A Câmara de Vereadores de Jequié aprovou com votação expressiva dos Edis, neste último dia 11, uma Moção de Aplausos sob nº 22/2018, que teve como proponente o Vereador Ivan do Leite, pelo resultado obtido no IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica em 2017 nas escolas municipais de Jequié.

A Moção de Aplauso teve como objetivo valorizar o trabalho coletivo, responsável e comprometido da atual gestão municipal pelo resultado histórico alcançado em 2017 no referido índice, publicado este mês pelo Ministério da Educação.

Em 2017 o município registrou sua maior nota na avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB obtendo a média de 4,4 nas séries iniciais e 3,4 nas séries finais. Nas demais avaliações, tanto das taxas de aprovações das séries iniciais e finais, bem como da nota de Matemática e Português do SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica) os resultados foram os melhores já obtidos até hoje na Educação Municipal de Jequié.

O trabalho iniciado no ano letivo passado, com o Professor Roberto Gondim, realizando varias ações positivas, vai desde a oferta do café da manhã e climatização das salas até a ampliação de forma significativa do número de matrículas. Tais ações positivas ficaram comprovadas através do IDEB. O esforço coletivo é o caminho certo para buscar uma educação de qualidade.

O reconhecimento de quase a totalidade da Câmara de Vereadores de Jequié servirá também como reconhecimento e estímulo para que novos resultados positivos sejam alcançados na Educação de Jequié.


Os dados do índice de desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), divulgados no inicio deste mês, mostram que Educação do município de Itaquara superou as metas projetadas pelo Ministério da Educação (MEC) para o município.

Itaquara alcançou a nota 5,4 quando a nota projetada pelo MEC era 4,1 nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Dos 417 municípios baianos, Itaquara ficou em 28° colocação, superando todos os municípios do Vale do Jiquiriçá. O IDEB é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, desempenho nas avaliações do INEP e Prova Brasil.

Segundo a Secretária de Educação, Márcia Maria esse resultado é fruto do empenho dos professores e do trabalho sério desenvolvido pela equipe da secretaria de educação e dos gestores escolares e principalmente do apoio, valorização e prioridade dada pelo prefeito Marco Aurélio Costa.


Alunos da Escola Sesc de Ensino Médio durante aula, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Os números da educação brasileira são tão grandes quanto o desafio do próximo presidente da República para impulsionar a educação no país. Para assegurar a melhoria da qualidade, serão necessários investimentos em áreas distintas: garantir um ensino médio mais inclusivo e atrativo, ampliar o acesso e o financiamento ao ensino superior e melhorar a formação de docentes Na primeira matéria da série sobre desafios da educação, a Agência Brasil aponta os principais problemas do ensino médio, o maior gargalo da educação básica. A reportagem também apresenta experiências educacionais inovadoras na rede pública. Em parceria com institutos e entidades privadas, essas escolas são exemplos de como a rede pública pode atender com excelência, priorizar currículos que preparem para o mercado de trabalho, além de se preocupar com a diversidade e o desenvolvimento socioemocional de jovens.

Educação básica

Na educação básica, atualmente 48,6 milhões de estudantes de 4 a 17 anos estão matriculados em 184,1 mil escolas públicas e privadas, mas cerca de 2,5 milhões não frequentam as salas de aula.

Isso significa que as redes pública e privada atendem 96,4% das crianças e adolescentes brasileiros. Em 1970, esse índice era de 48%, o que mostra a evolução do acesso à educação nos últimos anos no Brasil. O nível de aprendizagem, porém não acompanhou a universalização do acesso.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), principal indicador de qualidade da educação do país, que mede tanto a aprovação dos estudantes quanto o nível de aprendizagem dos estudantes em português e matemática, mostra que o país cumpre as metas estipuladas apenas até o 5º ano do ensino fundamental. No ensino médio, a meta não é cumprida desde 2013.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), quando saem da escola, ao final do ensino médio, sete a cada 10 estudantes não aprendem o básico em português. O mesmo número tem aprendizado insuficiente em matemática. Na outra ponta, apenas 4,5% dos estudantes alcançaram um nível de aprendizagem considerada adequada pelo MEC em matemática e 1,6% em língua portuguesa.

Graduação

No ensino superior, o desafio ainda é a ampliação de matrículas. Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), lei em vigor desde 2014, a taxa bruta de matrículas, ou seja, o número total de estudantes matriculados, independente da idade, dividido pela população de 18 a 24 anos, deve chegar a 50% até 2024 – atualmente é 34,6%. Esse número tem caído nos últimos anos, tanto no setor público quanto no setor privado. Políticas como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) reduziram o número de beneficiados.

Nas universidades públicas, o orçamento não acompanhou, de acordo com os reitores, o aumento das matrículas e a expansão das instituições que ocorreu nos últimos anos. Os recursos previstos para investimentos em 2018 caíram para quase um quarto do que eram em 2013.

Além disso, sem a ampliação do número de bolsas permanência e outros auxílios – ofertados pelas instituições para estudantes de baixa renda – muitos estudantes que precisariam dos recursos acabam abandonando os estudos.

Formação de professores

Os próximos governantes também terão que voltar a atenção a quem trabalha diariamente em sala de aula. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) mostram que muitos professores não têm formação nas disciplinas que lecionam.  Em 2016, na educação infantil, 53,4% não tinham formação superior adequada à área. No ensino fundamental, o percentual chegava a 49,1% nos anos finais (do 6º ao 9º ano) e 41% nos anos iniciais (do 1º ao 5º ano). No ensino médio, 39,6% não tinham formação adequada.

Há ainda o desafio de valorizar esses profissionais. Atualmente, professores de escolas públicas ganham, em média, 74,8% do que ganham profissionais assalariados de outras áreas, ou seja, cerca de 25% a menos.


Ontem (03/09), foi o Dia D da educação em 2018, em especial para os Dirigentes de Educação, que deram uma pausa na sua agenda, sempre lotada, para tomar ciência dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) 2017. Essa pausa, para refletir sobre resultados, deveria ser o cotidiano da gestão da educação, mas sabemos que nem sempre é, com raras exceções.

O índice, divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), é calculado de dois em dois anos, de acordo com os resultados das médias de desempenho do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e com as taxas de aprovação das escolas e redes de ensino obtidos no Censo Escolar. O índice varia de 0 a 10 e a combinação entre fluxo e aprendizagem tem o mérito de equilibrar as duas dimensões.

Neste texto, quero me deter a uma breve exposição dos dados referente aos resultados do IDEB dos municípios do Vale do Jiquiriçá, levando em consideração os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental.

 

ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

O IDEB médio da educação pública do Brasil nos anos iniciais do Ensino Fundamental atingiu 5,5. Nenhum dos 20 municípios do Vale do Jiquiriçá conseguiu atingir a média brasileira. Em relação a média do Estado da Bahia, que ficou em 4,7, 11 municípios atingiram ou superaram a média do Estado (Quadro 1), com destaque para cinco municípios que ficaram nota igual ou superior a 5: Nova Itarana (5,4), Itaquara (5,4), Planaltino (5,2), Brejões (5,1) e Amargosa (5,0).

QUADRO 1

Quando ao indicador de aprendizado em Língua Portuguesa, de uma escala de 9 níveis de aprendizado, sendo 9 o nível mais alto, 4 municípios alcançaram o nível 4 (Nova Itarana, São Miguel das Matas, Itaquara e Amargosa), 15 ficaram no nível 3 de aprendizado (Cravolândia, Planaltino, Brejões, Jiquiriçá, Irajuba, Maracás, Ubaíra, Lafaiete Coutinho, Elísio Medrado, Milagres, Lajedo do Tabocal, Laje, Santa Inês, Jaguaquara e Mutuípe) e apenas 1 município ficou no nível 2 de aprendizado (Itiruçu).
No indicador de aprendizado de Matemática, em uma escala com 10 níveis de aprendizado, sendo 10 o nível mais alto, 9 municípios atingiram o nível 4 (Irajuba, Itaquara, Amargosa, São Miguel das Matas, Nova Itarana, Planaltino, Cravolândia, Jiquiriçá e Brejões). Os demais ficaram no nível 3 (Elísio Medrado, Maracás, Lajedo do Tabocal, Ubaíra, Jaguaquara, Mutuípe, Laje, Santa Inês, Milagres, Lafaiete Coutinho e Itiruçu).

Levando em consideração a série histórica de cálculo do IDEB, iniciada em 2005, o município que percentualmente, mais melhorou seu desempenho de 2005 à 2017, foi Nova Itarana, saindo de 1,7 em 2005 para 5,4 em 2017, um aumento de 217,6%. O segundo município com melhor desempenho ao longo deste período foi Irajuba, saindo de 1,6 em 2005 e chegando a 4,8 em 2017, um aumento de 200%. Já o município que menos cresceu no período foi Laje, saindo de 3,4 em 2007 e chegando a 4,3 em 2017, um aumento de 26,5%.

No comparativo com os resultados da edição anterior do IDEB (2015), 13 municípios melhoraram seus resultados. Destaque para Itaquara que, percentualmente, foi o município que mais cresceu, saindo de 4 (2015) e chegando a 5,4 (2017), 35% de aumento, seguido por Nova Itarana, que saiu de 4,1 (2015) para 5,4 (2017), 31,7% de aumento. Além de Itaquara e Nova Itarana, os demais municípios melhoraram seu índice em relação à 2015 foram Jiquiriçá, Brejões, São Miguel das Matas, Amargosa, Santa Inês, Elísio Medrado, Planaltino, Irajuba, Milagres, Ubaíra e Maracás. 4 municípios ficaram com o mesmo IDEB, Lafaiete Coutinho, Cravolândia, Laje e Itiruçú). 3 municípios pioraram seu índice, Lajedo do Tabocal de 4,7 (2015) para 4,6 (2017), Jaguaquara de 4,2 (2015) para 4,1 (2017) e Mutuípe de 4,7 (2015) para 4,2 (2017).

 

ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Nos anos finais do Ensino Fundamental, o IDEB médio da educação pública do Brasil foi de 4,4. Apenas o município de Elísio Medrado superou a média nacional, ficando com 4,6. A média da educação pública na Bahia ficou em 3,4, sendo que 9 municípios do Vale ficaram acima desta média (Elísio Medrado, Amargosa, Nova Itarana, Santa Inês, Cravolândia, Mutuípe, Planaltino, Maracás e Lajedo do Tabocal). 9 ficaram abaixo da média do Estado (Ubaíra, Milagres, Brejões, Laje, Itaquara, Jaguaquara, São Miguel das Matas, Itituçu e Irajuba). 2 municípios não tiveram IDEB para os anos finais divulgados (Lafaiete Coutinho e Jiquiriçá).

 

Veja Quadro 2.

Quanto ao aprendizado em Língua Portuguesa nos anos finais, de uma escala de 9 níveis de aprendizado, sendo 9 o nível mais alto, apenas 3 municípios atingiram o nível 3 (Amargosa, Cravolândia e Elísio Medrado). 12 municípios ficaram no nível 2 de aprendizado (Itaquara, Jaguaquara, Maracás, Lajedo do Tabocal, Santa Inês, Ubaíra, Nova Itarana, Mutuípe, Planaltino, Milagres, São Miguel das Matas e Brejões). 4 registraram aprendizado no nível 1, o mais crítico (Laje, Irajuba, Lafaiete Coutinho e Itiruçú).
Em Matemática, em uma escola de 10 níveis de aprendizado, sendo 10 o nível mais alto, 2 municípios atingiram o nível 3 (Elísio Medrado e Amargosa). 11 ficaram no nível 2 de aprendizado (Cravolândia, Nova Itarana, Mutuípe, Jaguaquara, Maracás, Ubaíra, Itaquara, Santa Inês, Milagres, Lajedo do Tabocal e Planaltino. 6 ficaram no nível 1 de aprendizado (São Miguel das Matas, Irajuba, Laje, Brejões, Lafaiete Coutinho e Itiruçu).

Quanto a série histórica de cálculo do IDEB, iniciada em 2005, o município que percentualmente, mais melhorou seu desempenho nos anos finais do Ensino Fundamental de 2005 à 2017, foi Cravolândia, saindo de 1,7 em 2005 para 3,8 em 2017, um aumento de 123,5%. O segundo município com melhor desempenho ao longo deste período foi Amargosa, saindo de 2,1 em 2005 e chegando a 4,3 em 2017, um aumento de 104,8%. Os municípios que menos cresceram no período foram Laje e Brejões, que saíram de 3,1 em 2005 e chegando a 3,3 em 2017, um aumento de 6,5%.

No comparativo com os resultados da edição anterior do IDEB (2015), 10 municípios obtiveram resultados melhores em 2017. Destaque para Milagres que, percentualmente, foi o município que mais cresceu, saindo de 2,4 (2015) e chegando a 3,3 (2017), 37,5% de aumento, seguido por Elísio Medrado, que saiu de 3,4 (2015) para 4,6 (2017), 35,3% de aumento. Os demais municípios foram Amargosa, Itaquara, Mutuípe, Jaguaquara, Brejões, Ubaíra, Lajedo do Tabocal e Planaltino. O município de Cravolândia manteve o mesmo IDEB de 2015, e 4 municípios pioraram seu índice (Laje, São Miguel das Matas, Maracás e Itiruçú). Nova Itarana, Santa Inês e Irajuba ficaram de fora do comparativo, por não terem tido IDEB dos anos finais divulgados em 2015, e Jiquiriçá e Lafaiete Coutinho não tiveram IDEB divulgados em 2017.

 

FINALIZANDO A BREVE EXPOSIÇÃO

 

Apesar de não ser divulgado com os resultados oficiais uma média do IDEB dos municípios levando em consideração os anos iniciais e anos finais, ousei realizar a média do IDEB dos 18 municípios do Vale do Jiquiriçá que tiveram resultados dos anos iniciais e finais divulgados. Ficaram de fora apenas os municípios de Jiquiriçá e Lafaiete, que tiveram apenas dados dos anos iniciais.
O município de Nova Itarana obteve a melhor média do IDEB 2017, com 4,75, seguido por Amargosa (4,65), Elísio Medrado (4,6), Planaltino (4,4), Itaquara (4,3), Cravolândia (4,25), Brejões (4,2), Maracás e Santa Inês (4,15).

Confiram Quadro 3 abaixo.

Agora, cabe ao conjunto dos municípios e a cada rede de ensino realizar as análises pertinentes aos resultados divulgados. O fluxo merece também uma atenção especial nesta análise, pois influenciou ou para mais ou para menos no IDEB de muitos municípios. Tivemos municípios com um aprendizado menor do que outro, mas o fluxo (maior) proporcionou um IDEB maior do que município com maior aprendizado. No entanto, cabe destacar que, apesar de alguns avanços importantes em alguns municípios, que devem sim comemorar, ainda temos muitos desafios para garantir efetivamente o direito de aprendizagem de todos.
Sabemos que o IDEB não representa por si só a qualidade da educação de nossas escolas e redes de ensino, uma vez que vários fatores importantes não são levados em conta na composição do índice, mas, ele se apresenta como um indicador, que indica alguns aspectos que são importantes de serem analisados para melhoria da qualidade da educação.
Espero que a exposição destes dados ajude nesta tão importante análise.

Renê Silva, Pedagogo, Mestre em Educação, Professor Substituto da UESB e Coordenador Pedagógico do município de Nova Itarana.
Artigo produzido com exclusividade para o Site Itiruçu Online.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, o Ideb, que mede em um só indicativo o fluxo escolar e média de desempenho nas avaliações, apontou avanço significativo no município de Jequié. O município se destacou pelo aumento da nota estabelecida para a Educação Básica, com média de 4.4, nas séries iniciais e 3,4, nas séries finais, ficando à frente de todas as outras cidades da região. Na avaliação da secretária de Educação, a professora Graça Bispo, a boa avaliação do Ideb, é fruto de uma nova política educacional que vem sendo desenvolvida no município, que vem fazendo um resgate do sistema educacional, contando com o empenho de todos os professores e gestores da rede.

“Este é o resultado de um trabalho sério e árduo que a Prefeitura de Jequié está desenvolvendo, através da Secretaria de Educação, com o preenchimento do quadro de professores, através do processo seletivo REDA, para atender todas as demandas, sem deixar nenhuma sala de aula sem professor, a equipe pedagógica da Secretaria, que trabalhou para mobilizar os alunos para que fizessem a Prova Brasil, e, nesse sentido, desenvolveu diversos mecanismos como simulados, por exemplo, a fim de incentivar os estudantes, entre muitas outras atividades. O que comprova o comprometimento, o respeito e a dedicação com a educação, o envolvimento dos nossos professores, funcionários e, principalmente, o compromisso com a construção de um futuro para os nossos estudantes, porque tudo começa na escola, dentro do universo das nossas unidades de ensino.”, destacou a secretária de Educação, Graça Bispo.

“Uma das nossas maiores conquistas é poder permitir ao povo jequieense esse sentimento de orgulho, de olhar pro futuro com os olhos cheios de esperança. Tivemos aí o resultado de um trabalho muito esforçado, muito competente, graças ao empenho de todos os envolvidos na rede municipal de ensino. Jequié obteve seu maior índice no Ideb, em todos os tempos! A Prefeitura de Jequié, através da ação enérgica e dinâmica da Secretaria de Educação, tem feito avanços inacreditáveis. A reforma das escolas municipais, os encontros e as discussões de cunho pedagógicas, que otimizam o trabalho na rede de educação, a abertura de novas creches, o café da manhã para os nossos estudantes, a cobertura das quadras poliesportivas, enfim, diversas ações que vem alavancando a Educação e trazendo novos alunos, fortalecendo a o sistema educacional no município. O nosso maior presente para eles é esse: melhorar a qualidade do ensino para que todos possam desfrutar de novas e incríveis oportunidades, ao final do período escolar.”, afirmou o prefeito de Jequié, Sérgio da Gameleira.

O IDEB agrega ao enfoque pedagógico dos resultados das avaliações em larga escala do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) a possibilidade de resultados sintéticos, facilmente assimiláveis, e que permitem traçar metas de qualidade educacional para os sistemas. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb – para as unidades da federação e para o país, e a Prova Brasil – para os municípios.


O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram, nesta quinta-feira (30), os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) com base em dados coletados em 2017.

No ranking, as escolas estaduais da Bahia aparecem na 25ª posição (terceira pior colocação entre as 27 unidades da federação) nas notas de Matemática, com 243 pontos, atrás apenas de Amapá (242) e Pará (237). Em Português, o estado apresentou o segundo pior resultado nacional, com 242 pontos, atrás do Pará, com 237.  Em Matemática, a Bahia ficou abaixo em 107 pontos da nota estabelecida como adequada pelo Movimento Todos Pela Educação, que é de 350 pontos. Em Português, o resultado também foi deficitário em 60 pontos, já que a nota adequada é 300. No comparativo dos últimos dois anos, o estado também apresentou queda de 2 pontos, tanto em Português quanto em Matemática, já que, em 2015, obteve pontuação de 244 na primeira disciplina e 245 na segunda.

O Subsecretário de Educação da Bahia, Nilson Pitombo afirma que a pasta não desconhece os números divulgados quinta pelo Ministério da Educação. “Pelo contrário, por conhecer, a gente se organiza a partir de um programa de abrangência nacional oriundo do MEC, que também está preocupado com os baixos níveis de proficiência dos alunos de ensino médio. Atualmente, 85% das escolas da rede estadual da Bahia possuem oficinas de leitura e compreensão do pensamento matemático, além de acompanhamento pedagógico específico”, explicou.

Cenário Nacional

No entanto, não foi apenas a Bahia que teve resultados bem abaixo do esperado. Dos 27 estados, apenas nove conseguiram aumentar o desempenho dos alunos em Português e Matemática: Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais, Acre, Ceará, Tocantins, Sergipe e Alagoas.

A pesquisa também mostrou que as redes estaduais concentram mais de 80% dos alunos de ensino médio do país e os resultados apresentados são os mais preocupantes entre as séries avaliadas. Já as notas dos dois ciclos do Ensino Fundamental melhoraram na rede pública do país.


Os aprovados no concurso da Secretaria de Educação do Estado da Bahia foram convocados nesta terça-feira (28). De acordo com a publicação do Diário Oficial do Estado, foram convocados 2.414 aprovados para o cargo de professor e 636 para coordenadores pedagógicos. Os aprovados e convocados devem entregar a documentação exigida nos locais e período indicados nos editais de convocação. O concurso recebeu mais de 103 mil inscritos, divididos em 27 Núcleos Territoriais de Educação (NTE), situados em Salvador e em outros 26 municípios do Estado. A classificação é separada por cargo, pelo tipo de disciplina e pelo local (NTE).  Realizado conjuntamente pelas secretarias da Administração (Saeb) e Educação (Sec), as provas do certame ocorreram em fevereiro deste ano. Os candidatos passaram por três etapas, entre habilitatórias e classificatórias, como provas objetivas, discursivas e de títulos.

A Fundação Carlos Chagas (FCC), organizadora do concurso, divulgou o resultado final e a homologação do certame no dia 19 de junho, no Diário Oficial do Estado (DOE). Após a nomeação, os novos servidores terão remuneração total de R$ 2.814,28, quando professores, ou de R$ 2.890,87, quando coordenadores pedagógicos. As vagas são para Magistério Público do Ensino Fundamental e do Ensino Médio do Estado da Bahia, nas áreas de arte, biologia, educação física, filosofia, física, geografia, história, língua Inglesa, língua portuguesa, matemática, química e sociologia. É exigida formação específica e diploma concedido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). Para coordenador pedagógico é necessária formação em pedagogia, também com reconhecimento do MEC. Em todos os casos, a carga horária semanal é de 40 horas.


O professor Jucenilton Alves dos Santos da Rede Municipal de Ensino de Itiruçu,  publicou seu primeiro livro pela Novas Edições Acadêmicas (NEA) , que é uma editora especialista em publicar obras com compromisso, através da utilização de novos métodos editoriais e de uma tecnologia de ponta colocada à disposição da difusão de materiais de maneira extensa, rápida, global, econômica e eficientemente.  A  obra do professor intitulada “Leitura e Produção do Gênero Paródia: Relações Intertextuais” é resultado de sua dissertação de mestrado defendida na UESB campus de Vitória da Conquista em 2017. Quem tiver interesse em adquirir um exemplar pode acessar clicando aqui. 

Sobre o autor

O professor Jucenilton é mestre em Letras pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB (2015-2017); Especialista em Gestão Escolar – Educação a Distância pela Universidade Federal da Bahia – UFBA (2012-2013); Especialista em Leitura, Produção e Interpretação de Textos pelas Faculdades Integradas Euclides Fernandes – FIEF (2011-2012); Especialista em Gestão Educacional pela Faculdade de Educação Superior do Piemonte da Chapada – FESPC (2011-2012); Graduado em Letras (Língua Portuguesa e Literaturas da Língua Portuguesa) pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB (2005-2009). Atualmente é Coordenador Técnico-Pedagógico na Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Itiruçu-BA. Tem experiência na área de Ciências Humanas com ênfase em Antropologia (gênero, sexualidade) e Educação (Práticas Pedagógicas e Gestão Escolar), na área de Linguística, Letras e Artes com ênfase em Literatura Brasileira e Portuguesa, Leitura, Escrita e Gêneros Textuais e na área de Ciências Políticas com ênfase em Políticas Públicas e Movimentos Sociais.


O Centro Universitário Uninta, em parceria com o Instituto Fátima de Gregorio, oferece novos cursos de graduação na modalidade do Ensino à Distância (EAD) para Itiruçu e região: pedagogia, história, matemática, geografia, educação física, Bacharelado em serviço social, Administração, educação física, Segunda licenciatura, Cursos de teologia em nível de bacharelado.

São oferecidos também cursos Tecnológicos em gestão hospitalar, recursos humanos, gastronomia dentre outros cursos de 18 meses.  As mensalidades são a partir de R$ 149,00. Todos os cursos devidamente certificados pelo MEC. Para obter mais detalhes, anote o número na imagem acima.


A secretaria da Educação do Estado da Bahia contará com o apoio do Ministério da Educação (MEC) para novos cursos de nível superior na rede estadual, além da liberação de recursos de emendas parlamentares. O acordo foi firmado durante a III Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Secretários da Educação (Consed), realizada nesta segunda-feira (6), em São Paulo. O apoio do Ministério da Educação vai ao encontro da proposta de implantar na Bahia o curso superior de Tecnólogo na rede de Educação Profissional e Tecnológica, além de apoio também para a implantação do mestrado profissional na modalidade de Ensino à Distância (EaD) para professores da rede estadual. “O Ministério deve intermediar junto à Coordenação de aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) a organização deste mestrado profissional aqui na Bahia, uma vez que a Capes é uma fundação vinculada ao MEC. Também articulamos com o ministro a liberação das emendas parlamentares para o sistema de Educação do Estado da Bahia”, destacou o secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro, durante a reunião, que também contou com a presença do ministro Rossieli Soares.