoal. Segundo ele, o presidente interino Michel Temer deu um voto de confiança, mas preferiu se licenciar para não ser usado “como massa de manobra”.


Foto/Itiruçu Online
Foto/Itiruçu Online

A oposição de Lajedo do Tabocal vai se definindo para disputar as eleições deste ano. A ala de oposição articula a candidatura da filha do ex-prefeito Álvaro Fagundes (In memoriam), Mariane Fagundes como candidata de  oposição ao prefeito Adalício Almeida. A família Fagundes apoio o atual prefeito nas eleições de 2012, mas em 2016 estão  em  lados opostos.

Neste último sábado (21), a pré-candidata Mariane, ladeada do irmão e ex-prefeito da cidade, Reivaldo Fagundes, além do radialista Dílson Santos, participaram de uma reunião na cidade de Jequié com o deputado federal Antonio Brito, onde discutiram estratégias para fortalecer o grupo oposicionista em Lajedo Tabocal. Brito garantiu apoio nas eleições e, caso vençam as eleições, se comprometeu em ajudar destinando recursos para Lajedo Tabocal.

De acordo informações obtidas pelo Itiruçu Online, à família Fagundes goza de avaliação popular favorável ao nome de Mariane. Já o candidato a vice na chapa também é discutido no grupo. O radialista Dílson Santos é dos cogitados para compor a chapa da oposição.


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Desmentido mais um boato. Durante entrevista concedida à Rádio Jornal, o ministro das Cidades do governo do presidente interino Michel Temer, Bruno Araújo, afirmou que o programa Minha Casa, Minha Vida será mantido e desmentiu a total suspensão da terceira fase do programa, como havia afirmado reportagem do Estadão, na manhã desta sexta-feira (20).

“Vamos ampliar e aperfeiçoar. Já dei entrevista coletiva afirmando que o Minha Casa, Minha Vida será mantido de forma muito firme e na medida do possível que se possa encontrar recursos no Orçamento da União, eventualmente será ampliado. E mais do que isso, pode ser ser aperfeiçoado sem qualquer processo de suspensão”, ressaltou.

Mesmo assim, o pernambucano confirmou que fará uma auditoria no programa. “O governo [Dilma] se comprometeu com obras que a sociedade não podia pagar”. Segundo Bruno Araújo, é necessário fazer uma revisão na forma de contratação do Minha Casa Minha Vida, mas isso deve acontecer sem a necessidade da suspensão. Sobre a meta traçada pela presidente afastada Dilma Rousseff de contratar 2 milhões de moradias do Minha Casa Minha Vida até o fim de 2018, Araújo afirmou que não pode se comprometer com o intento.

o Facebook, o ministro já tinha negado mais cedo a suspensão do programa habitacional, afirmando que essa informação “não corresponde à realidade.” Na última terça-feira (17), o pernambucano revogou uma portaria editada por Dilma que autorizava a Caixa a contratar a construção de até 11.250 unidades habitacionais do programa.A terceira fase do programa foi lançada no fim de março pela presidente, agora afastada, prevendo recursos totais de R$ 210,6 bilhões para construção de 2 milhões de moradias até 2018. Na ocasião, o governo informou que do total de recursos, R$ 41,2 bilhões seriam do Orçamento da União, R$ 39,7 bilhões em subsídios do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o restante em financiamentos pelo FGTS.


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Após uma série de críticas de setores da sociedade e da classe artística, o Ministério da Cultura será recriado. A decisão do presidente interino Michel Temer foi confirmada pelo ministro da Educação, Mendonça Filho. O ministro da pasta será Marcelo Calero, que já havia sido escolhido para chefiar a área de cultura quando ainda se pensava nela como uma secretaria vinculada ao Ministério da Educação (MEC). A medida provisória que trata da recriação da pasta será publicada no Diário Oficial da União de segunda-feira (23). A posse de Calero está prevista para terça-feira (23).

A decisão foi tomada após uma conversa de Temer com Mendonça Filho. O presidente expôs sua vontade de recriar a pasta recém-extinta e pediu a opinião do ministro. Mendonça Filho, então, concordou. “É um gesto no sentido de serenar os ânimos e focar no objetivo maior: a cultura brasileira”, disse o ministro, em nota divulgada hoje (21) pelo MEC no Facebook.

Na mesma nota, Mendonça Filho confirmou o nome de Calero como ministro. “Com Marcelo Calero, vamos trabalhar em parceria para potencializar os projetos e ações entre a educação e a cultura”. Calero chefiava, desde o ano passado, a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Ele tem 33 anos e ingressou na carreira diplomática no Itamaraty em 2007.

Críticas e pressão da classe artística

Desde que assumiu interinamente a Presidência da República, em 12 de maio, e anunciou a extinção do Ministério da Cultura, Temer recebeu críticas de personalidades e grupos ligados à produção cultural. No dia de sua posse como ministro, Mendonça Filho chegou a garantir uma política cultural forte, mesmo com a fusão da Cultura e do MEC. “Você pode ter dois ministérios com pouca força e também pode ter duas áreas fundamentais como cultura e educação andando mais fortalecidas”, disse na ocasião.


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O deputado federal Antonio Brito (PSD) cumpriu agenda no interior nesta sexta-feira (20) com a prioridade do fortalecimento do PSD em todos os municípios que foi votado nas últimas eleições estaduais. Um dos compromissos foi no município de Itiruçu, onde esteve reunido com lideranças locais e do vereador Júnior Petrúquio (PSD), nome defendido por Brito nas eleições deste ano, na condição de pré-candidato a prefeito.

No encontro, que reuniu pré-candidatos a vereadores pelo PSD, presidentes de outros partidos, a exemplo do presidente do PT, Dizalmir Assis;  Jorge Batista, presidente do PcdoB, além do vereador Nino; e a  professora Margarete Fróes, líder da APLB local. Também estiveram no encontro comerciantes e empresários da cidade.

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Antonio Brito fez um balanço de seus dois mandatos, destacando a atuação frente as Santas Casas de Misericórdia e, que, no novo partido, a intenção é fortalecê-lo para as eleições deste ano.  Na questão da política local, Brito defendeu o fortalecimento do PSD e disse que vai construir a candidatura do partido para disputar a prefeitura. O nome já citado na cidade como um dos pré-candidatos é o do vereador Júnior Petrúquio, que trocou o PT pelo PSD. “ Nossa intenção é crescer o partido e eleger o maior número de vereadores possíveis e, claro, estamos discutindo a viabilidade da candidatura própria para disputar a prefeitura. Temos bons nomes, dos quais destaco o do vereador Júnior, e a cidade não há como negar os esforços e serviços prestados dele para à população. Recebemos diariamente uma demanda grande de pessoas que precisam de atenção , especialmente na área da saúde. É hora de conversamos e buscar discutir com os demais partidos. Sabemos de outros bons nomes nos demais partidos que também querem disputar a prefeitura, é preciso respeitar a história de cada um deles, mas manifestamos nosso interesse de fazer o prefeito de Itiruçu para poder colaborar e fazer ainda mais pelos itiruçuenses”, disse Brito.

Antonio Brito ainda destacou sua atuação para garantir investimentos na saúde, como a destinação de uma emenda no valor de R$ 3 milhões para obras no Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié.

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O vereador Júnior Petrúquio, durante contato com o Blog Itiruçu Online, disse que se sente honrado em ter seu nome cogitado para disputar a prefeitura de Itiruçu, mas que o momento é de discutir alianças com foco na vitória do grupo político, não de projetos pessoais. “Ter meu nome cogitado para prefeito de minha cidade é motivo de orgulho. Esse reconhecimento das pessoas é o retrato de nossos esforços diuturnamente para atender as necessidades e carências dos que precisam e nos procuram como fonte de solução. Fui eleito vereador para trabalhar e assim estou procurando cumprir meu papel com seriedade. Quando a pré-candidatura a prefeito defendida por Antonio Brito para concorrer pelo PSD, é preciso ter cautela e construir nosso espaço com respeito e sem atropelar à vontade popular. Temos outros bons nomes e bem avaliados. As pesquisas mostram isso. Na política vivemos os momentos e temos que nos preparar com sabedoria para construir o melhor para todo o grupo. Todos nós que vivemos a política colhemos o que plantamos de nosso trabalho pelas pessoas. Sinto-me honrado em ser lembrado para administrar minha cidade, mas a hora é de buscar a unificação para vencer as eleições com o melhor nome para administrar com dedicação integral aos problemas de nossa cidade”, disse o vereador.


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O governador Rui Costa se reuniu nesta quinta-feira (19), no estado de Alagoas, com todos os governadores da região Nordeste, quando assinou a Carta de Maceió, que reúne reflexões para a construção de uma agenda positiva com foco no desenvolvimento nacional e regional e na superação da crise econômica do país.

Entre as propostas da carta, assinada por todos os governadores, estão a participação nas discussões sobre ajuste fiscal que repercutam nos Estados e Municípios; apoio ao Projeto de Alongamento da dívida dos Estados com carência de 12 meses para as dívidas com a União e quatro anos para dívidas financiadas pelo BNDES; autorização para contratação de novas operações de crédito como forma de retomada dos investimentos e geração de emprego; e a criação pela União do PreviFederação para atender aos Estados que instituíram a Previdência Complementar.

“O documento que apresentamos hoje, construído após muito diálogo, deixa claro o posicionamento dos estados do Nordeste frente a crise que o Brasil atravessa. O nosso entendimento é que a Federação deve estar em primeiro lugar na tomada de decisões dos poderes Executivo e Legislativo. Aqui não cabe questões partidárias, mas sim a ótica federativa”, disse o governador.

O documento ainda defende a manutenção das obras estruturantes, especialmente as hídricas, a exemplo da transposição do Rio São Francisco; adoção de medidas para superar o subfinanciamento do Sistema Único de Saúde (SUS); a Construção de uma Política Nacional de Segurança Pública, abrangendo controle de fronteiras, uniformização nacional de Índices de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), estabelecimento de critérios de repasse automático de 50% dos recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Fupen) para os Estados, utilizando o critério de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

Fotos: Márcio Ferreira/Agência Alagoas


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Um grupo de moradores denominados “Movimento Ibirataia uma cidade melhor para viver”, cientes que políticos recebem valores significativos e custam caro ao erário gerando relevantes despesas que consomem recursos advindos dos tributos, protocolaram na Câmara Municipal de Ibirataia na sexta-feira, 13 de maio, o Projeto de Lei (PL) com mais de 5% de assinaturas dos eleitores da cidade como exige a Lei. O Projeto tem como objetivo comum reduzir teto do subsídio dos vereadores equiparando ao valor do salário de professor nível I, além de repelir e/ou moralizar a função de ocupantes de cargos eletivos citados, não recaindo os representantes na “busca de dinheiro fácil”, e sim, que os cargos sejam ocupados por cidadãos que desejem realmente contribuir com a melhoria e a mudança de maneira positiva do município. (Giro em Ipiaú).


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Foto/Blog Itiruçu Online

O ex-prefeito de Itiruçu, Ailton Cezarino de Novais, e a ex-secretária de saúde Josefa Fontoura foram condenados por uso indevido de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo sentença da juíza Karine Costa Carlos Rehm da Silva, os dois praticaram atos de improbidade administrativa por não realizarem licitação na compra de medicamentos nem na contratação  de clínicas privadas. A acusação partiu do Ministério Público Federal na Bahia (MPF) em Jequié. A ação movida pelo MPF se baseou em auditoria da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

Em nota ao Blog Itiruçu Online, o ex-prefeito disse: – “Quanto à matéria veiculada na data de hoje com relação a possível decisão judicial da Justiça Federal em Jequié envolvendo meu nome, quando Prefeito e da então Secretária de Saúde, queremos esclarecer que até o presente momento não fomos intimados de nenhuma sentença da justiça, logo não podemos nos manifestar mais profundamente e se assim acontecer, adotaremos as medidas legais cabíveis no sentido de provar das legalidades que foram praticadas. Quero salientar também que toda e qualquer decisão na esfera judicial, é cabível recurso, a qual não gera efeito nenhum enquanto estiver sobre o crivo do Poder Judiciário até a última Instância”-.

 

De acordo com o levantamento, os acusados, compraram , em 2007, mais de R$ 50 mil em remédios, com recursos do SUS, sem fazer licitação. Eles também contrataram clínicas de saúde sem o devido processo licitatório. O ex-prefeito e a ex-secretária foram enquadrados nas sanções previstas no art. 12, inciso II, da Lei nº 8.429/92 (Lei de Improbidade Administrativa), que prevê ressarcimento integral do dano causado, perda de função pública, pagamento de multa civil, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o Poder Público. Ainda na decisão da Justiça, os recursos usados indevidamente devem ser ressarcidos ao Fundo Nacional de Saúde (FNS).