Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.849 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 2.129 recuperados (+0,6%). Dos 380.294 casos confirmados desde o início da pandemia, 364.146 já são considerados recuperados, 8.110 encontram-se ativos A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.

Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (25,27%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (9.071,32), Itabuna (6.773,19), Madre de Deus (6.765,28), Almadina (6.698,39), Aiquara (6.612,69).

boletim epidemiológico contabiliza ainda 778.762 casos descartados e 93.059 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (19).

Na Bahia, 30.453 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 25 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 8.038, representando uma letalidade de 2,11%. Dentre os óbitos, 56,22% ocorreram no sexo masculino e 43,78% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,58% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,11%, preta com 14,85%, amarela com 0,73%, indígena com 0,10% e não há informação em 11,62% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,81%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (74,27%).


País tem 166.743 óbitos e 5.909.002 diagnósticos pela Covid-19, segundo levantamento junto às secretarias estaduais de Saúde. Média móvel de casos está em alta de 71% em comparação com 14 dias. O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça-feira (17).

O país registrou 676 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 166.743 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 557, a maior desde o dia 12 de outubro. A variação foi de +45% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nas mortes por Covid. É a maior alta registrada desde o mês de maio.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 5.909.002 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 32.262 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 29.674 novos diagnósticos por dia, uma variação de +71% em relação aos casos registrados em duas semanas. Também é a maior alta registrada desde o mês de maio.

O aumento nas médias móveis de óbitos e casos em relação a 14 dias atrás pode ser em parte justificado com a queda nos registros ocorrida na semana do feriado de Finados, no início do mês. Apesar disso, os registros médio de mortes diárias acima de 550 e de casos perto de 30 mil são dados preocupantes, pois refletem o balanço dos últimos 7 dias. Sérgio Cimerman, coordenador científico da Sociedade Brasileira de Infectologia, falou sobre o aumento nos registros e na taxa de transmissão dos últimos dias. Ler mais na fonte: clique aqui. 


A taxa de ocupação de leitos exclusivos para pacientes com o novo coronavírus no Sistema Único de Saúde (SUS) está em 47% na Bahia. Em Salvador, de acordo com a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), a ocupação é de 54%. Os leitos de UTI adulto estão com 51% de ocupação e os de UTI pediátrica com 44%.

De acordo com o secretário estadual da saúde, Fábio Vilas-Boas, o aumento do número de casos no estado é reflexo das aglomerações causadas pelas atividades de campanhas políticas. Ele chama atenção para o risco de contaminação nas confraternizações de fim de ano e alerta que ainda existe um número elevado de casos novos e de pessoas sendo internadas pela doença todos os dias.


A região do sudoeste do estado agora passa a contar com oferta de serviços de oncologia concentrada no Hospital do Câncer de Caetité. A unidade foi inaugurada pelo governador Rui Costa na manhã desta quarta-feira (11). A entrega do hospital é fruto de parceria entre Governo do Estado e Prefeitura. A gestão estadual investiu mais de R$ 2,8 milhões, valor que corresponde a mais de 90% dos recursos aplicados.
Na oportunidade, o governador falou sobre a atuação do Governo do Estado na área da saúde em toda a Bahia. “Fizemos da saúde uma área de absoluta prioridade do nosso governo. Com o objetivo de salvar vidas, estamos fazendo uma verdadeira revolução na saúde pública da Bahia. Há alguns anos, começamos a apresentar e colocar em prática o conceito da regionalização da saúde em nosso estado, fazendo um esforço grande para superar uma concepção que, historicamente, esteve atrelada a uma política eleitoreira de uso da saúde como instrumento de captação de votos. Hoje, temos contribuído para o fortalecimento da rede básica de saúde nos municípios, destacando também a importância da saúde preventiva”, ressaltou.
De acordo com o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, o Hospital do Câncer de Caetité começa a funcionar nesta quinta-feira (12). “Já para a sexta-feira [13 de novembro], a unidade tem cinco cirurgias programadas. Os atendimentos aqui serão regulados a partir da Central Estadual de Regulação, a partir do sistema lista única do Governo do Estado, atendendo, também, a demanda regional a partir das secretarias municipais de outros municípios do entorno de Caetité”, explicou.
O Estado ainda investiu R$ 10 milhões em equipamentos para o hospital, que  irá atender 48 municípios da região via Central Estadual de Regulação, evitando o encaminhamento de pacientes para a capital baiana ou grandes centros distantes da cidade de origem do usuário.
Leitos e serviços
Foram implantados 80 leitos distribuídos entre 10 UTI adulto, 13 Clínica Geral, 19 Cirurgia Geral, 18 Ortopedia e 20 Oncologia Clínica e Cirúrgica.
A unidade oferece consultas e exames para acompanhamento, diagnóstico e tratamento, e também conta com centro cirúrgico e serviço de quimioterapia. Ainda faz parte da estrutura do hospital salas de raio-x , tomógrafo, endoscopia, eletrocardiograma, entre outras especialidades.
Visita a escolas
Após a entrega do Hospital do Câncer , o governador visitou as instalações do Instituto de Educação Anísio Teixeira. A unidade, que faz parte da rede estadual de ensino, passará por reformas para modernização da estrutura. Rui também esteve no Complexo Integrado de Educação de Caetité e no Centro Territorial De Educação Profissional Do Sertão Produtivo (Cetep).

Fotos: Mateus Pereira/GOVBA


É isso mesmo que você irá ler. Foi o PT que tanto criticou Bolsonaro por promover atos de aglomerações e de até conversar com simpatizantes frente ao Planalto, que pediu a retomada de carreata na Bahia, mesmo de um dia antes o TRE ter proibido eventos da natureza.

Ao fato

O PT Bahia logrou êxito no pedido de reconsideração ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-Ba), quanto à decisão proferida ontem (10) de proibição, em todos os 417 municípios baianos, de atos de campanha presenciais, como carreatas e caminhadas.

A decisão havia sido anunciada pelo presidente do TRE-Ba, o desembargador Jatahy Júnior, durante coletiva de imprensa, argumentando que os atos de campanha violam normas sanitárias. No entanto, o PT Bahia representou pedido de reconsideração, por entender se tratar de reta final de campanha e a decisão fere o princípio democrático das Eleições.

Segundo o advogado do PT Bahia, Luís Vinícius de Aragão, o tribunal reconheceu que as medidas de combate à pandemia não excluem a necessidade de realizar o debate amplo e democrático para que todas as candidaturas sejam apresentadas ao eleitor. “O acolhimento do pedido de reconsideração, demonstra a personalidade democrática do Presidente e demais integrantes da Corte”, comentou Aragão.

Com a reconsideração, o TRE alterou termos da Resolução Administrativa nº 38, autorizando apenas a realização de carreatas, desde que respeitados os protocolos de segurança sanitários, com máximo de 60 carros, bem como, permitindo a distribuição de materiais gráficos de campanha, exclusivamente nos comitês ou diretamente nas residências dos eleitores.

O presidente do PT baiano, Éden Valadares, comemorou a nova decisão do TRE. “Se a dose for exagerada, o remédio pode virar veneno. Nos juntamos ao tribunal na busca por eleições seguras e na preocupação com a saúde da população, mas temos que fazer isso sem interditar totalmente as eleições. Neste sentido, parabenizo o TRE pela decisão de permitir carreatas, que nos parece a forma mais segura dentre as alternativas tradicionais de se fazer campanha.”


A Bahia registrou 20 mortes e 3.377 novos casos de covid-19 (taxa de crescimento de +0,9%) em 24h, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) no final da tarde desta quinta-feira (5). No mesmo período, 2.317 pacientes foram considerados curados da doença (+0,7).  Dos 359.130 casos confirmados desde o início da pandemia, 345.431 já são considerados recuperados e 5.968 encontram-se ativos.

Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático. Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (25,93%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (8.751,31), Almadina (6.625,18), Itabuna (6.573,40), Madre de Deus (6.495,05) e Aiquara (6.252,81).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 736.538 casos descartados e 83.835 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (05/11).

Na Bahia, 29.283 profissionais da saúde foram confirmados para covid-19.

Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 20 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da covid-19.

Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

O número total de óbitos por covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 7.731, representando uma letalidade de 2,15%.

Perfis
Dentre os óbitos, 56,05% ocorreram no sexo masculino e 43,95% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,30% corresponderam a parda, seguidos por branca com 18,01%, preta com 15,05%, amarela com 0,74%, indígena com 0,10% e não há informação em 11,81% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 71,93%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (74,68%).


O locutor e humorista José Luiz Almeida da Silva, o Jotinha, conhecido como o ‘Rei do Whatsapp’, faleceu no início da noite desta quinta-feira (5) por falência múltipla dos órgãos horas após ter sido confirmado o diagnóstico por Covid-19. A confirmação do óbito foi feita pelo secretário de Saúde do estado da Bahia, Fabio Vilas-Boas.

Jotinha tinha 52 anos e estava internado desde a última segunda-feira (2). Inicialmente, apresentou um quadro de falta de ar que evoluiu para insuficiência renal. Internado no Hospital INCAR, em Santo Antônio de Jesus, ele chegou a ser intubado, mas não resisitiu. Jotinha era natural de Elísio Medrado.


Para o governador Rui Costa, o Governo Federal está tentando criar um falso debate sobre a vacinação contra a Covid-19. “Até onde eu sei, não existe obrigatoriedade para vacinação para a população no Brasil. O que é obrigatório é o Governo Federal comprar a vacina e disponibilizar para o povo”, afirmou Rui.
“Afinal, o Governo Federal vai ou não comprar as vacinas para oferecer para a população que quiser se vacinar?”, questionou o governador durante visita, nesta terça-feira (27), ao Bairro da Paz, em Salvador.
“Vacina para ser humano nunca foi obrigatória no país, mas eu não conheço mãe que deixou de vacinar seu filho contra a poliomielite. Esse debate é falso. O Governo Federal não está querendo comprar a vacina e tenta iludir parte da população, dizendo que estão querendo obrigar a vacinação. O Brasil é um dos países de maior eficiência em erradicação de doenças, através das vacinas. E isso vem de décadas, não estou me referindo a algum governo específico”, ressaltou o governador.
Segundo Rui, o Governo Federal está “maquiando” o debate sobre a questão. “No dia em que houver vacina, eu vou me vacinar, porque eu amo viver e não quero correr o risco de morrer. Quem não quiser não é obrigado. Esse não é o debate, mas infelizmente o Governo Federal está tergiversando e falando uma bobagem atrás da outra. Vi uma entrevista em que se dizia que o importante é cuidar da cura e não da vacina. É inacreditável o que a gente ouve autoridades federais falarem. Vírus se evita é com a vacina”, disse.

Na opinião do governador, esse tipo de abordagem vem causando danos à imagem do país. “As pessoas deixaram de levar o Brasil a sério, virou um caso de comédia no mundo inteiro. Vi isso ser reproduzido em jornais do mundo inteiro como caso de piada. Não consigo entender como chegamos numa situação dessas”.


Após uma fase inicial de retomada conturbada em alguns estados, marcada por inúmeras disputas judiciais e calendários em constante revisão, as atividades sociais e os espaços coletivos começam a voltar a receber pessoas em diversas regiões brasileiras, mas ainda com rígidos protocolos de segurança sanitária.

O período desde o último levantamento estadual feito pela Agência Brasil, publicado em 08 de outubro, mostrou reflexos da queda no ritmo de contaminação e de ocupação de leitos em UTIs pelo Brasil. A retomada de atividades culturais já se mostrava em curso, assim como o retorno gradual aos cronogramas letivos – atualmente em avanço na maioria dos estados.

Alunos das redes públicas e particulares começam a voltar para as salas de aula. Estados como Minas Gerais definiram protocolos de acompanhamento constante das medidas sanitárias, tanto para educadores e funcionários quanto para alunos. Em São Paulo, crianças do ensino fundamental devem voltar para as aulas presenciais no início de novembro. Amazonas, em contraste com o estado vizinho, Pará – que segue apenas com previsões, sem data fixa -, segue com aulas presenciais desde 30 de setembro, com um sistema ativo de vigilância sanitária.
A atividade econômica, arrastada para a letargia com a pandemia do novo coronavírus, mostra sinais de recuperação e crescimento. Exemplo claro é a emissão de cupons fiscais no Paraná, por exemplo, onde praticamente 100% dos CNPJs ativos emitiram pelo menos uma nota fiscal de venda e/ou serviço em outubro. A permissão para a circulação de ambulantes e profissionais liberais na Bahia e no Ceará também é sinal da retomada de pequenas atividades econômicas – essenciais para a circulação de dinheiro nas camadas mais pobres da sociedade.

Na reta final para as eleições municipais de 2020, muitas cidades ainda proíbem a realização de aglomerações, shows e comícios – cenário político inédito no Brasil até 2020; Alguns estados, como Santa Catarina, mantiveram o alerta de calamidade pública vigente até o final do ano, apesar das medidas de retomada.

Acompanhe a seguir o oitavo e último levantamento quinzenal da Agência Brasil sobre a retomada econômica e a flexibilização do isolamento nos Estados brasileiros.


Balanço divulgado neste domingo (25) pelo Ministério da Saúde (MS) mostra que o país registrou 13.493 novos casos de covid-19, nas últimas 24 horas. No total, o país acumula 5.394.128 casos, desde o início da pandemia. Além disso, foram registradas 231 novas mortes, totalizando 157.134 óbitos. O número de casos em investigação soma 2.390.

O último balanço do governo indica ainda que 4.835.915 pessoas (89,7%) são consideradas curadas da doença. Outras 401.079 pessoas estão em acompanhamento, segundo os dados oficiais.

Os números de novos casos e óbitos costumam ser mais baixos nos finais de semana, em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias estaduais de saúde aos sábados e domingos. O balanço do Ministério da Saúde é feito a partir de registros reunidos pelas secretarias estaduais de saúde e enviados à pasta para consolidação.

Covid nos estados
São Paulo lidera o ranking de maior número de casos acumulando 1.091.980 pessoas contaminadas. Os outros estados com maior número de casos são Minas Gerais (348.804) e Bahia (344.705). Já o Acre tem o menor número de casos (30.304), seguido de Amapá (51.127) e Roraima (55.862).

São Paulo também lidera o número de mortes, com 38.747. Rio de Janeiro (20.203) e Ceará (9.248) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são Acre (687), Roraima (691) e Amapá (741).