A prefeitura de Itaquara apresentou a programação oficial dos festejos de São João 2018 no município.   Com a proposta de manter a tradição e valorizar também os artistas da região, com um São João que conta com a tradicional Vila Junina, entre os dias 20 e 21 de junho. Os principais shows dos festejos acontecem de 22 a 24 de junho.

Com o apoio da Bahiatursa, Itaquara escalou sua seleção dos artistas com a dupla Edu e Maraial, Zefa di Zeca, Lé kum Cré, Sandro Lúcio, Gasparzinho e muitas outras atrações, além dos artistas locais!

“Vamos, novamente, curtir nossa maior festa com paz, harmonia e muita diversão. Estão todos convidados, mas não custa lembrar, venham na paz e se beber, não dirijam”, convida à equipe do São João.


Já não eram mais novidades as três principais atrações do São Pedro de Itiruçu, antes antecipadas pelo Itiruçu Online na grade principal, sendo: Forró do Tico, Solange Almeida e Daniel Vieira. Se juntam as atrações principais artistas locais e regionais,

Já não eram mais novidades as três principais atrações do São Pedro de Itiruçu, antes antecipadas pelo Itiruçu Online na grade principal, sendo: Forró do Tico, Solange Almeida e Daniel Vieira. Se juntam as atrações principais artistas locais e regionais,  confira: Déa Oliveira, Keyla Batista, Tayne Neves, Oz Ballas, Cleiton dos Teclados, Ivoney Tavares, Portal da Bahia, Sete Love, Miquéias Muniz, Toque Novo do Arrocha, Dhandara Bandeira, Victor e Diogo, Gonzazo, Ricardo Alencar e Jefinho Love Lighter.

A prefeitura não divulgou a grade organizada com a divisão das atrações por noites, mas deve ocorre da seguinte forma: Na sexta, Forró do Tico deve subir ao palco, seguida de Keyla Batista e bandas locais. Solange Almeida assume a principal atração da noite de sábado. Já Daniel Vieira deve compor como principal atração do domingo. Com as informações já pode o folião se programar para curtir os festejos de Itiruçu. O tema do São Pedro 2018 também não foi divulgado.

O São Pedro acontece do dia 29 de Junho ao dia 01 de Julho na Praça Gilberto Scaldaferri.


Governo lança edital para apoiar projetos de capoeira
Fotos: Elói Corrêa/GOVBA

A capoeira na Bahia ganhou um incentivo nesta terça-feira (12) com o lançamento de edital do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego Renda e Esporte (Setre). Serão destinados R$ 500 mil para projetos que contemplem eventos esportivos. O edital foi apresentado a representantes de instituições ligadas à capoeira em evento realizado no Largo Tereza Batista, no Pelourinho.

Para o secretário da Setre, Vicente Neto, a iniciativa demonstra o empenho da gestão estadual em garantir a preservação de uma expressão cultural brasileira que mistura arte marcial, esporte, cultura popular e música. “A capoeira é um traço cultural da Bahia que o mundo inteiro conhece. A Setre resolveu fomentar essa manifestação do nosso povo por meio desse edital público que garante apoio às instituições que fazem a capoeira acontecer. É motivo de muita satisfação poder lançar esse edital e chamar os capoeiristas e suas organizações para estarem conosco nesta nova empreitada”, afirmou.

Governo lança edital para apoiar projetos de capoeira
Na foto: Vicente Neto, Secretário da Setre
Foto: Elói Corrêa/GOVBA

Cada iniciativa pode receber até R$ 30 mil, quando a execução for realizada por uma entidade, e R$ 60 mil quando o projeto for executado por duas ou mais organizações. As propostas devem ser entregues na sede da Superintendência dos Desportos do Estado (Sudesb), em Lauro de Freitas, entre os dias 25 e 27 de junho, das 8h às 12h e das 13h30 às 16h30.

“Após o recebimento das propostas, será realizada uma análise técnica e jurídica de cada uma delas. A previsão é que no dia 1º de agosto seja divulgada a relação das entidades classificadas. Qualquer entidade habilitada e com os registros necessários pode apresentar projetos de execução de eventos ou outra atividade ligada ao esporte. Além disso, uma entidade que não esteja habilitada para o projeto pode fazer parceria com outra que tenha assinado esse convênio”, explicou o chefe de gabinete da Sudesb, Everaldo Augusto.

Para o Mestre Pedra, presidente da Associação de Capoeiristas do Grupo Ginga Renovação, o edital é um reforço para o trabalho que ele desenvolve. “É importante para nós participarmos desse momento e buscar apoio para o nosso movimento capoeira. É um incentivo muito bem-vindo”. Localizada no Nordeste de Amaralina, a associação possui 120 integrantes.


A Masterize Instrumentos Musicais promoverá no dia 14 de Junho, um Workshop de bateria com Beto Martins. Beto Martins é um baterista, compositor e educador brasileiro. Nascido em Jequié. Professor e fundador do BPM Instituto em Salvador, Martins é licenciado em música pela Universidade Católica e mestrando em música pela Universidade Federal da Bahia. Foi ganhador do troféu Caymmi 2015, como melhor interprete instrumental. Seu primeiro álbum, chamado “Música Sem Fronteira”, foi aclamado pela crítica especializada, como a revista Modern Drummer, por exemplo. Como sideman, Beto Martins já trabalhou com diversos artistas de renome nacional e internacional, como Orquestra Afro Sinfônica, Ney Conceição, Ricardo Silveira, Luciano Calazans, Netinho, Jammil e Uma Noites, Aline Barros, Estakazero, Cangaia, Terra Samba, Allen Hinds (Los Angeles), Sabine Kouli (França), Alejandro Avilés (Nova Iorque), Anna Elis De Jong (Holanda).

Com alguns desses grupos realizou turnês pelos Estados Unidos, Austrália, Cabo Verde, Bélgica, Portugal, França e Itália. Beto Martins é patrocinado pelas Bateria Pearl, Pratos Turkish Cymbals e pelas baquetas Piece Wood.

Data: 14 de Junho Horário: 19:30h
ENTRADA: 10,00 + 1kg de alimento não perecível Local
Casa de Reboco (Ao lado do Banco do Brasil, Jaguaquara.)
Informações: Masterize (73 3534-4328 ou 99121-9132


O fenômeno da viralização tem ocorrido muito por conta do uso do WhatsApp. Pessoas de diversos estados brasileiros como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal dentre outros têm compartilhado o vídeo para parentes e amigos em Jequié e outros localidades do País. Por sua vez, pessoas daqui do município de Jequié têm espalhados para seus familiares e amigos da região e de outros partes  do Brasil.

Com depoimentos do escritor Domingos Ailton, autor do romance histórico Anésia Cauaçu, intercalados com narrativas e passagem (quando o repórter aparece na tela da televisão) do jornalista Judson Almeida e imagens ilustrativas, a reportagem chama atenção pelas revelações da saga de Anésia Cauaçu, a primeira  mulher a ingressar no cangaço e que viveu na região de Jequié onde foi pioneiro no uso da sela comum numa época em que a mulheres montavam de lado, utilizando o silhão e da calça comprida no período em que o sexo feminino só trajava saias e vestidos, para facilitar o combate em cima do cavalo e tinha uma pontaria invejável e poderes mágicos.

Com a repercussão do livro de Domingos Ailton na internet vários descendentes de Anésia Cauaçu espalhados por diversos locais da Bahia e de outros estados brasileiros entraram em contato com o escritor, que passou a ser o elo entre parentes dos Cauaçus que não se conheciam.

Após a  viralização da reportagem já apareceram novos parentes de Anésia Cauaçu e pessoas de diversas camadas sociais passaram a ter informação sobre a cangaceira e  interesse em ler o livro de Domingos Ailton e se inteirar mais a respeito dessa mulher à frente do seu tempo. Fonte é a  revistacotoxo.com.br.


Gari, compositor e agora cantor. Após viver um dos momentos mais emocionantes da sua vida, o gari Carlos Correia, de 38 anos, conhecido como Ferrary, gravou com Xanddy, líder da Harmonia do Samba, nesta segunda-feira (2).

Fã do cantor, ele realizou o sonho de conhecer o ídolo no Carnaval deste ano. O encontro foi proporcionado pela cerveja Skol e noticiado com exclusividade pelo CORREIO. Ferrary estava na Casa Skol, camarote aberto do Carnaval de Salvador, quando Xanddy o chamou para subir no trio e cantar com ele. Quando o gari soltou a voz e cantou a música inédita que fez para o ídolo, o público foi ao delírio – os foliões até o acompanharam no refrão. Emocionado, Xanddy prometeu que gravaria a música. A promessa foi cumprida nesta segunda. Xanddy e Ferrary gravaram Que Molejo Massa no estúdio na casa do artista.

Nas redes sociais, Xanddy postou um vídeo com o gari e disse estar feliz com o momento. “Ele realizando um sonho e eu feliz da vida por viver uma experiência que me levou lá pra minha adolescência, quando eu esperava apenas uma oportunidade de mostrar o meu trabalho. Ferrary é muito mais que um sonhador, ele é um talento. Canta lindo, compõe lindas músicas e é um ser humano surpreendente”, elogiou o líder da Harmonia.

Xanddy acrescentou que, apesar do ídolo o chamar de professor, quem recebeu a aula foi ele. “Acredito que muitos lembram da história dele e agora a promessa tá cumprida. Gravamos a música dele, Que Molejo Massa, com a honra da participação do próprio. Logo vocês vão ouvir e tenho certeza que vão adorar. Obrigado, Ferrary querido. Que Deus te abençoe muito e que você realize ainda mais sonhos desse seu lindo coração”, escreveu o cantor. “Tá filé da Bahia. Vocês vão adorar, viu? Estamos chegando”, declarou Ferrary. O hit poderá ser conferido em breve, através das plataformas digitais do Harmonia do Samba.

O gari recebeu a notícia de que iria à Casa da Skol e subiria no trio com Xanddy na hora do almoço da segunda de Carnaval (12 de fevereiro). “A ‘negona’ (sua esposa) nem acreditou. Falou ‘é trote, rapaz, não se ligue não…’ Eu fiquei nervoso. Só acreditei depois que Tadeu, meu gerente na Revita (empresa de limpeza urbana) me ligou confirmando”.


A consagração da Beija-Flor no desfile do Rio, seguida de perto pela Paraíso do Tuiuti, contempla o que foi a nota histórica do Carnaval 2018 – o protesto contra a deterioração política e social do país nos últimos anos. Qualquer decisão que alegasse “critérios técnicos” para dar a vitória a uma escola com enredo alheio ao clima de protesto que sacudiu a Sapucaí e muitas outras avenidas do Brasil seria uma traição burocrática e formalista ao espírito da festa.

Alguns, os petistas certamente, prefeririam a Tuiuti, que veio numa batida “Fora, Temer” mais evidente e definida, mas a Beija Flor parece ter expressado de maneira mais ampla e dolorida o mal estar que se apoderou da sociedade brasileira –a saturação com as monstruosidades da injustiça social, com o descaso dos políticos, com o desprezo pelos direitos, com a corrupção, com os preconceitos e com o cinismo dominante.

Se havia quem se queixasse da falta de protestos mais expressivos contra a situação que se instalou no país depois da deposição da presidente Dilma Rousseff, não há mais do que reclamar –ou do que se vangloriar. O Carnaval 2018 preencheu, a seu modo, essa lacuna. Deixará para a  história um registro significativo de seu tempo. Um tempo que talvez fosse melhor apenas esquecer, mas que terá de ser vivido e superado.

A avenida deu seu recado.

“Temer vampiro” da Tuiuti chega à TV pública no desfile das campeãs

Sem interesse das TVs abertas comerciais, o desfile das campeãs do Rio será exibido, pelo terceiro ano seguido, pela TV Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), do governo federal. A transmissão, neste sábado (17), a partir das 20h30, será especial pelo fato de que as duas primeiras colocadas, Beija Flor e Paraíso da Tuiuti, apresentaram desfiles carregados de críticas de conteúdo político.

Um dos alvos do enredo da Tuiuti, justamente, foi o presidente Temer. Na sua crítica às relações de trabalho no país, a escola falou dos trabalhadores sem carteira, comparou Temer a um vampiro e chamou de “manifestoches” os brasileiros que foram às ruas defender bandeiras da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

 

Pela repercussão dos desfiles deste ano, é possível imaginar que a TV Brasil terá, mais uma vez, boa audiência com a sua transmissão. Em 2017, o canal registrou a maior audiência de sua curta história (ela foi ao ar em 2007). No ano anterior, igualmente, o canal alcançou ótimos números.


A escola de samba campeã do carnaval de 2018 no Rio de Janeiro é a Beija-Flor de Nilópolis. A escola apresentou o enredo “Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu”, baseado no livro de terror Frankenstein, de autoria de Mary Shelley, que completou 200 anos. Na obra, um cientista dá vida a uma criatura construída com partes de pessoas mortas, tornando-se uma figura feia. No desfile, a figura foi usada para críticas a problemas sociais como corrupção e desigualdades.

Em uma disputa apertada, a campeã ficou apenas um décimo à frente da segunda colocada, a Paraíso do Tuiuti. As escolas de samba foram avaliadas em nove quesitos: alegorias e adereços, bateria, fantasia, samba-enredo, comissão de frente, evolução, harmonia, mestre-sala e porta-bandeira e enredo. A TV Brasil (canal 531, NET) transmite no sábado (17) à noite o Desfile das Campeãs do Rio. Na sexta-feira (16), a emissora transmite o Desfile das Campeãs de São Paulo.

O desfile foi todo de metáforas de terror sobre o Brasil. A escola levou para a avenida a “ala dos roedores dos cofres públicos” e a dos “lobos em pele de cordeiro”, em referência aos políticos. A corrupção na Petrobras foi lembrada em fantasias com barris de petróleo na cabeça e em um carro que retratava o edifício sede da empresa, atrás de um grande rato.

Violência, poluição, impostos excessivos, sistema de saúde ruim e crianças carentes também lembraram o “terror brasileiro”. As cantoras Pabllo Vittar e Jojo Todynho foram destaques do carro “O abandono”, representando a luta contra a intolerância de gênero e a intolerância racial, respectivamente.  Esta não foi a primeira vez que a Beija-Flor apostou em um samba crítico. Em 1989, a escola levou para a Sapucaí um enredo sobre o lixo, com um “Cristo Mendigo” que saía de dentro de uma favela. Após uma decisão judicial que proibiu sua exibição, o Cristo foi coberto por um saco preto e levou uma faixa com a frase “Mesmo proibido, olhai por nós”. O desfile, histórico, rendeu à escola de Nilópolis o vice-campeonato daquele ano.


A escola de samba Acadêmicos do Tatuapé foi a grande campeã do carnaval de São Paulo pelo segundo ano seguido. A escola apresentou na avenida o enredo Maranhão, os Tambores vão Ecoar na Terra da Encantaria, que contou a história do estado a partir das particularidades de seu povo, da riqueza cultural e das belezas naturais.

A capital São Luís mereceu tratamento especial, com destaque para a arquitetura singular, que une o casario colonial adornado de azulejos às habitações populares típicas.

As notas foram lidas nesta tarde no Sambódromo do Anhembi. A vice-campeã foi a Mocidade Alegre com um enredo sobre a cantora Alcione. Celebrando os 70 anos da “Marrom”, o samba-enredo Alcione: a Voz Marrom Que Não Deixa o Samba Morrer cantou a origem maranhense e diversas facetas da artista, como sua ligação com a escola de samba Mangueira, do Rio de Janeiro, além da participação da cantora na luta contra a ditadura.

Na última e penúltima colocação, as escolas Unidos do Peruche e Independente Tricolor foram rebaixadas para o Grupo de Acesso.

O desfile das campeãs será na sexta-feira (16).

História

A Acadêmicos do Tatuapé surgiu em 1952, com o nome Unidos da Vila Izabel. Chegou ao terceiro lugar do carnaval em 1969 e 1970, mas em 1986 encerrou as atividades por cinco anos. Em 1991, a escola iniciou um processo de resgate que incluiu a sucessiva promoção pelos diversos grupos do carnaval até retornar ao Grupo Especial em 2004. Caiu em 2006 e retornou à elite em 2013 para permanecer de vez. Em 2017, a agremiação havia vencido o carnaval paulistano com o enredo Mãe África Conta a Sua História: do Berço Sagrado da Humanidade à Abençoada Terra do Ouro. EBC.


Reconhecido como berço do samba brasileiro, o Recôncavo baiano abriga a música, dança e poesia, que fizeram o ritmo canarinho ganhar inscrição na Lista Representativa do Patrimônio Imaterial da Humanidade. Para reverenciar as riquezas culturais e musicais presentes no Samba do Recôncavo baiano, os blocos de samba Leva Eu, Vamos Nessa, Amor e Paixão, Samba Popular, e Sambetão, todos contemplados pelo Carnaval Ouro Negro 2018, fazem homenagem ao samba e a sambistas da região, onde teria surgido as primeiras manifestações do samba de roda.

Marivaldo Souza Santos é presidente e fundador do bloco Vamos Nessa. Em 2018, o bloco infantil completa 6 anos de existência e presta homenagem ao samba do recôncavo. Uma ala de Samba de Roda promete alegrar a criançada na avenida. “O resgate do samba de roda fortalece e valoriza a música baiana. É muito interessante e satisfatório apresentar o samba de Roda para as crianças no circuito do Carnaval, é uma forma de preservação da nossa cultura”, explicou Marivaldo.

O Samba Chula de São Braz – Santo Amaro também estará presente no desfile Ouro Negro 2018. O bloco Sambetão, este ano, traz o Samba Chula João do Boi para o desfile do Pelourinho na noite de sexta-feira, 9, do bloco. João do Boi é um dos maiores representantes da tradição oral do Samba de Roda do Recôncavo. “No bloco, haverão alegorias, ala de baianas e camisas que homenageiam a João do Boi” prometeu Alberto Lázaro, produtor do Sambetão.