Apesar do desempenho em 2020, o valor já era esperado pelo mercado

O Produto Interno Bruto (PIB) do país despencou em 2020 com a pandemia do novo coronavírus. A economia encolheu 4,1%, segundo dados são do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta é a maior queda desde o confisco do presidente Fernando Collor de Mello, em 1990, quando o PIB brasileiro desabou 4,35%. Apesar do desempenho em 2020, o valor já era esperado pelo mercado, que projetou uma queda de 4,2%.

O resultado de 2020 também leva o país a um desastre econômico mais grave que o vivenciado na década de 1980, a chamada década perdida, quando estagnação e hiperinflação faziam parte do cotidiano dos brasileiros, conforme reportagem dO Globo.

Mesmo com a pandemia, o Brasil conseguiu apresentar no último trimestre do ano passa. Contudo, o agravamento da doença nos meses seguintes e a redução do valor do auxílio emergencial fizeram a atividade econômica perder força.


Mais 2.552.820 doses da vacina CoronaVac, contra a covid-19, produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, estão sendo enviadas pelo Ministério da Saúde a todos os estados e o Distrito Federal nesta quarta-feira (3). Segundo a pasta, a distribuição das doses está sendo feita de forma proporcional e igualitária e é destinada a vacinar o restante dos trabalhadores da saúde, indígenas do estado do Amazonas e a população brasileira de 80 a 84 anos de idade.

De acordo com o quarto Informe Técnico da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) da pasta, divulgado hoje, a nova remessa de vacinas do Butantan corresponde à entrega de duas doses. A orientação é que estados e municípios façam a reserva da segunda dose para garantir que o esquema vacinal seja completado no período recomendado de duas a quatro semanas.

Reforço
Desta vez, mais regiões estão sendo contempladas com o Fundo Estratégico, que destina 5% do total de doses para estados com cenário de maior emergência no momento. A medida está em vigor para estados do Norte desde a segunda pauta de distribuição. Nesta nova remessa, 127.641 mil doses foram divididas entre o Amazonas (30%), Pará (10%), Rondônia (5%), Roraima (5%), Ceará (10%), Paraíba (5%), Sergipe (5%), Paraná (10%), Santa Catarina (10%) e Goiás (10%), para ampliar ainda mais a vacinação dos grupos prioritários de idosos. No total, 60.781 pessoas estão sendo contempladas com a estratégia.

Com esse novo lote, o Ministério da Saúde contabiliza mais de 17 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 desde o dia 18 de janeiro, quando começou a campanha de vacinação, sendo que dessas mais de 7,5 milhões de doses já foram aplicadas. A pasta prevê o envio de mais de 200 milhões de doses até julho, com meta de imunizar 50% da população brasileira vacinável.

Novos lotes
Ao longo de março, segundo o Ministério da Saúde, devem chegar novos lotes de vacinas. Além de remessas do Butantan, mais doses da AstraZeneca/Oxford, já produzidas no Brasil pela Fiocruz (3,8 milhões). Do mesmo laboratório, o Brasil também deve receber ao longo do mês mais 2 milhões de doses importadas da Índia e outras por meio do consórcio Covax Facility.

A pasta informou que assinou o contrato com o laboratório Precisa Medicamentos/Bharat Biotech, responsável pela vacina indiana Covaxin. Das 20 milhões de doses acordadas, 8 milhões já devem estar disponíveis para o Programa Nacional de Imunizações (PNI) ainda este mês. Por Karine Melo – Repórter Agência Brasil.


A Bahia registrou 114 mortes e 3.397 novos casos de covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) em 24h, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) no final da tarde desta terça (2).

No mesmo período, 3.937 pacientes foram considerados curados da doença (+0,6%).

Esse é o segundo maior número de mortes registradas na Bahia desde o começo da pandemia, atrás apenas dos 137 registrados na última sexta (26). Com isso, após dois dias abaixo dos 100 óbitos, a Bahia volta a registrar a tendência de alta da última semana, quando registrou entre quinta (25) e sábado (27) mais de 100 mortes em cada um desses três dias.

Apesar das 114 mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram contabilizados nesta terça. E demonstram o crescimento de casos graves, o que tem ampliado a taxa de ocupação nas UTIs. Das 114 mortes, 101 ocorreram em 2021. Com as 114 mortes registradas nesta terça, o número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 12.028 representando uma letalidade de 1,74%.

Mais de 19 mil seguem ativos.

Dos 689.454 casos confirmados desde o início da pandemia, 658.229 já são considerados recuperados, 19.197 encontram-se ativos. Na Bahia, 43.111 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.  A taxa de ocupação das UTIs do estado é de 81%, com 958 pacientes (934 adultos e 24 crianças) internados nas Unidades de Tratamento Intensivo.


Durante reunião com prefeitos da capital e região metropolitana de Salvador, na tarde desta terça-feira (2), o governador Rui Costa acordou a prorrogação das medidas mais restritivas até as 5h da próxima segunda-feira (8) em Salvador e RMS. Desta forma, será permitido apenas o funcionamento das atividades consideradas essenciais. As medidas estabelecidas serão publicadas no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (3), que também manterá o toque de recolher, das 20h às 5h, em todo o território baiano de 3 de março até o dia 1º de abril.

Para o interior do estado, com exceção da RMS, todas as atividades poderão ser retomadas nesta quarta-feira (3), mas com horário de encerramento estabelecido para as 20h e abertura após as 5h. O decreto ainda estabelece que das 18h da próxima sexta-feira (5) até as 5h de segunda-feira (8) só poderão funcionar serviços essenciais em toda a Bahia.

A restrição da venda de bebidas alcoólicas seguirá valendo em todo o estado a partir das 18h de sexta, até as 05h de segunda-feira (8), inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery).


Dois suspeitos de envolvimento nas mortes de Bruno de Jesus Batista e Gilmar Santos de Andrade, motivadas por relação com o tráfico de drogas, foram presos nesta terça-feira, 2, em Ipiaú, no sul da Bahia. Conforme a Polícia Civil, eles também são apontados de outras duas tentativas de homicídios na cidade. A dupla foi capturada durante operação deflagrada pela Delegacia Territorial (DT) de Ipiaú.

Gilmar foi morto em 26 de julho de 2020, a tiros dentro de casa, no bairro ACM, em Ipiau. Os dois filhos da vítima, sendo um deles o alvo da dupla, também ficaram feridos. No dia anterior, 25 de julho do ano passado, o mesmo grupo – em que outros dois integrantes seguem sendo procurados – matou Bruno e tentou tirar a vida de um outro homem.

Segundo a DT de Ipiaú, a vítima tinha envolvimento com o tráfico na localidade da Horta Comunitária e já havia sido presa pelo mesmo crime. A dupla presa segue à disposição do Poder Judiciário e deve ser encaminhada para o sistema prisional. Atarde.


Foto/Shirley Stolze – Atarde

Em diálogo com fabricantes de vacinas contra a Covid-19, o governador Rui Costa pediu o auxílio do Congresso para autorizar a aplicação do imunizante por estados e municípios. O chefe do Executivo baiano participou de reunião virtual com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e outros governadores.

Apesar do sinal verde já dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na última semana, o governo da Bahia voltou a acionar a Corte nesta terça-feira, 2, com o entendimento de que a decisão anterior apenas permitiria a aquisição de vacinas sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pelos estados e municípios, mas não a aplicação.

“Não aceito, não concordo e fico indignado com este tipo de postura, de matar diariamente milhares de pessoas. É a minha indignação como governador da Bahia, que estou presenciando 300 pessoas aguardando hoje regulação para letos de UTI. Em 15 dias, abrimos mais 300 leitos de UTI, que foram consumidos na integralidade, e temos hoje 300 pessoas pedindo desesperadamente um leito de UTI. Enquanto isso, absoluta insensibilidade e o presidente da República fazendo gracinha e mandando mensagem para a sua tropa de choque ficar atacando governadores e prefeitos”, afirmou Rui.


O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta terça-feira, 2, que um lockdown nacional não é a melhor estratégia para combater a pandemia de covid-19. A justificativa do vice é de que o País não vive uma ditadura e, por isso, não há como “impor algo nacional”.

“Eu considero que isso são coisas de cada lugar, porque o Brasil é muito diferenciado, cada população tem sua característica”, disse em referência a um lockdown em todo o território. “Não adianta você querer impor algo nacional e aí como é que você vai fazer isso para valer, imposição? Nós não somos ditadura”, afirmou na chegada à Vice-Presidência.

O aumento de casos e de mortes por causa da covid-19 tem motivado governadores e prefeitos a intensificar medidas de restrição, como a suspensão de aulas e o fechamento de comércios, mas não há uma padronização. Na segunda, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) defendeu a adoção imediata de lockdown nos Estados com ocupação dos leitos de covid-19 superior a 85%.

Os gestores pedem ainda a suspensão das aulas presenciais, o veto a shows, cerimônias religiosas e eventos esportivos, entre outras medidas. Em nota, os secretário também pediram a adoção de um toque de recolher nacional, das 20h às 6h, em todo o País, inclusive nos finais de semana.


As cidades do interior da Bahia concentraram, nos últimos 12 dias, 85,2% das autuações por descumprimento do toque de recolher. A polícia conduziu e autuou, neste período, 118 pessoas. A Região Metropolitana de Salvador (RMS) ficou na segunda colocação com 9,1% (13 autuados) dos casos e, na capital baiana, ocorreram 5,7% (oito autuados) dos flagrantes. No total, 139 infratores foram detidos e responderão à Justiça.

Na última parcial, das 20h de segunda-feira às 5h desta terça-feira (2), cinco pessoas foram conduzidas e atuadas por infringirem o toque de recolher. Os flagrantes ocorreram em Salvador (dois casos), na RMS, com uma autuação no município de Mata de São João, e mais duas ocorrências nas cidades de Teixeira de Freitas e Vitória da Conquista.

Os infratores foram autuados nos artigos 268 (infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa) e 330 (desobedecer a ordem legal de funcionário público).

A secretária Estadual da Saúde em exercício, Tereza Paim, revelou grande preocupação com os casos de reinfecção da Covid-19 na Bahia. Ela já foi reinfectada e desabafou sobre os riscos que tanto os profissionais da saúde correm em seus locais de trabalho quanto a própria população ao se expor em aglomerações.

“Eu sou a prova viva. Eu tive uma reinfecção, eu tive em dezembro, tive agora no início de fevereiro. Esses casos estão acontecendo sim, mas mesmo que haja outras cepas, as pessoas com a cepa habitual estão se reinfectando. Obviamente quem está mais exposto, não por aglomeração, mas por trabalhar em uma UTI neonatal, o profissional de saúde é mais exposto e eles são acometidos de reinfecção, mas a população geral que se expõe demais ao vírus no espalhamento, esse também pode ter reinfecção. O Brasil está passando por uma fase muito crítica, de uma segunda onda que está sobrepondo a primeira onda, tá mais do que na hora de toda a população se unir, tentar de evitar esforços, ninguém quer tirar aqui o emprego de ninguém, o que não queremos é ver mais mortos do que o que a gente vem vendo”, declarou.

Paim destaca que a Bahia é o segundo estado com menor taxa de mortalidade e que o Toque de Recolher é necessário neste momento.

“Nós tivemos uma curva de aprendizado e nessa curva de aprendizado a única coisa que não mudou, de janeiro para cá foi o uso da máscara, o distanciamento físico e a higiene das mãos. Então, o toque de recolher, quando as pessoas saem do trabalho e terminam indo para aglomerações, percebemos que ele é absolutamente bem-vindo. Nós entendemos que isso vai fazer cair a curva, porque mais leitos já estão sendo abertos, a taxa de ocupação já está acima de 80%, medidas mais drásticas realmente, às vezes, têm que ser tomadas”, concluiu. Acorda Cidade*


Foto/Blog Itiruçu Online

Nesta terça-feira (02), a agência do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) de Itiruçu após um funcionário testar positivo para o coronavírus, emitiu nota técnica sobre os procedimentos adotados, mas não fechou a Agência.

Conforme nota do INSS enviada ao Itiruçu Online, a Agência da Previdência Social em Itiruçu confirmou que um membro da equipe foi diagnosticado com COVID-19 e encontra-se afastado do trabalho desde a última semana. Ainda segundo a nota, por tratar-se de esfera federal, a disciplina do funcionamento advém do Governo Federal, através da gestão do INSS, e tem protocolos próprios. Assim, não foi autorizado o fechamento da agência, havendo inclusive manifestação do setor médico da Gerência Executiva, no sentido da sanitização do local e manutenção do funcionamento nos moldes atuais, ou seja, com restrição de acesso e oferta apenas de perícia e cumprimento de exigência.

A Nota diz que a Agência tem seguido os protocolos determinados, que são:

  • Aferição de temperatura de todos que ingressam na APS;
  • Uso de máscaras e face shield, luvas, tocas e aventais manga longa descartáveis;
  • Uso de álcool em gel
  • Sanitização da sala de perícia antes e após cada perícia;
  • Barreiras de acrílico nas ilhas de atendimento;

Interdição alternada dos assentos;

  • Portões fechados;

Orientação e sinalização em todos os ambientes;

Enfim, acatamos as normativas superiores e temos zelado pelo funcionamento responsável da Agência para melhor servir à população que precisa dos serviços ofertados.

Alender Rodrigues Brandão Correia

  04022.180 – Agência da Previdência Social em Itiruçu/BA

Gerência Executiva de Feira de Santana

Proteção para o Trabalhador e sua Família