As aulas da segunda entrada do programa Educar para Trabalhar tiveram início, contemplando mais 11.900 estudantes com 43 cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), de dez eixos tecnológicos. As formações atendem alunos de cursos técnicos ou do Ensino Médio, bem como egressos da rede estadual. As aulas são realizadas de forma 100% remota, no formato Educação à Distância (EaD).

O superintendente da Educação Profissional e Tecnológica do Estado, Ezequiel Westphal, falou sobre a importância do programa. “O Educar para Trabalhar é um importante programa no âmbito do Estado Solidário, por meio do qual a oferta de cursos de qualificação profissional contemplou os 417 municípios baianos, proporcionando formação profissional para os estudantes e egressos da rede estadual de ensino. O programa visa, ainda, atender à demanda do setor produtivo e potencializar a empregabilidade e inclusão produtiva do estudante regularmente matriculado no Ensino Médio e da Educação Profissional Técnica de Nível Médio da rede pública estadual de ensino”, afirmou, ao acrescentar que, no total, o Educar para Trabalhar ofertará 200 mil vagas.

Os cursos ofertados são nos eixos tecnológicos de Meio ambiente e Saúde; Controle e Processos Industriais; Gestão e Negócios; Informação e Comunicação; Infraestrutura; Produção Alimentícia; Produção Cultural e Designer; Produção Industrial; Recursos Naturais; e Turismo, Hospitalidade e Lazer e, envolvem as parcerias do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) e SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural).


A Secretaria da Educação do Estado da Bahia, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas/ Diretoria de Gestão de Pessoas (FGV/DGPE), irá promover formações voltadas ao Atendimento Educacional Especializado (AEE), denominadas “Caminhos plurais”. As atividades, direcionadas a professores e coordenadores pedagógicos da rede estadual de Salvador e da Região Metropolitana, estão com as inscrições abertas, por meio do link: https://bit.ly/3nzGL2V

As formações serão realizadas presencialmente, em Salvador, em local a ser definido, durante duas semanas, totalizando 120 horas de aulas, nos períodos de 4 a 9 de outubro e de 23 a 28 de outubro, das 8h às 18h.

A coordenadora da Educação Especial da SEC, Marlene Santos Cardoso, fala sobre a importância do curso. “As formações buscam viabilizar condições para que os professores avancem na compreensão de seu papel de educadores, no que diz respeito à sua atuação no Atendimento Educacional Especializado, prestado aos estudantes nas unidades escolares e nas salas de recursos multifuncionais”.


Colégio Cid Alves com aulas presenciais. Foto/Itiruçu Online.

A Secretaria Municipal de Educação havia confirmado o retorno das aulas presenciais na rede de ensino de Itiruçu para o dia 13 de setembro. Nesta segunda-feira (13), as escolas receberam os alunos que deverão seguir os protocolos sanitários como o uso das máscaras.

Para avalizar o retorno, de acordo com a Secretaria de Educação, foi feito um estudo garantido a aprovação das famílias e estabelecido normas de segurança para alunos e professores.

Desde o início da pandemia da Covid-19 que a Educação estava trabalhando com as equipes das Unidades de Ensino (UE), e planejando o calendário, estratégias e ações a serem postas em prática com a volta às aulas, de acordo com as medidas sanitárias, financeiras e pedagógicas que deverão ser tomadas no continuum1 de 2020-2021, tendo como política a orientação de pais, alunos, funcionários e professores sobre procedimentos, protocolos e possíveis consequências da pandemia que vivemos.

No entanto, o protocolo foi dividido em três fases:

FASE 1 – As atividades são remotas, com as/os estudantes em casa a semana inteira, usando as tecnologias disponíveis, bem como as atividades impressas.

 FASE 2 – As atividades são remotas e presenciais, alternadamente. Um dia os estudantes estarão na escola e no dia seguinte os estudantes estarão realizando as atividades em casa.

 FASE 3 – As aulas serão presenciais, na escola.

A fase 2 (retorno das aulas híbridas e/ou semipresenciais) está prevista para o dia 13/08/2021 para as turmas do 1º ao 9º Ano do Ensino Fundamental.


Estudantes do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) em Saúde Adélia Teixeira, em Vitória da Conquista, se destacaram com dois projetos de iniciação científica e conquistaram medalha de bronze e menção honrosa no II Congresso Brasileiro Interdisciplinar de Ciência e Tecnologia (COBICET), promovido pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Eles desenvolveram pesquisas sobre “As estratégias de combate à Covid-19 adotadas pelos caminhoneiros no primeiro ano da pandemia nas estradas brasileiras” e “A ergonomia do home office: sua influência sobre a saúde de professores do nível básico de Vitória da Conquista, no primeiro ano da pandemia da Covid-19”.

O primeiro projeto sobre os caminhoneiros é de autoria de Carlos Daniel Oliveira, Caroline Sousa, Luciano Porto, Matheus Moitinho e Nelson Costa, que receberam medalha de bronze pelo terceiro lugar conquistado. O outro, sobre a ergonomia do home office, assinado pelos estudantes Guylherme Paiva, Bruna Santana e Felipe Yago, ganhou menção honrosa. Guylherme fala sobre a experiência. “ Agradeço imensamente às pessoas que estiveram ao meu lado, em especial à minha orientadora Aline de Souza. O aprendizado, que foi o ponto mais importante dessa jornada, foi aprimorado. Eu me sinto honrado e grato”.

A professora Aline de Souza falou sobre a Educação Científica na rede estadual. “A premiação destes alunos demonstra a capacidade técnica e científica existente dentro das escolas públicas”. A professora articuladora do curso de Segurança do Trabalho do CEEP, Ana Paula de Oliveira, reforça a importância de eventos desta natureza. “Estudantes de nível médio da rede estadual da Educação Profissional na Bahia vem ganhando destaque e reconhecimento de seus trabalhos acadêmicos em congressos Brasil afora, nas áreas técnica e científica”, comemora.


No Brasil, 11 milhões de pessoas são analfabetas. São pessoas de 15 anos ou mais que, pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não são capazes de ler e escrever nem ao menos um bilhete simples. 

Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), Lei 13.005/2014, que estabelece o que deve ser feito para melhorar a educação no país até 2024, desde o ensino infantil até a pós-graduação, o Brasil deve zerar a taxa de analfabetismo até 2024.

No Dia Mundial da Alfabetização, celebrado hoje (8), a Agência Brasil conversou com professores que trabalham com a alfabetização de crianças sobre os impactos da pandemia na etapa de ensino e sobre a rotina desses profissionais.

Sem tempo para cansaço

O professor do terceiro ano do ensino fundamental da Escola Classe Comunidade de Aprendizagem do Paranoá, no Distrito Federal, Mateus Fernandes de Oliveira diz que ainda não conseguiu parar para sentir o cansaço que todo o período de pandemia causou até aqui. Nos últimos 18 meses, ele precisou lidar com diversas situações, incluindo famílias de estudantes com fome. Foi preciso que a escola se organizasse para distribuir cestas básicas nas casas dos alunos.

“A gente estava falando de falta de alimentos em casa. Famílias passando por necessidades. Não era possível cobrar de uma família que estava preocupada com alimentação que desenvolvesse um processo de escolarização em um momento como este. A gente entendeu que a escola pública, como parte do Estado, tem responsabilidade social. O Estado deveria cuidar das necessidades básicas, mas não estava dando conta. A escola teve que se mobilizar”.


O governo da Bahia e Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado da Bahia (APLB) chegaram a um acordo para o retorno das aulas semipresenciais nas escalos da rede estadual de ensino a partir do dia 1º de setembro. A decisão foi tomada durante uma reunião entre as partes na última sexta-feira, 27.

O acordo acontece após mais de um mês de indefinicão quanto a presença dos professores nas salas de aula. A categoria reinvidicou que só retornaria ao trabalho quando estivessem completamente vacinados, isto é, 15 dias após a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19. Oficialmente, as aulas na rede estadual foram retomadas no dia 26 de julho para os estudantes do ensino médio, no entanto, os professores não aderiu a retomada e não retornaram para as salas dde aulas. Não foram detalhadas informações sobre a quantidade de ausentes.

Com isso, o governador da Bahia, Rui Costa (PT), anunciou que os professores que não voltassem a dar aulas nas escolas teriam parte do seu salário cortado. Para o retorno em 1º de setembro, a APLB pediu a devolução dos valores descontados ao professores que não retornaram. “Vamos manter o protocolo rígido, cada escola tem seu conselho/gestor de biossegurança, formado pelo colegiado e dois professores, por turno, que vão dizer há ou não condições de ter aulas presenciais. O salário que foi descontado será devolvido”, disse Rui Oliveira, presidente da APLB.


As duas próximas segundas-feiras serão especiais para os alunos da nova unidade do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) de Maracás. No dia 9 de agosto será dada a largada para os cursos de Confeitaria Básica e Eletricista Residencial, enquanto no dia 16 será a vez das turmas de Panificação Básica e Auxiliar de Mecânico. Massai Lima, coordenador de cursos da instituição, e Valéria Rocha, analista de relacionamento com a comunidade da Largo Resources | Vanádio de Maracás estarão presentes para dar as boas-vindas às turmas.

Inaugurado no início de junho, o equipamento é resultado da parceria entre o Senai, o Sesi (Serviço Social da Indústria), a Prefeitura Municipal de Maracás e a Largo Resources | Vanádio de Maracás, que investiu R$ 200 mil no projeto para requalificar um antigo galpão de alojamento abandonado. O objetivo da iniciativa é oferecer qualificação profissional para ampliar o potencial de empregabilidade das pessoas da cidade, proporcionando oportunidades de inserção em diversas áreas do mercado.


O secretário-executivo do Ministério da Educação (MEC) Victor Godoy Veiga afirmou hoje (5) que o retorno às aulas presenciais nas escolas públicas de todo o país permitirá ao governo federal, em parceria com estados e municípios, focar nas ações que a pasta considera prioritárias para melhorar o ensino brasileiro.

“Só com a reabertura segura das escolas conseguiremos viabilizar todas as demais prioridades [do MEC], como a transformação digital do sistema educacional brasileiro”, disse Veiga, ao participar, esta manhã, de um seminário virtual que o ministério promoveu para discutir os impactos da pandemia da covid-19 na educação brasileira.

De acordo com o secretário-executivo, a “transformação digital” do sistema educacional tem entre os objetivos preparar a rede pública de ensino “numa perspectiva de que, no futuro, se enfrentarmos outros desafios desta magnitude, tenhamos condições de não sofrer como sofremos”.

No mesmo evento, o secretário de Educação Básica do MEC, Mauro Luiz Rabelo, acrescentou que o ministério destinará, a partir deste mês, cerca de R$ 320 milhões para auxiliar as escolas que tiverem que manter o modelo híbrido de ensino, realizando parte das atividades pedagógicas à distância. O montante será disponibilizado por meio do Programa de Inovação e Educação Conectada (Piec).

Além disso, de acordo com Rabelo, o MEC disponibilizou, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Emergencial cerca de R$ 648,9 milhões, para suplementar os recursos federais destinados aos estabelecimentos de ensino para a compra de itens de consumo e de equipamentos de proteção individual, e para a realização de serviços de desinfecção de ambientes e de pequenos reparos, beneficiando a cerca de 36 milhões de estudantes de 111 mil escolas públicas.

Prioridades


 

O Governo do Estado, através das secretarias de Relações Institucionais (Serin) e da Educação (SEC), promoveu mais uma reunião com representantes da APLB Sindicato, na noite desta quarta-feira (28), na sede da Serin. O encontro presencial contou com a participação dos secretários Luiz Caetano e Jerônimo Rodrigues.
Esta foi a terceira reunião realizada, desde a semana passada, para tratar sobre a segunda fase do ano letivo na rede estadual de ensino, que começou na segunda-feira (26), exclusivamente para os estudantes do Ensino Médio, com aulas semipresenciais. Para os estudantes do Fundamental, o ensino híbrido começa no dia 9 de agosto.
O titular da Serin, Luiz Caetano, afirmou que todos os esforços estão sendo empreendidos pelo Governo, visando a segurança, tanto dos alunos quanto dos educadores. “Por isso, é importante o diálogo com os professores para que esta segunda fase do ano letivo seja realizada com êxito”, afirmou, ao adiantar que uma nova reunião será realizada na próxima terça-feira (3).
O secretário da Educação, Jerônimo Rodrigues, citou a queda nos indicadores da Covid-19 na Bahia; o avanço na vacinação para toda a população e para os trabalhadores da Educação; e destacou a adequação das escolas para o cumprimento dos protocolos de biossegurança. Disse, ainda, que estes critérios possibilitaram a decisão pela passagem do ensino 100% remoto, iniciado no dia 15 de março, para a fase semipresencial na rede estadual de ensino.
Sobre a vacinação, Jerônimo lembrou que a Comissão Intergestores Bipartite (CIB) da Bahia, uma instância do Sistema Único de Saúde (SUS) e que reúne os 417 municípios do estado, já autorizou a vacinação para 100% dos profissionais da Educação. Salientou também que o diálogo com a APLB Sindicato é fundamental para garantir a aprendizagem dos estudantes. “A nossa motivação maior para o diálogo é o interesse de que as escolas atendam aos estudantes como tem que ser, seguindo todos os protocolos necessários. Continuaremos conversando com a APLB no sentido de garantir o ensino semipresencial seguro e com qualidade de aprendizagem. Além disso, temos a motivação do Governo, que é a do diálogo como parte do processo democrático e este é o perfil desta gestão”, afirmou.

O  presidente da APLB, Rui Oliveira, destacou como ponto de pauta a segunda dose da vacina para os trabalhadores da Educação e também falou sobre a importância do diálogo com o Estado. “A gente espera que continue havendo esse diálogo para encontrar um caminho”.


Estudantes do Ensino Médio, professores e trabalhadores da Rede Estadual de Ensino já estão em sala de aula na Bahia. O retorno às escolas reuniu, nesta segunda-feira (26), a comunidade escolar que desde março de 2020 não participava do ensino presencial. No dia 15 de março deste ano, as aulas voltaram, mas apenas de forma remota. O retorno dos estudantes do Ensino Fundamental está programado para o dia 9 de agosto.

Para o retorno presencial, o Governo do Estado investiu cerca de R$ 305 milhões na requalificação e adaptação das escolas públicas. Foram realizadas manutenções e adequações que possibilitam que os estudantes obedeçam protocolos sanitários, como distanciamento social e uso de álcool em gel, além do uso obrigatório de máscaras.

Do município de Nova Ibiá, em visita ao Colégio Estadual Maria Lopes Leal, o secretário da Educação, Jerônimo Rodrigues, comentou a volta às aulas presenciais. “São 780 mil estudantes do ensino médio previstos para iniciar nessa data. Os outros 120 mil do ensino fundamental, iniciaremos no dia 9 de agosto. Vamos aguardar esta semana para a gente poder fortalecer ainda mais o chamamento. Agora, é importante que os pais, as mães e que os responsáveis possam ir numa escola ver o nível de segurança protocolar para que realmente a gente possa garantir uma segurança da saúde dos professores, dos servidores e dos estudantes”.

Rodrigues comentou, ainda, sobre o diálogo com a APLB. “Nós estamos conversando, mas a determinação e a orientação do governador é que a gente possa abrir as escolas. Nós já temos os indicadores que nos levaram a essa decisão, de índice de infecção, de unidades hospitalares e UTIs com disponibilidade. Um ano e meio sem atividades, não dá para a gente continuar com a perda e com o prejuízo para e educação e para a formação cidadã. Portanto, nós estamos, sim, confiantes que aos poucos nós fortaleceremos esse movimento de retorno às atividades presenciais, três dias nas escolas, três dias em casa”.

Comunidade escolar