Vivendo uma situação parecida no Campeonato Brasileiro da Série A, Chapecoense e Bahia se enfrentaram nesta quinta, na Arena Condá, para tentar se afastar dos últimos colocados do principal torneio nacional. Em uma partida com poucas chances de gol, as duas equipes aproveitaram uma única oportunidade e empataram o jogo por 1 a 1, resultado ruim para os dois times que estão na parte de baixo da tabela. Com o empate, as duas equipes se mantêm na mesma posição na tabela de classificação do Brasileiro. Com 15 pontos, a Chapecoense segue em 14º. Já o Bahia, chega aos 13, mas permanece em 17º, na zona de rebaixamento. As duas equipes entram em campo novamente no próximo domingo. Às 16h (de Brasília), o Bahia recebe o Vitória, na Fonte Nova, para o clássico baiano. A Chapecoense volta a jogar em casa, às 19h, contra o Santos.


No dia seguinte à final da Copa do Mundo, a torcida do Vasco fez de São Januário a sua ‘Rússia’. Antes, durante e depois do jogo contra o Bahia, a festa e o clima de decisão contagiaram a Colina na noite desta segunda-feira.  O Cruzmaltino retribuiu com garra e esperança seus mais fiéis fãs, mas a vitória por 2 a 0 não foi suficiente depois da derrota por 3 a 0, em Salvador. O placar agregado de 3 a 2 deu ao Bahia a vaga nas quartas de final da Copa do Brasil. Em Belo Horizonte, o Cruzeiro empatou em 1 a 1 com o Atlético-PR e avançou.

Com o regulamento debaixo do braço, o Bahia enervou o ânimo dos jogadores do Vasco. Andrés Ríos foi expulso ao acertar o rosto de Tiago numa disputa pelo alto. Pouco depois foi a vez de Léo receber o vermelho e Edson, o amarelo, na mesma jogada, por uma dura entrada em Pikachu. Não dava mais tempo para recuperar o prejuízo. Cercado, o árbitro Rafael Traci foi escoltado por policiais militares. O clima tenso gerou um princípio de confusão na arquibancada, mas a maior parte da torcida preferiu aplaudir o esforço do Vasco.

Nas quartas de final, o Bahia vai enfrentar o Palmeiras. A primeira partida acontecerá na Arena Fonte Nova, no dia 2 de agosto, às 19h15. O jogo decisivo será na Arena Palmeiras, no dia 16, no mesmo horário. O clube paulista passou pelo América-MG nas oitavas, após vitória por 2 a 1 (fora) e empate por 1 a 1 (casa).


No restaurante Les Ambassades, de Dacar, a capital do Senegal, explode uma algazarra de júbilo. O jogador francês Pogba acaba de marcar o terceiro gol contra a Croácia na final da Copa da Rússia. O jogo está encaminhado, mas o quarto tento, obra de Mbappé, deixa selada a proeza. No final da disputa, muitos senegaleses celebram como se uma equipe africana tivesse conquistado a vitória. E o fato é que praticamente foi: 14 dos 24 jogadores da seleção francesa têm sua origem familiar neste continente, quase todos filhos de emigrantes chegados à França. Também na Bélgica e Inglaterra, equipes que chegaram às semifinais, o peso da imigração era mais que patente.

Esta não é uma história da Europa que virá ou do futuro. É a história da Europa que já está aqui, principalmente nos países mencionados. É uma história que tem a ver com construção, às vezes aos trancos e barrancos, e tendo que superar múltiplos problemas, de uma sociedade baseada em pessoas de origens bem diversificadas. A procedência africana de 14 jogadores da equipe francesa nesta Copa do Mundo é uma amostra dessa variedade: República Democrática do Congo (Mandanda, Nzonzi, Matuidi, Kimpembe), Marrocos (Rami), Senegal (Mendy), Mali (Kanté, Sidibé e Dembelé), Guiné (Pogba), Camarões (Umtiti), Togo (Tolisso), Argélia (Fekir) e Camarões/Argélia (Mbappé).


Reprodução da Agência Brasil.

Uma multidão de franceses comemorou neste domingo, nas ruas de Paris, o título conquistado pela seleção liderada por Mbappé, Pogba e Griezmann na Rússia, e reviveu, 20 anos depois, a euforia que tomou conta do país em 1998, quando os ‘Bleus’ foram campeões pela primeira vez. Um buzinaço já podia ser ouvido desde as primeiras horas do dia, e a música “I will survive”, de Gloria Gaynor, que embalou a equipe de 98 nos vestiários, tocava repetidamente por todos os lugares. “Como em 98!”, diziam os torcedores pelas ruas.

A conquista daquela equipe que contava com Zinedine Zidane e foram contadas aos jovens de hoje por seus pais contagiavam aqueles que ainda não eram nascidos ou muito pequenos na conquista do primeiro título mundial. Nos arredores da Torre Eiffel, a Câmara Municipal de Paris instalou quatro telões para transmitir a final, e cerca de 100 mil pessoas já estavam posicionadas diante deles antes da partida. Não havia mais espaço nas áreas para torcedores e também nas ruas. Motoristas encontravam dificuldades para trafegar e, com poucos controladores de trânsito, havia enormes engarrafamentos nas principais avenidas.

Os bares e restaurantes que transmitiram o jogo também já estavam lotados antes da partida, e alguns torcedores começaram a improvisar para assistir à decisão. Em Cubyn, uma empresa de logística colocou um projetor para que seus funcionários pudessem acompanhar os lances. “Decidimos abrir o escritório para que pudessem vir com os seus amigos, porque, enfim, é um momento de família, e queríamos que todos participassem. Amanhã de manhã não precisarão vir trabalhar”, contou Pierre Canard, um dos donos da empresa. “Esta Copa é para nós! É a vitória da nossa geração!”, afirmou Guillaume, de 26 anos. Apesar dos franceses terem se mostrado confiantes na conquista durante a semana, na capital os torcedores estavam apreensivos com a vontade da Croácia dentro de campo no início do jogo.

“Os croatas não têm nada a perder, e isso é o mais perigoso, estão jogando a 200%”, opinou Kevin, ao final do primeiro tempo.

A euforia pelo gol contra de Mandzukic, aos 18 minutos da partida, terminou rápido quando Perisic deixou tudo igual no placar, dez minutos depois. Aos 35, Griezmann colocou os franceses na frente mais uma vez, ao converter um pênalti e mudar o placar para 2 a 1, mas os torcedores se mostravam ainda apreensivos. No segundo tempo, os gols de Pogba e Mbappé soltaram o grito da garganta dos franceses por toda Paris. Algumas das principais avenidas da cidade já estavam tomadas, mesmo com o gol marcado por Mandzukic aos 23 da segunda etapa. Para dar conta da festa que deve seguir madrugada adentro, a prefeitura da capital francesa anunciou a interrupção do tráfego em diversos pontos do centro e da região oeste até o início da manhã desta segunda-feira. O objetivo é evitar acidentes como os que aconteceram durante a comemoração em 1998, que causaram uma morte e deixaram vários feridos. A seleção da França é aguardada em Paris na tarde desta segunda-feira, quando serão recebidos pelo presidente Emmanuel Macron no Palácio do Eliseu.


Mais uma competição de futebol amador é organizada no Território de Identidade do Vale Jiquiriçá. Desta vez para jogadores quarentões.  Na rodada deste domingo  (15), seis times entraram em campo.   Confira resultados.

Ubaíra 2 X 5 Mutuípe

Itatim 0 X 2 Milagres

Itaquara 1 X 0 Itiruçu

No próximo Domingo (22) será os Jogos de Volta, e  os que não conseguirem reverter o placar darão adeus a competição.


Os franceses voltam ao topo do mundo. Em uma decisão com gol contra e uso do VAR inéditos em finais de Copa do Mundo, além de invasão de gramado por um grupo radical russo, a França derrotou a Croácia por 4 a 2, neste domingo (15), no Estádio Olímpico Lujniki, em Moscou, e conquistou o título mundial de futebol pela segunda vez na história. Mandzukic (contra), Griezmann, Pogba e Mbappé fizeram os gols da equipe azul, enquanto Perisic e Madzukic, este se aproveitando de uma falha bizarra do goleiro e capitão Lloris, descontaram para a Croácia.

O meia Luka Modric foi escolhido pela Fifa como o melhor jogador da Copa do Mundo de 2018. O francês Kylian Mbappé levou o troféu de revelação, e o belga Thibaut Courtois foi escolhido o melhor goleiro.

Com este título, o francês Didier Deschamps se igualou a Mário Jorge Lobo Zagallo e Franz Beckenbauer como campeões tanto como atletas e como treinadores. O brasileiro foi campeão como jogador em 1958 e 1962, e como treinador em 1970. O alemão carregou a taça em 1974, como jogador, e em 1990, como técnico.

Desde a Copa de 1958, que terminou 5 a 2 para o Brasil em cima da Suécia, que uma final de Copa não tinha tantos gols em 90 minutos. Embora em 1966 a Inglaterra tenha vencido a Alemanha pelo mesmo placar de 4 a 2, dois gols ingleses saíram na prorrogação. O resultado iguala as finais de 1930 (Uruguai 4 x 2 Argentina) e 1938 (Itália 4 x 2 Hungria).


Se existe um município que anda de mãos dadas com o esporte nos últimos anos é Jaguaquara. A cidade disputou todas as competições regionais sempre com destaque, seja no futebol máster ou em outras categorias. Em 2018 a cidade festejou com sua seleção a conquista do 1º  titulo da Copa Intervale e, sobretudo, viu metade dos atletas serem escolhidos os melhores da competição.  Foi domínio total com um elenco experiente mesclado dom juventude.

O Intermunicipal 2018 está cada vez mais próximo. A cada semana, novas Ligas Municipais vêm garantindo presenças em mais uma edição da maior competição de futebol amador do país. Neste sábado quem confirmou presença foi a seleção da  cidade de Jaguaquara, que deve reforçar a base da equipe campeã da Intervale para disputar o certame.  A informação foi confirmada pelo Secretário de Esportes do município, Weder Mello, ao Itiruçu Online. Desde 2011 que a cidade não disputa o Intermunicipal.  O perfil arrojado do comandante da pasta do esporte é elogiado pelos Jaguaquarenses, com tese no  acompanhamento do esporte no município de perto.

A Notícia agrada os municípios vizinhos, que além de Ubaíra, agora ganha outra cidade do Vale para vibrar na competição.  Além das duas citadas, outros municípios ainda devem confirmar presença. Quem deve mesmo ficar de fora são cidades como Itiruçu, Lafaiete, Lajedo, Planaltino, Brejões, Irajuba, Itaquara e Maracás.

CONFIRA AS PROVÁVEIS SELEÇÕES PARTICIPANTES:


A EA Sports divulgou mais cartas Festival do FUTebol para o modo Ultimate Team. Os cards revelados nesta quarta-feira são referentes aos melhores jogadores da Copa do Mundo da Rússia, na visão da produtora do FIFA. O meia Philippe Coutinho é o único brasileiro na lista. Brasileiro naturalizado russo, o lateral Mario Fernandes foi premiado com 90 de overall.

O grande destaque vai para o belga Eden Hazard, que aparece com 99 de nota geral nessa versão. No FIFA 18, apenas o português Cristiano Ronaldo (Seleção do Ano, Seleção da Temporada e Gold no FUT Champions) e o uruguaio Luis Suárez (Festival do FUTebol) têm cartas nesse patamar.


A cada fase que a Croácia avançava nesta Copa, a pergunta se repetia: vai superar a geração de 1998, que chegou ao terceiro lugar na Copa da França? Nesta quarta, a resposta veio. Com uma vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, após a terceira prorrogação seguida, a seleção xadrez desta vez não precisou dos pênaltis para se classificar para a primeira final da sua história – Mandukic fez o gol da virada no começo do segundo tempo da prorrogação. Trippier abriu o placar de falta no primeiro tempo, mas Perisic igualou no segundo. Agora, a Croácia vai enfrentar a França, domingo, na grande decisão, tentando evitar o bicampeonato do adversário, e buscando colocar mais um campeão inédito na galeria das Copas.

Os horários das decisões do título e do terceiro lugar são diferentes. No sábado, às 11h (de Brasília), em São Petersburgo, o Bélgica e Inglaterra jogam para decidir quem fica com o simbólico bronze. E no domingo, ao meio-dia, no mesmo Estádio Olímpico Lujnik desta semifinal, França e Croácia decidem quem fica com o título da 21ª Copa do Mundo.


A França está na final da Copa do Mundo pela terceira vez em sua história. Dona de um título (1998) e um vice (2006), a seleção francesa bateu a Bélgica por 1 a 0 nesta terça-feira, em São Petersburgo, e agora espera o vencedor de Croácia e Inglaterra, que se enfrentam nesta quarta, em Moscou. A final será no domingo, às 12h de Brasília, no estádio de Lujniki, em Moscou. A decisão do terceiro lugar será no sábado, às 11h, em São Petersburgo. Umtiti fez o gol da classificação francesa, lembrando outro defensor, Thuram, responsável pelos dois gols da França na semifinal de 1998, contra a Croácia. Umtiti foi eleito o melhor em campo na votação da Fifa.