O aplicativo de mensagens WhatsApp anunciou que a cidade de São Paulo foi escolhida para testar uma nova funcionalidade que permite localizar bares, restaurantes, lanchonetes e outros tipos de empreendimento que usam a plataforma para fazer negócios. A novidade, que será testada exclusivamente no Brasil, será chamada Guia de Negócios e funcionará como uma espécie de mapa de locais recomendados por usuários.

“No momento, o guia está disponível somente para algumas empresas no centro da cidade de São Paulo que vendem produtos e serviços na região, incluindo alimentação, varejo e educação. Com o tempo, esperamos incluir mais categorias e áreas geográficas, e disponibilizar o guia para mais para empresas que usam o app”, informou a empresa em comunicado.

Para as empresas que tiverem interesse em aderir e estejam localizadas no centro da cidade de São Paulo, o WhatsApp disponibilizou um vídeo explicativo para o processo de cadastro.


Oficiais das forças especiais da Guiné afirmaram no domingo, 5, que capturaram o presidente Alpha Condé, conquistaram a capital Conacri e “dissolveram” as instituições, ao mesmo tempo que anunciaram um toque de recolher em todo o país. Este golpe de Estado militar pode tirar do poder um veterano da política africana que se encontrava cada vez mais isolado.

Não foram registradas até então mortes durante o golpe, apesar do intenso tiroteio ouvido pela manhã na capital deste país da África Ocidental, que há meses atravessa uma grave crise econômica e política. O possível fim de mais de dez anos de governo de Condé provocou cenas de júbilo em várias partes da capital.

“Decidimos, depois de prender o presidente, que atualmente está conosco (…), suprimir a Constituição em vigor, dissolver as instituições, e também o governo, assim como fechar fronteiras terrestres e aéreas”, declarou um dos golpistas, em um comunicado publicado nas redes sociais.

Denunciando o “caos” do governo, o chefe das forças especiais, tenente-coronel Mamady Dumbuya, envolvido em uma bandeira guineana, prometeu em rede nacional “lançar uma consulta nacional para abrir uma transição inclusiva e pacífica”.

Os golpistas transmitiram um vídeo do presidente de 83 anos preso. Ao ser questionado sobre se foi maltratado, Condé, de jeans e camisa, sentado em um sofá, nega-se a responder.


Um peão brasileiro, identificado como Amadeu Campos Silva, de 22 anos, morreu após sofrer um acidente durante uma montaria em touro no evento Velocity Tour, nos Estados Unidos. Ele chegou a ser socorrido para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

“É com pesar que informamos o falecimento de Amadeu Campos Silva no Centro Regional Comunitário de Fresno, na Califórnia, onde ele foi transportado após um grave acidente durante montaria na etapa da PBR Velocity Tour”, informou a página brasileira PBR (Professional Bull Riders).

Segundo informações do Uol, Amadeu era uma das maiores promessas dos rodeios no Brasil. Ele, que morava em Altair (SP), foi aos EUA após competir nas etapas brasileiras da PRB em 2017 e 2018. Ao se tornar vice-campeão brasileiro em 2019, ele estreou nos EUA no evento Velocity Tour em Edimburgo, no Texas. Em 2020, ele conseguiu chegar nas finais do mundial e tentava repetir o feito.


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O Talibã já controla o aeroporto de Cabul. O grupo extremista ocupou toda a estrutura assim que terminou a saída dos militares dos Estados Unidos (EUA) e declarou o Emirado Islâmico do Afeganistão como uma nação livre e soberana. Os líderes do movimento caminharam pela pista do aeroporto, num gesto simbólico de vitória.

A retirada das forças militares norte-americanas ocorreu por volta da meia-noite, com a saída do último avião C-17 dos Estados Unidos. O momento foi celebrado nas ruas de Cabul com fogo de artifício e disparos de armas.

O Aeroporto Hamid Karzai ficou, agora, sem controle de tráfego aéreo. O porta-voz do Talibã admitiu pedir ajuda ao Catar ou à Turquia para repor as necessidades técnicas do aeroporto. “Os últimos soldados americanos saíram do aeroporto de Cabul e nosso país conseguiu a independência total”, disse Zabihullah Mujahid peloTwitter.

Último voo

O Pentágono anunciou que o último avião C17 norte-americano decolou do aeroporto de Cabul às primeiras horas desta terça-feira (20h29 de segunda-feira em Lisboa). Termina assim a guerra mais longa da história dos Estados Unidos, ficando o país asiático nas mãos dos talibãs ao fim de duas décadas de presença militar estrangeira. No Afeganistão, ficaram cerca de duas centenas de norte-americanos que o Pentágono admitiu não ter conseguido retirar a tempo.

Vinte anos, uma fatura no valor de mais de US$ 2 bilhões, mais de 170 mil mortos – incluindo mais de 40 mil civis – e os talibãs celebram a volta ao poder. Termina assim a mais longa das guerras dos Estados Unidos, iniciada logo após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Washington derrubou o regime talibã em dezembro de 2001, depois de ele ter se recusado a entregar Osama bin Laden, então líder da Al-Qaeda.

“Começou um novo capítulo do envolvimento da América com o Afeganistão. Vamos liderar com a nossa diplomacia. A missão militar terminou”, disse o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken. Ele disse que “menos de 200 norte-americanos” que pretendem abandonar o Afeganistão ficaram no país, garantindo que continuam os esforços para tentar retirá-los nos próximos dias.

Nessa segunda-feira, o general Kenneth McKenzie, líder do comando central dos EUA, informou que foram retirados mais de 123 mil civis nas últimas duas semanas, ou seja, mais de 7.500 civis por dia, após o regresso dos talibãs ao poder na capital afegã.

Agência Brasil


Em uma tentativa desesperada de fugir do Afeganistão após o Talibã tomar o poder no país, pelo menos duas pessoas caíram de um avião militar americano nesta segunda-feira, 16, momentos depois da aeronave decolar do aeroporto de Cabul, revelam vídeos divulgados nas redes sociais.

De acordo com o tabloide The Sun, as duas pessoas caíram de um avião de transporte C-17, da Força Aérea americana. Elas teriam se agarrado ao trem de pouso ou à fuselagem na lateral da aeronave.

Já segundo o jornal britânico The Guardian, no mínimo três pessoas teriam caído do avião. Outro vídeo mostra os corpos de três pessoas — dois homens e uma mulher — caídos no chão do aeroporto Hamid Karzai, de acordo com a publicação.

Pelo menos cinco pessoas morreram durante tumulto no terminal superlotado. Homens, mulheres e crianças foram filmados tentando entrar em aeronaves depois que o grupo radical islâmico invadiu a capital afegã e tomou o palácio presidencial. Aviões dos Estados Unidos foram enviados a Cabul para retirar americanos da cidade.


O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, defendeu com firmeza, nesta segunda-feira, a decisão de retirar as tropas norte-americanas do Afeganistão e rejeitou as amplas críticas à decisão, que gerou uma enorme crise para seu governo depois que o Talibã retomou o poder. Biden disse que a missão dos Estados Unidos no Afeganistão nunca deveria ser de construção de uma nação, e culpou a relutância do Exército afegão em lutar contra o grupo militante pela volta do Talibã ao poder.

Milhares de civis desesperados para fugir do Afeganistão lotaram a única pista do aeroporto de Cabul nesta segunda-feira, depois que o Talibã tomou a capital, o que levou os Estados Unidos a suspenderem os voos de retiradas. Cinco pessoas foram mortas no caos no aeroporto. Uma autoridade dos EUA disse à Reuters que dois homens armados foram mortos pelas forças dos EUA nas últimas 24 horas.

“Eu mantenho totalmente minha decisão”, disse Biden. “Depois de 20 anos, aprendi da maneira mais difícil que nunca era um bom momento para retirar as forças dos EUA. É por isso que ainda estamos lá”, afirmou. “A verdade é: isso aconteceu mais rápido do que esperávamos. Então, o que aconteceu? Os líderes políticos do Afeganistão desistiram e fugiram do país. Os militares afegãos desistiram, às vezes sem tentar lutar”, acrescentou.

Biden combinou sua defesa com um aviso aos líderes do Talibã : que a retirada dos EUA possa prosseguir desimpedida ou enfrentarão uma força devastadora.


Um terremoto de magnitude 7,2 atingiu o Haiti na manhã deste sábado (14), causando destruição principalmente no sul do país e deixando ao menos 227 mortos, além de centenas de feridos e desaparecidos, segundo o governo. O sismo foi registrado às 8h29 locais (9h29 de Brasília) e seu epicentro foi no noroeste da ilha de Hispaniola, a 160 km da capital haitiana, Porto Príncipe. Dez minutos depois, houve uma réplica de magnitude 5,2.

O embaixador do Brasil em Porto Príncipe, Marcelo Baumbach, afirmou que não há brasileiros entre as vítimas da tragédia. As autoridades já entraram em contato com os residentes na ilha. “O terremoto atingiu principalmente a região de Jérémie, onde as construções são mais precárias. Foi sentido também em Porto Príncipe, mas menos.”, disse. “A internet está funcionando na capital e tem sido o principal meio de comunicação para informar sobre o ocorrido.”

Nas redes sociais, vídeos gravados por moradores mostravam prédios residenciais derrubados e pessoas correndo em meio a escombros e gritando.

Os principais danos teriam ocorrido nas cidades de Jérémie e Les Cayes. Há imagens de edifícios religiosos, casas e escolas que teriam sido afetados.


O presidente do Haiti, Jovenel Moïse, foi morto a tiros por agressores não identificados na residência oficial durante a noite em um ato “desumano e bárbaro”, informou o primeiro-ministro interino, Claude Joseph, nesta quarta-feira, 7. A esposa de Moïse, Martine, ficou ferida no ataque que aconteceu no bairro de Pelerin, em Porto Príncipe, e foi internada. “Nesta manhã, à 1h da manhã, 7 de julho, um grupo de pessoas não identificadas, que falavam em espanhol e inglês, assassinou o presidente da República. O presidente morreu em decorrência de seus ferimentos”, declarou o primeiro-ministro.

Em um comunicado, Joseph afirmou que está no comando do país e pediu calma à população, acrescentando que a polícia e o Exército já têm o controle da situação. “Todas as medidas estão sendo tomadas para garantir a continuidade do Estado e proteger a nação”, afirmou.

O ataque, contudo, acontece em meio a uma onda crescente de violência ligada à crise política no país. Em fevereiro, Moïse, de 53 anos, denunciou que a oposição, com o apoio de juízes, estava tramando um golpe de Estado. Segundo a oposição, o mandato presidencial deveria ter terminado em 7 de fevereiro, cinco anos após o ex-presidente Michel Martelly deixar o poder.

As eleições de 2015 deram vitória a Moïse no primeiro turno, mas foram anuladas por denúncias de fraude. Moïse, na prática, decidiu se manter no poder e governava há dois anos por decreto, após o país fracassar em realizar novas eleições, o que levou à dissolução do Parlamento.


Uma mulher deu à luz 10 bebês de uma vez, na noite da última segunda-feira (7), em cesárea realizada em um hospital de Pretória, capital da África do Sul. Segundo o jornal Pretoria News, caso confirmado, Gosiame Thamara Sithole, 37, bateria o recorde da maliana Halima Cissé, que trouxe ao mundo nove crianças em maio.

O pai, Teboho Tsotetsi, disse à publicação que são sete meninos e três meninas, nascidos após sete meses e sete dias de gestação (29 semanas). “Estou feliz. Estou emocionado. Não posso falar muito”, declarou Tsotetsi. O casal já tem gêmeos de 6 anos de idade e garante que a gravidez foi natural, sem a utilização de tratamento de fertilidade.

Em entrevista realizada pelo Petrória News na casa da família, em Tembisa, Gosiame revelou que inicialmente foi informada sobre uma gravidez de sextúplos. Novos exames mostraram que ela esperava óctuplos. Os outros dois foram descobertos apenas na hora do parto.

“Quando o médico me contou, demorei a acreditar”, disse a mamãe na época, “mas, com o passar do tempo, percebi que era verdade.” Tsotetsi, que atualmente está desempregado, contou também ter ficado chocado com a gestação, mas logo se mostrou ansioso com a chegada das crianças: “Vi os registros médicos de minha esposa e fiquei ainda mais animado.”

Dini Mawela, vice-diretor da escola de medicina da Universidade de Ciências da Saúde Sefako Makgatho, classificou o caso de Gosiame como raríssimo e explicou que as crianças passariam os próximos meses em incubadoras.


Depois de horas de debates, negociações e uma maratona de votação, o Senado dos Estados Unidos aprovou, neste sábado (6), o plano de 1,9 trilhão de dólares promovido pelo presidente Joe Biden para reativar a primeira economia mundial, duramente afetada pelo coronavírus. O projeto foi aprovado com os votos dos senadores democratas, por 50 a 49. O texto retornará na próxima semana à Câmara de Representantes, onde os democratas têm maioria e devem passá-lo rapidamente para que Biden possa sancioná-lo antes do dia 14 de março, data em que terminam os auxílios do pacote de ajuda anterior.

“Esta lei fornecerá mais ajuda a mais pessoas do que qualquer coisa que o governo federal tenha feito em décadas”, disse o líder democrata no Senado, Chuck Schumer, pouco antes da votação final.

Nunca antes o Congresso gastou tanto dinheiro “de forma tão inconsistente ou após um processo tão flexível”, reagiu o líder da minoria republicana, Mitch McConnell.

O pacote de ajuda de Biden fornece, entre outros, cheques de US$ 1.400 para milhões de americanos e US$ 350.000 milhões em ajudas a estados e municípios. Bilhões também irão para o combate à pandemia, incluindo US$ 49 bilhões para promover diagnósticos e encorajar pesquisas, e mais de US$ 14 bilhões para aumentar o ritmo de vacinação. O exame do texto havia começado pela leitura, forçada por um republicano, das 628 páginas do projeto de lei por quase 11 horas, até a madrugada de quinta para sexta-feira.