O cantor e compositor britânico George Michael, que ficou famoso nos anos 1980 com o grupo Wham!, morreu aos 53 anos, neste domingo (25), segundo informou um representante do artista ao site da BBC. Ele disse que o artista morreu “em paz na sua casa”. Não há detalhes sobre a causa da morte, mas segundo a polícia não há circunstâncias suspeitas de crime.

A polícia de Thames Valley informou que uma ambulância esteve em uma casa em Goring, em Oxfordshire, na Inglaterra para atender uma ocorrência.

Em comunicado, o publicitário do cantor pediu privacidade para a família. “É com grande tristeza que confirmamos que nosso amago filho, irmão e amigo George morreu tranquilamente em casa no período de Natal. A família gostaria de pedir que a privacidade deles seja respeitada nesse momento difícil e emocional. Não haverá mais comentários neste momento”.

George nasceu em East Finchley, Norte de Londres, em 1963. Fundador do grupo Wham!, onde permaneceu até 1986, ele é dono de hits como “Careless Whisper” (vídeo abaixo), “Freedom 90” e “Last Christmas” e vendeu mais de 100 milhões de discos.


Agência Brasil.

O ministro dos Transportes da Rússia, Maksim Sokolov, disse que estão sendo analisadas todas as pistas relacionadas ao acidente com o avião militar do país neste domingo (25), inclusive a de terrorismo. “É prematuro fazer qualquer especulação no momento. Mas os investigadores estão avaliando todas as pistas, inclusive a de terrorismo”, disse Sokolov. O avião caiu no Mar Negro com 93 pessoas a bordo.

Mais cedo, o chefe da Comissão de Defesa do Senado russo, Viktor Ozerov, tinha descartado a possibilidade de atentado, alegando que o avião era da Força Aérea russa e tinha caído em território russo. Segundo ele, havia mais chances de ter sido uma falha técnica ou erro humano.

O presidente Vladimir Putin declarou luto nacional amanhã (26) em todo o país.

O voo tinha partido de Sóchi, na Rússia, e conduzia militares, jornalistas e membros do Coral do Exército. Eles deveriam fazer uma apresentação musical às tropas russas em Latakia, na Síria, na noite do Ano-Novo


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Um homem foi condenado nos Estados Unidos à prisão perpétua, sem opção de recorrer à liberdade condicional, por esquecer o filho dentro de um carro sob um sol intenso, o que provocou a morte da criança, enquanto enviava mensagens com teor sexual em seu escritório. O promotor Chuck Boring disse que Justin Ross Harris, de 36 anos e nascido na Geórgia, deixou que o bebê de 22 meses morresse “da forma mais horrível e inimaginável”. Harris alegou que esqueceu de levar o filho para a creche em 18 de junho de 2014 e que só percebeu que o havia deixado em sua cadeirinha vários minutos depois de deixar o trabalho de carro. Os promotores, no entanto, afirmaram durante o julgamento que o acusado queria ficar livre de qualquer responsabilidade familiar. Uma investigação revelou que Harris pesquisou na internet maneiras de viver sem filhos e como sobreviver na prisão, além de assistir vídeos de animais que morrem trancados em veículos expostos ao sol. O caso deu uma guinada inesperada quando um detetive revelou que o acusado enviou mensagens de conteúdo sexual para seis mulheres, uma delas de 17 anos, enquanto o filho estava preso no carro. Há três semanas, um júri o declarou culpado de homicídio doloso, crueldade e exploração de menores. A juíza da Corte Suprema do condado de Cobb, Mary Staley Clark, anunciou a pena de prisão perpétua, além de 32 anos adicionais na cadeia por outros crimes.


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Sob um clima de forte emoção e com grande participação popular, a cerimônia em homenagem às vítimas do acidente aéreo na Colômbia com o time da Chapecoense foi encerrada por volta das 15h de hoje (3) na Arena Condá, em Chapecó, Santa Catarina.

Falaram na cerimônia – que contou com a presença do presidente Michel Temer e do governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo – o presidente em exercício da Chapecoense, Ivan Tozzo, e o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon.

Um dos destaques do evento foi a mensagem enviada pelo papa Francisco, cujo texto foi lido durante a cerimônia pelo bispo de Chapecó, dom Odelir Magri.

“Consternado pela trágica notícia do acidente na Colômbia, o papa pede que sejam transmitidas suas condolências e sua participação na dor de todos os enlutados. Ao mesmo tempo, pede ao céu conforto e restabelecimento para os sobreviventes e coragem e consolação para todos os atingidos pela tragédia”, diz a mensagem.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, em discurso no fim da cerimônia, ressaltou o “momento de dor”, e disse que não havia palavras que pudessem diminuir o sofrimento dos que perderam entes queridos no acidente. “Quero deixar aqui um abraço solidário de todo o mundo do futebol e dizer que a Fifa está do vosso lado, não só hoje mas sempre. Força Chape, somos todos brasileiros, somos todos chapecoenses.”

 Chuva não intimida público

A forte chuva que caiu em Chapecó na manhã deste sábado não espantou o público, que aguardou desde cedo a chegada dos corpos das vítimas do acidente aéreo de terça-feira (29), em que morreram jogadores e dirigentes da Chapecoense e jornalistas que viajavam para a cobertura da primeira partida da final da Copa Sul-Americana, que seria disputada na quarta-feira (30), entre o time catarinense e o Atlético Nacional, equipe da cidade colombiana de Medellín.

Os corpos chegaram por volta das 12h25 ao estádio, depois de um cortejo que percorreu as ruas da cidade. As arquibancadas ficaram lotadas de torcedores e populares que, emocionados, se abrigavam debaixo de capas e guarda-chuvas. Em várias partes do estádio viam-se faixas em agradecimento ao povo da Colômbia, país onde ocorreu o acidente e que prestou atendimento e fez o resgate das vítimas. Na quarta-feira, uma cerimônia muito emocionante em homenagem às vítimas foi realizada no estádio de Medellín, exatamente no horário em que seria disputada a final da Copa Sul-Americana.

Alguns torcedores levaram à Arena Condá, inclusive, a bandeira colombiana. “Colombia, gracias por todo” (Colômbia, obrigado por tudo), dizia uma das faixas. Outra, em inglês, dizia:  “A todo mundo, o que nos resta é agradecer”.

“O carinho que eles [colombianos] tiveram com todo o povo chapecoense, com todos os brasileiros, foi muito comovente. Por mais que a gente queira demonstrar o quanto estamos gratos, não há palavras para dizer o quanto estamos honrados por tê-los como irmãos, vizinhos. Eu acho que Deus colocou uma nação muito nobre, muito educada e cheia de princípios para ensinar para todo mundo a fraternidade e a solidariedades. Esses professores são os colombianos”, disse Gustavo Braun, corretor de seguros que levava uma das faixas.

*Com informações da Agência Ansa


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Um vídeo perturbador que está circulando pela internet tem causado comoção em todo o mundo. Nas imagens é possível ver uma mulher batendo repetidas vezes na cabeça de um bebê porque ele não parava de chorar. Segundo o jornal “Daily Mirror”, a mulher é Aygul Kozhabaevna, mãe do bebê, e a gravação foi feita no Cazaquistão, na cidade de Almaty.

A imprensa local reportou que o vídeo foi gravado por uma menina de 8 anos que testemunhou a ação. A mulher estava com o bebê na casa de um amigo quando a criança fez a gravação, denunciando a violência. Em 57 segundos de vídeo a mulher bate 42 vezes na cabeça do bebê, que chora sem parar.

O vídeo chocante foi publicado no YouTube e acredita-se que tenha sido gravado em agosto deste ano. No Brasil as imagens têm circulado em grupos nas redes sociais como se tivesse sido flagrado no país, mas o caso aconteceu no exterior.

A polícia investiga o caso. Aygul Kozhabaevna é uma migrante do Uzbequistão que viajou para Almaty em busca de um futuro melhor. Na noite de ontem (segunda-feira) o Blog do Rodrigo Ferraz, de Vitória da Conquista,  esclareceu que o vídeo não foi feito em Vitória da Conquista, conforme foi repercutido nas redes sociais.


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Os usuários do WhatsApp poderão usar, a partir da próxima atualização do aplicativo de mensagens, nos próximos dias, um novo recurso de chamada em vídeo. A função estava em teste desde outubro, e acaba de ser liberada para Android, iOS (iPhone) e Windows Phone. O sistema será parecido com o de voz, desta vez podendo escolher entre voz ou vídeo para falar com os contatos. Ele será parecido com o Skype e o Duo, do Google.


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O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste domingo (13) que manterá a promessa de construir um muro na fronteira com o México quando assumir a Casa Branca.  A declaração foi feita em uma entrevista à emissora CBS, mas o republicano admitiu que, em determinados trechos da fronteira, será feita apenas uma cerca. Ainda na disputa eleitoral, o magnata irritou mexicanos ao dizer que o país latino pagaria pelo muro.

Além disso, Trump declarou que deportará “imediatamente” entre 2 e 3 milhões de imigrantes clandestinos com antecedentes criminais. Durante a campanha, o magnata havia prometido que uma de suas primeiras medidas na Presidência seria expulsar pessoas vivendo ilegalmente no país. “Aquilo que faremos é jogar fora do país ou prender as pessoas que são criminosas, têm antecedentes criminais, membros de gangues, traficantes de droga”, disse.

Na última semana, Trump deu uma entrevista ao jornal The Wall Street Journal, na qual reconhece que partes do sistema de saúde criado pelo presidente Barack Obama, o “Obamacare”, podem ser mantidas, embora tivesse prometido enterrar o projeto assim que tomasse posse. Enquanto isso, seguem os protestos contra e eleição do magnata. Em Portland, que tem sido palco dos atos mais violentos, 19 pessoas foram presas na noite de sábado (12) após confrontos com a polícia. As manifestações vêm acontecendo desde quarta-feira (9) em várias cidades do país. Da Agência Ansa


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O novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump recebeu a notícia da vitória em Nova York, no prédio que leva o nome dele, a Trump Tower. Ele ultrapassou o número de 270 delegados, vencendo a concorrente democrata Hillary por 276 a 218. Donald Trump tem 70 anos, é um empresário de Nova York e já foi celebridade de reality show na TV americana. Considerado imprevisível pelo mercado financeiro, teve altos e baixos durante a campanha, marcada por declarações polêmicas como as que se referiam a mulheres – chegou a dizer que as ‘pegava pelas partes íntimas’. Nada disso foi impecilho para que ele fosse eleito presidente dos Estados Unidos e ele tomará posse no dia 20 de janeiro de 2017.

Hillary Clinton anunciou que não discursaria sobre o resultado, mas telefonou para Trump, reconhecendo a vitória do oponente.
Trump chegou ao hotel onde o partido preparou a festa da vitória, logo depois da definição das urnas. O candidato a vice, Mike Pence também chegou, acompanhado da família. Amigos e apoiadores da candidatura de Trump já estavam reunidos no hotel, na 6ª avenida, no centro turístico da ilha de Manhattan. Toda a região teve a segurança reforçada, não só por policiais de Nova York, mas também por agentes do serviço secreto. Vários caminhões basculantes, carregados de areia, funcionam como barreira como ataques terroristas.

“Serei presidente para todos os americanos”, disse Donald Trump na manhã desta quarta-feira (9). Ele iniciou seu discurso de vitória agradecendo aos apoiadores que comemoravam no local. Disse que recebeu um telefonema de Hillary admitindo a derrota e o parabenizando pelo resultado. “Acabo de receber uma ligação da secretária Clinton. Ela nos congratulou pela nossa vitória e eu congratulei ela e sua família por uma campanha muito dura. Ela lutou muito. Nós devemos a ela uma dívida de gratidão por seu serviço ao país”, afirmou. O presidente eleito pediu união aos democratas e republicanos, dizendo que é tempo de “estarem juntos, como um povo unido”. O dia do republicano foi cheio de expectativas. Donald Trump votou no fim da manhã de terça (8), em uma escola que fica perto de um dos prédios dele. Eleitores vaiaram e protestaram contra o republicano. Na hora de marcar a cédula, ele deu uma espiada no voto da mulher, Melania Trump. Mesmo sem a obrigatoriedade de votar, houve filas nos locais de votação em todo o país.


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O futebol mexicano ficou em luto no último final de semana, após uma tragédia em um campeonato amador. Em duelo entre Canarios e Lindavista, o jogador Ruben Rivera Vázquez se irritou por ser expulso e desferiu uma cabeçada no rosto do árbitro Victor Trejo, que morreu.

Aos 59 anos, o juiz desmaiou depois da agressão. Levado ao hospital com hemorragia e traumatismo craniano, ele faleceu antes de chegar ao local. Ao saber da gravidade, o atleta fugiu de carro e ainda não foi encontrado.

Integrante do Colégio de Árbitros de Pachuca, Alejandro Monzalvo condenou as condições de trabalho do futebol amador no país. “Se um jogador te agridem não tem como detê-lo e estamos conscientes disto”, disse ao El Universal. No México, os árbitros recebem um salário entre 300 e 500 pesos (R$ 52 e 87).


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A democrata Hillary Clinton e o republicano Donald Trump enfrentam o julgamento dos eleitores nesta terça-feira, quando milhões de norte-americanos vão comparecer às urnas para escolher o próximo presidente dos Estados Unidos e encerrar uma campanha marcada por ofensas, que as pesquisas apontam ter Hillary como favorita. Em uma batalha concentrada principalmente no caráter dos candidatos, Hillary, de 69 anos, ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama, e Trump, de 70 anos, empresário bilionário de Nova York, fizeram seus últimos apelos fervorosos aos eleitores na noite de segunda-feira em busca de conquistar mais votos.

A última semana de campanha foi marcada por uma série de eventos em busca de votos nos Estados-chave onde a eleição deve ser decidida. “Nós escolhemos acreditar em uma América de esperança, inclusiva, com o coração grande”, disse Hillary na Filadélfia ante uma multidão de 33 mil pessoas, o maior público em um comício da democrata nesta campanha. Ela teve a companhia do presidente Barack Obama, também democrata; da primeira-dama, Michelle Obama; e do ex-presidente e marido de Hillary, Bill Clinton. Trump fez uma de suas últimas aparições na noite de segunda-feira em Manchester, New Hampshire, onde as pesquisas indicam uma disputa bastante apertada.

“Amanhã a classe trabalhadora americana vai responder”, disse Trump. “É uma questão de tempo”. Ele levou grande parte de sua família ao palco para seu último comício no Estado, onde conquistou sua primeira vitória na disputa interna dos republicanos pela nomeação para concorrer à Presidência. Hillary chegou ao dia da eleição como favorita para se tornar a primeira mulher presidente dos EUA, após passar oito anos na Casa Branca como primeira-dama na década de 1990. Uma pesquisa Reuters/Ipsos States of the Nation deu à democrata 90 por cento de chance de derrotar Trump, e disse que ela caminha para obter 303 votos no Colégio Eleitoral, contra 235 de Trump. São necessários 270 votos para ser eleito presidente. (Reportagem adicional de Emily Stephenson e Amanda Becker viajando com os candidatos)