A deputada federal Professora Dayane Pimentel (PSL) disse que a filiação do presidente da República Jair Bolsonaro ao PL “mostra a verdadeira face” do novo correligionário de Valdemar da Costa Neto: “esse governo é uma farsa”. Ela questionou: “Qual a moral que esse presidente tem para falar em combate à corrupção? Nenhuma!”

Em contato com este Política Livre, a parlamentar disse que “[Bolsonaro] se une com quem ele dizia combater para ganhar as eleições de 2018. Tenho dito, desde 2019: esse governo é uma farsa, o jogo pelo poder é o que move essa turma. A verdade pode tardar, mas chega”.

A deputada federal, que apoia a pré-candidatura de Sergio Moro (Podemos) à Presidência da República, comentou que ”a população não se deixará enganar novamente. Já entende perfeitamente que nenhum governo combate à corrupção ao lado de corruptos condenados”. A parlamentar feirense se referiu à condenação no Mensalão ocorrida contra o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Davi Lemos/Política Livre.


A Petrobras finalizou hoje(30) a venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), em São Francisco do Conde, na Bahia e seus ativos logísticos associados para o Mubadala Capital.A operação foi concluída com o pagamento de US$ 1,8 bilhão (R$ 10,1 bilhões) para a Petrobras, valor que reflete o preço de compra de US$ 1,65 bilhão, ajustado preliminarmente em função de correção monetária e das variações no capital de giro, dívida líquida e investimentos até o fechamento da transação.

O contrato ainda prevê um ajuste final do preço de aquisição, que se espera seja apurado nos próximos meses. A refinaria é a primeira dentre as oito que estão sendo vendidas pela Petrobras a ter o processo concluído. A Acelen, empresa criada pelo Mubadala Capital para a operação, assumirá a partir de amanhã, 1º de dezembro, a gestão da RLAM, que passa a se chamar Refinaria de Mataripe.

O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse que a conclusão da venda reflete a importância da gestão de portfólio e fortalece a estratégia da companhia.

“Esta operação de venda é um marco importante para a Petrobras e o setor de combustíveis no país. Acreditamos que, com novas empresas atuando no refino, o mercado será mais competitivo e teremos mais investimentos, o que tende a fortalecer a economia e gerar benefícios para a sociedade. É também parte do compromisso firmado pela Petrobras com o Cade para a abertura do mercado de refino.”

De acordo com o presidente do Mubadala Capital no Brasil, Oscar Fahlgren, “a prioridade é garantir excelência na produção e operação da refinaria, além de uma transição estruturada, serena e sem ruptura. É criar valor com atenção especial às pessoas e ao meio ambiente. Enfatizamos sempre o compromisso de longo prazo que temos com o país e as regiões onde atuamos.”

Vendas

Além da Refinaria Landulpho Alves, outras duas refinarias já tiveram seus contratos de venda assinados: a Refinaria Isaac Sabbá (Reman), no Amazonas, cuja assinatura ocorreu em 25 de agosto deste ano, e a Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), no Paraná, com contrato assinado em 11 de novembro último.

Quando também forem concluídos os processos de desinvestimento dessas duas unidades, a Petrobras responderá por cerca de 50% do abastecimento do mercado de combustíveis no país. Além da Petrobras e dos novos operadores dessas refinarias, o mercado também é suprido por importadores e produtores de biocombustíveis.

Próximos passos

Com a conclusão da venda, inicia-se uma fase de transição em que as equipes da Petrobras apoiarão a Acelen nas operações da Refinaria de Mataripe. Isso acontecerá sob um acordo de prestação de serviços, evitando qualquer interrupção operacional. A Petrobras e o Mubadala Capital reafirmam o compromisso estrito com a segurança operacional na refinaria em todas as fases da operação.

A estatal informou que nenhum empregado da Petrobras será demitido por conta da transferência do controle da RLAM para o novo dono. Os empregados da Petrobras poderão optar por transferência para outras áreas da empresa ou aderir ao Programa de Desligamento Voluntário, com pacote de benefícios.


No período de julho a setembro deste ano, a Bahia apresentou a segunda maior taxa de desemprego do país (18,7%). As informações são da PNAD Contínua, divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira, 30. A pesquisa ressalta, contudo, que o percentual de desocupados manteve-se estável em relação ao segundo trimestre de 2021.

Ao mesmo tempo, a última PNAD Contínua, que traz alterações metodológicas devido à pandemia, revela que a ocupação no estado elevou em 6,5% devido ao aumento de trabalhadores domésticos e pessoas que trabalham por conta própria na primeira metade do segundo semestre. Apesar de não possuírem emprego, esses grupos são considerados desempregados pelo IBGE.

Em todo o país, existem atualmente 13,5 milhões de pessoas desempregadas, uma diminuição de 9,3% em relação ao trimestre anterior. As maiores taxas estão no Norte e no Nordeste. Pernambuco lidera o ranking nacional com 19,3%.

Os dados do último levantamento do IBGE foram coletados de maneira inédita e iniciam uma nova série de pesquisas. Devido à Covid-19, o mapeamento foi realizado por meio de entrevistas telefônicas. “A nova reponderação busca mitigar possíveis vieses de disponibilidade em grupos populacionais, intensificados pela queda da taxa de aproveitamento das entrevistas”, explica Adriana Beringuy, coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, de acordo com a Agência de Notícias do instituto.

Perfil dos desempregados

A PNAD Contínua revela o cenário de vulnerabilidade econômica entre homens e mulheres no país. 15,9% das mulheres estão fora do mercado de trabalho, contra 10,1% dos homens.

As disparidades raciais também refletem-se na taxa de desocupação. 10,3% das pessoas brancas no Brasil estão sem emprego, ao passo que 30% das pessoas negras não encontram oportunidades trabalhistas.

A pesquisa também divulga que, no último trimestre, pessoas que não terminaram a faculdade foram um pouco mais de 2x menos contratadas do que aquelas que se graduaram.


A taxa de desemprego atingiu 12,6% no terceiro trimestre deste ano, o que significa queda de 1,6 ponto percentual na comparação com o segundo trimestre de 2021. O número de pessoas em busca de emprego no país recuou 9,3% e, com isso, chegou a 13,5 milhões. Os ocupados tiveram um crescimento de 4%, alcançando 93 milhões de pessoas. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), foram divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, o crescimento da ocupação no período foi relevante. “No terceiro trimestre, houve um processo significativo de crescimento da ocupação, permitindo, inclusive, a redução da população desocupada, que busca trabalho, como também da própria população que estava fora da força de trabalho”, observou.

A população fora da força de trabalho é o contingente daqueles que não estão ocupados e nem buscando emprego. Com o crescimento no número de ocupados, o nível da ocupação, que é o percentual de pessoas em idade de trabalhar que estão no mercado de trabalho, subiu para 54,1%, enquanto no trimestre anterior tinha sido de 52,1%.

Doméstico


A pesquisa Real Time/Record divulgada na manhã desta segunda-feira (29) mostra o cenário de empate técnico entre Jaques Wagner (PT) e ACM Neto (DEM) quando o nome do ex-presidente Lula (PT) é colado com a imagem do senador baiano.

ACM Neto sem um candidato a presidente, como tem pregado possuir um palanque aberto na Bahia, aparece com 36%. Wagner com Lula 34%. Como a pesquisa tem margem de erro de três pontos para mais ou para menos, o empate fica evidente.

João Roma (Republicanos) com Bolsonaro (sem partido) surge no cenário do levantamento com 13% e Bernadete do PSOL colada ao nome de Guilherme Boulos (PSOL) com 3%.

A pesquisa foi feita nos últimos dias 24 e 25. Ela foi divulgada na TV nesta segunda-feira. Foram ouvidas mil pessoas por telefone. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Fonte-Bnews;


Cerca de 440 mil requerimentos de benefícios pendentes na fila do INSS na região Nordeste, com predominância do BPC Loas (Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social), aposentadoria rural e salário-maternidade rural, em ordem decrescente. Os dados foram informados pelo coordenador da Equipe Local de Análise de Benefícios de Salvador, Ygor de Jesus Souza. Conforme explicado por Souza, não há dados específicos da Bahia disponíveis, pois desde 2019, o INSS iniciou uma transição para a nacionalização da fila de espera para análise dos requerimentos. Até o momento, a regionalização já foi concretizada, de maneira que todos os estados nordestinos trabalham com mão de obra compartilhada.

Quando se considera o volume de processos em estoque no INSS, ou seja, aguardando qualquer uma das ações necessárias para a sua conclusão, o número chega a 786 mil. Dentre eles, quase 33% corresponde ao BPC, seguido de aposentadoria rural e do salário-maternidade rural, cada um com pouco mais de 80 mil processos represados. O montante é dividido em outros 21 tipos de benefícios, dos quais apenas o seguro defeso ultrapassa 50 mil, com 58.028 processos.

A demora para que o solicitante de um benefício tenha um primeiro posicionamento do órgão tem levado um número crescente de pessoas a buscar solução judicial, caso da vendedora Edileuza Silva, 46 anos. Ela solicitou o BPC Loas para seu filho, de seis anos, com transtorno do espectro autista (TEA). O benefício pode ser requerido tanto para pessoas com deficiência quanto para idosos.

Edileuza deu entrada no benefício em abril de 2020 e passou a acompanhar o andamento do processo pelo aplicativo, mas por cerca de dez meses, o resultado visualizado era sempre o mesmo: em análise.

Cansada de aguardar para saber se o requerimento seria deferido ou não, ela buscou auxílio de um advogado, que entrou com mandado de segurança para obrigar o INSS a analisar a demanda.

Após a determinação judicial, a vendedora rapidamente recebeu a indicação de marcação da primeira perícia, sinalizada por mensagem do Meu INSS. Em cerca de dois meses, o BPC Loas do seu filho foi concedido e o pagamento começou a ser realizado.

Extensão


Deputados do PSL, partido que se fundirá ao DEM para criar a União Brasil, pressionam para que a futura sigla apoie o ex-juiz Sergio Moro (Podemos) na disputa pela Presidência da República no ano que vem. Um grupo desses parlamentares jantou com o pré-candidato. No DEM, embora haja resistências de políticos ao ex-juiz, a própria cúpula do partido também não descarta apoiá-lo caso ele cresça nas pesquisas. Em paralelo, enquanto a cúpula do partido discute se terá candidato próprio ou apoiará outro nome, o presidente do PSL, Luciano Bivar (PE), afirmou, em reunião com dirigentes na terça (23), que ele mesmo pode ser pré-candidato pela União Brasil caso não haja uma opção melhor.

Nos bastidores, Bivar está sendo pressionado a apoiar Moro e foi estimulado a buscar compor uma chapa com ele, como alternativa. Atualmente, a União Brasil tem apenas um nome apontado como presidenciável: o do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. Mas mesmo internamente aliados dele reconhecem a dificuldade de ele se viabilizar e defendem que o partido apoie alguém competitivo.

Nesta quinta (25), Bivar chegou a dizer que Mandetta havia retirado a própria pré-candidatura para disputar um cargo no Congresso por Mato Grosso, o que foi negado pelo ex-ministro. “Eu sempre disse que posso ser candidato ou posso apoiar outro candidato. Mas jamais desistirei do Brasil. MÉDICO NÃO ABANDONA PACIENTE. Meu nome continua à disposição. A fusão de DEM/PSL vai amadurecer. O que realmente precisamos debater são ideias, com transparência e humildade”, disse Mandetta, nas redes sociais. A divergência de versões foi atribuída nos bastidores por dirigentes da União Brasil a um mal-entendido com Bivar, que teria entendido erroneamente a declaração de Mandetta na reunião de terça.


A PF (Polícia Federal) reabriu o inquérito que apura a facada dada por Adélio Bispo no presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em 2018, durante a campanha eleitoral. O órgão investiga se houve participação de terceiros no ataque. Depois da facada, a 3ª Vara de Juiz de Fora (MG), da cidade onde Bolsonaro foi atacado, autorizou a quebra do sigilo bancário de Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que defendia Adélio na época. Autorizou também a apreensão do telefone, de livros-caixa, recibos e comprovantes de pagamento de honorários do advogado.

Logo em seguida, o TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) proibiu a quebra de sigilo e o acesso aos dados de Zanone. No começo deste mês, o Tribunal voltou atrás e permitiu a análise dos dados. Os filhos e apoiadores do presidente Bolsonaro sempre perguntaram nas redes sociais quem seriam os possíveis mandantes do ataque. O 1º inquérito sobre o caso foi concluído em setembro de 2018 e considerou que Adélio agiu sozinho no momento e que a motivação teria sido “indubitavelmente política”.

Em maio de 2020, a Polícia Federal concluiu seu 2º inquérito sobre a facada. Segundo o órgão, Adélio agiu sozinho, por iniciativa própria, sem mandantes e ajuda de terceiros. A PF não comprovou a participação de partidos políticos, facções criminosas, grupos terroristas ou mesmo paramilitares em qualquer das fases do crime.

O advogado Frederick Wassef, que representa Bolsonaro, afirmou no começo de novembro ter provas de que a facada foi financiada pela esquerda e que Adélio Bispo “não é louco” –ele foi considerado inimputável pela Justiça. “Encomendaram a morte do presidente da República. Adélio é um assassino profissional cooptado para assassinar o presidente Jair Bolsonaro. Adélio Bispo agiu sozinho, não é louco e existem fortes indícios de que a esquerda brasileira encomendou a morte do presidente Jair Bolsonaro”, disse o advogado.


A Câmara de Vereadores de Itiruçu, deve, na próxima segunda-feira (29), pautar o Requerimento de autoria dos vereadores Roberto Silva (PSB) e de Sidmar Santos (PP), que solicita informações à prefeitura sobre a ocorrência de depósitos em atendimento ao plano de pagamento de dívidas do FUNDEF/FUNDEB.

O Pedido, que deve ser autorizado pela Casa Legislativa, pois não deve haver resistência na transparência dos recursos por parte do município, solicita os critérios e regras estabelecidos pelo município para empregar os recursos, já que, pouco mais de seis milhões já estão depositados em contas do município. O requerimento solicita entre outras informações, a criação de uma comissão temporária para acompanhar as ações.

Vale salientar que a prefeitura criou uma comissão com Secretários e cargos de confianças da gestão para acompanhar o processo, com a inclusão do Sindicatos dos Professores.


A 26ª edição do Feirão Serasa Limpa Nome, que já possibilitou aproximadamente 2,7 milhões de acordos e ofereceu aproximadamente R$ 5 bilhões de descontos aos brasileiros, chega ao terceiro dia de atendimento presencial nas tendas do evento: até sábado, dia 27 de novembro, a Serasa conta com estruturas físicas para atender o público em cinco capitais do Brasil – o maior número da história.

Em Salvador,a tenda do Feirão Serasa Limpa Nome está localizada na Praça Irmã Dulce. Com atendimento das 8h às 20h, os consumidores podem consultados acordos disponíveis em seu CPF e renegociar suas dívidas. Neste ano, são mais de 100 parceiros participantes, com descontos que podem chegar a até 99%.

O objetivo é trazer a oportunidade de recomeço para o maior número de brasileiros: de acordo com o último levantamento feito pela Serasa em outubro, mais4milhões de brasileiros do estado da Bahia estão em situação de inadimplência e enfrentam dificuldades para conseguir crédito e realizar os seus sonhos. Desde o início do Feirão Serasa Limpa Nome, foram mais de 161mil acordos realizados no estado da Bahia e mais de 73mil na capital, em todas os canais de atendimento.

De acordo com Nathalia Dirani, especialista da Serasa, o Feirão Serasa Limpa Nome é uma oportunidade aguardada pelos brasileiros durante o ano todo e já está sendo o maior de toda a história:“O atendimento nas tendas físicas é uma forma de democratizar as condições do feirão para pessoas que encontram dificuldades para fechar o acordo de forma digital ou que preferem renegociar presencialmente. Dessa forma, mais consumidores se beneficiam com a ação e conseguimos oferecer diversas maneiras de recomeço, de acordo com a realidade de cada brasileiro”, comenta.