O estudo clínico do Laboratório Nacional de Biociências sobre o uso do medicamento nitazoxanida em pacientes na fase precoce da covid-19 demonstrou eficácia no tratamento da doença, reduzindo a carga viral das pessoas infectadas. O anúncio ocorreu durante cerimônia no Palácio do Planalto, na tarde desta segunda-feira (19), com a participação do presidente Jair Bolsonaro.

A pesquisa foi iniciada pelo Laboratório Nacional de Biociências, em Campinas (SP), instituto vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O titular da pasta, ministro Marcos Pontes, celebrou o resultado positivo.

“O que eu posso dizer é que nós temos agora um medicamento comprovado cientificamente que é capaz de reduzir a carga viral. Com essa redução da carga viral, significa que reduz o contágio nas pessoas que tomam o medicamento nos primeiros dias, reduz a capacidade de contágio e diminui a probabilidade dessa pessoa aumentarem os sintomas, ir para o hospital e falecer”, disse.

O pontapé da pesquisa foi dado com a análise de 2 mil drogas, testadas com inteligência artificial, para verificar se poderiam inibir os efeitos do vírus Sars-Cov-2, causador da covid-19 no organismo humano. Os estudos no Laboratório Nacional de Biociências chegaram a cinco drogas, que foram para uma segunda fase, que era o teste in vitro feito com células humanas infectadas. Neste teste, o fármaco nitazoxanida, que é um vermífugo muito conhecido no país, apresentou 94% de capacidade de inibir o novo coronavírus.

Testes em humanos


O boletim epidemiológico do Ministério da Saúde – divulgado nesta segunda-feira (19) – mostra que foram registrados 15.383 novos casos de covid-19 no Brasil. Desde o início da pandemia, o pais acumula 5.250.727 casos confirmados do novo coronavírus.

O número de mortes teve um acréscimo de 271 óbitos em 24 horas e elevou o total para 154.176. De acordo com Ministério da Saúde, 4.681.659 brasileiros já se recuperaram da covid-19. Atualmente 414.892 pacientes estão em tratamento.


Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.536 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 1.643 curados (+0,5%). Dos 332.898 casos confirmados desde o início da pandemia, 318.940 já são considerados curados e 6.691 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (26,95%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia ((7.516,98), Almadina (6.551,98), Itabuna (6.314,52), Madre de Deus (6.253,26), Apuarema (5.729,88).

boletim epidemiológico contabiliza ainda 674.757 casos descartados e 77.562 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (16).

Na Bahia, 27.638 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 24 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 7.267, representando uma letalidade de 2,18%. Dentre os óbitos, 55,92% ocorreram no sexo masculino e 44,08% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,14% corresponderam a parda, seguidos por branca com 17,56%, preta com 15,11%, amarela com 0,78%, indígena com 0,11% e não há informação em 12,30% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 72,18%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (75,25%).


Linhas de ônibus já estão liberadas. Fotos/Blog Itiruçu Online.

Não há mais utilidade a manutenção da Barreira sanitária em uma das entradas da cidade, nem como manter apenas uma via de acesso ao município, já que estão liberadas as linhas de ônibus e os serviços de transportes alternativos de qualquer cidade ao município. O controle, que já era questionado, não pode parar os veículos e impedir que ninguém entre no município através dos transportes.

Também, devido ao período eleitoral, onde precisou a Justiça Eleitoral proibir atos de aglomerações para as coligações. Se existe a necessidade de brigarem para promoção de eventos partidários com aglomerações e a liberação de políticos de outros municípios que visitaram a cidade sem apresentarem testes e não cumpriram o isolamento indicado ao chegarem à cidade, como aconteceu nas duas convenções partidárias, além de nos eventos políticos terem sido liberadas pessoas de outros municípios para prestarem serviços aos candidatos.

Vale salientar que, mesmo com todas as movimentações políticas de visitas e eventos, a comissão de combate a covid-19 continua divulgando o Boletim, único serviço de comunicação permitido no período eleitoral pela máquina pública.  O boletim do dia 15, divulgou 88 casos confirmados, com 81 recuperados e 03 óbitos. Ainda estão orientando que pessoas com sintomas fiquem em isolamento para evitarem a contaminação. O comitê de combate pode usar o espaço na programação jornalística da Itiruçu FM apenas para falar do combate a pandemia, antes usado pela prefeita para tratar do assunto, mas por ser candidata, fica impedida de participar. Os moradores cobram mais informações sobre o assunto como era feito semanalmente.

Não justifica gastar recursos de combate a covid-19 apenas em manter barreira ativa, sem utilidade de fiscalização. A Barreira foi instalada no mês de abril e deve, para justificativa de eficácia, comprovar que houve de fato o controle de saída e entrada de pessoas. Em diversas cidades brasileiras os prefeitos estão enfrentando denúncias com relação a aplicação dos recursos destinados ao combate da covid-19 e, nesse sentido, a contratação de pessoas sem a devida necessidade é um ponto questionado nas investigações.


São Poucos os municípios que estão dando ênfase aos casos ativos da Covid-19. É preciso manter os cuidados, pois a Pandemia do novo Coronavírus ainda não acabou. Os dados fornecidos pelos municípios, de acordo com o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável do Vale Jiquiriçá Jaguaquara lidera o número de casos confirmados, seguida de Maracás. No Boletim acima você confere os dados de seu município.


O secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, afirmou que há dificuldade em reduzir os casos de covid-19 no interior da Bahia e que prefeitos de algumas cidades estão se recusando a fazer testes de covid-19 temendo que isso traga um aumento de casos confirmados e tenha efeitos políticos. Ele não citou cidades específicas.

“Vários, dezenas de municípios estão se recusando a testar a população, com medo de aparecerem casos e isso ter impacto eleitoral. Isso é extremamente grave. Estamos ficando no pé. Estamos oferecendo uma capacidade de 5000 exames por dia no Lacen e estamos processando menos da metade. Isso porque os municípios ativamente estão procurando colocar para debaixo do tapete os casos que estão acontecendo”, afirmou ele, em entrevista á TV Bahia na manhã desta terça-feira (13).

“Precisamos da parceria dos municípios e em alguns casos não estamos conseguindo”, acrescentou. As eleições municipais acontecem em novembro e a campanha eleitoral tem gerado aglomerações pelo interior. “Estamos recebendo pedidos de socorro de secretários de dezenas de municípios do interior no estado. Tenho recebido vídeos de aglomerações eleitorais, caminhadas misturadas com carreatas, pessoas sem máscara, bebendo latinha de cerveja, pulando atrás de minitrios. Isso é algo sistemático que está acontecendo no interior”, disse. Ele citou a reunião que fez na secretaria para elaborar uma recomendação para que a Justiça Eleitoral proíba comícios e caminhadas políticas. Leia mais no CORREIO


Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.460 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 1.600 curados (+0,5%). Dos 329.787 casos confirmados desde o início da pandemia, 315.863 já são considerados curados e 6.710 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (27,10%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (7.347,18), Almadina (6.551,98), Itabuna (6.286,38), Madre de Deus (6.220,07), Apuarema (5.702,59).

boletim epidemiológico contabiliza ainda 666.672 casos descartados e 76.243 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quarta-feira (14).

Na Bahia, 27.375 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 26 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 7.214, representando uma letalidade de 2,19%. Dentre os óbitos, 55,93% ocorreram no sexo masculino e 44,07% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,14% corresponderam a parda, seguidos por branca com 17,41%, preta com 15,15%, amarela com 0,79%, indígena com 0,11% e não há informação em 12,39% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 72,12%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (75,30%).


O secretário estadual de Saúde Fábio Vilas-Boas afirmou que há dificuldade em reduzir os casos de covid-19 no interior da Bahia pois alguns prefeitos estão se recusando a testar a população temendo que um aumento de casos tenha efeitos políticos. Ele não citou cidades específicas.

“Dezenas de municípios estão se recusando a testar a população, com medo de aparecerem casos e isso ter impacto eleitoral. Isso é extremamente grave”, afirmou. “Estamos ficando no pé. Estamos oferecendo uma capacidade de 5 mil exames por dia no Lacen e estamos processando menos da metade. Isso porque os municípios ativamente estão procurando colocar para debaixo do tapete os casos que estão acontecendo.

Precisamos da parceria dos municípios e em alguns casos não estamos conseguindo”, completou. As afirmações do secretário foram dadas em entrevista à TV Bahia na manhã de ontem. Procurado pelo CORREIO, ele preferiu não expor em que municípios tem encontrado esse tipo de resistência. A reportagem também procurou a União dos Municípios da Bahia (UPB), que garantiu repassar às prefeituras todas as informações sobre decretos e recomendações das autoridades sanitárias. A entidade disse não ter conhecimento da situação exposta pelo secretário e que não atua como órgão fiscalizador.

CAMPANHA

Segundo Vilas-Boas afirmou na entrevista, a situação relatada por ele – de dificuldade para a testagem da população – é causada pelas eleições municipais. A votação acontece em novembro e os eventos de campanha têm gerado aglomerações pelo interior. “Estamos recebendo pedidos de socorro de secretários de dezenas de municípios do interior no estado. Tenho recebido vídeos de aglomerações eleitorais, caminhadas misturadas com carreatas, pessoas sem máscara, bebendo latinha de cerveja, pulando atrás de mini trios. Isso é algo sistemático que está acontecendo no interior”, disse. Ele citou uma reunião que fez na secretaria para elaborar uma recomendação para que a Justiça Eleitoral proíba comícios e caminhadas políticas como forma de evitar o crescimento de novos casos do novo coronavírus no período eleitoral. Uma preocupação é o uso de paredões (carros equipados com potente equipamento de som) para dar ar festivo a este tipo de evento, atraindo um grande número de pessoas. Em Igrapiúna a inauguração de um comitê reuniu milhares de pessoas que dançavam próximas uma das outras repetindo o clima de um a mica reta.

Em Fátima, durante uma carreata, uma piscina foi improvisada em cima de um caminhão para ser usada pelos apoiadores do candidato. Ainda sobre o interior do estado, Vilas-Boas afirmou: “estamos observando uma desaceleração do processo de queda das taxas de internação no interior. Nós estamos atingindo um platô, não conseguimos reduzir os números em várias regiões do interior abaixo de 70%, principalmente no sul e no sudoeste. Isso significa que outras pessoas estão se contaminando e nós estamos trabalhando de forma ativa para po der rever ter as principais causas responsáveis por isso ” .

APELO

Comparando o interior com a capital, o secretário voltou a enfatizar o papel da campanha eleitoral no surgimento de novos casos. “Salvador a gente caiu abaixo de 50%, começamos a desativar leitos. No interior não estamos conseguindo fazer isso, e está muito ligado ao processo eleitoral, com diversos eventos acontecendo em todos municípios da Bahia”, complementou . Questionado sobre um aumento de ocupação nos leitos de hospitais privados de Salvador por pacientes com covid-19 e se isso teria relação com a abertura das praias, Vilas-Boas afirmou que não. Segundo ele, as praias frequentadas mesmo durante períodos de proibição em Salvador não são um problema tão grave. “A questão de se ocupar faixa (de areia) da praia é menos importante do que está acontecendo nos municípios (do interior)”, disse. “Estamos muito preocupados( com cidades do interior), espero que a justiça (eleitoral) saia com determinação proibindo essas aglomerações” . O secretário fez um apelo para que a população se atente para as regras a serem seguidas nesse momento. “Nós, como sociedade, na Bahia, fomos muito eficientes no processo de fechamento, no ‘Fique em Casa’ . Fizemos bem e demos exemplo para o Brasil e para o mundo”, afirmou, para em seguida completar: “Mas não estamos conseguindo fazer a flexibilização da forma que tem que ser feita. Precisamos voltar à vida quase normal, mas isso precisa ser feito com regras, seguindo protocolos, caso contrário vamos ter que voltar ao que aconteceu seis meses atrás ” .

Entrevista para o jornal Correio, publicada em 14 de outubro de 2020.


Uso de máscara para proteção contra o novo coronavírus.

A Bahia registrou nesta segunda-feira (12) 31 mortes e 677 novos casos de covid-19 (taxa de crescimento de +0,2%) e 852 curados (+0,3%) nas últimas 24 horas. Dos 326.634 casos confirmados desde o início da pandemia, 312.921 já são considerados curados e 6.554 encontram-se ativos. O número total de óbitos por covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 7.159, representando uma letalidade de 2,19%. Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (27,16%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (7.183,91), Almadina (6.551,98), Itabuna (6.252,61), Madre de Deus (6.220,07), Apuarema (5.661,66).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 659.851 casos descartados e 77.233 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta segunda-feira (12).

Na Bahia, 27.126 profissionais da saúde foram confirmados para covid-19.

Óbitos
O boletim epidemiológico divulgado às 17h01 desta segunda contabiliza 31 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 7.159, representando uma letalidade de 2,19%. Dentre os óbitos, 55,92% ocorreram no sexo masculino e 44,08% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,07% corresponderam a parda, seguidos por branca com 17,40%, preta com 15,16%, amarela com 0,80%, indígena com 0,11% e não há informação em 12,46% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade de 72,20%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (75,33%).

Ocupação de leitos
Dos 2.286 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS), exclusivos para o novo coronavírus na Bahia, 988 estão com pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 43%. Dos 1.032 leitos de UTI (adulto) disponíveis no estado, 479 estão ocupados, o que representa uma taxa de 46%.

Em Salvador, de acordo com a Sesab, dos 1.096 leitos ativos, 471 estão ocupados, o que significa que a taxa de ocupação é de 43%. Já os leitos de UTI adulto, estão com 37% de ocupação.


Situação epidemiológica da Covid-19 no Brasil

O Ministério da Saúde atualizou nesta segunda-feira (12), feriado nacional, o boletim de casos de covid-19 no Brasil. Com 201 novos óbitos registrados em 24 horas, o país soma 150.689 mortes pela doença. O número acumulado de infectados desde o início da pandemia é de de 5.103.408. Do total de infectados desde o início da pandemia em todo o país, quase 4,5 milhões estão recuperados e outras 457 mil seguem em tratamento.

A taxa de letalidade está em 3% e a mortalidade por 100 mil habitantes está em 71,7. A incidência de casos do novo coronavírus por 100 mil habitantes é de 2.428,5.

Estados
O estado de São Paulo tem o maior número de diagnósticos da doença. Desde o início da pandemia até hoje, o estado de São Paulo soma 1.038.344 casos confirmados do novo coronavírus, com 37.279 mortes. Do total de casos confirmados, 920.961 pessoas estão recuperadas da doença. Em todo o estado, 8.702 pessoas estão internadas em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, sendo que 4.251 delas estão em estado grave. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) é de 42,9% no estado e de 41,1% na Grande São Paulo.

Em seguida vem a Bahia (326.634 casos e 7.159 óbitos), Minas Gerais (323.967 casos e 8.130 mortes) e Rio de Janeiro (283.858 casos e 19.312 óbitos).

O Acre é o estado com menor número de infectados, com 29.063 casos e 675 mortes, seguido pelo Amapá (49.424 casos e 726 óbitos), Roraima (52.659 infecções e 670 mortes) e Rondônia (67.973 casos e 1.398 óbitos).