Estão disponíveis os gabaritos oficiais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou os gabaritos de cada uma das provas aplicadas e os cadernos de questões na íntegra. O material está disponível na página do Enem. Os resultados individuais do Enem serão divulgados no dia 18 de janeiro.

O Inep disponibilizou também todos os vídeos da videoprova em Língua Brasileira de Sinais (Libras) no Canal no Youtube. Segundo a autarquia, Isso permitirá que os surdos e os deficientes auditivos tenham como estudar para futuras edições do Enem em sua primeira língua. As respostas das questões estão no gabarito do caderno verde.  Além disso, estão disponíveis as provas ampliada e superampliada, que são azuis para o primeiro domingo e amarelo para o segundo; e as provas ledor, de cor laranja.

Mesmo com o gabarito, os candidatos não conseguirão saber a nota que tiraram, porque o sistema de correção do Enem usa a metodologia da teoria de resposta ao item (TRI), que não estabelece previamente um valor fixo para cada questão. O valor varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.

Assim, se a questão tiver grande número de acertos será considerada fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. O estudante que acertar um item com alto índice de erros, por exemplo, ganhará mais pontos por ele. Dessa forma, o candidato só saberá a sua nota nas provas objetivas após a divulgação do resultado final, em janeiro. Na última segunda-feira (12), o Inep anulou uma das questões da prova de matemática por já ter sido usada em um vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 2013, descumprindo os requisitos de ineditismo e sigilo do exame. A autarquia instaurou sindicância para apurar responsabilidades.

O Enem foi aplicado nos dias 4 e 11 de novembro a mais de 4 milhões de estudantes em todo o país. No primeiro domingo, os estudantes fizeram provas de linguagem, ciências humanas e redação. No segundo domingo, fizeram provas de ciências da natureza e matemática.


O Ministério da Educação (MEC), estabeleceu novas regras para expedição e registro de diplomas de graduação. Agora, as faculdades e universidades do sistema federal de ensino terão que publicar no Diário Oficial da União informações sobre os diplomas registrados e manter informações detalhadas para consulta pública nos próprios sites. As mudanças foram publicadas no Diário Oficial da União.

De acordo com o MEC, o objetivo é reduzir o risco de fraudes e conferir maior segurança nos procedimentos internos das instituições de educação superior. As instituições terão um prazo de 180 dias para se adequar às novas regras.

Entre as mudanças está a exigência de um termo de responsabilidade a ser assinado pelas instituições de educação superior e prazos para a expedição e o registro dos diplomas. As instituições também deverão cancelar diplomas irregulares quando detectarem vícios nos procedimentos de expedição e registro e dar publicidade dos diplomas cancelados.

Outra alteração é que o verso do diploma deverá trazer a identificação da mantenedora da instituição de educação superior. A expedição e o registro da primeira via do diploma, do histórico escolar final e do certificado de conclusão de curso seguem gratuitos. EBC.


A Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) é a Faculdade que substitui a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB- em Itiruçu, que passa atuar no Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR).

A Uesb iniciou uma parceria com o município em 2014, ( Ler aqui )  quando com aula inaugurou deu inicio as aulas. A UESB é a responsável por duas turmas na cidade: a primeira, que já colou grau, e a que está em curso, com termino em 2019; ambas no curso de licenciatura em pedagogia.  Uma ouutra turma com professores de Itiruçu também foi formada em Jaguaquara , já com os professores formados.  Na região, em cinco municípios a UeSB atuou com cursos de Pedagogia:  Brejões, Itiruçu, Iramaia, Santa Inês e Jaguaquara, que somaram  um total 430 alunos pela UESB.

UEFS- A Resolução-consepe-103-2018, aprovou o “PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA A SER OFERTADO NO MUNICÍPIO DE ITIRUÇU – PARFOR”, pela Universidade Estadual de Feira de Santana. Apesar de ter iniciado as aulas, o evento que marcará a chegada da Universidade na cidade deve ser realizado em aula magna, nos próximos dias ou somente  em 2019.

A nova Faculdade iniciou as aulas na noite desta última quinta-feira (25) na Escola Cid Alves, mesma escola que doou a estrutura para a UESB. A turma é formada por profissionais da educação e outros dos municípios de Itiruçu e Lagedo do Tabocal.  Com a nova parceria, a UESB apenas formará a turma em curso e deixa o município de Itiruçu no atendimento a turmas do Parfor.

 


Cerca de 2,1 milhões de estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ainda não sabem onde farão as provas, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O exame será nos dias 4 e 11 de novembro. A recomendação é que os estudantes consultem o local de prova o quanto antes e façam, com antecedência, o trajeto até o local.

Os locais de prova estão no cartão de confirmação da inscrição, que está disponível desde segunda-feira (22) e pode ser acessado pela Página do Participante ou pelo aplicativo do Enem 2018, disponível para download na App Store e na Google Play . É preciso informar o CPF e a senha cadastrada na inscrição. Todas as informações e links podem ser acessados pelo site do Enem.

No ano passado, a poucas horas para o início do exame, cerca de 15% dos inscritos não haviam consultado o cartão de confirmação. O Inep orienta os estudantes a acessar o cartão de confirmação com antecedência e fazer o trajeto até o local do exame antes do dia da prova, para verificar a distância, o tempo gasto e a melhor forma de chegar, evitando atrasos no dia da aplicação.

Cartão de confirmação

O cartão de confirmação informa o número de inscrição; o local de prova, com endereço e número da sala; as datas e os horários do Enem; a opção de língua estrangeira e os atendimentos específicos e/ou especializados, além de recursos de acessibilidade, caso tenham sido solicitados e aprovados.

Segundo o Inep, não é obrigatório levar o cartão de confirmação impresso no dia das provas. Mas a autarquia recomenda que os estudantes imprimam e levem o cartão nos dias de exame. Para fazer o Enem é preciso levar documento oficial com foto e caneta esferográfica de tinta preta e de tubo transparente.

Enem

Nos dias 4 e 11 de novembro, 5,5 milhões de estudantes em todo o país deverão fazer o Enem em mais de 1,7 mil municípios. No primeiro dia do exame (4/11), serão aplicadas as provas de linguagem, ciências humanas e redação. A aplicação terá cinco horas e meia de duração. No segundo dia (11/11), haverá provas de ciências da natureza e matemática. Os estudantes terão cinco horas para resolver as questões.

O primeiro dia de prova coincide com o início do horário de verão. A aplicação do exame segue o horário de Brasília. Os portões sempre abrem às 12h e fecham às 13h. A prova


No último mês foi iniciada uma turma de Pós Graduando em políticas Públicas, pelo Educare.  As aulas são ministradas presencialmente no Colégio Cid Alves. A pós-licenciatura é uma das mais concorridas entre educandos, mas a turma específica seguiram alguns critérios e os alunos priorizados foram os que já estavam cursando os Cursos do FNDE, que são oferecidos no município.

A disciplina “Políticas Públicas” é um aporte de conhecimento necessário aos profissionais, especificamente por uma série de turbulências atuais de uma cultura da desinformação oriundas das redes sociais.  O campo de Políticas públicas é multidisciplinar, assim como os serviços prestados, e os profissionais podem se envolver em atividades ‘meio’ – como administradores, economistas e contadores, que participam da gestão dos serviços públicos. Mais qualificação que devem retornar em resultados.


Ato conta com apoio da comunidade escolar. Fotos/Itiruçu Online.

Nesta terça-feira, dia 25, o candidato do PT visita os municípios de Maracás as 09h00, Lajedo do Tabocal às 11h00; Itiruçu às 13h00; Itaquara às 15h00 e retorna para Jaguaquara às 17h30, como parte da agenda de visitas ao eleitorado para pedir votos a sua reeleição.

Em Itiruçu o governador deve ser bem recebido, pois goza de apoio político quase que maciço, que devem elevar o candidato petista à comunidade.

Mas, deve também ser lembrado pelas promessas feitas na cidade quando visitou o município em 2015 para Inaugurar um Sistema de Abastecimento de Água no Povoado da Várzea, dentro das ações do Programa Água Para Todos.

Na oportunidade Rui Costa havia visitado a Escola Estadual Maria Cândida e, por lá, prometido a reforma do estabelecimento de ensino, que não foi cumprida pelo governador. Relembre aqui.

Na ideia de relembrar o chefe do executivo baiano e no aporte da precariedade do estabelecimento de ensino, que inclusive foi necessária a suspensão de aulas em dias chuvosos ( Relembre aqui), um grupo de alunos da escola circula na cidade pedindo ajuda à comunidade para assinar novamente um apelo ao Governador Rui Costa para  atencionar as questões da Unidade de Ensino, que solicita dentre outras, melhorias urgentes nas Elétrica e Hidráulica,  Auditório, Laboratório, Salas de aulas e administrativas que estão inadequadas, além da reforma total do telhado em estado caótico.

O grupo de alunos circula em vários Bairros e Ruas para pedir um abraço da comunidade à causa da Escola Maria Cândida. O grupo pediu apoio ao Itiruçu Online para chegar até os leitores da cidade e receber o apoio.  O abaixoassinado é a forma de mobilização dos estudardes. 

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A Câmara de Vereadores de Jequié aprovou com votação expressiva dos Edis, neste último dia 11, uma Moção de Aplausos sob nº 22/2018, que teve como proponente o Vereador Ivan do Leite, pelo resultado obtido no IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica em 2017 nas escolas municipais de Jequié.

A Moção de Aplauso teve como objetivo valorizar o trabalho coletivo, responsável e comprometido da atual gestão municipal pelo resultado histórico alcançado em 2017 no referido índice, publicado este mês pelo Ministério da Educação.

Em 2017 o município registrou sua maior nota na avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB obtendo a média de 4,4 nas séries iniciais e 3,4 nas séries finais. Nas demais avaliações, tanto das taxas de aprovações das séries iniciais e finais, bem como da nota de Matemática e Português do SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica) os resultados foram os melhores já obtidos até hoje na Educação Municipal de Jequié.

O trabalho iniciado no ano letivo passado, com o Professor Roberto Gondim, realizando varias ações positivas, vai desde a oferta do café da manhã e climatização das salas até a ampliação de forma significativa do número de matrículas. Tais ações positivas ficaram comprovadas através do IDEB. O esforço coletivo é o caminho certo para buscar uma educação de qualidade.

O reconhecimento de quase a totalidade da Câmara de Vereadores de Jequié servirá também como reconhecimento e estímulo para que novos resultados positivos sejam alcançados na Educação de Jequié.


Os dados do índice de desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), divulgados no inicio deste mês, mostram que Educação do município de Itaquara superou as metas projetadas pelo Ministério da Educação (MEC) para o município.

Itaquara alcançou a nota 5,4 quando a nota projetada pelo MEC era 4,1 nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Dos 417 municípios baianos, Itaquara ficou em 28° colocação, superando todos os municípios do Vale do Jiquiriçá. O IDEB é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, desempenho nas avaliações do INEP e Prova Brasil.

Segundo a Secretária de Educação, Márcia Maria esse resultado é fruto do empenho dos professores e do trabalho sério desenvolvido pela equipe da secretaria de educação e dos gestores escolares e principalmente do apoio, valorização e prioridade dada pelo prefeito Marco Aurélio Costa.


Alunos da Escola Sesc de Ensino Médio durante aula, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Os números da educação brasileira são tão grandes quanto o desafio do próximo presidente da República para impulsionar a educação no país. Para assegurar a melhoria da qualidade, serão necessários investimentos em áreas distintas: garantir um ensino médio mais inclusivo e atrativo, ampliar o acesso e o financiamento ao ensino superior e melhorar a formação de docentes Na primeira matéria da série sobre desafios da educação, a Agência Brasil aponta os principais problemas do ensino médio, o maior gargalo da educação básica. A reportagem também apresenta experiências educacionais inovadoras na rede pública. Em parceria com institutos e entidades privadas, essas escolas são exemplos de como a rede pública pode atender com excelência, priorizar currículos que preparem para o mercado de trabalho, além de se preocupar com a diversidade e o desenvolvimento socioemocional de jovens.

Educação básica

Na educação básica, atualmente 48,6 milhões de estudantes de 4 a 17 anos estão matriculados em 184,1 mil escolas públicas e privadas, mas cerca de 2,5 milhões não frequentam as salas de aula.

Isso significa que as redes pública e privada atendem 96,4% das crianças e adolescentes brasileiros. Em 1970, esse índice era de 48%, o que mostra a evolução do acesso à educação nos últimos anos no Brasil. O nível de aprendizagem, porém não acompanhou a universalização do acesso.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), principal indicador de qualidade da educação do país, que mede tanto a aprovação dos estudantes quanto o nível de aprendizagem dos estudantes em português e matemática, mostra que o país cumpre as metas estipuladas apenas até o 5º ano do ensino fundamental. No ensino médio, a meta não é cumprida desde 2013.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), quando saem da escola, ao final do ensino médio, sete a cada 10 estudantes não aprendem o básico em português. O mesmo número tem aprendizado insuficiente em matemática. Na outra ponta, apenas 4,5% dos estudantes alcançaram um nível de aprendizagem considerada adequada pelo MEC em matemática e 1,6% em língua portuguesa.

Graduação

No ensino superior, o desafio ainda é a ampliação de matrículas. Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), lei em vigor desde 2014, a taxa bruta de matrículas, ou seja, o número total de estudantes matriculados, independente da idade, dividido pela população de 18 a 24 anos, deve chegar a 50% até 2024 – atualmente é 34,6%. Esse número tem caído nos últimos anos, tanto no setor público quanto no setor privado. Políticas como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) reduziram o número de beneficiados.

Nas universidades públicas, o orçamento não acompanhou, de acordo com os reitores, o aumento das matrículas e a expansão das instituições que ocorreu nos últimos anos. Os recursos previstos para investimentos em 2018 caíram para quase um quarto do que eram em 2013.

Além disso, sem a ampliação do número de bolsas permanência e outros auxílios – ofertados pelas instituições para estudantes de baixa renda – muitos estudantes que precisariam dos recursos acabam abandonando os estudos.

Formação de professores

Os próximos governantes também terão que voltar a atenção a quem trabalha diariamente em sala de aula. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) mostram que muitos professores não têm formação nas disciplinas que lecionam.  Em 2016, na educação infantil, 53,4% não tinham formação superior adequada à área. No ensino fundamental, o percentual chegava a 49,1% nos anos finais (do 6º ao 9º ano) e 41% nos anos iniciais (do 1º ao 5º ano). No ensino médio, 39,6% não tinham formação adequada.

Há ainda o desafio de valorizar esses profissionais. Atualmente, professores de escolas públicas ganham, em média, 74,8% do que ganham profissionais assalariados de outras áreas, ou seja, cerca de 25% a menos.


Ontem (03/09), foi o Dia D da educação em 2018, em especial para os Dirigentes de Educação, que deram uma pausa na sua agenda, sempre lotada, para tomar ciência dos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) 2017. Essa pausa, para refletir sobre resultados, deveria ser o cotidiano da gestão da educação, mas sabemos que nem sempre é, com raras exceções.

O índice, divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), é calculado de dois em dois anos, de acordo com os resultados das médias de desempenho do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e com as taxas de aprovação das escolas e redes de ensino obtidos no Censo Escolar. O índice varia de 0 a 10 e a combinação entre fluxo e aprendizagem tem o mérito de equilibrar as duas dimensões.

Neste texto, quero me deter a uma breve exposição dos dados referente aos resultados do IDEB dos municípios do Vale do Jiquiriçá, levando em consideração os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental.

 

ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

O IDEB médio da educação pública do Brasil nos anos iniciais do Ensino Fundamental atingiu 5,5. Nenhum dos 20 municípios do Vale do Jiquiriçá conseguiu atingir a média brasileira. Em relação a média do Estado da Bahia, que ficou em 4,7, 11 municípios atingiram ou superaram a média do Estado (Quadro 1), com destaque para cinco municípios que ficaram nota igual ou superior a 5: Nova Itarana (5,4), Itaquara (5,4), Planaltino (5,2), Brejões (5,1) e Amargosa (5,0).

QUADRO 1

Quando ao indicador de aprendizado em Língua Portuguesa, de uma escala de 9 níveis de aprendizado, sendo 9 o nível mais alto, 4 municípios alcançaram o nível 4 (Nova Itarana, São Miguel das Matas, Itaquara e Amargosa), 15 ficaram no nível 3 de aprendizado (Cravolândia, Planaltino, Brejões, Jiquiriçá, Irajuba, Maracás, Ubaíra, Lafaiete Coutinho, Elísio Medrado, Milagres, Lajedo do Tabocal, Laje, Santa Inês, Jaguaquara e Mutuípe) e apenas 1 município ficou no nível 2 de aprendizado (Itiruçu).
No indicador de aprendizado de Matemática, em uma escala com 10 níveis de aprendizado, sendo 10 o nível mais alto, 9 municípios atingiram o nível 4 (Irajuba, Itaquara, Amargosa, São Miguel das Matas, Nova Itarana, Planaltino, Cravolândia, Jiquiriçá e Brejões). Os demais ficaram no nível 3 (Elísio Medrado, Maracás, Lajedo do Tabocal, Ubaíra, Jaguaquara, Mutuípe, Laje, Santa Inês, Milagres, Lafaiete Coutinho e Itiruçu).

Levando em consideração a série histórica de cálculo do IDEB, iniciada em 2005, o município que percentualmente, mais melhorou seu desempenho de 2005 à 2017, foi Nova Itarana, saindo de 1,7 em 2005 para 5,4 em 2017, um aumento de 217,6%. O segundo município com melhor desempenho ao longo deste período foi Irajuba, saindo de 1,6 em 2005 e chegando a 4,8 em 2017, um aumento de 200%. Já o município que menos cresceu no período foi Laje, saindo de 3,4 em 2007 e chegando a 4,3 em 2017, um aumento de 26,5%.

No comparativo com os resultados da edição anterior do IDEB (2015), 13 municípios melhoraram seus resultados. Destaque para Itaquara que, percentualmente, foi o município que mais cresceu, saindo de 4 (2015) e chegando a 5,4 (2017), 35% de aumento, seguido por Nova Itarana, que saiu de 4,1 (2015) para 5,4 (2017), 31,7% de aumento. Além de Itaquara e Nova Itarana, os demais municípios melhoraram seu índice em relação à 2015 foram Jiquiriçá, Brejões, São Miguel das Matas, Amargosa, Santa Inês, Elísio Medrado, Planaltino, Irajuba, Milagres, Ubaíra e Maracás. 4 municípios ficaram com o mesmo IDEB, Lafaiete Coutinho, Cravolândia, Laje e Itiruçú). 3 municípios pioraram seu índice, Lajedo do Tabocal de 4,7 (2015) para 4,6 (2017), Jaguaquara de 4,2 (2015) para 4,1 (2017) e Mutuípe de 4,7 (2015) para 4,2 (2017).

 

ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Nos anos finais do Ensino Fundamental, o IDEB médio da educação pública do Brasil foi de 4,4. Apenas o município de Elísio Medrado superou a média nacional, ficando com 4,6. A média da educação pública na Bahia ficou em 3,4, sendo que 9 municípios do Vale ficaram acima desta média (Elísio Medrado, Amargosa, Nova Itarana, Santa Inês, Cravolândia, Mutuípe, Planaltino, Maracás e Lajedo do Tabocal). 9 ficaram abaixo da média do Estado (Ubaíra, Milagres, Brejões, Laje, Itaquara, Jaguaquara, São Miguel das Matas, Itituçu e Irajuba). 2 municípios não tiveram IDEB para os anos finais divulgados (Lafaiete Coutinho e Jiquiriçá).

 

Veja Quadro 2.

Quanto ao aprendizado em Língua Portuguesa nos anos finais, de uma escala de 9 níveis de aprendizado, sendo 9 o nível mais alto, apenas 3 municípios atingiram o nível 3 (Amargosa, Cravolândia e Elísio Medrado). 12 municípios ficaram no nível 2 de aprendizado (Itaquara, Jaguaquara, Maracás, Lajedo do Tabocal, Santa Inês, Ubaíra, Nova Itarana, Mutuípe, Planaltino, Milagres, São Miguel das Matas e Brejões). 4 registraram aprendizado no nível 1, o mais crítico (Laje, Irajuba, Lafaiete Coutinho e Itiruçú).
Em Matemática, em uma escola de 10 níveis de aprendizado, sendo 10 o nível mais alto, 2 municípios atingiram o nível 3 (Elísio Medrado e Amargosa). 11 ficaram no nível 2 de aprendizado (Cravolândia, Nova Itarana, Mutuípe, Jaguaquara, Maracás, Ubaíra, Itaquara, Santa Inês, Milagres, Lajedo do Tabocal e Planaltino. 6 ficaram no nível 1 de aprendizado (São Miguel das Matas, Irajuba, Laje, Brejões, Lafaiete Coutinho e Itiruçu).

Quanto a série histórica de cálculo do IDEB, iniciada em 2005, o município que percentualmente, mais melhorou seu desempenho nos anos finais do Ensino Fundamental de 2005 à 2017, foi Cravolândia, saindo de 1,7 em 2005 para 3,8 em 2017, um aumento de 123,5%. O segundo município com melhor desempenho ao longo deste período foi Amargosa, saindo de 2,1 em 2005 e chegando a 4,3 em 2017, um aumento de 104,8%. Os municípios que menos cresceram no período foram Laje e Brejões, que saíram de 3,1 em 2005 e chegando a 3,3 em 2017, um aumento de 6,5%.

No comparativo com os resultados da edição anterior do IDEB (2015), 10 municípios obtiveram resultados melhores em 2017. Destaque para Milagres que, percentualmente, foi o município que mais cresceu, saindo de 2,4 (2015) e chegando a 3,3 (2017), 37,5% de aumento, seguido por Elísio Medrado, que saiu de 3,4 (2015) para 4,6 (2017), 35,3% de aumento. Os demais municípios foram Amargosa, Itaquara, Mutuípe, Jaguaquara, Brejões, Ubaíra, Lajedo do Tabocal e Planaltino. O município de Cravolândia manteve o mesmo IDEB de 2015, e 4 municípios pioraram seu índice (Laje, São Miguel das Matas, Maracás e Itiruçú). Nova Itarana, Santa Inês e Irajuba ficaram de fora do comparativo, por não terem tido IDEB dos anos finais divulgados em 2015, e Jiquiriçá e Lafaiete Coutinho não tiveram IDEB divulgados em 2017.

 

FINALIZANDO A BREVE EXPOSIÇÃO

 

Apesar de não ser divulgado com os resultados oficiais uma média do IDEB dos municípios levando em consideração os anos iniciais e anos finais, ousei realizar a média do IDEB dos 18 municípios do Vale do Jiquiriçá que tiveram resultados dos anos iniciais e finais divulgados. Ficaram de fora apenas os municípios de Jiquiriçá e Lafaiete, que tiveram apenas dados dos anos iniciais.
O município de Nova Itarana obteve a melhor média do IDEB 2017, com 4,75, seguido por Amargosa (4,65), Elísio Medrado (4,6), Planaltino (4,4), Itaquara (4,3), Cravolândia (4,25), Brejões (4,2), Maracás e Santa Inês (4,15).

Confiram Quadro 3 abaixo.

Agora, cabe ao conjunto dos municípios e a cada rede de ensino realizar as análises pertinentes aos resultados divulgados. O fluxo merece também uma atenção especial nesta análise, pois influenciou ou para mais ou para menos no IDEB de muitos municípios. Tivemos municípios com um aprendizado menor do que outro, mas o fluxo (maior) proporcionou um IDEB maior do que município com maior aprendizado. No entanto, cabe destacar que, apesar de alguns avanços importantes em alguns municípios, que devem sim comemorar, ainda temos muitos desafios para garantir efetivamente o direito de aprendizagem de todos.
Sabemos que o IDEB não representa por si só a qualidade da educação de nossas escolas e redes de ensino, uma vez que vários fatores importantes não são levados em conta na composição do índice, mas, ele se apresenta como um indicador, que indica alguns aspectos que são importantes de serem analisados para melhoria da qualidade da educação.
Espero que a exposição destes dados ajude nesta tão importante análise.

Renê Silva, Pedagogo, Mestre em Educação, Professor Substituto da UESB e Coordenador Pedagógico do município de Nova Itarana.
Artigo produzido com exclusividade para o Site Itiruçu Online.