Depois de três anos em território venezuelano, a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada pelo documentalista brasileiro Dado Galvão para o jornalista venezuelano Carlos Javier, em 2015, retornou ao Brasil (18/6/2018), por meio do correio postal, com assinaturas de vítimas da repressão, presos políticos, familiares de ativistas que estão presos, defensores dos direitos humanos, deputados, estudantes, religiosos e líderes comunitários.

Assinaram a bandeira o então deputado Juan Guaidó, hoje presidente encarregado da Venezuela, Leopoldo López (preso politico), Lilian Tintori, Maria Corina Machado, refugiados venezuelanos que vivem no estado da Bahia e no Uruguai, parlamentares do Mercosul, e até mesmo o sambista Martinho da Vila. 

Em maio de 2018, uma das ações da missão foi motivar os alunos da Escola Estadual Luís Eduardo Magalhães, a escreverem cartas de apoio direcionadas aos imigrantes e refugiados venezuelanos que estão em Roraima. As cartas foram entregues em junho/2018, aos refugiados venezuelanos que vivem em Roraima, ao receber uma carta os refugiados eram convidados a escrever outra carta para os parlamentares do Parlasul.

Dado Galvão e o fotógrafo Arlen Cezar, viajaram em setembro/2018, para Montevidéu/Uruguai, onde entregaram aos parlamentares do Parlasul (Parlamento do Mercosul), cartas escritas por refugiados venezuelanos que vivem em Salvador (Bahia), Boa Vista, Pacaraima (fronteira Brasil-Venezuela) no estado de Roraima, como parte das ações da Missão Ushuaia, Venezuela.


Vídeo-minuto do documentarista Dado Galvão, inspirado na mensagem do Papa Francisco sobre Fake News (Notícias Falsas).

Queridos irmãos e irmãs!
No projeto de Deus, a comunicação humana é uma modalidade essencial para viver a comunhão. Imagem e semelhança do Criador, o ser humano é capaz de expressar e compartilhar o verdadeiro, o bom e o belo. É capaz de narrar a sua própria experiência e o mundo, construindo assim a memória e a compreensão dos acontecimentos. Mas, se orgulhosamente seguir o seu egoísmo, o homem pode usar de modo distorcido a própria faculdade de comunicar, como o atestam, já nos primórdios, os episódios bíblicos dos irmãos Caim e Abel e da Torre de Babel (cf. Gn 4, 1-16; 11, 1-9). Sintoma típico de tal distorção é a alteração da verdade, tanto no plano individual como no coletivo. Se, pelo contrário, se mantiver fiel ao projeto de Deus, a comunicação torna-se lugar para exprimir a própria responsabilidade na busca da verdade e na construção do bem. Hoje, no contexto duma comunicação cada vez mais rápida e dentro dum sistema digital, assistimos ao fenómeno das «notícias falsas», as chamadas fake news: isto convida-nos a refletir, sugerindo-me dedicar esta Mensagem ao tema da verdade, como aliás já mais vezes o fizeram os meus predecessores a começar por Paulo VI (cf. Mensagem de 1972: “Os instrumentos de comunicação social ao serviço da Verdade“). Gostaria, assim, de contribuir para o esforço comum de prevenir a difusão das notícias falsas e para redescobrir o valor da profissão jornalística e a responsabilidade pessoal de cada um na comunicação da verdade.
 
1. Que há de falso nas notícias falsas?

A expressão fake news é objeto de discussão e debate. Geralmente diz respeito à desinformação transmitida on-line ou nos mass-media tradicionais. Assim, a referida expressão alude a informações infundadas, baseadas em dados inexistentes ou distorcidos, tendentes a enganar e até manipular o destinatário. A sua divulgação pode visar objetivos prefixados, influenciar opções políticas e favorecer lucros econômicos.
A eficácia das fake news fica-se a dever, em primeiro lugar, à sua natureza mimética, ou seja, à capacidade de se apresentar como plausíveis. Falsas mas verossímeis, tais notícias são capciosas, no sentido que se mostram hábeis a capturar a atenção dos destinatários, apoiando-se sobre estereótipos e preconceitos generalizados no seio dum certo tecido social, explorando emoções imediatas e fáceis de suscitar como a ansiedade, o desprezo, a ira e a frustração. A sua difusão pode contar com um uso manipulador das redes sociais e das lógicas que subjazem ao seu funcionamento: assim os conteúdos, embora desprovidos de fundamento, ganham tal visibilidade que os próprios desmentidos categorizados dificilmente conseguem circunscrever os seus danos.
A dificuldade em desvendar e erradicar as fake news é devida também ao facto de as pessoas interagirem muitas vezes dentro de ambientes digitais homogêneos e impermeáveis a perspetivas e opiniões divergentes. Esta lógica da desinformação tem êxito, porque, em vez de haver um confronto sadio com outras fontes de informação (que poderia colocar positivamente em discussão os preconceitos e abrir para um diálogo construtivo), corre-se o risco de se tornar atores involuntários na difusão de opiniões tendenciosas e infundadas. O drama da desinformação é o descrédito do outro, a sua representação como inimigo, chegando-se a uma demonização que pode fomentar conflitos. Deste modo, as notícias falsas revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se dilatar a arrogância e o ódio. É a isto que leva, em última análise, a falsidade.
 
2. Como podemos reconhecê-las?


TÓQUIO – O tufão mais potente a atingir o Japão nos últimos 25 anos deixou ao menos 9 mortos e mais de 300 feridos nesta terça-feira, 4, com ventos muito violentos e chuvas torrenciais na região oeste do país. O balanço de mortos foi divulgado pelo canal público NHK. O tufão também causou a inundação do Aeroporto Internacional de Kansai, em Osaka. Entre os mortos, um homem de 71 anos foi encontrado debaixo de um armazém que desmoronou, provavelmente devido aos fortes ventos, e um outro homem, também com cerca de 70 anos, morreu após cair do telhado de um casa. O tufão Jebi é o 21º da temporada na Ásia e afetou o Japão com tempestades e rajadas de ventos que alcançaram 220 km/h em alguns pontos. Jebi, cujo nome significa “engolir” em coreano, é a mais recente adversidade climática a atingir o Japão após chuvas intensas, deslizamentos de terra, enchentes e temperaturas recordes que deixaram centenas de mortos nos últimos meses.

As autoridades pediram a vários moradores que abandonassem suas casas em áreas inundadas ou que poderiam ser atingidas pelo fenômeno e recomendaram a quase 1,2 milhão de habitantes que procurassem abrigos – 16 mil pessoas receberam ordem para deixar suas casas, mas a medida não é obrigatória. Apesar do número relativamente baixo de vítimas, o tufão provocou danos materiais consideráveis. Um petroleiro ficou retido sob uma ponte que leva ao Aeroporto Internacional de Kansai, perto de Osaka, no oeste do país. A NHK informou que ao menos 3 mil passageiros e funcionários ficaram presos no terminal.

Esse aeroporto, construído sobre uma ilha artificial, foi inundado e fechado depois que o subsolo e as pistas foram dominados pela água. “Essa tempestade é super (forte). Espero conseguir chegar em casa”, disse uma moradora de Hong Kong à NHK, no aeroporto. Em algumas áreas, o nível das marés é o mais alto desde um tufão em 1961.

Imagens de televisão mostraram andaimes destruídos pelo vento, árvores no chão, vitrines de lojas quebradas, postes tombados, ruas inundadas, caminhões virados e o mar agitado em todas as direções. Além disso, várias linhas de trens suspenderam as viagens, incluindo os trens de alta velocidade Shinkansen, que fazem o trajeto entre Tóquio e Osaka e transportam centenas de milhares de passageiros todos os dias. Em Kyoto, uma parte do teto da estação ferroviária desabou na passagem do tufão.

Em entrevista por e-mail ao jornal Japan Times, o indonésio Justin Setiawan, de 25 anos, que viajava com a família de férias pelo país em um dos trens de alta velocidade, contou que eles estavam retidos havia três horas e meia, mas a situação dentro do trem estava tranquila, apesar de ter acabado a água e a comida a bordo. As grandes lojas de departamento da região de Osaka fecharam suas portas. Várias empresas do país, incluindo Toyota, Honda e Panasonic, suspenderam a produção, enquanto outras pediram aos funcionários que ficassem em casa. As escolas também suspenderam as aulas hoje. Mais de 1,4 milhão de residências e edifícios ficaram sem energia elétrica.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, presidiu uma reunião de emergência para monitorar a situação de crise.

Com ventos entre 160 km/h e 190 km/h na parte central (além de rajadas de até 220 km/h), Jebi é o primeiro tufão catalogado como “muito forte” pela Agência Meteorológica do Japão a chegar ao arquipélago desde 1993, quando outro fenômeno com as mesmas características deixou 48 mortos e desaparecidos. / AFP, AP e REUTERS


Uma parte de uma ponte de Gênova, na Itália, desmoronou na manhã desta terça-feira (14) e deixou, até o momento, 26 mortos, de acordo com o governo da Ligúria, região onde aconteceu o desastre. Há ainda 15 feridos, 9 deles em estado grave. Os trabalhos de resgate continuam. Mais cedo, o governo da Ligúria chegou a citar informações dos bombeiros que indicavam 35 mortos, mas esse balanço foi posteriormente alterado. Entre os mortos há uma jovem menina, informou o vice-ministro de Infraestrutura e Transportes, Edoardo Rixi. A ponte Morandi fica em uma área densamente habitada de Gênova. Por ela, passa a rodovia A10, que liga cidades no Norte da Itália ao Sul da França. O incidente ocorreu por volta das 11h15 (por volta de 7h15 no horário de Brasília) durante uma forte chuva que atingia a região.

As equipes de resgate continuam buscando vítimas, então o número de mortos ainda pode aumentar. O número de sobreviventes não foi divulgado. Cerca de 200 agentes estão envolvidos nas operações de resgate.

A maior parte da estrutura caiu no leito do córrego Polcevera, mas trechos enormes caíram sobre casas, nos galpões e nas ruas abaixo. Luigi D’Angelo, funcionário da Defesa Civil italiana, disse à Reuters que havia cerca de 30 carros e entre 5 a 10 caminhões no trecho da ponte que desabou.  O governo da Liguria informou que 432 pessoas, de 11 prédios, foram obrigadas a ficar fora de casa após a queda da ponte. De acordo com o jornal “La Stampa”, o colapso atingiu o estacionamento da Ansaldo Energia, uma das principais usinas de produção de energia da Itália. Aparentemente, o local estava vazio.

100 metros de altura

A estrutura, que atravessa a cidade portuária de Gênova, tem cerca 100 metros de altura e 1.182 metros de comprimento. Ela foi construída nos anos 1960, e o governo tinha iniciado uma reforma na obra em 2016.

“Não é aceitável que uma ponte tão importante não tenha sido construída para evitar esse tipo de colapso”, disse Rixi.

O ministro do transporte de Itália, Danilo Toninelli, considerou o incidente “uma terrível tragédia”.


Promoção de diálogo entre culturas e religiões, e solidariedade e paz entre países: esse é o desejo do Papa Francisco para a Copa do Mundo, que tem inicio hoje, 14. O recado foi dado pelo pontífice nesta quarta, 13: “Amanhã, começa o Mundial de Futebol na Rússia. Envio a minha cordial saudação aos jogadores, aos organizadores e a todos que seguirão pelos veículos de imprensa este evento que supera todas as fronteiras”, disse o líder religioso na tradicional audiência na Praça de São Pedro.

“Esta é uma importante manifestação esportiva de encontro, de diálogo e de irmandade entre culturas e religiões diferentes, que favorece a solidariedade e a paz entre as nações”, completou Francisco sobre o evento, que vai até o dia 15 de julho.


Começaram nesta sexta-feira (1º) as trezenas em homenagem a Santo Antônio. Até o dia 13 de junho, dia dedicado ao santo, devotos participam de missas em agradecimento. A celebração iniciou às 05h com a Festa da Alvorada, celebrada com fogos e carretada pela cidade.

Na primeira noite de celebração, que teve como tema: “Leigos (as) chamados à experiência de fé e a viverem na casa de Deus como a casa de oração e de crescimento espiritual para a missão”. O Padre Juvan Celestino celebrou a programação com a participação do Pe. Petrônio Bonfim, da Paróquia Nossa Senhora das Dores de Planaltino.

Os homenageados da noite foram os profissionais de imprensa, apostolado da oração , Mej e coroinhas. O trezenário conta ainda com o barracão beneficente, onde são vendidas comidas de diversos tipos, além de muita música com artistas locais.

A Programação segue, conforme a seguir:

Neste sábado (02) o tema será: “Toda autoridade nos céus e na terra foi entregue a Jesus Cristo. Enviados sob a autoridade de Jesus, Leigos (as) devem partir em missão como sal da terra e luz do mundo”. A liturgia será com as comunidades rurais e os homenageados será o produtor rural. Confira na imagem abaixo a programação dos 13 dias.

Santo Antonio – Padroeiro de Itiruçu

Nascido em Lisboa em 15 de agosto de 1195, Antônio de Pádua foi batizado com o nome de Fernando. Durante a juventude ingressou na vida religiosa, no primeiro momento, como membro da Ordem de Santo Agostinho e, alguns anos mais tarde, na Ordem Franciscana, onde recebeu o nome de Antônio. Sua popularidade chegou ao Brasil graças aos colonizadores que vieram de Portugal.


Ao mesmo tempo em que a tempestade tropical Harvey continua a atingir o sudeste do Texas e o sudoeste da Louisiana, uma nova tempestade está se formando no extremo leste do Atlântico, de acordo com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira, a instituição disse que a tempestade, chamada Irma, não representa uma ameaça imediata para o país. No entanto, “alguns esforços são previstos nas próximas 48 horas e Irma pode se tornar um furacão nesta sexta-feira”, disse o Centro. Por enquanto, a velocidade máxima dos ventos do Irma chega a 80,5 quilômetros por hora. Fonte: Dow Jones Newswires.


Operação de busca envolvendo navios e aviões está em curso. Agência informa que destroços foram encontrados no mar.

 

Um avião militar birmanês com mais de cem pessoas a bordo desapareceu nesta quarta-feira (7) quando voava entre a cidade de Myeik, no sul de Mianmar, e Yangon, indicaram o Exército e uma fonte do aeroporto. As operações de busca estão em curso e envolvem embarcações e aeronaves.
Segundo a agência France Presse, autoridades informaram que destroços da aeronave foram encontrados no mar.
“A comunicação com a aeronave foi perdida às 13h35 [4h05 de Brasília] quando estava 20 milhas a leste da cidade de Dawei”, declarou em um comunicado o escritório do comandante chefe do Exército.

A agência Reuters informou que 120 pessoas estavam a bordo: 106 soldados e familiares e 14 tripulantes. O avião de fabricação chinesa, um Y-8 200F, tinha 809 horas de voo, capacidade máxima para 200 passageiros e saiu de Yangon, principal cidade do país em um voo semanal que passa por várias cidades costeiras, de acordo com a Efe. Kyaw Htey, oficial de aviação do aeroporto de Myeik, afirmou as condições climáticas eram boas no momento da decolagem. (Fonte: Arte/G1).


O presidente do Egito, Abdul Fatah al Sisi, anunciou neste domingo (9) o estabelecimento do estado de emergência no país, depois dos atentados contra duas catedrais do norte de Egito, nos quais morreram pelo menos 44 pessoas e mais de 100 ficaram feridas. As informações são da agência EFE. Em um discurso transmitido ao vivo pela emissora de televisão estatal, Al Sisi afirmou que o estado de exceção se estenderá por um período de três meses.

 

O anúncio foi feito depois de “tomar as medidas legais e constitucionais” pertinentes nestes casos, explicou o governante em seu breve pronunciamento. O objetivo do estado de emergência é “proteger o país e preservar [sua segurança]”, acrescentou Al Sisi. O presidente egípcio disse que os aparelhos de segurança vão “intensificar seus esforços para punir os criminosos” que estão por trás dos dois atentados, reivindicados pelo grupo terrorista Estado Islâmico. Além disso, o líder egípcio solicitou aos meios de comunicação que abordem os acontecimentos com “honestidade, responsabilidade e consciência”. Em uma mensagem à comunidade internacional, Al Sisi destacou que esta “tem que castigar os países que apoiaram o terrorismo e criaram a ideologia e trouxeram combatentes [ao Egito] de todo o mundo”.

 

“Agora somos nós que pagamos o preço”, disse o presidente egípcio, que elogiou os cidadãos por sua resistência e paciência nas difíceis circunstâncias dos últimos anos. O estado de emergência foi decretado em algumas ocasiões excepcionais em anos passados, depois que esteve em vigor de forma contínua entre 1981 e 2012, quando foi abolido ao calor da revolução egípcia de 2011. ( Da EFE) 


O deslizamento de terra na cidade de Mocoa, capital do departamento do Putumayo, no Sul da Colômbia, deixou pelo menos 254 mortos, de acordo com o último relatório divulgado pelas Forças Armadas do país, que estão trabalhando no resgate. Segundo o comunicado, a tragédia que atingiu Mocoa na madrugada de sábado fez ainda 400 feridos e deixou 200 pessoas desaparecidas.

 

Chuvas fortes causaram o transbordamento de vários rios, jogando sedimentos contra casas e estradas na capital provincial de Mocoa. Segundo as equipes de resgate colombiana, 17 bairros de Mocoa foram afetados. Pontes foram destruídas e veículos arrastados pelas fortes correntezas. As buscas por sobreviventes ainda continuam. Mais de 1.100 soldados e oficiais estão trabalhando nas buscas na cidade, que conta com 345.000 habitantes.

 

Fotos divulgadas no Twitter pela força aérea mostravam ruas cheias de lama e casas danificadas, enquanto vídeos de celulares nas mídias sociais mostravam moradores buscando por sobreviventes. “É uma área grande”, disse à rádio Caracol o prefeito de Mocoa, José Antonio Castro. “Uma grande parte das muitas casas foi tomada pela avalanche, mas acima de tudo as pessoas foram avisadas com tempo suficiente para sair, mas casas em 17 bairros foram devastadas.”

Um morador da cidade, Alberto Medina, contou ao jornal local El Tiempo que as chuvas começaram na noite de sexta-feira, mas por volta da meia-noite os alarmes de emergência começaram a soar e as pessoas saíram de suas casas em busca de refúgio. Segundo Medina, os hospitais da cidade estão lotados e faltam medicamentos, cobertores e instrumentos cirúrgicos para atender todos os feridos.

O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, foi até a área, para supervisionar os trabalhos de resgate e conversar com as famílias afetadas. “Toda a capacidade do Estado está voltada para apoiar o trabalho humanitária e de busca e resgate”, escreveu Santos em seu Twitter sobre a tragédia.

O deslizamento supera o mais recente desastre natural da Colômbia, o de outra avalanche que destruiu em 18 de maio de 2015 a cidade de Salgar, no departamento de Antioquia, deixando pelo menos 104 mortos.

(Com agência EFE)