equipe-supera-nossa-empresa-720x320

O Professor Rosival Fagundes, traz para Jequié o Método Supera, a inauguração da sede esta programada para acontecer em março de 2017. Aguarde…..

Saiba o que é o método supera….

O SUPERA é a primeira empresa brasileira dedicada exclusivamente ao desenvolvimento das capacidades do cérebro e à saúde mental. Estamos no mercado desde 2006, trabalhando para entregar a nossos alunos um curso que transforma sua vida pessoal, acadêmica e profissional. Somos uma rede de franquias com 200 unidades espalhadas por todo o Brasil. Em 2013, estreamos no exterior, com a inauguração do SUPERA Lisboa, em Portugal, onde também fazemos muito sucesso.

O SUPERA Matriz tem sede em São José dos Campos, cidade localizada a 100 km de São Paulo. Além dos cursos in-house (que oferecemos em nossas unidades franqueadas), trabalhamos com projetos especiais, implantando nosso método de estimulação cognitiva em escolas públicas e particulares.

O SUPERA sempre atuou na área de educação, mas vem assumindo também um papel de destaque no mercado de saúde mental e qualidade de vida. Com nossos Projetos Especiais, atendemos empresas que buscam eficiência e alta produtividade e associações de atletas que querem melhorar o desempenho de seus membros através do treinamento cerebral.

Com os resultados que colhemos nestes anos, conquistamos o reconhecimento de educadores e médicos neurologistas. O SUPERA é um curso fortemente recomendado por muitos profissionais como ferramenta capaz de estimular o cérebro e ampliar suas capacidades de pensar e agir.


Makro_atacado_dicas_como_abrir_uma_franquia

O franqueado é um empreendedor que toma a decisão de abrir um negócio, um modelo de negócio com a gestão e o marketing bem definidos: a franquia, que consiste em um novo canal de distribuição de varejo, com  a  operação e a gestão do próprio franqueado.

O franqueador é quem autoriza, por meio de contrato, o uso de sua marca, dos sistemas de gestão e de padrões já desenvolvidos pela empresa franqueadora. Os franqueados são donos de seus próprios negócios, mas  não  são totalmente independentes, pois devem seguir rigorosamente os padrões ditados pela organização franqueadora.

No modelo de franchising, há uma relação entre duas partes: o franqueado e o franqueador que é o dono da marca e que concede a franquia. O franqueado compra a franquia e faz a gestão da unidade do negócio, que pode ser uma loja, um restaurante ou uma escola.

O franqueado assume alguns papéis importantes,  como por exemplo:

– observar o padrão da rede;

– cooperar com o franqueador e com os demais integrantes da rede em busca de diferenciais competitivos;

– pagar ao franqueador os valores relativos à operação e continuidade da franquia, a taxa de franquia, royalties e uma contribuição para o fundo cooperativo de marketing.

O franqueado é um empreendedor, não é um empregado, é um parceiro que conta com o apoio do franqueador e sua equipe, com dedicação ao desenvolvimento de novos produtos e serviços, e novos elementos de   diferenciação.


Chamada-rosival-fa

O novo consumidor das redes sociais, formador de opinião que compartilha na rede as marcas de sua preferência, e até produz conteúdo com sugestões para sua empresa escolher um nome para um novo produto, o nome de um livro, indicação de filmes, shows, eventos e outros serviços. Estamos vivendo na era da co-criação, agora é o consumidor que diz qual é o melhor produto ou serviço, não mais o proprietário da loja ou o fabricante.

Os negócios já não são como antes, a Internet veio para criar um novo mundo dos negócios, um jeito novo de produzir, vender e inovar. O fotógrafo inova com os celulares, que vira fotografia digital em tempo real. O jornal não vai acabar, pois ele se reinventa. O rádio não acabou com a invenção da TV, pelo contrario, o rádio ocupa um espaço novo na WEB, e se transforma em uma importante mídia segmentada. Os negócios se reinventam o tempo todo. Inovar é correr risco?

Mas o pior risco é o de não inovar. O mundo pede inovação, sai o trabalhador de carteira assinada e ocupa o seu lugar o empreendedor, o ser humano capaz de criar novos empregos e realizar sonhos. Nasce o empreendedor digital, os novos criadores do “mundo.com”, da revolução digital, da educação digital, do trabalho em casa, na rua, no hotel ou em qualquer lugar conectado em rede. O Brasil é o quinto país do mundo em uso de Internet, com mais de 80 milhões de usuários. Você é o protagonista neste mundo digital, é o criador, o artista da liberdade, da imaginação e inovação.

Surfando nesta nova onda, o empreendedor digital se caracteriza como um especialista em inovação, e que entende de economia criativa, identidades digitais, pode ser um produtor de website, criador de conexões e interações com as marcas e empresas nas redes sociais.


empreendedorismo-por-necessidade-2

Os jovens brasileiros estão empreendendo mais, adaptam-se melhor às novas oportunidades de mercado, demonstram iniciativa para buscar oportunidades e informações sobre o seu negócio. Cerca de quatro milhões de jovens brasileiros entre 18 a 24 anos estão criando novos empreendimentos, atingindo um percentual de 25% do total de empreendedores do país.
“O papel do empreendedor não é de pessoas de ideias, e sim de pessoas que implementam oportunidades através de ideias que tiveram”.

No Brasil, nos últimos anos, temos visto um forte aumento na criação de novas empresas e de optantes pelo Simples Nacional, regime fiscal diferenciado e favorável aos pequenos negócios. Em dezembro de 2012, havia 7,1 milhões de empresas registradas nesse regime. Este número ficou 26% acima do verificado em dezembro do ano anterior. Em 2011, a expansão já havia sido de quase 30%. As mudanças que temos vivenciado no país, no contexto das políticas em favor dos pequenos negócios, têm proporcionado uma verdadeira revolução no ambiente desses microempreendimentos, e, entre as ações que vêm impactando positivamente o pequeno negócio, podemos citar a criação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, em 2006, a implantação do MEI (Microempreendedor Individual), em 2009, e a ampliação dos limites de faturamento do Simples Nacional, em 2012. A micro e pequena empresa no Brasil é conceituada com base nos critérios da legislação vigente, a Lei Geral da Pequena Empresa, que estabelece limites de faturamento bruto anual:

I – no caso das microempresas, o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, que fature, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais);

II – no caso das empresas de pequeno porte, o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, que fature, em cada ano-calendário, receita bruta superior a R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) (www.sebrae.com.br). Segundo estudos do Sebrae (2013), a criação anual de negócios formais no Brasil é de mais de 1,5 milhões de novos empreendimentos formais, e a maioria absoluta são pequenos negócios. A criação de novas empresas vem ganhando impulso em todo o território nacional, e, com isso, amplia-se também a responsabilidade dos órgãos de apoio, de acesso ao crédito e aos serviços financeiros, e do microcrédito produtivo orientado.


RosivalBio

Segundo os autores Al Ries e Jack Trout, o posicionamento de um produto na mente de um cliente potencial ainda constitui a estratégia mais importante no ambiente dos negócios. A Kodak em fotografias. A IBM em computadores. Havaianas em sandálias. Xerox em copiadoras. Coca-Colaem refrigerantes. General Eletric em produtos elétricos. Bombril em palha de aço. Gillette em lâmina de barbear. OMO em sabão em pó.

Por que estas marcas são as primeiras lembradas na mente do consumidor?

Todas foram as primeiras na mente do consumidor, em suas respectivas categorias. A primeira empresa que penetra na mente, com um novo produto ou uma nova ideia, irá tornar-se famosa. Quem chega primeiro tem, em princípio, mais chances de permanecer no topo, principalmente quando a marca se confunde com o produto, a exemplo do que ocorre com Bombril, Xerox ,e Gillette.

Uma questão de posicionamento. A ideia de penetrar inicialmente em primeiro lugar na mente de um cliente potencial.

Sua empresa deve estabelecer uma posição na mente do cliente potencial para ter sucesso em uma sociedade com excesso de comunicação. Se a marca da sua empresa não está sendo lembrada pelo cliente, sob o aspecto pessoal, político e corporativo, evidentemente que a empresa tem um problema de fraco posicionamento.


26396737-1000-391-rounded

Globalização, estabilização econômica e explosão do consumo, são variáveis impactantes para o ambiente das organizações.

A Globalização que vem do aumento exponencial das transações internacionais, decorrente do advento de novas tecnologias de telecomunicações, informática, internet. Essas transações internacionais são compreendidas não só no sentido comercial como também financeiro, econômico, cultural e social. O fenômeno da globalização se repete ao longo do tempo, desde as trocas de produtos e serviços, divisas e pessoas entre países, desde 400 a.C, e o mundo já experimentava um período de intensa troca de mercadorias, valores e moedas.

No Renascimento, com a descoberta das Américas, a Revolução Industrial, o impacto da Globalização fez surgir as primeiras multinacionais durante o século XIX, o que veio a impulsionar movimentos crescentes de internacionalização.

E o Brasil com isso?

O Brasil experimentou a partir de 1994 a estabilização econômica com a implantação do Plano Real, terminando com uma tradição inflacionária que marcou a nossa economia por mais de uma década. Com o fim da inflação, acontece um grande aumento nos padrões de consumo, principalmente nas classes populares, e a elevação do poder de compra da classe C. Com o crescimento da inadimplência e a acirrada concorrência das multinacionais, veio uma onda de fusões e aquisições no Brasil.

As fusões e aquisições de empresas decorrem justamente desse contexto institucional marcado pela Globalização.
Após o Plano Real, as fusões e aquisições internacionais e domésticas totalizaram 1.646, desde 1992 até 1998. De 1994 a 2009, foram realizadas 5.495 fusões e aquisições.

As principais causas desse movimento foram:

1. Alteração do padrão tecnológico, proporcionando ampliação da escala de produção e a redução de custos.

2. Obtenção de sinergia de natureza financeira, tecnológica, mercadológica e organizacional.

3. Possibilidade de ganhos de natureza financeira.

4. Busca de consolidação de maior participação de mercado.

5. Desejo de penetrar em novos mercados, em curto período.

A Aquisição acontece quando existe a compra de controle de uma empresa por outra empresa ou grupo. A Fusão ocorre quando as operações dessas duas empresas são consolidadas.

Acerte o ” o jogo” de aquisições das empresas:

COMPRADOR
 EMPRESA ADQUIRIDA

1.Nestlé                                                                                       ( 2 )Arisco

2.Refinações de Milho Brasil                                                  (1) Garoto

3.Philip Morris                                                                            (   ) Unibanco

4.Bradesco                                                                                 (    ) Lacta

5.Itaú                                                                                            (    ) Dako

6.GE                                                                                       (     ) BCN, Mercantil

7.Gol                                                                                      (  ) Telemar, Brasil Telecom

8.Oi                                                                                         (  ) Kolynos

9.Banco do Brasil                                                                (  ) Varig

10.Wal Mart                                                                           (  )Nossa Caixa

11.BCN                                                                                  (  ) Lojas Maia

12.HSBC                                                                               (  ) Sonae

13.Banco Excel                                                                    (  ) Ambev

14.Gerdau                                                                             (  ) Kolynos

15.Magazine Luísa                                                              (  ) Ponto Frio

16.Pão de Açucar                                                               (  ) Açominas, Aços Vilares

17.Ambev                                                                              (  ) Banco Econômico

18.Colgate-Palmolive                                                    (   ) Itatiaia e Santa Cruz
19.Sul-América Seguros                                               (   ) Bamerindus

20.Interbrew/Inbev                                                           (   ) Banco Itamarati

 

Artigo: Por Rosival Fagundes- www.rosivalfagundes.com.br


*Por Rosival Fagundes

*Por Rosival Fagundes

O novo consumidor das redes sociais, formador de opinião que compartilha na rede as marcas de sua preferência, e até produz conteúdo com sugestões para sua empresa escolher um nome para um novo produto, o nome de um livro, indicação de filmes, shows, eventos e outros serviços. Estamos vivendo na era da co-criação, agora é o consumidor que diz qual é o melhor produto ou serviço, não mais o proprietário da loja ou o fabricante. Os negócios já não são como antes, a Internet veio para criar um novo mundo dos negócios, um jeito novo de produzir, vender e inovar. O fotógrafo inova com os celulares, que vira fotografia digital em tempo real. O jornal não vai acabar, pois ele se reinventa. O rádio não acabou com a invenção da TV, pelo contrario, o rádio ocupa um espaço novo na WEB, e se transforma em uma importante mídia segmentada.

Os negócios se reinventam o tempo todo. Inovar é correr risco? Mas o pior risco é o de não inovar. O mundo pede inovação, sai o trabalhador de carteira assinada e ocupa o seu lugar o empreendedor, o ser humano capaz de criar novos empregos e realizar sonhos. Nasce o empreendedor digital, os novos criadores do “mundo.com”, da revolução digital, da educação digital, do trabalho em casa, na rua, no hotel ou em qualquer lugar conectado em rede. O Brasil é o quinto país do mundo em uso de Internet, com mais de 80 milhões de usuários. Você é o protagonista neste mundo digital, é o criador, o artista da liberdade, da imaginação e inovação. Surfando nesta nova onda, o empreendedor digital se caracteriza como um especialista em inovação, e que entende de economia criativa, identidades digitais, pode ser um produtor de website, criador de conexões e interações com as marcas e empresas nas redes sociais.

O Empreendedor Digital é aquele que tem um negócio cujos processos e relacionamentos com parceiros, clientes e funcionários, e são realizados principalmente por meio digital. Quase 100% dos entrevistados têm o local físico do seu negócio no Brasil: em São Paulo (34%), Rio de Janeiro (21%), Rio Grande do Sul (14%) e Minas Gerais (12%). O Empreendedor Digital brasileiro é homem (67%) e tem em média de 26 anos. Metade deles possui instrução superior completa e renda média mensal de R$ 4.600,00. Em média, os empreendedores digitais estão no mercado há quase 2 anos. Do total, 62% estão no setor de serviços. O setor mais procurado é o comércio, com 33% de respostas. Indústria e agropecuária correspondem a 5% do total. A proporção de empreendedores digitais com experiência anterior no mundo offline é proporcionalmente inversa uma vez que apenas 18% declarou que já teve um negócio não digital. A maioria dos negócios (59%) é informal e não registra os empregados em carteira (69%). O faturamento bruto anual de 60% dos empreendimentos ficou entre R$ 36 mil e R$ 240 mil reais, em 2008.

Quais são as vantagens de ter um negócio digital? Familiaridade com o meio, custo reduzido de investimento inicial e menor necessidade de infraestrutura .


rosival

Artigo do Colunista Rosival Fagundes

No Brasil, um mestre de obras com salário de Doutor. Cerca de R$ 9.000,00 por mês.  Engenharia é a carreira da vez.  Engenheiro de Produção está em alta. Taxa de desemprego de 6%,  os economistas costumam chamar de economia de pleno emprego. Um incremento no emprego formal de 68%, saindo de 26 milhões para 44 milhões de postos de trabalho em 10 anos.

O que está pegando? É a qualificação do trabalhador brasileiro, para quem termina o ensino médio e o curso superior, que enfrenta provas, dinâmicas do processo seletivo. Para os mais jovens, além de enfrentar a concorrência com os mais experientes, o problema maior está na péssima qualidade da educação básica, erros gravíssimos nas provas de matemática, português e redação. Existe uma incapacidade generalizada de se expressar por escrito, falta de conhecimentos gerais, de economia, do mercado internacional. Em uma desta provas de seleção, um aluno de faculdade desconhecia o significado do termo “BRICS” (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), simplesmente ele respondeu: “BRICS” é uma marca de perfume.  O mais difícil? A busca do primeiro emprego para quem ainda não terminou o ensino médio. E na seleção, vem a eliminação na prova de redação. A falta de experiência também pesa muito. Enquanto existir um experiente no mercado, o inexperiente vai ficando para trás.

O pleno emprego trouxe uma nova dinâmica no mercado de trabalho brasileiro, com salários aumentando, com um valor médio de R$ 1.629,00 por mês, preferencialmente na construção civil, petróleo e gás, turismo, entretenimento.  As oportunidades são maiores na construção civil, engenharia da computação, na mineração, e agora nas empresas de serviços de apoio aos investimentos Copa do Mundo 2014.  Na região sudeste do Brasil,  existem 6.000 vagas abertas para engenheiros.

Nesta nova dinâmica do mercado de trabalho, as pessoas na faixa etária, de 25 a 35 anos, estão trocando de emprego mais vezes, mudam de empresas, em busca de novas oportunidades de carreira  e melhores salários. Com o mercado de trabalho aquecido, é normal o trabalhador ficar até  três anos numa mesma empresa.

Existe um momento decisivo na carreira: escolher entre o caminho da gestão ou da especialização. É nova carreira “y”: conhecimento técnico (+) experiência.  A escolha é sua: Gestor ou um técnico especialista? Você não deve é ficar na zona de conforto, mas, buscar o aperfeiçoamento constante, e para quem deseja crescer na mesma empresa, existem vários incentivos extras, como bônus, prêmios, marketing de incentivos, 14º salário, e em contra-partida, você vai trabalhando sobre pressão para bater as metas, controles excessivos, neuroses da excelência em tudo que se faz, e ainda tem  que administrar  bem o tempo, para equilibrar a vida profissional com a pessoal.

Acesse também, competências profissionais: www.rosivalfagundes.com.br

E-mail: [email protected]


rosival

O que os humanos devem aprender com as abelhas? Para a maioria dos psicólogos, as decisões tomadas por líderes políticos e executivos de negócios ou por consumidores no momento das compras do shopping center, sofrem as armadilhas ocultas, da nossa preferência de não mudar aquilo que fazemos, não trocar de marcas dos produtos, de não mudar do lugar onde vivemos ou da empresa onde trabalhamos.

Há uma tendência natural do ser humano de não sacudir o barco em que está remando, por isso as empresas fecham as portas precocemente, e muitos dos proprietários ficam esperando a poeira assentar para realizar as mudanças ou tomar decisões certas e rápidas. Fazendo uma analogia com as abelhas, os grupos são estruturados com as pessoas de maior conhecimento, diversidade e habilidades. As abelhas ensinam o valor do compartilhamento e singularidade do verdadeiro propósito comum.

Quando se trata de objetivos do enxame, as abelhas realizam suas tarefas, com a participação intensa no bem-estar do grupo, a ponto de frequentemente colocar os interesses do grupo bem acima de seus próprios interesse individuais. Para os pesquisadores, assim como o cérebro processa informação a respeito do mundo externo através de múltiplos neurônios, o enxame coleta e interpreta informações por meio das abelhas escoteiras no momento que fazem as danças do rebolado na superfície do enxame, além de compartilhar tudo a respeito o que existe lá fora, as abelhas acabam, fornecendo ao grupo todo, um amplo campo de visão. Para os cientistas, as abelhas quando estão em um enxame tornam-se mais relacionadas geneticamente do que qualquer grupo humano e até mesmo em uma grande reunião de família.

Peter Miller (2010), no livro A Natureza Ensina”, afirma que nenhuma abelha assume a responsabilidade de decidir sozinha pelo grupo todo, e para lidar com um problema urgente, as abelhas aproveitam a complexa estrutura do próprio enxame para buscar um objetivo estratégico comum. Já o economista Scott Page da Universidade de Michigan costuma dizer, que quando as pessoas vêem um problema do mesmo modo é provável que todas elas fiquem presas às mesmas soluções. Para obter as melhores discussões, as equipes são formadas de pessoas inteligentes e criativas que não se graduaram nas mesmas escolas. As equipes interdisciplinares são mais produtivas.

Quanto maior a diversidade do grupo, melhor a estratégia para atingir os objetivos. Quanto mais informação coletada, melhor é processo de tomada de decisões, pois quando se trata de grupos, a diversidade é o grande diferencial.

“ Ser diferente é tão importante quanto ser inteligente”.

Por Rosival  Fagundes