A Procuradoria-Geral da República negou o pedido da CPI da Covid para que a Polícia Federal (PF) realize uma operação de busca e apreensão no Ministério da Saúde, a exemplo do mandado que ocorre nesta sexta-feira, 17, na sede da Precisa Medicamentos.
De acordo com informações do G1, a cúpula da Comissão Parlamentar de Inquérito pretendia obter documentos do departamento de Logística da pasta, área que era chefiada por Roberto Dias, exonerado após acusação de pedido de propina para a compra de vacinas contra covid-19. A operação busca informações sobre o contrato entre a Precisa e a empresa indiana Bharat Biotech, assim como todos os documentos relacionados ao acordo.
A PF cumpre, na manhã desta sexta-feira, mandados de busca e apreensão na sede da Precisa Medicamentos , empresa alvo de investigações da CPI da Covid. A operação foi feita a pedido da comissão e autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli. O mandado busca informações sobre o contrato entre a Precisa e a empresa indiana Bharat Biotech, assim como todos os documentos relacionados ao acordo.
ATENÇÃO! Desde o início desta manhã, a Polícia Federal está realizando, a pedido da CPI da Pandemia, operação de BUSCA E APREENSÃO na sede da Precisa Medicamentos.

Mais de 80% da população com 18 anos ou mais recebeu a primeira dose ou dose única da vacina contra Covid-19 na Bahia. Nesta quarta-feira (1), o vacinômetro do Estado registrou 8.671.555 de pessoas que receberam a primeira aplicação e outras 254.964 que foram imunizadas com a vacina de dose única. Somados, os números representam 80,51% da população baiana adulta, estimada em 11.087.169.

Para a secretária da Saúde da Bahia em exercício, Tereza Paim, o número deve ser celebrado, mas os esforços devem ser reforçados para que toda a população seja vacinada. “Principalmente com a chegada da variante Delta ao nosso estado, é essencial que as estratégias de vacinação sejam reforçadas pelos municípios. Os gestores devem criar meios para facilitar o acesso ao imunizante, como horários estendidos e vacinação de domingo a domingo”, afirma.

Paim também pontua a importância de completar o esquema vacinal para garantir a proteção contra a Covid-19. “As pessoas que tomaram a primeira dose precisam buscar os postos para a segunda dose, que completa a eficácia da vacina. Já iniciamos também a aplicação de terceira dose para pessoas com 80 anos ou mais e idosos que vivem em Instituições de Longa Permanência. Todos os baianos devem se vacinar”, ressalta a gestora.

Até esta quarta-feira, a Bahia já recebeu o total de 16.720.858 doses de vacinas, sendo 6.384.718 da Coronavac, 6.751.580 da AstraZeneca/Oxford, 3.323.460 da Pfizer e 261.100 da Janssen.

Boletim epidemiológico

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 805 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,07%) e 765 recuperados (+0,06%). O boletim epidemiológico desta quarta-feira também registra 10 óbitos. Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram realizados hoje. Dos 1.221.597 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.192.234 já são considerados recuperados, 2.866 encontram-se ativos e 26.497 tiveram óbito confirmado.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.501.633 casos descartados e 231.030 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quarta-feira. Na Bahia, 51.871 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.


O Brasil registrou 793 mortes causadas pela covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. No País, o total de vítimas do novo coronavírus chegou nesta quarta-feira, 15, a 588.640. A média móvel semanal, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 597, mais uma vez acima de 500.

O número de notificações de novos casos da doença em 24 horas foi de 14.532, elevando à marca de 21.032.268 casos de infecção pela doença desde o início da pandemia.

Os dados diários são reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa, que é formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

De acordo com dados do Painel Coronavírus, do Ministério da Saúde, são 13.406 novos casos, o que corresponde ao acumulado total de 21.019.830. Já o número de mortos ficou em 731 nas últimas 24h, totalizando 587.797 vítimas do coronavírus no País.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho do ano passado, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira, 15, que há “excesso de vacinas no Brasil”. A declaração foi dada durante um evento no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) e em resposta a um questionamento sobre a falta de doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca. Nas últimas semanas, diversos estados, como Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, têm registrado falta de vacinas da AstraZeneca para a segunda dose, o que gera uma intercambialidade na imunização, com as pessoas recebendo a dose complementar com o imunizante da Pfizer/BioNtech.

“Há excesso de vacinas, na realidade. O Brasil já distribuiu 260 milhões de doses de vacinas, e 210 milhões já foram aplicadas. Hoje nós vamos enviar doses para vacinar todos os brasileiros com a primeira dose”, afirmou Queiroga. O ministro não explicou o motivo do excesso, já que os imunizantes recebidos pelo país ainda são insuficientes para imunizar completamente toda a população. Atualmente, pouco mais de 35% dos brasileiro estão imunizados com as duas doses.

Sobre a falta de Astrazeneca, Queiroga disse que “não tem problema nenhum” e que depende de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para para ter mais doses.


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quinta-feira (9) que a parceria com a China é essencial para a gestão da pandemia de coronavírus no Brasil. A declaração foi dada na abertura da 13ª Cúpula dos Brics, que ocorre de forma virtual. Bolsonaro citou o fato de que insumos para produção de vacinas vêm da China.

“Esta parceria se tem mostrado essencial para a gestão adequada da pandemia no Brasil, tendo em vista que parcela expressiva das vacinas oferecidas à população brasileira é produzida com insumos originários da China”, disse o presidente, diante de Xi Jinping, chefe de Estado da China. O tom é diferente do que foi adotado pelo presidente desde o início da pandemia, quando fez da Coronavac —vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a China— cabo de guerra político com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Bolsonaro chegou a afirmar categoricamente, no ano passado, que a Coronavac não seria comprada. “Da China nós não compraremos, é decisão minha. Eu não acredito que ela [vacina] transmita segurança suficiente para a população pela sua origem”, disse o presidente em outubro de 2020. A declaração estremeceu a relação com o país, que é um dos principais parceiros comerciais do Brasil. Além disso, Bolsonaro costuma recorrer a ataques ao comunismo —o sistema político vigente na China— em suas investidas contra outros Poderes e adversários políticos.


O município de Lafaiete Coutinho comunicou o falecimento de um bebê de apenas três meses, vítima da Covid-19.  A criança contraiu o vírus e iniciou o tratamento no Hospital Prado Valadares, em Jequié, sendo transferido para uma Unidade Médica em Salvador, mas não conseguiu vencer a doença.  Ele morava no Povoado do Marimbondo.


A CBF convocou os 20 clubes da Série A para uma reunião do Conselho Técnico, nesta segunda-feira, e a decisão foi por manter a disputa do Campeonato Brasileiro sem público enquanto não houver a liberação do retorno das torcidas aos estádios em todas as praças. Participaram do encontro 19 clubes, sendo que a ausência do Flamengo já estava confirmada pelo próprio clube.

As informações são do site “ge”. Ainda de acordo com a publicação, a entidade e os clubes decidiram entrar com uma ação no STJD para derrubar a liminar concedida ao Flamengo que permite a realização de jogos com público do clube como mandante, desde que observada a presença máxima estabelecida pelo município e cumpridas todas as exigências das autoridades locais.

O Flamengo, por entender que o tema “escapa à competência desportiva da CBF”, informou nesta manhã que não participaria da reunião. Na quarta, a Prefeitura atendeu à solicitação do clube e autorizou a realização de três jogos, a partir do dia 15, com a presença da torcida, que servirão como eventos-teste.

Uma nova reunião foi marcada para o dia 28 de setembro. Agora, contudo, aguarda-se a decisão do STJD e os próximos passos da CBF a respeito da liberação da Prefeitura e do Tribunal ao Flamengo. O primeiro evento-teste permitido ao clube está previsto para o dia 15 de setembro, quando o Rubro-Negro enfrenta o Grêmio, na volta das quartas de final da Copa do Brasil.

O segundo evento-teste previsto está previsto para acontecer contra o mesmo rival, mas pelo Campeonato Brasileiro. O jogo está marcado para o dia 19.


As mortes por covid-19 no Brasil, mais uma vez, atingiram o menor patamar no ano de 2021, segundo a média móvel de sete dias divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ontem (5), foi registrada uma média diária de 617 óbitos, o menor nível desde 28 de dezembro de 2020 (611 mortes). Até o fim de agosto, o menor nível de mortes do ano havia sido registrado em 3 de janeiro (697). Em 27 de agosto, a média ficou abaixo desse patamar, ao apresentar 688 óbitos. A marca foi sendo batida dia após dia, até 2 de setembro, quando se chegou à média de 621.

Nos dias seguintes, a média ficou relativamente estável. Ontem, voltou a cair e a apresentar o menor patamar do ano. A média de ontem representa um recuo de 21% na comparação com duas semanas antes. Já em relação ao mês anterior, a queda chegou a 30,4%. O pico de óbitos na pandemia de covid-19 no país foi registrado em 12 de abril, quando foi observada uma média de 3.124 mortes, cinco vezes acima do número apresentado ontem pela Fiocruz.

A média móvel de sete dias é calculada somando-se os dados do dia em questão com os seis dias anteriores e dividindo-se o resultado por sete.


O Brasil atingiu a marca de 80% da população acima de 18 anos vacinada com a primeira dose da vacina contra a covid-19, de acordo com o Ministério da Saúde. Isso significa que mais de 128 milhões de brasileiros receberam a primeira dose.  A pasta estima que até o dia 15 de setembro serão distribuídas vacinas suficientes para aplicar a primeira dose a toda a população brasileira com mais de 18 anos, o que representa um total de 160 milhões de pessoas.

Para ter a proteção, é preciso completar o esquema vacinal. A maior parte das vacinas aplicadas no Brasil precisa de uma segunda dose para atingir a potência máxima. Ao todo, até o momento, 60 milhões de brasileiros, o equivalente a 37% da população adulta, estão com o esquema vacinal completo.

Estudos divulgados recentemente mostram que as vacinas reduzem significativamente o risco de morte, de internações e de infecções causadas pelo vírus, mas não evitam completamente que a pessoa se contagie nem que leve o vírus para outras pessoas. O Ministério da Saúde ressalta que, mesmo com a vacina, os cuidados individuais, como o uso de máscara, álcool em gel e o distanciamento social, são importantes para evitar o contágio. “O cuidado é de cada um, mas o benefício é para todos”, diz em nota.

Remessas aos estados

A partir de hoje, o Ministério da Saúde anunciou que irá enviar aos estados mais 3 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 voltadas para a segunda aplicação. São 2 milhões de doses da vacina Astrazeneca/Fiocruz e 1 milhão de doses da Pfizer/Biontech.

Na distribuição, a pasta tem como base dois critérios: as vacinas para a primeira dose já enviadas para cada estado, desde o começo da campanha, e a estimativa da população acima de 18 anos de cada unidade da Federação.

Chegada de novas vacinas

Também neste domingo chegaram ao Brasil mais 2,1 milhões de doses de vacinas da Pfizer. A remessa, segundo a pasta, chegou em dois voos, um que desembarcou às 7h30 e outro às 16h15. Depois de recebidos, os imunizantes passam por rigoroso controle de qualidade antes de seguir para os estados. A nova remessa chegará aos estados e municípios nos próximos dias.


Mais da metade dos 2.002 municípios ouvidos pela nova edição da pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) sobre a pandemia afirmou ter vacinado com a 1ª dose mais de 70% dos habitantes adultos. Segundo o levantamento, 294 cidades (14,5%) já imunizaram mais de 90% das pessoas com mais de 18 anos, 896 (44,3%) municípios, de 70% a 90% da população, 590 (29,2%) cidades de 50% a 70% dos moradores adultos e 106 (5,2%) municípios, de 30% a 50%.

Quando considerado o ciclo vacinal completo, nove municípios (0,4%) vacinaram mais de 90% dos adultos com as duas doses, 70 (3,5%) cidades entre 70% e 90% da população e 257 (12,7%) imunizaram entre 50% e 70% dos habitantes. Pouco mais da metade dos municípios entrevistados (50,9%, 1029 cidades) vacinou com as duas doses de 30% a 50% dos adultos e 470 cidades (23,2%) terminaram o ciclo de 10% a 30% do público-alvo.

Quarenta por cento das prefeituras (808) disseram ter dificuldades de concluir o ciclo vacinal pelo não comparecimento dos moradores na data definida. Outras 1.162 administrações municipais (57,5%) não relataram o problema. Considerando o total da amostra, 197 municípios (9,7%) disseram ter criado legislações para tornar a vacinação obrigatória, enquanto 1.740 (86,1%) não adotaram medidas para tornar o procedimento compulsório.

Do conjunto de cidades consultadas, 47 (2,3%) estão imunizando com a 1ª dose pessoas de 30 a 34 anos, 204 (10,1%) estão na faixa etária de 25 a 29 anos, 1.553 (76,8%) estão na faixa de 18 a 24 anos e 194 (9,6%) já estão aplicando vacinas em pessoas de 12 a 17 anos.

Segundo o estudo, 310 municípios disseram ter ficado sem vacina contra a covid-19, o equivalente a 15,3%. Outros 1.656 (81,9%%) não informaram ter passado pelo desabastecimento de imunizantes, enquanto 56 (2,8%) não responderam à pergunta.

Casos e mortes

O levantamento mostrou que em 629 municípios (31,3%) houve redução do número de casos de covid-19, em 372 (18,4%) não foram registrados novos casos, em 645 (31,9%) os casos se mantiveram estáveis e em 332 (16,4%) ocorreu aumento. Os índices foram semelhantes aos registrados na edição anterior.

A CNM perguntou sobre a ocorrência de mortes por covid-19. Em 1.378 (68,2%) não foram registrados novos óbitos, em 279 (13,8%) a situação se manteve estável, em 204 (10,1%) houve queda e em 119 (5,9%) foi detectado aumento das vidas perdidas.

Distanciamento

Ainda conforme o levantamento, 998 (49,4%) cidades mantêm alguma medida de distanciamento ou restrição de horário das atividades não essenciais. Outras 984 (48,7%%) responderam não ter lançado mão deste recurso durante a pandemia. Com informações da Agência Brasil.