Homenagem foi entregue por Simone Nunes ao proprietário, Sr. Valdo.

 

Existem certas relíquias que o tempo faz questão de perpetuar. Passa-se o tempo e a suas lembranças continuam vivas em nossos corações. Se por acaso eu falar que estive no Bar São Jorge na minha Boa Terra, certamente muitos iriam perguntar onde fica ou se é um novo point. Mas se eu falar Bar de Seu Valdo, a memória funcionará como um GPS e nos levará direto ao centro da nossa cidade.
Pois é! O tempo pode até mudar certos conceitos, mas não mudará certos valores.
Mesmo antes de Caetano imortalizar as Avenidas Ipiranga e São João, o Bar de Seu Valdo ja imortalizava as ruas Romeu Silva, Pedro Alves Ribeiro (Rua das Flores) e Presidente Vargas (Rua da Presidência).
Quem nunca foi até a esquina do Bar de Seu Valdo, para olhar se o carro de Adroaldo estava na porta ou se Gau Pires estava numa roda de amigos contando os seus causos?
Quem nunca foi até a esquina do Bar de Seu Valdo para olhar a movimentação da feira ou até mesmo, ver se Dante Reis (taxista) estava na Praça?
Quem nunca olhou de dentro do Bar de Seu Valdo as idas e vindas de Luís Gomes, a movimentação nos Correios, Mardoquel e as suas famosas ferramentas de pedreiro, a simplicidade de Genival Coutinho e Bute caminhando apressado ao encontro ao Bar de Dazinho?
Quem nunca provou dos doces e salgados de Dona Maria? Seus pastéis, banana real, sonhos, quibes e tantas outras delícias que ainda dão água na boca.
Quem nunca ganhou os seus trocadinhos e ía correndo até o Bar de Seu Valdo, comprar “bomboins” e chicletes num baleiro de vidro giratório que ficava no balcão?
Quem nunca deu uma giratória em seus bancos aos pés do balcão?
Quem nunca jogou ou admirou uma partida de sinucão?
Quem nunca foi atendido por Ju ou Nino, mesmo com Seu Valdo presente?
Quem nunca foi pegar uma cerveja ou tomar “um jiló” no Bar de Seu Valdo?
Quem nunca ficou esperando a boate de Vilmar Brandão abrir recostado nas paredes do Bar de Seu Valdo?
Pois é! Muitas coisas mudaram com o tempo, mas o Bar São Jorge  mesmo com algumas mudanças, continua lá. Hoje já não tem os bancos giratórios, os sinucas, os quitutes de Dona Maria, mas continua a excelência e a essência de Seu Valdo, que ainda reúne os amigos numa boa prosa e numa boa biriba.

Lembranças boas da minha Boa Terra!

É como diz o poeta cearense Ednardo na música – Na Minha Terra:

“Trago da minha cidade
Tudo o que lá deixei
Dentro do bolso a saudade
E na mala o que sei…”

 

Por: Joselito Fróes


O natal para as crianças de Upabuçu foi com a presença do Papai Noel. A ação desenvolvida na comunidade, mais uma vez, foi apoiada pelo empresário Heron Castro, que sempre está apoiando ações na comunidade local, em especial, quando se trata de Upabuçu, comunidade que viveu por vários anos.

É claro, para os eventos acontecerem na comunidade é preciso que alguém coordene. E estavam à frente da ação natalina para as crianças: Néo, Carina e Juciara; animando o natal na comunidade.


Câmara irá devolver dinheiro e escolher como será gasto pela prefeitura, diz presidente. Foto/Itiruçu Online.

Vereadores de Itiruçu começam a receber 13º salário neste mês de dezembro. O pagamento do benefício foi aprovado  também no final do ano, já passando a valer agora. Ninguém foi contra a medida. Questionado em entrevista, durante sessões que aprovou o Novo Código Tributário Municipal, na última sexta-feira, dia 22, o presidente da Câmara, Ezequiel Borges (PRB), disse que a câmara não só irá conseguir pagar o 13º , como, também, pela 1º vez irá devolver dinheiro aos cofres da prefeitura.

 

– “A câmara não só vai conseguir pagar o 13º aos vereadores, como, também,  iremos devolver dinheiro para prefeitura. Primeiro, que sou muito sentido e quero tornar isso público: o Blog e à Rádio não me procuraram para falar sobre o assunto, trataram nos programas, nas suas redes sociais e nenhum me chamou para falar sobre o assunto, não sei porque. A câmara não só irá conseguir pagar o 13º como iremos conseguir devolver dinheiro aos sofres públicos, pela primeira vez na história de Itiruçu.  Conseguimos fazer coisas que não tínhamos antes na estrutura da câmara, adquirindo cinco computadores novos, toda uma estrutura, mesmo pagando o que a Lei me diz e determina que paguemos, que é o  13º salário, lógico,  dentro das condições. Pela primeira vez na história é devolvido um valor, que ainda não quero precisar, mas irei  sentar  com os meus colegas e  tomaremos a decisão do que direcionaremos, já que a Lei dá brecha para nós dizermos o que se faz com esse dinheiro. Não podemos fazer o gasto, mas podemos encaminhar para prefeitura no final de cada ano e é isso que irei discutir com meus colegas. Queremos que um benefício material seja colocado em Itiruçu e que seja  visualizado por  todos para saberem que foi fruto de uma economia da câmara de vereadores de Itiruçu.”- declarou Ezequiel.

 

Quem não se recorda das participações ativas de Ezequiel Borges nas redes sociais antes de ser eleito vereador? Pois é: é uma presença sentida nas redes e na emissora de rádio local, onde eram feitas divulgações de ações e saraivada de críticas ao administrativo local. Questionado sobre o ‘Sumiço das redes’, o presidente da Câmara disse que já esperava que algum dia fosse questionado sobre o assunto.

 

– “Já tenho a resposta pronta pra isso. Já estava esperando alguém perguntar sobre isso. Quando você é plateia, você observa de um jeito, mas quando você passa a sentar na cadeira, você vê de outro. Em Itiruçu as pessoas tem o político como público. Se você evidencia sua opinião a cerca de algo que alguém é contra, ele não olha sua família. Todos sabem de minha opinião sexual, e sou homossexual, o presidente da câmara de Itiruçu é homossexual, não escodo isso de ninguém, é público isso. As pessoas atingem principalmente essa área. Vocês não tem noção de quantas vezes fui atingido e, tenha certeza, isso não faz o meu caráter ser maior ou menor, pelo contrário, sendo quem eu sou, o Ezequiel Borges, sou o mais votado da história pelo meu povo, sou o presidente da câmara, então, eu parei de evidenciar minha opinião a cerca de algo porque eu era muito agredido.  Diga-se de passagem, o Itiruçu Online tem um grupo na sua rede social e já foi  testemunha ocular de agressões verbais e, assim, eu não me vejo obrigado, é como se eu tivesse permitindo que faltasse com respeito comigo, porque eu não posso calar a boca do cidadão. Ele pode falar o que quiser, só que tenho o direito ou não de me manifestar, então, eu prefiro dá a resposta só com trabalho e ações. Aqui eu Itiruçu já sabemos as pessoas que caso perca a política vão se manifestar contra e, caso ganhe, se manifestam a favor, já é tudo muito montado aqui em Itiruçu.”, justificou o vereador.

 

Assim que assumiu a presidência da Câmara, Ezequiel não renovou a transmissão das sessões com a emissora de rádio local. A atitude continua gerando comentários na sociedade com a sentida transmissão do trabalho Legislativo. De início, em entrevista ao Itiruçu Online, o vereador afirmava que teria outras prioridades como investimentos na estrutura da Câmara e que, no segundo momento, estaria sendo reabilitada as transmissões, o que não ocorreu. Clique aqui e relembre.  Já em 2018  para devolver as transmissões à comunidade, o presidente disse que dependerá de seus pares opinarem pelo acompanhamento do público ao trabalho legislativo, por meio do rádio.

 

– “Já havia divulgado sobre isso e mostramos que no momento estávamos  preocupados  era com o estrutural e administrativo.  Está vindo um novo ano, a probabilidade de a FM voltar é obvia, eu não sou sozinho, não posso tomar essa decisão,  tenho que consultar os colegas. Dizem por ai…que eu adoro me aparecer, se isso for fruto de gostar de falar em público, então eu sou aparecido. A Itiruçu FM eu não acompanhei apenas quando ela veio, eu colhi assinaturas para que a FM estivesse aqui, como já usufruir muitas vezes para falar sobre meus projetos e minhas ações, só que quando a gente passa ser um ser politico, Ezequiel não é mais aquele pessoa que se pede favor, hoje sou aquele que as pessoas já chegam dizendo: lá em casa foram 10 votos e estou precisando disso, então, você se ver acuado de, tipo assim, você está na posição que pode ajudar e a pessoa precisa. Ai podem dizer que Ezequiel está comprando votos? Não, estou dizendo que me sensibilizo com dinheiro que é meu e a necessidade da outra pessoa, isso é continuo, é o tempo todo. Então, eu prefiro dá a resposta sobre o que falam com ações usufruídas dos meios que tenho e das pessoas que tenho amizade, enfim, para acalcar meus objetivos do que entrar no embate. Eu sempre falo que se fossem bons tinham ganhando, então já que não ganhou , quem perdeu que conte. ”Finalizou.


Paulinho diz que projeto do novo Código Tributário não teve tempo para ser estudado. Fotos/Itiruçu Online.

 

O vereador Paulo Èzio (PSB) foi o mais ativo nas sessões  extraordinárias  realizadas na última sexta-feira (23) na Câmara de vereadores, que aprovou o projeto Nº 01/2017 de autoria do executivo, estabelecendo o novo Código Tributário Municipal,  aprovado com emenda modificando  aumento de impostos. Paulinho votou contra e esquentou as sessões pedindo o extensão de prazo verbalmente, já que nas comissões foram negados os pedidos.

Em entrevista, o vereador justificou o voto contra afirmando que o novo Código foi aprovado  sem tempo de revisão até pelos vereadores, apenas com uma emenda que pouco modificou. Para o vereador faltou tempo para se discutir sobre os tributos municipais até para que fosse ajustadas taxas e que a câmara poderia retirar outras.

Câmara aprovou, mas prefeitura deveria rever o projeto, diz vereador.

-“Essa questão do Código Tributário é muito complexa. Ele foi apresentado na ultima sessão ordinária da Câmara, no último dia 11 de dezembro, sendo  entregue para análises das comissões por 10 dias. Vejo-me como leigo na questão jurídica e tributária para avaliar um código tributário que vai impactar no município na questão de taxas em tempo relâmpago. Esse foi meu ponto mais questionado sobre o Projeto, queria mais tempo para discutir até internamente com os vereadores e, claro, que tivéssemos o apoio jurídico nas discussões e se possível convocar algum tributarista para nos ajudar a fazer uma coisa justa para ser cobrado  da população. Quando o projeto de Lei nº 01/2017 foi apresentado de imediato solicitei uma audiência pública e não consegui. Quando vi que o projeto havia taxas altíssimas logo procurei ajuda da imprensa para chamar atenção que as taxas eram  injustas, contamos com o apoio do Itiruçu Online. Poucos dias depois acabei lendo no próprio Blog que a prefeita havia se reunido com sua base e recuado, através de uma emenda do vereador Ito do Feto, retirando algumas taxas incluídas na tabela, passando a focar apenas na cobrança de impostos sobre bancos, Coelba, embasa e planos de saúde, o que é justo, porém, a Lei carrega uma série de outros impostos que deveríamos estudar melhor e ter tempo para até fazermos  emendas, seja para equalizá-los ou para até ajustar os novos impostos sugeridos pelo município.  No dia seguinte encontrei o vereador Ito e o questionei sobre a emenda e, vejam vocês,  ele disse que ainda não sabia, apesar da divulgação com o nome dele. Ocorre que, quando fui chamado para analisar nas comissões, as sessões para aprovação já estavam convocadas para o dia seguinte, percebam vocês, mais uma vez,  o curto prazo de tempo para se debruçar numa Lei tão complexa, sendo aprovada pela maioria mesmo sabendo que a emenda não corrigiu impostos cobrados e alguns criados, como por exemplo, a taxa de embarque que se cobrará R$ 2,00, enquanto em municípios como Jaguaquara,  Maracás e Jequié se cobra R$ 0,40 centavos, além dos impostos sobre transportes de tração animal e humana, dentre outros que cobrará R$ 10,00 por dia. Acredito que são coisas que surgiram no decorrer do processo que deveríamos sentar e avaliar o projeto melhor. Acho que a prefeitura deve rever este projeto e assim ser mais justa com à população. Também acredito que se não tivéssemos intervindo na primeira tabela, fazendo a  reclamação dos  impostos abusivos, talvez se teria aprovado do mesmo jeito, por ai se tira como seria bom se fosse melhor analisado.”, disse Paulinho.-

A entrevista completa com o vereador irá ao ar no Programa 1º Jornal da Itiruçu FM, que vai ao ar as 06h00 da terça-feira, dia 26.


Fotos/Itiruçu Online.

III Festival de Ballet foi realizado na noite deste sábado (23) na cidade de  Itiruçu, na  direção de Flávia Fróes e Davi Nonato.  As apresentação foram feitas pelas turmas  as turmas do 2º grau, 1º grau e  Pré-Primary, que incluiu apresentações de ballet clássico, além de performances de dança contemporânea,  apresentações solo e coreografias livre.  O evento contou com a participação das familiares e  amigos das bailarinas.


Entrevistas  realizadas nas sessões da Câmara irão ao ar no 1º Jornal da Itiruçu FM, as 06h00 da terça-feira, dia 26.

Cerca de duas horas. Esse foi tempo que durou as duas sessões realizadas ontem, sexta-feira 22, pela Câmara de Vereadores para votar o novo Código Tributário Municipal. A sessão teve início às 10h30min e foi finalizada por volta das 12h30min.  Dos mais de 400  artigos, apenas uma emenda que mantinha valores do atual código tributário e incluía a retenção de impostos a bancos, Cartão de crédito, Coelba, Embasa e outras empresas para o município. Antes da sessão, os vereadores se reuniram em comissões e em blocos, onde se discutia pontos mais polêmicos do projeto de lei complementar. Por cinco votos contra três o município conseguiu aprovar o novo Código Tributário.

 

Defensor afinco do Projeto de Lei de autoria do executivo, apesar de não ter direito a voto, exceto em caso de empate, o presidente da Câmara Ezequiel Borges (PRB), por algumas vezes alterou o tom na casa para defender a aprovação, mediante a postura da base de oposição liderada pelo vereador Paulo Ézio (PSB), que pedia prazo para analisar o projeto.

 

-“Quando recebemos o projeto minha preocupação era em atender o que diz a Lei. Diz a Lei regimentar da casa que devemos dá o prazo de 10 dias, sendo que foi  dado o prazo corrido para as devidas análises. Confesso que em muitas partes técnicas  tive que procurar ajuda aos universitários por não entender, então, com isso, nosso procurador jurídico, o próprio controlador interno da prefeitura, Sr. Marcio,  sanou muitas dúvidas a cerca do assunto, tanto que antes da entrevista questionei  para vocês que precisava saber o que vocês iriam me perguntar, pois poderia ser esbarrado em uma coisa que não saberia responder. Uma coisa quero deixar claro para vocês com toda minha ignorância e minha falta de sabedoria, que tudo que foi pautado na câmara,  foi, principalmente, em respeito aos munícipes.  Volto a afirmar que jamais colocaria em aprovação e lutaria com todas as minhas forças para que não fosse aprovado nada que ferisse os princípios do meu povo, nada que mexesse, principalmente, no bolso do cidadão, pois estamos num momento difícil e dentro da realidade técnica, que não tenho conhecimento, mas que me foi passada por quem tem o conhecimento e, dentro da parte lógica que  entendi,  o projeto não feriu ninguém, não alterou custos a ninguém, muito pelo contrário, é um projeto que agora regulamenta a Lei onde grandes nomes de empresas como Bancos, correios, enfim, terão que pagar seus tributos e deixar na cidade. Quero até pedir desculpas as pessoas que falei através do carro de som que os terrenos beneficiados seriam de 60 mª e não era, são de 50 m²  , o que mesmo assim, segundo a pessoa que elaborou e que entende a parte técnica, que é  a que não sei, continua atendendo aquelas cazinhas populares, o Agarradinho , então, querendo ou não, a realidade desse projeto é a seguinte: começou-se a cobrar impostos de quem devia ser cobrado e retirou impostos de quem não tinha condições de pagar. Foi altamente positivo. Eu afirmo categoricamente que foi uma votação histórica. Foi aprovada uma emenda que legalizou empresas de como citei o nome antes, como Embasa, Coelba, Correios e bancos, que paguem seus impostos e deixem aqui no município e que essas pessoas que tem essas cazinhas populares sejam isentas, elas não vão pagar mais, tanto as que estão com terrenos regularizados e as que irão regularizar futuramente serão atendidas pelo beneficio.”, defendeu o presidente.-

A regulamentação na isenção de IPTU levanta uma questão histórica na cidade, onde donos de terrenos fazem loteamentos sem as devidas medidas jurídicas de regulamentação, que impedem aos novos donos que constroem casas a registrarem escrituras dos imóveis. Poucos Bairros na cidade são regulamentados e, por exemplo, é quase impossível vender ou comprar imóveis financiados por bancos e projetos do governo.  O vereador foi questionado sobre como o Novo Código Tributário iria atuar no sentido de isentar pequenos imóveis, mesmo sendo em Bairros que não tiveram o loteamento registrados.  – “Essa parte citada pelo Blog é até interessante, irei  procurar o meio jurídico para que  auxilie em algo que possa fazer e até onde a lei permita que mude essa realidade. A parte interessante  no novo Código Tributário é que  para  uma realidade futura, a prova maior de que esse projeto é um benefício, é que as casas mesmo sem ter os terrenos registrados foram construídas e elas poderiam não ter sido construídas, pois  o terreno não era registrado, se atendêssemos dentro da legalidade, então, foi um benefício que veio já com as casas construídas para conseguir os registros dos imóveis, da mesma forma, nesse projeto, as pessoas que não serão atendidas, pois  não são todas as cazinhas que estão construídas em terrenos irregulares, essas pessoas serão beneficiadas e outras serão beneficiadas futuramente, mas o beneficio não vai deixar de existir.”, comentou-

 

Um dia antes de votar o Novo Código Tributário, o presidente da Câmara rodou toda a cidade sobre um carro de som garantindo aos cidadãos que o novo Código Tributário não iria gerar impostos. Em coletiva à imprensa o vereador voltou a afirmar a tese sobre o projeto.

– “Toda área a gente precisa de alguém que tenha maior conhecimento, se não fosse assim, seriamos todos nós médicos, radialistas, dentre outros.  Cada um é bom numa coisa. E essa parte técnica eu não sou bom, não a ponto de não conseguir julgar, se fosse assim a gente tem inúmeras matérias e inúmeras ações que às vezes você se envolve no seu dia a dia e que não tem o conhecimento técnico, mas acaba por  realizar, então foi o que aconteceu na Câmara. As pessoas que tiveram o conhecimento técnico  e eu que tenho o conhecimento textual daquilo que leio diante da minha realidade e que consegui , essas pessoas explicaram que R$ 0,0 centavos será deduzido da comunidade Itiruçuense. Reafirmo categoricamente que nenhum centavo será aumentado de imposto para a comunidade. A política em Itiruçu ela é muito difícil, temos dois grupos de pessoas, sendo os que defendem seus interesses e os que defendem o objetivo comum, me enquadro nos que defendem o objetivo comum, não sei quem defende seus interesses e nem me interessa. A minha postura nesse momento é não fazer nada que fira os nossos munícipes. E não posso permitir  que uma oposição trace um perfil que o politico tem que ser, porque fazer oposição é muito fácil, sempre digo nos meus discursos que uma matéria com o título de 5 mortos na serra do mutum chama mais atenção do que uns gifs daquele de Deus que a gente manda de bom dia, tem hora que a gente nem baixa no whatssApp, então, fazer oposição e criticar é muito fácil. Respeito muito à maneira dos meus colegas fazer oposição e os tenho como uma família. Credibilizei as comissões que estavam acompanhadas não só do controlador do município, como, também,  do procurador jurídico da câmara e com pessoas que esclareceram aquilo que era dúvida para que eles chegassem ao objetivo comum. As comissões analisaram e os votos contra foram da oposição. A coisa é tão clara que se trata de política que os votos contra foram da oposição, então, se a oposição aprovasse seria uma vitória da oposição e uma derrota da prefeita, como assim? Então, se a gente deixasse de politizar todas as áreas e fizéssemos de maneira plausível e os vereadores respeitasse o direito deles de também colocar uma emenda no projeto,  talvez não chegasse a esse fervor que chegou.”, disse Ezequie-

 

O principal ponto defendido pela oposição foi o não atendimento na realização de uma Audiência Pública para tratar de taxas dentro do novo Código Tributário. Para o presidente da câmara os vereadores foram eleitos para votar em tais questões  em nome da sociedade.   -“Se vereador é bem diferente do que eu achava. Eu pensava que estava no meio da panela, mas é tudo diferente quando passamos para prática. As pessoas que estão aqui foram eleitas para fiscalizar, é o papel do vereador. Eu não posso credibilizar a função de fiscalizar  de um vereador e lá na frente podar ele da função de opinar sobre qualquer matéria, então, o mesmo direito que todos têm de fiscalizar, de olhar se tem algo errado, digamos assim, grosseiramente falando, diante da realidade da prefeitura, é o mesmo direito que eles têm de chegar a um denominador comum, seja qual for à matéria. Nem todas as votações tramitam pelo público, mas o público é beneficiado com isso. O que fica tentando ser evidenciado nessa pergunta de vocês e pelo colega vereador Paulo Ézio, é que ao  não se realizar uma audiência pública foi de encontro ao povo, o que não é verdade, porque eu  participei  da votação, apesar de não ter direito à voto,  e não sou contra o povo, nem nenhum dos meus pares. O  que fica parecendo é que não fez isso, aprovaram é porque estão contra o povo, está claro e evidente que é essa politica mesquinha que se insiste em fazer.” Contestou Ezequiel.-

Não se teve condições de atentar as tabelas do novo Código Tributário durante as duas sessões extraordinárias, nem mesmo todos os vereadores estavam conhecedores de todo teor. Questionado sobre se fosse necessário mudar algumas taxas na questão de cobranças novas, como a taxa de embarque em terminal rodoviário, que no projeto consta o valor de R$ 2,00, embora hoje não seja cobrada tal taxa, Ezequiel disse que é conta a cobrança dessa taxa quando o terminal rodoviário voltar a funcionar.  –“Acredito que quando a rodoviária estiver a contento atendendo as necessidades dos munícipes deve ser cobrado alguma coisa e que não sei  o que vai ser, mas quero afirmar com toda convicção, que jamais eu como vereador deixaria de usar todos os meios que tenho para mudar uma realidade que agredisse o povo. Se lá na frente for cobrado os R$ 2,00 na taxa de embarque, volto a dizer, que hoje não está sendo cobrado nada, pois R$ 2,00 reais é quase o preço da passagem que vai nos levar, eu serei totalmente contra isso e a lei oferece brecha suficiente para revogarmos. Eu, como disse, não sou muito técnico, mas acredito que os profissionais que nós contratamos na câmara e os profissionais que nos rodeiam como amigos para opinar, com certeza achariam uma brecha suficiente para que a comunidade não fosse atingida.”, disse-

 

A aprovação do projeto em tempo hábil foi para não perder que fosse sancionado em 2017 e que vigorasse em 2018. Ezequiel disse que a oposição pedia prazo exatamente para que não se pudesse cobrar as taxas das empresas propostas com foco de  aumentar a arrecadação municipal.  -“Vocês sabem que se nós atendêssemos o prazo que os vereadores estavam cobrando,  não conseguiríamos arrecadar os valores que seriam pagos de impostos pelas empresas, nós não teríamos como arrecadar dinheiro, nós perderíamos por um ano a arrecadação, então, eu não poderia atender isso por um pedido de três vereadores, sendo que eu tinha toda outra bancada opinando contra. Eu agir com justiça ao que estava sendo feito e coloquei o projeto em votação, não ferido nada e não agredido ninguém, atendendo tudo aquilo que a Lei me ampara e os pré-requisitos dela me disse que eu posso ir”, justificou-


Na tarde deste sábado (23), véspera de natal, uma ação da Polícia Militar, unida ao Grupo Unidos Bike e ao grupo de Maratonista, Guerpados, realizam a ação social do Natal Solidário, beneficiando 35 famílias carentes no município de Itiruçu. A ação chamou atenção nas Ruas da cidade pela presença da Viatura, que desta vez cumpriu o papel de levar a famílias necessidades a  um Feliz Natal com a doação dos alimentos.

 

A Campanha Natal Solidário foi divulgada pela Polícia Militar deste o inicio do mês com foco no natal, período onde as famílias se confraternizam, embora muitas deixam  de viver o clima em face das dificuldades que vivem, incluídas como famílias em vulnerabilidade social. A ação foi coordenada pelo comandante do 2º Pelotão de Itiruçu,  da 93ª CIPM, Tenente Moreira.

 

O Itiruçu Online divulgou a campanha da PM, pois acreditamos que ações como esta na sociedade deve receber o reconhecimento e, sobretudo, o apoio.  Acreditamos no lema que a “Polícia e Comunidade devem andar alinhadas na corrente do bem, para o bem e pela vida. Serão 35 famílias acolhidas com o Natal Solidário que terão um Feliz Natal. Parabéns aos envolvidos.


O Secretário Municipal de Transportes de Itiruçu, Ubiratã, popular Bira, entregou para servidores  e colaboradores da Secretaria, um brinde natalino contendo 01 frango, 01 vinho e 01 panetone, desejando feliz natal. A ação deixou os servidores contentes pelo acolhimento do chefe.

Não há como negar que a secretária de transportes é a mais elogiada durante o ano no governo Lorenna, por ser ativa a servidora das demais, principalmente na área da saúde, onde semanalmente trabalha no transporte de pessoas para outras cidades como Salvador, Itabuna e Jequié.

A Secretaria de Transporte/Estradas e Rodagens  conseguiu também atuar na melhoria das estradas vicinais com cascalhamento, solucionando problemas com fortes chuvas nas estradas de Upabuçu e Várzea. Segundo o Secretário, os serviços de melhorias ainda não pararam  e esta semana finaliza o cascalhamento da estrada de acesso ao Assentamento Primavera, na região da Várzea. Outra ação que foi destacada pelo secretário foi na limpeza e abertura de aguadas na zona rural.


A Prefeitura de Itiruçu divulgou hoje, sábado 23, a programação cultura de Natal – apresentações musicais voz e violão com artistas locais. Segundo a Assessoria de Comunicação, neste sábado 23, a Praça recebe o cantor Antonio Saraiva a partir das 20h00. Já na noite de domingo (24), a partir das 22h00 será a dupla Miqueia e Gean. O dia 25, segunda-feira, contará com Aridiana e Danilo, as 21h00.

 

A programação segue após o natal na Praça com datas definidas, sendo:

 

Dia 27, às 20h00, A Banda Universo do Pastor José Wilson se apresenta;

Dia 28, às 21h00, A Igreja Católica assume a programação;

Dia 29, às 20h00, A Igreja Batista assume a programação;

Dia 30, às 20h00, A Igreja Assembleia de Deus assume as atividades.

 

Na noite da virada  haverá a tradicional festa para receber o ano de 2018 com queima de fogos. Ainda não foi definida a ordem de apresentação do dia 31.


Foto/Itiruçu Online

Para os mais atenciosos ao que ocorre numa câmara de vereadores, que passa a tratar de assuntos pertinentes quanto à aprovação de projetos, tendo antes a obrigação de cada comissão oferecer um parecer de favorável ou contra antes de irem à apreciação em plenário. Geralmente, é a assessoria jurídica das câmaras que fazem o parecer e recolhe o aprovo do vereador. Quando se trata de parecer político será sempre aprovado ou negado, dependendo do acolhimento partidário do edil.

 

Por ser leigo no assunto Tributário e dizer em plenária querer ouvir opiniões técnicas sobre o assunto, o vereador Duda de Zili, na condição de presidente da comissão de Finanças da Câmara, oficiou a comissão de Justiça da casa pedindo um prazo maior a fim de avaliar o novo Código Tributário. A informação foi levada a público pelo vereador nas sessões extraordinárias desta sexta-feira (22), que tirou os vereadores do recesso para aprovar o Projeto de Lei  Nº 01/2017, de autoria do executivo, que atualiza o novo Código Tributário Municipal.  As opiniões foram quase unânimes no assunto do desconhecimento do Novo Código Tributário, mesmo tendo sido aprovado. O que é de estranhar que uma comissão de Finanças, que detém o condão de avaliar tais questões hora importantes, seguiu também, assim como a maioria, o viés do desconhecimento sobre os Tributos propostos, embora, o  vereador Duda de Zili preferiu não aprovar o projeto, por sustentar a tese de uma necessidade justa na avaliação dos artigos propostos, concordando com a defesa de se cobrar taxas bancarias e de grandes empresas, mas sendo contra a outras taxas descritas na Lei. Assim que for sancionado pela prefeita, o projeto poderá ser melhor avaliado, já que durante as sessões ficaram muitas dúvidas sobre a matéria.